Diego Rodrigues (8 de abril de 1985, Contagem, Minas Gerais), é um escultor e artista plástico brasileiro. Iniciou sua trajetória artística ainda criança, com o desenho, e logo migrou para a modelagem, influenciado por sua vivência com fundição. Em 2004 cursou modelagem técnica na Escola Arte Minas e, no ano seguinte, aprofundou-se em estilos contemporâneos na escola UAPA. Suas obras mais conhecidas são as esculturas Senzala, Liberdade e Nos dois, e as séries Gordinha e Pomba, Toy Art, Gigantes, Picasseando e Belos Horizontes. Sua escultura Sozinha integra o acervo do Superior Tribunal de Justiça (STJ), destacando-se pela valorização da diversidade corporal. Participou de diversas exposições individuais e coletivas, como Casa Cor, Minas Tênis Clube, Galeria Contemplo, TNT Galeria e mostras no Big Brother Brasil. Vive e trabalha em Minas Gerais, com mais de duas décadas dedicadas à escultura figurativa contemporânea.
Diego Rodrigues | Arremate Arte
Diego Rodrigues, nascido em 8 de abril de 1985, em Contagem, Minas Gerais, é um artista plástico brasileiro cuja trajetória reflete um amadurecimento constante, construído sobre o domínio técnico, a versatilidade estilística e o compromisso com a expressão pessoal. Desde os dez anos de idade, demonstrou afinidade com o desenho e, pouco tempo depois, iniciou-se no universo da modelagem — impulso criativo que viria a se tornar a base de sua carreira como escultor.
A conexão entre arte e ofício surgiu a partir de sua vivência com o trabalho em fundição, que despertou sua curiosidade pelas formas e volumes. Mesmo sem formação formal nos primeiros anos, Diego começou a desenvolver esculturas próprias já em 2002, incluindo obras como “Senzala”, “Liberdade” e “Nos dois”, que expressam um olhar atento para a história, a condição humana e os afetos.
Em 2004, buscou formação técnica na Escola ARTE MINAS, onde teve contato com modelos vivos e aprimorou suas noções de proporção e estética escultórica. No ano seguinte, em busca de uma abordagem mais contemporânea e livre, matriculou-se na escola UAPA, onde passou a experimentar a estilização como linguagem expressiva. A partir dessa fusão entre tradição e liberdade formal, Diego estruturou um estilo próprio — híbrido, comunicativo e sempre em diálogo com o presente.
Sua produção é organizada em séries temáticas, cada uma com identidade visual e narrativa distintas, mas que se interconectam por meio de uma assinatura estética coesa. Entre elas, destacam-se “Gordinha e Pomba”, que exalta corpos volumosos e amor-próprio com humor e delicadeza; “Toy Art”, que explora formas lúdicas e caricaturais; “Gigantes”, voltada a monumentos e grandes formatos; “Picasseando”, com referências cubistas; e “Belos Horizontes”, um tributo artístico à capital mineira.
Suas obras integram acervos de instituições como o Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde a escultura “Sozinha” — da série Gordinha e Pomba — representa a valorização da autonomia e diversidade corporal. Diego também esteve presente em importantes exposições e mostras, como Casa Cor, Galeria Contemplo, TNT Galeria, além de participar de projetos especiais como a ambientação artística do programa Big Brother Brasil.
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Diego Rodrigues | Galeria Coletiva
Nasci no dia 08 de abril de 1985, na cidade de Contagem/MG. Desde os meus dez anos de
idade, tenho contato com a arte. Comecei com desenho e, aos poucos, a vontade de modelar surgiu em mim. Atualmente, possuo uma carreira de vinte e três anos como artista plástico.
Me interessei pela arte por causa do trabalho de fundição que executo. Logo, comecei a
praticar a arte. No início, não tinha muito conhecimento nem técnica, mas após cerca de três anos de modelagem primária, comecei a me dedicar a outros tipos de escultura e a me aprofundar cada vez mais. Já produzi bustos para praças, grandes monumentos e outros trabalhos artísticos.
Em 2002, eu já estava no ramo, criando minhas próprias esculturas, como “Senzala”,
“Liberdade”, “Nos dois”, entre outras.
Em outubro de 2004, fui pela primeira vez para uma escola de artes. Lá, comecei a fazer um curso de modelagem técnica na Escola ARTE MINAS. Durante três meses, tive a oportunidade de trabalhar com modelos vivos, o que foi muito enriquecedor para o meu aprendizado em proporção e estética da escultura. Também participei de uma exposição da escola, destinada a novos talentos.
No ano seguinte, em 2005, busquei estar em uma escola onde os trabalhos eram livres e mais modernos. Foi quando me matriculei na escola UAPA, onde aprendi a deixar um pouco do estilo clássico de lado e comecei a estilizar cada vez mais as minhas obras.
Esses dois cursos foram fundamentais para adquirir experiência e continuar desenvolvendo o meu trabalho com muita satisfação. Com tudo me tornei um artista em série, onde tenho várias séries com diferentes estilos e todos se comunicam.
Exposições
Mostra individual na Galeria Contemplo -2006
Coletiva no Minas Tênis Clube “Tributo à Picasso” -2008
Coletiva na Casa dos Contos Ouro Preto ” 100 Monalisas” – 2009
Coletiva no Minas Tênis Clube “Tributo à Michelangelo”- 2009
Coletiva no Minas Tênis Clube “Tributo à Portinari”- 2010
Coletiva no Minas Tênis Clube “Corpo e Alma”- 2012
Coletiva na TNT galeria de arte “Entre Atos”-2012
Coletiva no Espaço cultural do STJ “Atos e Movimentos”- 2013
Ambiente Mostra Artefato Miami -2013
Ambiente Mostra Artefato Brasília -2014″ 5
Ambientes diferentes”
Mostras em ambiente casa cor Brasília -2014
Mostras em ambiente casa cor Brasília- 2015
Mostra Big Brother Brasil – “Gordinhas e Pomba” -2015
Mostra Igaleria – “Serie Picasseando”- 2018
Mostra Big Brother Brasil – “Serie Picasseando” – 2019
Mostra Casa Cor MG – “Serie Belos Horizontes”- 2021
Mostra Casa Cor MG – “Serie Picasseando 2022
Fonte: Galeria Coletiva, “Diego Rodrigues”. Consultado pela última vez em 15 de maio de 2025.
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Obra que celebra o amor-próprio é tema do periódico Arte no Tribunal | Superior Tribunal de Justiça
Admiradores da obra do renomado pintor e escultor colombiano Fernando Botero, falecido em 2023, reconhecerão as simetrias que inspiraram "Sozinha", peça artística que adorna o jardim de inverno do Salão Nobre do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Volumosa como as figuras de Botero, a escultura de resina com pó de bronze, criada em 2008 pelo artista plástico Diego Rodrigues, é o tema da 26ª edição do periódico Arte no Tribunal, que divulga as obras que compõem o acervo da corte.
Parte de uma série chamada "Gordinha e Pomba", "Sozinha" foi doada ao tribunal em 2013, após integrar a exposição Atos e Movimentos no Espaço Cultural STJ. Segundo o artista, embora o título possa sugerir a ideia de solidão, a obra remete ao sentimento de amor-próprio, propondo uma reflexão sobre a beleza de diferentes tipos de corpos.
Com dimensões de 78 x 75 x 75 cm, a escultura se destaca no espaço em que foi instalada, capturando olhares de servidores e visitantes do tribunal e funcionando como um lembrete da importância de se valorizar e se amar.
Nascido em Contagem (MG), em 1985, Diego Rodrigues mostrou interesse precoce pela arte. Começou com desenho, aos dez anos de idade, e aos poucos desenvolveu o interesse pela modelagem, motivado pelo trabalho de fundição que já executava, sem muito conhecimento ou técnica.
Mais tarde, estudou modelagem técnica na Escola Arte Minas, onde trabalhou com modelos vivos. Com o tempo, adquiriu novas qualificações, desenvolvendo um estilo próprio, marcado pela estilização.
Hoje, com mais de 23 anos de carreira, o artista plástico tem um trabalho consolidado na criação de séries de esculturas. Além de "Gordinha e Pomba", inspirada em Fernando Botero, Rodrigues criou séries como "Toy Art", "Gigantes", "Passado e Futuro", "Picasseando" e "Belos Horizontes". Já produziu também bustos para praças e grandes monumentos, entre outros trabalhos artísticos.
Chamativa e singular, "Sozinha" é mais uma bela peça de arte que compõe o acervo do STJ, valorizando um dos espaços mais conhecidos e importantes da corte.
Fonte: Superior Tribunal de Justiça, “Obra que celebra o amor-próprio é tema do periódico Arte no Tribunal”, publicado em 21 de fevereiro de 2024. Consultado pela última vez em 15 de maio de 2025.
Crédito fotográfico: Imagem extraída de rede social, publicado em 22 de julho de 2017. Consultado pela última vez em 15 de maio de 2025.
Diego Rodrigues (8 de abril de 1985, Contagem, Minas Gerais), é um escultor e artista plástico brasileiro. Iniciou sua trajetória artística ainda criança, com o desenho, e logo migrou para a modelagem, influenciado por sua vivência com fundição. Em 2004 cursou modelagem técnica na Escola Arte Minas e, no ano seguinte, aprofundou-se em estilos contemporâneos na escola UAPA. Suas obras mais conhecidas são as esculturas Senzala, Liberdade e Nos dois, e as séries Gordinha e Pomba, Toy Art, Gigantes, Picasseando e Belos Horizontes. Sua escultura Sozinha integra o acervo do Superior Tribunal de Justiça (STJ), destacando-se pela valorização da diversidade corporal. Participou de diversas exposições individuais e coletivas, como Casa Cor, Minas Tênis Clube, Galeria Contemplo, TNT Galeria e mostras no Big Brother Brasil. Vive e trabalha em Minas Gerais, com mais de duas décadas dedicadas à escultura figurativa contemporânea.
Diego Rodrigues | Arremate Arte
Diego Rodrigues, nascido em 8 de abril de 1985, em Contagem, Minas Gerais, é um artista plástico brasileiro cuja trajetória reflete um amadurecimento constante, construído sobre o domínio técnico, a versatilidade estilística e o compromisso com a expressão pessoal. Desde os dez anos de idade, demonstrou afinidade com o desenho e, pouco tempo depois, iniciou-se no universo da modelagem — impulso criativo que viria a se tornar a base de sua carreira como escultor.
A conexão entre arte e ofício surgiu a partir de sua vivência com o trabalho em fundição, que despertou sua curiosidade pelas formas e volumes. Mesmo sem formação formal nos primeiros anos, Diego começou a desenvolver esculturas próprias já em 2002, incluindo obras como “Senzala”, “Liberdade” e “Nos dois”, que expressam um olhar atento para a história, a condição humana e os afetos.
Em 2004, buscou formação técnica na Escola ARTE MINAS, onde teve contato com modelos vivos e aprimorou suas noções de proporção e estética escultórica. No ano seguinte, em busca de uma abordagem mais contemporânea e livre, matriculou-se na escola UAPA, onde passou a experimentar a estilização como linguagem expressiva. A partir dessa fusão entre tradição e liberdade formal, Diego estruturou um estilo próprio — híbrido, comunicativo e sempre em diálogo com o presente.
Sua produção é organizada em séries temáticas, cada uma com identidade visual e narrativa distintas, mas que se interconectam por meio de uma assinatura estética coesa. Entre elas, destacam-se “Gordinha e Pomba”, que exalta corpos volumosos e amor-próprio com humor e delicadeza; “Toy Art”, que explora formas lúdicas e caricaturais; “Gigantes”, voltada a monumentos e grandes formatos; “Picasseando”, com referências cubistas; e “Belos Horizontes”, um tributo artístico à capital mineira.
Suas obras integram acervos de instituições como o Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde a escultura “Sozinha” — da série Gordinha e Pomba — representa a valorização da autonomia e diversidade corporal. Diego também esteve presente em importantes exposições e mostras, como Casa Cor, Galeria Contemplo, TNT Galeria, além de participar de projetos especiais como a ambientação artística do programa Big Brother Brasil.
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Diego Rodrigues | Galeria Coletiva
Nasci no dia 08 de abril de 1985, na cidade de Contagem/MG. Desde os meus dez anos de
idade, tenho contato com a arte. Comecei com desenho e, aos poucos, a vontade de modelar surgiu em mim. Atualmente, possuo uma carreira de vinte e três anos como artista plástico.
Me interessei pela arte por causa do trabalho de fundição que executo. Logo, comecei a
praticar a arte. No início, não tinha muito conhecimento nem técnica, mas após cerca de três anos de modelagem primária, comecei a me dedicar a outros tipos de escultura e a me aprofundar cada vez mais. Já produzi bustos para praças, grandes monumentos e outros trabalhos artísticos.
Em 2002, eu já estava no ramo, criando minhas próprias esculturas, como “Senzala”,
“Liberdade”, “Nos dois”, entre outras.
Em outubro de 2004, fui pela primeira vez para uma escola de artes. Lá, comecei a fazer um curso de modelagem técnica na Escola ARTE MINAS. Durante três meses, tive a oportunidade de trabalhar com modelos vivos, o que foi muito enriquecedor para o meu aprendizado em proporção e estética da escultura. Também participei de uma exposição da escola, destinada a novos talentos.
No ano seguinte, em 2005, busquei estar em uma escola onde os trabalhos eram livres e mais modernos. Foi quando me matriculei na escola UAPA, onde aprendi a deixar um pouco do estilo clássico de lado e comecei a estilizar cada vez mais as minhas obras.
Esses dois cursos foram fundamentais para adquirir experiência e continuar desenvolvendo o meu trabalho com muita satisfação. Com tudo me tornei um artista em série, onde tenho várias séries com diferentes estilos e todos se comunicam.
Exposições
Mostra individual na Galeria Contemplo -2006
Coletiva no Minas Tênis Clube “Tributo à Picasso” -2008
Coletiva na Casa dos Contos Ouro Preto ” 100 Monalisas” – 2009
Coletiva no Minas Tênis Clube “Tributo à Michelangelo”- 2009
Coletiva no Minas Tênis Clube “Tributo à Portinari”- 2010
Coletiva no Minas Tênis Clube “Corpo e Alma”- 2012
Coletiva na TNT galeria de arte “Entre Atos”-2012
Coletiva no Espaço cultural do STJ “Atos e Movimentos”- 2013
Ambiente Mostra Artefato Miami -2013
Ambiente Mostra Artefato Brasília -2014″ 5
Ambientes diferentes”
Mostras em ambiente casa cor Brasília -2014
Mostras em ambiente casa cor Brasília- 2015
Mostra Big Brother Brasil – “Gordinhas e Pomba” -2015
Mostra Igaleria – “Serie Picasseando”- 2018
Mostra Big Brother Brasil – “Serie Picasseando” – 2019
Mostra Casa Cor MG – “Serie Belos Horizontes”- 2021
Mostra Casa Cor MG – “Serie Picasseando 2022
Fonte: Galeria Coletiva, “Diego Rodrigues”. Consultado pela última vez em 15 de maio de 2025.
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Obra que celebra o amor-próprio é tema do periódico Arte no Tribunal | Superior Tribunal de Justiça
Admiradores da obra do renomado pintor e escultor colombiano Fernando Botero, falecido em 2023, reconhecerão as simetrias que inspiraram "Sozinha", peça artística que adorna o jardim de inverno do Salão Nobre do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Volumosa como as figuras de Botero, a escultura de resina com pó de bronze, criada em 2008 pelo artista plástico Diego Rodrigues, é o tema da 26ª edição do periódico Arte no Tribunal, que divulga as obras que compõem o acervo da corte.
Parte de uma série chamada "Gordinha e Pomba", "Sozinha" foi doada ao tribunal em 2013, após integrar a exposição Atos e Movimentos no Espaço Cultural STJ. Segundo o artista, embora o título possa sugerir a ideia de solidão, a obra remete ao sentimento de amor-próprio, propondo uma reflexão sobre a beleza de diferentes tipos de corpos.
Com dimensões de 78 x 75 x 75 cm, a escultura se destaca no espaço em que foi instalada, capturando olhares de servidores e visitantes do tribunal e funcionando como um lembrete da importância de se valorizar e se amar.
Nascido em Contagem (MG), em 1985, Diego Rodrigues mostrou interesse precoce pela arte. Começou com desenho, aos dez anos de idade, e aos poucos desenvolveu o interesse pela modelagem, motivado pelo trabalho de fundição que já executava, sem muito conhecimento ou técnica.
Mais tarde, estudou modelagem técnica na Escola Arte Minas, onde trabalhou com modelos vivos. Com o tempo, adquiriu novas qualificações, desenvolvendo um estilo próprio, marcado pela estilização.
Hoje, com mais de 23 anos de carreira, o artista plástico tem um trabalho consolidado na criação de séries de esculturas. Além de "Gordinha e Pomba", inspirada em Fernando Botero, Rodrigues criou séries como "Toy Art", "Gigantes", "Passado e Futuro", "Picasseando" e "Belos Horizontes". Já produziu também bustos para praças e grandes monumentos, entre outros trabalhos artísticos.
Chamativa e singular, "Sozinha" é mais uma bela peça de arte que compõe o acervo do STJ, valorizando um dos espaços mais conhecidos e importantes da corte.
Fonte: Superior Tribunal de Justiça, “Obra que celebra o amor-próprio é tema do periódico Arte no Tribunal”, publicado em 21 de fevereiro de 2024. Consultado pela última vez em 15 de maio de 2025.
Crédito fotográfico: Imagem extraída de rede social, publicado em 22 de julho de 2017. Consultado pela última vez em 15 de maio de 2025.
Diego Rodrigues (8 de abril de 1985, Contagem, Minas Gerais), é um escultor e artista plástico brasileiro. Iniciou sua trajetória artística ainda criança, com o desenho, e logo migrou para a modelagem, influenciado por sua vivência com fundição. Em 2004 cursou modelagem técnica na Escola Arte Minas e, no ano seguinte, aprofundou-se em estilos contemporâneos na escola UAPA. Suas obras mais conhecidas são as esculturas Senzala, Liberdade e Nos dois, e as séries Gordinha e Pomba, Toy Art, Gigantes, Picasseando e Belos Horizontes. Sua escultura Sozinha integra o acervo do Superior Tribunal de Justiça (STJ), destacando-se pela valorização da diversidade corporal. Participou de diversas exposições individuais e coletivas, como Casa Cor, Minas Tênis Clube, Galeria Contemplo, TNT Galeria e mostras no Big Brother Brasil. Vive e trabalha em Minas Gerais, com mais de duas décadas dedicadas à escultura figurativa contemporânea.
Diego Rodrigues | Arremate Arte
Diego Rodrigues, nascido em 8 de abril de 1985, em Contagem, Minas Gerais, é um artista plástico brasileiro cuja trajetória reflete um amadurecimento constante, construído sobre o domínio técnico, a versatilidade estilística e o compromisso com a expressão pessoal. Desde os dez anos de idade, demonstrou afinidade com o desenho e, pouco tempo depois, iniciou-se no universo da modelagem — impulso criativo que viria a se tornar a base de sua carreira como escultor.
A conexão entre arte e ofício surgiu a partir de sua vivência com o trabalho em fundição, que despertou sua curiosidade pelas formas e volumes. Mesmo sem formação formal nos primeiros anos, Diego começou a desenvolver esculturas próprias já em 2002, incluindo obras como “Senzala”, “Liberdade” e “Nos dois”, que expressam um olhar atento para a história, a condição humana e os afetos.
Em 2004, buscou formação técnica na Escola ARTE MINAS, onde teve contato com modelos vivos e aprimorou suas noções de proporção e estética escultórica. No ano seguinte, em busca de uma abordagem mais contemporânea e livre, matriculou-se na escola UAPA, onde passou a experimentar a estilização como linguagem expressiva. A partir dessa fusão entre tradição e liberdade formal, Diego estruturou um estilo próprio — híbrido, comunicativo e sempre em diálogo com o presente.
Sua produção é organizada em séries temáticas, cada uma com identidade visual e narrativa distintas, mas que se interconectam por meio de uma assinatura estética coesa. Entre elas, destacam-se “Gordinha e Pomba”, que exalta corpos volumosos e amor-próprio com humor e delicadeza; “Toy Art”, que explora formas lúdicas e caricaturais; “Gigantes”, voltada a monumentos e grandes formatos; “Picasseando”, com referências cubistas; e “Belos Horizontes”, um tributo artístico à capital mineira.
Suas obras integram acervos de instituições como o Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde a escultura “Sozinha” — da série Gordinha e Pomba — representa a valorização da autonomia e diversidade corporal. Diego também esteve presente em importantes exposições e mostras, como Casa Cor, Galeria Contemplo, TNT Galeria, além de participar de projetos especiais como a ambientação artística do programa Big Brother Brasil.
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Diego Rodrigues | Galeria Coletiva
Nasci no dia 08 de abril de 1985, na cidade de Contagem/MG. Desde os meus dez anos de
idade, tenho contato com a arte. Comecei com desenho e, aos poucos, a vontade de modelar surgiu em mim. Atualmente, possuo uma carreira de vinte e três anos como artista plástico.
Me interessei pela arte por causa do trabalho de fundição que executo. Logo, comecei a
praticar a arte. No início, não tinha muito conhecimento nem técnica, mas após cerca de três anos de modelagem primária, comecei a me dedicar a outros tipos de escultura e a me aprofundar cada vez mais. Já produzi bustos para praças, grandes monumentos e outros trabalhos artísticos.
Em 2002, eu já estava no ramo, criando minhas próprias esculturas, como “Senzala”,
“Liberdade”, “Nos dois”, entre outras.
Em outubro de 2004, fui pela primeira vez para uma escola de artes. Lá, comecei a fazer um curso de modelagem técnica na Escola ARTE MINAS. Durante três meses, tive a oportunidade de trabalhar com modelos vivos, o que foi muito enriquecedor para o meu aprendizado em proporção e estética da escultura. Também participei de uma exposição da escola, destinada a novos talentos.
No ano seguinte, em 2005, busquei estar em uma escola onde os trabalhos eram livres e mais modernos. Foi quando me matriculei na escola UAPA, onde aprendi a deixar um pouco do estilo clássico de lado e comecei a estilizar cada vez mais as minhas obras.
Esses dois cursos foram fundamentais para adquirir experiência e continuar desenvolvendo o meu trabalho com muita satisfação. Com tudo me tornei um artista em série, onde tenho várias séries com diferentes estilos e todos se comunicam.
Exposições
Mostra individual na Galeria Contemplo -2006
Coletiva no Minas Tênis Clube “Tributo à Picasso” -2008
Coletiva na Casa dos Contos Ouro Preto ” 100 Monalisas” – 2009
Coletiva no Minas Tênis Clube “Tributo à Michelangelo”- 2009
Coletiva no Minas Tênis Clube “Tributo à Portinari”- 2010
Coletiva no Minas Tênis Clube “Corpo e Alma”- 2012
Coletiva na TNT galeria de arte “Entre Atos”-2012
Coletiva no Espaço cultural do STJ “Atos e Movimentos”- 2013
Ambiente Mostra Artefato Miami -2013
Ambiente Mostra Artefato Brasília -2014″ 5
Ambientes diferentes”
Mostras em ambiente casa cor Brasília -2014
Mostras em ambiente casa cor Brasília- 2015
Mostra Big Brother Brasil – “Gordinhas e Pomba” -2015
Mostra Igaleria – “Serie Picasseando”- 2018
Mostra Big Brother Brasil – “Serie Picasseando” – 2019
Mostra Casa Cor MG – “Serie Belos Horizontes”- 2021
Mostra Casa Cor MG – “Serie Picasseando 2022
Fonte: Galeria Coletiva, “Diego Rodrigues”. Consultado pela última vez em 15 de maio de 2025.
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Obra que celebra o amor-próprio é tema do periódico Arte no Tribunal | Superior Tribunal de Justiça
Admiradores da obra do renomado pintor e escultor colombiano Fernando Botero, falecido em 2023, reconhecerão as simetrias que inspiraram "Sozinha", peça artística que adorna o jardim de inverno do Salão Nobre do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Volumosa como as figuras de Botero, a escultura de resina com pó de bronze, criada em 2008 pelo artista plástico Diego Rodrigues, é o tema da 26ª edição do periódico Arte no Tribunal, que divulga as obras que compõem o acervo da corte.
Parte de uma série chamada "Gordinha e Pomba", "Sozinha" foi doada ao tribunal em 2013, após integrar a exposição Atos e Movimentos no Espaço Cultural STJ. Segundo o artista, embora o título possa sugerir a ideia de solidão, a obra remete ao sentimento de amor-próprio, propondo uma reflexão sobre a beleza de diferentes tipos de corpos.
Com dimensões de 78 x 75 x 75 cm, a escultura se destaca no espaço em que foi instalada, capturando olhares de servidores e visitantes do tribunal e funcionando como um lembrete da importância de se valorizar e se amar.
Nascido em Contagem (MG), em 1985, Diego Rodrigues mostrou interesse precoce pela arte. Começou com desenho, aos dez anos de idade, e aos poucos desenvolveu o interesse pela modelagem, motivado pelo trabalho de fundição que já executava, sem muito conhecimento ou técnica.
Mais tarde, estudou modelagem técnica na Escola Arte Minas, onde trabalhou com modelos vivos. Com o tempo, adquiriu novas qualificações, desenvolvendo um estilo próprio, marcado pela estilização.
Hoje, com mais de 23 anos de carreira, o artista plástico tem um trabalho consolidado na criação de séries de esculturas. Além de "Gordinha e Pomba", inspirada em Fernando Botero, Rodrigues criou séries como "Toy Art", "Gigantes", "Passado e Futuro", "Picasseando" e "Belos Horizontes". Já produziu também bustos para praças e grandes monumentos, entre outros trabalhos artísticos.
Chamativa e singular, "Sozinha" é mais uma bela peça de arte que compõe o acervo do STJ, valorizando um dos espaços mais conhecidos e importantes da corte.
Fonte: Superior Tribunal de Justiça, “Obra que celebra o amor-próprio é tema do periódico Arte no Tribunal”, publicado em 21 de fevereiro de 2024. Consultado pela última vez em 15 de maio de 2025.
Crédito fotográfico: Imagem extraída de rede social, publicado em 22 de julho de 2017. Consultado pela última vez em 15 de maio de 2025.
Diego Rodrigues (8 de abril de 1985, Contagem, Minas Gerais), é um escultor e artista plástico brasileiro. Iniciou sua trajetória artística ainda criança, com o desenho, e logo migrou para a modelagem, influenciado por sua vivência com fundição. Em 2004 cursou modelagem técnica na Escola Arte Minas e, no ano seguinte, aprofundou-se em estilos contemporâneos na escola UAPA. Suas obras mais conhecidas são as esculturas Senzala, Liberdade e Nos dois, e as séries Gordinha e Pomba, Toy Art, Gigantes, Picasseando e Belos Horizontes. Sua escultura Sozinha integra o acervo do Superior Tribunal de Justiça (STJ), destacando-se pela valorização da diversidade corporal. Participou de diversas exposições individuais e coletivas, como Casa Cor, Minas Tênis Clube, Galeria Contemplo, TNT Galeria e mostras no Big Brother Brasil. Vive e trabalha em Minas Gerais, com mais de duas décadas dedicadas à escultura figurativa contemporânea.
Diego Rodrigues | Arremate Arte
Diego Rodrigues, nascido em 8 de abril de 1985, em Contagem, Minas Gerais, é um artista plástico brasileiro cuja trajetória reflete um amadurecimento constante, construído sobre o domínio técnico, a versatilidade estilística e o compromisso com a expressão pessoal. Desde os dez anos de idade, demonstrou afinidade com o desenho e, pouco tempo depois, iniciou-se no universo da modelagem — impulso criativo que viria a se tornar a base de sua carreira como escultor.
A conexão entre arte e ofício surgiu a partir de sua vivência com o trabalho em fundição, que despertou sua curiosidade pelas formas e volumes. Mesmo sem formação formal nos primeiros anos, Diego começou a desenvolver esculturas próprias já em 2002, incluindo obras como “Senzala”, “Liberdade” e “Nos dois”, que expressam um olhar atento para a história, a condição humana e os afetos.
Em 2004, buscou formação técnica na Escola ARTE MINAS, onde teve contato com modelos vivos e aprimorou suas noções de proporção e estética escultórica. No ano seguinte, em busca de uma abordagem mais contemporânea e livre, matriculou-se na escola UAPA, onde passou a experimentar a estilização como linguagem expressiva. A partir dessa fusão entre tradição e liberdade formal, Diego estruturou um estilo próprio — híbrido, comunicativo e sempre em diálogo com o presente.
Sua produção é organizada em séries temáticas, cada uma com identidade visual e narrativa distintas, mas que se interconectam por meio de uma assinatura estética coesa. Entre elas, destacam-se “Gordinha e Pomba”, que exalta corpos volumosos e amor-próprio com humor e delicadeza; “Toy Art”, que explora formas lúdicas e caricaturais; “Gigantes”, voltada a monumentos e grandes formatos; “Picasseando”, com referências cubistas; e “Belos Horizontes”, um tributo artístico à capital mineira.
Suas obras integram acervos de instituições como o Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde a escultura “Sozinha” — da série Gordinha e Pomba — representa a valorização da autonomia e diversidade corporal. Diego também esteve presente em importantes exposições e mostras, como Casa Cor, Galeria Contemplo, TNT Galeria, além de participar de projetos especiais como a ambientação artística do programa Big Brother Brasil.
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Diego Rodrigues | Galeria Coletiva
Nasci no dia 08 de abril de 1985, na cidade de Contagem/MG. Desde os meus dez anos de
idade, tenho contato com a arte. Comecei com desenho e, aos poucos, a vontade de modelar surgiu em mim. Atualmente, possuo uma carreira de vinte e três anos como artista plástico.
Me interessei pela arte por causa do trabalho de fundição que executo. Logo, comecei a
praticar a arte. No início, não tinha muito conhecimento nem técnica, mas após cerca de três anos de modelagem primária, comecei a me dedicar a outros tipos de escultura e a me aprofundar cada vez mais. Já produzi bustos para praças, grandes monumentos e outros trabalhos artísticos.
Em 2002, eu já estava no ramo, criando minhas próprias esculturas, como “Senzala”,
“Liberdade”, “Nos dois”, entre outras.
Em outubro de 2004, fui pela primeira vez para uma escola de artes. Lá, comecei a fazer um curso de modelagem técnica na Escola ARTE MINAS. Durante três meses, tive a oportunidade de trabalhar com modelos vivos, o que foi muito enriquecedor para o meu aprendizado em proporção e estética da escultura. Também participei de uma exposição da escola, destinada a novos talentos.
No ano seguinte, em 2005, busquei estar em uma escola onde os trabalhos eram livres e mais modernos. Foi quando me matriculei na escola UAPA, onde aprendi a deixar um pouco do estilo clássico de lado e comecei a estilizar cada vez mais as minhas obras.
Esses dois cursos foram fundamentais para adquirir experiência e continuar desenvolvendo o meu trabalho com muita satisfação. Com tudo me tornei um artista em série, onde tenho várias séries com diferentes estilos e todos se comunicam.
Exposições
Mostra individual na Galeria Contemplo -2006
Coletiva no Minas Tênis Clube “Tributo à Picasso” -2008
Coletiva na Casa dos Contos Ouro Preto ” 100 Monalisas” – 2009
Coletiva no Minas Tênis Clube “Tributo à Michelangelo”- 2009
Coletiva no Minas Tênis Clube “Tributo à Portinari”- 2010
Coletiva no Minas Tênis Clube “Corpo e Alma”- 2012
Coletiva na TNT galeria de arte “Entre Atos”-2012
Coletiva no Espaço cultural do STJ “Atos e Movimentos”- 2013
Ambiente Mostra Artefato Miami -2013
Ambiente Mostra Artefato Brasília -2014″ 5
Ambientes diferentes”
Mostras em ambiente casa cor Brasília -2014
Mostras em ambiente casa cor Brasília- 2015
Mostra Big Brother Brasil – “Gordinhas e Pomba” -2015
Mostra Igaleria – “Serie Picasseando”- 2018
Mostra Big Brother Brasil – “Serie Picasseando” – 2019
Mostra Casa Cor MG – “Serie Belos Horizontes”- 2021
Mostra Casa Cor MG – “Serie Picasseando 2022
Fonte: Galeria Coletiva, “Diego Rodrigues”. Consultado pela última vez em 15 de maio de 2025.
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Obra que celebra o amor-próprio é tema do periódico Arte no Tribunal | Superior Tribunal de Justiça
Admiradores da obra do renomado pintor e escultor colombiano Fernando Botero, falecido em 2023, reconhecerão as simetrias que inspiraram "Sozinha", peça artística que adorna o jardim de inverno do Salão Nobre do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Volumosa como as figuras de Botero, a escultura de resina com pó de bronze, criada em 2008 pelo artista plástico Diego Rodrigues, é o tema da 26ª edição do periódico Arte no Tribunal, que divulga as obras que compõem o acervo da corte.
Parte de uma série chamada "Gordinha e Pomba", "Sozinha" foi doada ao tribunal em 2013, após integrar a exposição Atos e Movimentos no Espaço Cultural STJ. Segundo o artista, embora o título possa sugerir a ideia de solidão, a obra remete ao sentimento de amor-próprio, propondo uma reflexão sobre a beleza de diferentes tipos de corpos.
Com dimensões de 78 x 75 x 75 cm, a escultura se destaca no espaço em que foi instalada, capturando olhares de servidores e visitantes do tribunal e funcionando como um lembrete da importância de se valorizar e se amar.
Nascido em Contagem (MG), em 1985, Diego Rodrigues mostrou interesse precoce pela arte. Começou com desenho, aos dez anos de idade, e aos poucos desenvolveu o interesse pela modelagem, motivado pelo trabalho de fundição que já executava, sem muito conhecimento ou técnica.
Mais tarde, estudou modelagem técnica na Escola Arte Minas, onde trabalhou com modelos vivos. Com o tempo, adquiriu novas qualificações, desenvolvendo um estilo próprio, marcado pela estilização.
Hoje, com mais de 23 anos de carreira, o artista plástico tem um trabalho consolidado na criação de séries de esculturas. Além de "Gordinha e Pomba", inspirada em Fernando Botero, Rodrigues criou séries como "Toy Art", "Gigantes", "Passado e Futuro", "Picasseando" e "Belos Horizontes". Já produziu também bustos para praças e grandes monumentos, entre outros trabalhos artísticos.
Chamativa e singular, "Sozinha" é mais uma bela peça de arte que compõe o acervo do STJ, valorizando um dos espaços mais conhecidos e importantes da corte.
Fonte: Superior Tribunal de Justiça, “Obra que celebra o amor-próprio é tema do periódico Arte no Tribunal”, publicado em 21 de fevereiro de 2024. Consultado pela última vez em 15 de maio de 2025.
Crédito fotográfico: Imagem extraída de rede social, publicado em 22 de julho de 2017. Consultado pela última vez em 15 de maio de 2025.