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Celso de Oliveira

Celso de Oliveira (Belo Horizonte, MG, 1945) é um pintor e desenhista brsaileiro. Cursou a escola de Belas Artes e Artes Gráficas (Escola Guignard) em Belo Horizonte. Atualmente vive e mantém seu atelier em Saquarema, RJ.

Biografia

Cursou a Escola de Belas artes e Artes Gráficas (Escola Guignard), em Belo Horizonte, sendo orientado inicialmente por Inimá de Paula, Maria Helena Andrés e Sara Ávila, dentre outros.

Possui obras em importantes acervos, e nas principais Galerias de Arte do Brasil.

Alheio aos compassos da modernidade e da pós-modernidade, o artista plástico Celso de Oliveira elegeu a pintura acadêmica como seu caminho, ali retratando a natureza com toda sua exuberância.

Entrevista

Em seu ateliê, em Saquarema, Celso parece recriar o mundo natural, e nele se inserir.

"Pode fotografar os quadros, mas não a mim; eu odeio ser fotografado", assim começa nosso diálogo com o artista plástico Celso de Oliveira.

Esse jeito arredio de não aparecer para o clique da câmera está distante da maneira meiga e tranqüila com que ele lida com seus visitantes, numa tarde de primavera, em sua casa em Saquarema.

Se o artista não aparece para a foto, sua obra é sua porta-voz, e pode ser mostrada, manuseada, quase que devorada, tamanha a nitidez de seus traços.

Tudo em torno de Celso parece ser uma viagem no tempo, um recuo substancial na cronologia de nossos dias agitados.

Ao chegar em sua casa, no bairro Parque Swan, nos deparamos com o jardim, a natureza, algo quase intocado.

Não fosse uma ou outra incursão humana, a piscina, as muretas, estaria tudo perfeito para um cenário selvagem.

Um pouco do mundo natural insiste em sobressair no entorno da casa.
Uma natureza que nas grandes cidades nem mais existe, ou se existe, apenas de maneira tímida.

A casa guarda um ar de coisa antiga, desde as escadas, passando pelas portas e janelas, e na decoração, toda feita com móveis antigos.
Nas paredes, quadros com molduras que parecem saídas de um museu do século dezenove, ou de antes.

Nesse clima retrô, vive o artista, cuja pintura é o reflexo de uma época em que a obra era avaliada por seu virtuosismo.
Celso de Oliveira é um virtuoso, retratando vasos, flores, frutas, paisagens, tudo em estilo acadêmico.

"Até mesmo a preparação da tela eu a faço como os antigos faziam; para fazer o fundo, dou até três mãos de tinta", conta ele.

Apesar da grande variedade de temas paisagísticos, Celso conta que não consegue pintar tendo algum modelo a sua frente.
A pintura nasce de sua mente, e na tela revela um mundo em que a natureza é predominante.

"Adoro a natureza, ela é a minha grande inspiração; no caso das flores, parece que tenho uma grande obsessão. Começo a pintá-las e não consigo parar".

"Se eu me deixar levar, acabo pintando até do lado de fora da tela", diz com empolgação.

Com sua pintura já bastante valorizada e até publicada em catálogos internacionais, Celso de Oliveira vive de maneira simples, e com verdadeira devoção pela criação plástica.

Pouco vai ao Rio de Janeiro. Prefere passar a maior parte de seu tempo em seu ateliê em Saquarema.

"Quando vou ao Rio, mesmo que um por dia, já sinto saudades daqui", revela.

Criando um mundo paralelo através da arte, onde a natureza é reproduzida e recriada para o gosto de muitos que ainda buscam na pintura acadêmica um refúgio para novas descobertas, Celso de Oliveira é uma figura ímpar que, a seu modo, mostra que a arte tem o poder de transformar, de criar beleza a cada gesto, a cada pincelada. E, no fundo, é a arte que mantém vivo o artista que a nutre.

"Eu não consigo viver um dia sem pintar. Pintar é o meu viver", concluiu Celso.

Celso de Oliveira é muito virtuoso retratando paisagens, vasos, flores, frutas com sua pintura já bastante valorizada e com várias publicações em catálogos internacionais.

Críticas:

"(...) Nas naturezas-Morta e nas paisagens, a mão do Pintor ressalta.

A tinta deixa sentir o gesto, a pintura se faz visível na mesma medida que o motivo.

(...) Walmir Ayala. Possui obras em importantes acervos, e nas principais Galerias de Arte do Brasil.
À respeito da qualidade do trabalho do Pintor "Celso Oliveira", o crítico de Artes "Walmir Ayala" acrescentou o seguinte comentário:

Estou Certo de que o fenômeno "Celso Oliveira" está a merecer uma atenção maior, dos analistas da emoção conturbada da hora presente, porque tudo nele independe da instrução técnica, da visão acadêmica."


Walmir Ayala, crítico de arte (Dicionário de Pintores Brasileiros 2ª edição revista e Ampliada - Página 296.)

Exposições:

1965
Coletiva dos alunos da escola Guignard na biblioteca Publica de Minas Gerais;
I Salão Municipal de Belas Artes no Museu de Arte Moderna de Belo Horizonte, MG;
I Semana de Arte Universitária de Uberlândia, MG;

1966
III Salão Municipal de Belas Artes no Museu de Arte Moderna de Belo Horizonte, MG;

1970
Coletiva no atelier do artista, com os alunos da escola Guignard, Belo Horizonte, MG;

1971
Salão da Olimpíada do Exercito, Belo Horizonte, MG (Medalha de Prata);

1972
Coletiva "Geração Guignard" no Palácio das Artes,Belo Horizonte, MG;
Individual na Galeria Serrana Palace, Belo Horizonte, MG;
Acervo dos Diários Associados, Belo Horizonte, MG;

Transfere-se para o Rio de Janeiro em 1972, ali fixando residência;

1973
Salão Petropolitano de Pintura, Petro´polis, RJ (Medalha de Prata);
Salão de Arte Moderna, RJ;
Coletiva "Black Galery", Rio de Janeiro, RJ;
Coletiva no " Savoy Othon, Rio de Janeiro, RJ;
Coletiva na "Brasiliana Galeria de Artes e Antiguidades, Rio de Janeiro, RJ;
I Salão de Artes Plásticas da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (Menção Honrosa);

1974
Coletiva na "Galeria da Bahia", Ministério da Educação e Cultura, Rio de Janeiro, RJ;
Salão Global de Inverno, Belo Horizonte, MG;
Coletiva no "Iate Clube do Rio de Janeiro", RJ;
Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro, RJ;
Curso "Costumes e Tradições do Nordeste Brasileiro" na Biblioteca Regional de Copacabana, Rio de Janeiro, RJ;
Curso "A Arte dos anos 60/70" realizado com o Crítico e Professor de Arte Frederico de Morais, Rio de Janeiro, RJ;

1975
Salão Global de Inverno, Belo Horizonte, MG;
Coletiva no "Iate Clube do Rio de Janeiro", RJ;
Ilustrações para poemas e contos de :
Fernando Pessoa, Kafka, Cecília Meireles, Neimar de Barros, Brecht, dentre outros, no "Diário de Noticias", Rio de Janeiro, RJ;

1976
I Salão de Artes Visuais da Casa da Bahia, Ministério da Educação e Cultura, Rio de Janeiro, RJ;

1977
II Salão de Artes Visuais da Casa da Bahia, Ministério da Educação e Cultura, Rio de Janeiro, RJ;
Verbete no Dicionário dos Artistas Plásticos do Brasil, volume III, páginas 254 e 295;

1978
Individual na Galeria "San Genaro" Copacabana, Rio de Janeiro, RJ;

1980
Salão "Brasil Arte Turismo Internacional", Othon Palace Hotel, Copacabana, Rio de Janeiro, RJ;

1987
1e Tentoonstelling Van Beeldende Kunst Brazille - Nederland (1ª. Mostra de Arte Brasil-Holanda), World Trade Center Gallery - Amsterdan;
Individual na "Galeria de ArtesCampgnone, Campinas, SP;
Individual no "Salão Nobre do Nova Friburgo Country Clube", Nova Friburgo, RJ;
Coletiva "Paisagens" no Gabinete de Arte Brasileira, Recife-PE;
Coletiva de Natal, "Obras de Pequeno Formato", Galeria de Arte Hamadan, Rio de Janeiro, RJ;
Publicação no "Anuário Latino-Americano de Artes Plásticas", Buenos Aires, Argentina;

1988
Individual na "Galeria de Arte Paulo Brame", Rio de Janeiro, RJ;

Fonte: Site oficial Celso de Oliveira

Celso de Oliveira (Belo Horizonte, MG, 1945) é um pintor e desenhista brsaileiro. Cursou a escola de Belas Artes e Artes Gráficas (Escola Guignard) em Belo Horizonte. Atualmente vive e mantém seu atelier em Saquarema, RJ.

Celso de Oliveira

Celso de Oliveira (Belo Horizonte, MG, 1945) é um pintor e desenhista brsaileiro. Cursou a escola de Belas Artes e Artes Gráficas (Escola Guignard) em Belo Horizonte. Atualmente vive e mantém seu atelier em Saquarema, RJ.

Biografia

Cursou a Escola de Belas artes e Artes Gráficas (Escola Guignard), em Belo Horizonte, sendo orientado inicialmente por Inimá de Paula, Maria Helena Andrés e Sara Ávila, dentre outros.

Possui obras em importantes acervos, e nas principais Galerias de Arte do Brasil.

Alheio aos compassos da modernidade e da pós-modernidade, o artista plástico Celso de Oliveira elegeu a pintura acadêmica como seu caminho, ali retratando a natureza com toda sua exuberância.

Entrevista

Em seu ateliê, em Saquarema, Celso parece recriar o mundo natural, e nele se inserir.

"Pode fotografar os quadros, mas não a mim; eu odeio ser fotografado", assim começa nosso diálogo com o artista plástico Celso de Oliveira.

Esse jeito arredio de não aparecer para o clique da câmera está distante da maneira meiga e tranqüila com que ele lida com seus visitantes, numa tarde de primavera, em sua casa em Saquarema.

Se o artista não aparece para a foto, sua obra é sua porta-voz, e pode ser mostrada, manuseada, quase que devorada, tamanha a nitidez de seus traços.

Tudo em torno de Celso parece ser uma viagem no tempo, um recuo substancial na cronologia de nossos dias agitados.

Ao chegar em sua casa, no bairro Parque Swan, nos deparamos com o jardim, a natureza, algo quase intocado.

Não fosse uma ou outra incursão humana, a piscina, as muretas, estaria tudo perfeito para um cenário selvagem.

Um pouco do mundo natural insiste em sobressair no entorno da casa.
Uma natureza que nas grandes cidades nem mais existe, ou se existe, apenas de maneira tímida.

A casa guarda um ar de coisa antiga, desde as escadas, passando pelas portas e janelas, e na decoração, toda feita com móveis antigos.
Nas paredes, quadros com molduras que parecem saídas de um museu do século dezenove, ou de antes.

Nesse clima retrô, vive o artista, cuja pintura é o reflexo de uma época em que a obra era avaliada por seu virtuosismo.
Celso de Oliveira é um virtuoso, retratando vasos, flores, frutas, paisagens, tudo em estilo acadêmico.

"Até mesmo a preparação da tela eu a faço como os antigos faziam; para fazer o fundo, dou até três mãos de tinta", conta ele.

Apesar da grande variedade de temas paisagísticos, Celso conta que não consegue pintar tendo algum modelo a sua frente.
A pintura nasce de sua mente, e na tela revela um mundo em que a natureza é predominante.

"Adoro a natureza, ela é a minha grande inspiração; no caso das flores, parece que tenho uma grande obsessão. Começo a pintá-las e não consigo parar".

"Se eu me deixar levar, acabo pintando até do lado de fora da tela", diz com empolgação.

Com sua pintura já bastante valorizada e até publicada em catálogos internacionais, Celso de Oliveira vive de maneira simples, e com verdadeira devoção pela criação plástica.

Pouco vai ao Rio de Janeiro. Prefere passar a maior parte de seu tempo em seu ateliê em Saquarema.

"Quando vou ao Rio, mesmo que um por dia, já sinto saudades daqui", revela.

Criando um mundo paralelo através da arte, onde a natureza é reproduzida e recriada para o gosto de muitos que ainda buscam na pintura acadêmica um refúgio para novas descobertas, Celso de Oliveira é uma figura ímpar que, a seu modo, mostra que a arte tem o poder de transformar, de criar beleza a cada gesto, a cada pincelada. E, no fundo, é a arte que mantém vivo o artista que a nutre.

"Eu não consigo viver um dia sem pintar. Pintar é o meu viver", concluiu Celso.

Celso de Oliveira é muito virtuoso retratando paisagens, vasos, flores, frutas com sua pintura já bastante valorizada e com várias publicações em catálogos internacionais.

Críticas:

"(...) Nas naturezas-Morta e nas paisagens, a mão do Pintor ressalta.

A tinta deixa sentir o gesto, a pintura se faz visível na mesma medida que o motivo.

(...) Walmir Ayala. Possui obras em importantes acervos, e nas principais Galerias de Arte do Brasil.
À respeito da qualidade do trabalho do Pintor "Celso Oliveira", o crítico de Artes "Walmir Ayala" acrescentou o seguinte comentário:

Estou Certo de que o fenômeno "Celso Oliveira" está a merecer uma atenção maior, dos analistas da emoção conturbada da hora presente, porque tudo nele independe da instrução técnica, da visão acadêmica."


Walmir Ayala, crítico de arte (Dicionário de Pintores Brasileiros 2ª edição revista e Ampliada - Página 296.)

Exposições:

1965
Coletiva dos alunos da escola Guignard na biblioteca Publica de Minas Gerais;
I Salão Municipal de Belas Artes no Museu de Arte Moderna de Belo Horizonte, MG;
I Semana de Arte Universitária de Uberlândia, MG;

1966
III Salão Municipal de Belas Artes no Museu de Arte Moderna de Belo Horizonte, MG;

1970
Coletiva no atelier do artista, com os alunos da escola Guignard, Belo Horizonte, MG;

1971
Salão da Olimpíada do Exercito, Belo Horizonte, MG (Medalha de Prata);

1972
Coletiva "Geração Guignard" no Palácio das Artes,Belo Horizonte, MG;
Individual na Galeria Serrana Palace, Belo Horizonte, MG;
Acervo dos Diários Associados, Belo Horizonte, MG;

Transfere-se para o Rio de Janeiro em 1972, ali fixando residência;

1973
Salão Petropolitano de Pintura, Petro´polis, RJ (Medalha de Prata);
Salão de Arte Moderna, RJ;
Coletiva "Black Galery", Rio de Janeiro, RJ;
Coletiva no " Savoy Othon, Rio de Janeiro, RJ;
Coletiva na "Brasiliana Galeria de Artes e Antiguidades, Rio de Janeiro, RJ;
I Salão de Artes Plásticas da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (Menção Honrosa);

1974
Coletiva na "Galeria da Bahia", Ministério da Educação e Cultura, Rio de Janeiro, RJ;
Salão Global de Inverno, Belo Horizonte, MG;
Coletiva no "Iate Clube do Rio de Janeiro", RJ;
Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro, RJ;
Curso "Costumes e Tradições do Nordeste Brasileiro" na Biblioteca Regional de Copacabana, Rio de Janeiro, RJ;
Curso "A Arte dos anos 60/70" realizado com o Crítico e Professor de Arte Frederico de Morais, Rio de Janeiro, RJ;

1975
Salão Global de Inverno, Belo Horizonte, MG;
Coletiva no "Iate Clube do Rio de Janeiro", RJ;
Ilustrações para poemas e contos de :
Fernando Pessoa, Kafka, Cecília Meireles, Neimar de Barros, Brecht, dentre outros, no "Diário de Noticias", Rio de Janeiro, RJ;

1976
I Salão de Artes Visuais da Casa da Bahia, Ministério da Educação e Cultura, Rio de Janeiro, RJ;

1977
II Salão de Artes Visuais da Casa da Bahia, Ministério da Educação e Cultura, Rio de Janeiro, RJ;
Verbete no Dicionário dos Artistas Plásticos do Brasil, volume III, páginas 254 e 295;

1978
Individual na Galeria "San Genaro" Copacabana, Rio de Janeiro, RJ;

1980
Salão "Brasil Arte Turismo Internacional", Othon Palace Hotel, Copacabana, Rio de Janeiro, RJ;

1987
1e Tentoonstelling Van Beeldende Kunst Brazille - Nederland (1ª. Mostra de Arte Brasil-Holanda), World Trade Center Gallery - Amsterdan;
Individual na "Galeria de ArtesCampgnone, Campinas, SP;
Individual no "Salão Nobre do Nova Friburgo Country Clube", Nova Friburgo, RJ;
Coletiva "Paisagens" no Gabinete de Arte Brasileira, Recife-PE;
Coletiva de Natal, "Obras de Pequeno Formato", Galeria de Arte Hamadan, Rio de Janeiro, RJ;
Publicação no "Anuário Latino-Americano de Artes Plásticas", Buenos Aires, Argentina;

1988
Individual na "Galeria de Arte Paulo Brame", Rio de Janeiro, RJ;

Fonte: Site oficial Celso de Oliveira

Arremate Arte
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