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José Paulo Moreira da Fonseca

José Paulo Moreira da Fonseca (Rio de Janeiro, RJ, 13 de junho de 1922 - Idem, 4 de dezembro de 2004) foi um escritor, poeta, ensaísta, teatrólogo, pintor e crítico de arte brasileiro.

Biografia

Artista notório, com domínio sobre várias linguagens. Foi considerado um dos principais poetas de sua geração (40/50), tendo sido indicado mais de uma vez para integrar a Academia Brasileira de Letras. As primeiras experiências com pintura foram isoladas, como autodidata. A produção regular veio depois, influenciado pelos grandes mestres e pelo Impressionismo, mas também pela pintura italiana do século XV, a holandesa dos Seiscentos e as gravuras japonesas. Tendo nascido e morrido no Rio de Janeiro, a paisagem carioca é tema recorrente em suas obras.

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Biografia Wikipédia

Formou-se em Direito em 1945 e em Filosofia em 1948, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. É considerado pela crítica literária como um dos maiores poetas da geração de 1940/50, tendo sido indicado mais de uma vez para a Academia Brasileira de Letras.

José Paulo começou a pintar por volta de 1950. Apareceu em público pela primeira vez em 1957 quando expôs no Salão de Arte Moderna, no Rio de Janeiro.

Em 1974 recebeu da Câmara Brasileira do Livro o importante Prêmio Jabuti na categoria de poesia.

Obras publicadas

Elegia diurna - poesia (1947)

Poesias - poesia (1949)

Dois poemas - poesia (1951)

Dido e Eneas - teatro (1953)

A tempestade e outros poemas - poesia (1956)

Raizes - poesia (1957) - Prêmio Graça Aranha

Três livros - poesia (1958) - Prêmio Jabuti

Breves memórias de Alexandros Apollonius - ensaios (1960)

Sequência - poesia (1962)

O mágico - teatro (1963) - Prêmio do Pen Club do Brasil de 1964

Uma cidade - poesia (1965)

Exposição de arte - ensaios (1965)

Antologia poética (1968)

A simples vida - poesia (1972) - Prêmio Paula Brito

Luz sombra - poesia (1973) - Prêmio Jabuti de 1974

Palavra e silêncio - poesia (1974)

A noite o mar o sol - poesia (1975) - Prêmio estadual de literatura

Via sacra de Jesus hoje - teatro (1980)

Cores e palavras: diário de viagem - poesia (1982)

As sombras o caminho a luz - poesia (1988)

Noturno em Vargem das Pedras - teatro (1996)

Fonte: Wikipédia, consultado em 01 de março de 2017.

José Paulo Moreira da Fonseca (Rio de Janeiro, RJ, 13 de junho de 1922 - Idem, 4 de dezembro de 2004) foi um escritor, poeta, ensaísta, teatrólogo, pintor e crítico de arte brasileiro.

José Paulo Moreira da Fonseca

José Paulo Moreira da Fonseca (Rio de Janeiro, RJ, 13 de junho de 1922 - Idem, 4 de dezembro de 2004) foi um escritor, poeta, ensaísta, teatrólogo, pintor e crítico de arte brasileiro.

Videos

Urian Agria de Souza fala de Fayga Ostrower, Scliar e Zé Paulo M. Fonseca

Biografia

Artista notório, com domínio sobre várias linguagens. Foi considerado um dos principais poetas de sua geração (40/50), tendo sido indicado mais de uma vez para integrar a Academia Brasileira de Letras. As primeiras experiências com pintura foram isoladas, como autodidata. A produção regular veio depois, influenciado pelos grandes mestres e pelo Impressionismo, mas também pela pintura italiana do século XV, a holandesa dos Seiscentos e as gravuras japonesas. Tendo nascido e morrido no Rio de Janeiro, a paisagem carioca é tema recorrente em suas obras.

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Biografia Wikipédia

Formou-se em Direito em 1945 e em Filosofia em 1948, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. É considerado pela crítica literária como um dos maiores poetas da geração de 1940/50, tendo sido indicado mais de uma vez para a Academia Brasileira de Letras.

José Paulo começou a pintar por volta de 1950. Apareceu em público pela primeira vez em 1957 quando expôs no Salão de Arte Moderna, no Rio de Janeiro.

Em 1974 recebeu da Câmara Brasileira do Livro o importante Prêmio Jabuti na categoria de poesia.

Obras publicadas

Elegia diurna - poesia (1947)

Poesias - poesia (1949)

Dois poemas - poesia (1951)

Dido e Eneas - teatro (1953)

A tempestade e outros poemas - poesia (1956)

Raizes - poesia (1957) - Prêmio Graça Aranha

Três livros - poesia (1958) - Prêmio Jabuti

Breves memórias de Alexandros Apollonius - ensaios (1960)

Sequência - poesia (1962)

O mágico - teatro (1963) - Prêmio do Pen Club do Brasil de 1964

Uma cidade - poesia (1965)

Exposição de arte - ensaios (1965)

Antologia poética (1968)

A simples vida - poesia (1972) - Prêmio Paula Brito

Luz sombra - poesia (1973) - Prêmio Jabuti de 1974

Palavra e silêncio - poesia (1974)

A noite o mar o sol - poesia (1975) - Prêmio estadual de literatura

Via sacra de Jesus hoje - teatro (1980)

Cores e palavras: diário de viagem - poesia (1982)

As sombras o caminho a luz - poesia (1988)

Noturno em Vargem das Pedras - teatro (1996)

Fonte: Wikipédia, consultado em 01 de março de 2017.

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