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Lanfranco Vaselli

Lanfranco Aldo Ricardo Vaselli Cortellini Rossi Rossini (Montevarchi, Toscana, 18 de fevereiro de 1925 — Petrópolis, RJ, 4 de novembro de 2020), mais conhecido como Lan, foi um caricaturista italiano radicado na cidade do Rio de Janeiro.

Biografia - Wikipédia

Lan, segundo filho de Aristides e Irma Vaselli, tem a infância marcada pela intensa troca de residência, em virtude da profissão do pai, instrumentista. Aos 4 anos, chega com a família - incluindo o irmão mais velho, Giuseppe - ao Brasil, em razão de um convite para Aristides integrar a Orquestra Sinfônica de São Paulo. Três anos mais tarde, por um convite da Orquestra Sinfônica de Montevidéu, a família se muda para o Uruguai. Em 1936, um chamado da Orquestra Sinfônica da Rádio El Mundo, Lan mora por pouco menos de um ano em Buenos Aires, Argentina, quando finalmente a família Vaselli se estabelece no Uruguai com o retorno de Aristides à Orquestra de Montevidéu.

Em 1945 e 1946, Lan inicia nos jornais Mundo Uruguaio e El País a trajetória profissional pela qual é internacionalmente consagrado. Entre 1948 e 1952, já na Argentina, o caricaturista (ele não gosta do anglicismo cartunista) é contratado pelo Editorial Haynes, à época detentor da maioria das publicações de Buenos Aires e atua em 6 revistas e nos jornais Notícias Gráficas e El Mundo.

Em setembro de 1952, Lan visita à cidade do Rio de Janeiro e aceita o convite do jornalista Samuel Wainer para trabalhar no jornal Última Hora, fixando-se em definitivo na cidade um ano depois. Ainda inaugura, em 1953 a revista FLAN. Tem passagem breve pelo jornal O Globo, quando em 1962 passa a integrar a equipe do Jornal do Brasil, onde permaneceu por 33 anos.

Desde 1960 é casado com a ex-passista da GRES Portela Olívia Marinho e há 35 anos reside em um sítio em Pedro do Rio, município de Petrópolis, no Rio de Janeiro.

Ítalo-carioca

Na primeira estadia no Brasil, ainda criança, Lan entrou em contato pela primeira vez com a miscigenação de raças. A diversidade que viu durante os dois anos em que viveu no país resultou em um grande fascínio, acessado nas memórias da infância quando, em 1952, em visita à cidade do Rio de Janeiro, deslumbrou-se não somente com o contorno da geografia carioca e com a alegria do povo, mas principalmente com as mulheres. Em especial, as mulatas.

A forma curvelínea da belezas naturais da cidade do Rio de Janeiro está representa na assinatura que o artista usa nas obras. O traçado remete ao Morro do Pão de Açúcar, um dos cartões-postais mais visitados da capital.

Em 1972, Lan recebe o título de Cidadão Honorário da cidade do Rio de Janeiro pela Câmara Municipal. Ainda é condecorado com a Medalha Pedro Ernesto, o título de Carioca Honorário concedido pelo jornal O Globo e o título de Cidadão Honorário de Petrópolis.

As mulatas

A íntima relação com essas mulheres tem início em São Paulo, quando a família Vaselli contrata a babá Zezé para cuidar e amamentar o pequeno italiano. Tempos depois, o caricaturista confirmaria a devoção ao casar-se com a igualmente mulata Olívia Marinho, passista de Escola de Samba e integrante do trio Irmãs Marinho.

Caricaturadas com sinuosas curvas, as mulatas de Lan exibem a leveza, a graça e a exuberância das mulheres cariocas. Por vezes, os desenhos têm as formas do corpo feminino misturadas às dos morros da cidade. Grande parte da obra de Lan é destinada a elas, a mais conhecida temática do caricaturista.

Exposições

  • Primeira exposição, aos 23 anos, no Hotel Cassino Nogarón, em Punta del Este (1948)

  • Bienal de Humor de Foligno, em Umbria (1965)

  • Festival dei Due Mondi, em Spoleto (1965)

  • 50 años después, em Montevidéu (1991)

  • 50 anos de trabalho, no Museu de Belas Artes, na cidade do Rio de Janeiro (1995)

  • Tons do Carnaval, no Shopping Fórum de Ipanema, na cidade do Rio de Janeiro (2001)

  • A Velha Guarda da Portela, no Museu da Imagem e do Som, na cidade do Rio de Janeiro (2001)

  • Las Cariocas por Lan, no Centro Cultural da Pontifícia Universidad Católica del Ecuador, em Quito (2004)

  • Lan, um Porteño Carioca, no Centro Cultural Recoleta, em Buenos Aires (2005)

  • Scènes de Rio - Cenas Cariocas, no Centre Culterel Brésil France, em Paris (2005)

  • Ser carioca, na Casa França-Brasil, na cidade do Rio de Janeiro (2006)

Obras publicadas

  • É Hoje! As Escolas de Lan (1978), com textos de Haroldo Costa.

  • As escolas de Lan (2002), com textos de Haroldo Costa.

Fonte: Wikipédia, consultado em 23 de março de 2020.

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Biografia - Mapadecultura

Autor de trabalhos célebres nos jornais O Globo, Jornal do Brasil e Correio da Manhã, ele continua criando, apesar da dificuldade em enxergar que o impede de ler seus preciosos livros.

"A única coisa que consigo distinguir bem é mulher bonita. Os homens são só sombras", conta, com humor, o mestre em retratar as curvas femininas típicas do Brasil nas páginas dos jornais.

A prática começou na juventude, na Argentina, quando ele ganhava bem para escrever para revistas e jornais portenhos.

"Gastava todo o dinheiro nos cabarés, até que Evita Perón (ex-primeira-dama argentina), dona da empresa onde eu trabalhava, me encomendou uma série sobre mulheres do cabaré. Era difícil frequentar os ambientes a trabalho, fugindo das provocações", lembra.

Lan foi um dos fundadores do jornal Última Hora e faz tempo que se considera carioca. Irreverente, é mestre em castigar políticos com caricaturas.A mais clássica é a que ele fez do ex- governador do Rio Carlos Lacerda, O Corvo. "Aquele trabalho ficou célebre e fui muito chamado de espanhol safado pelo político', diverte-se.

Na chegada à terceira idade, as frustrações e limitações que viu surgirem se materializaram no personagem Baixinho, que 'ficou pequeno ao lado das mulheres grandes, para mostrar que elas são inatingíveis'.

Mas isso é só no papel. Na vida real, Lan é casado desde 1950. "Digo que sou contra o casamento e a favor da Olívia, porque sempre fui leal a ela. Meu único mérito é levar pra ela todo dia mamão com semente e um cafezinho na cama', descreve.

Fonte e crédito fotográfico: Mapadecultura, consultado em 23 de março de 2020.

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Caricaturista Lan relembra carreira aos 94 anos; obras trazem a paixão pelo samba e mulheres do Brasil

Nascido na Itália, Lan trabalhou como jornalista gráfico em países como Argentina, Uruguai e Paris, mas foi pelo Brasil que se apaixonou. Artista vive com a mulher em Petrópolis, na Serra do Rio.

O caricaturista Lan comemora, nesta segunda-feira (18), 94 anos de uma vida repleta de conquistas, milhares de desenhos, descobertas e, principalmente, de muito bom humor. Lan é conhecido mundialmente pelos desenhos que retratam suas grandes paixões na vida: as mulheres e o samba (a Portela).

Ele mesmo conta que seu acervo é imensurável. Há 45 anos encontrou em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, um refúgio, onde vive com a mulher, Olívia Marinho. Em sua casa, que fica no distrito de Pedro do Rio, mantém um ateliê com mais de 5 mil caricaturas.

Nascido na Itália em 1925, Lan chegou a trabalhar também em outros países como Argentina, Uruguai e Paris, onde atuou como jornalista gráfico, mas foi pelo Brasil que se apaixonou.

“Ter 94 anos dá uma sensação de cansaço. Você perde agilidade em muitas coisas, mas a cabeça está funcionando bem e eu lembro de toda a minha vida. Não dia a dia, mas mês a mês”, disse ao G1.

Ele trabalhou em grandes jornais, como O Globo, Jornal do Brasil e Última Hora. Ao recordar tudo o que já viveu disse que sente muita saudade.

“Tenho saudade de Montevidéu, onde me criei; de Buenos Aires, onde trabalhei; e da Itália onde nasci e também me exilei na época da ditadura militar. Nesse período, ainda cheguei a ficar um ano em Paris. E só depois retornei ao Brasil. Mas se tivesse que reviver tudo, reviveria com o maior prazer. Por mim, eu viveria mais 94 anos”, disse o caricaturista.

Livro

Para contar todas as histórias do caricaturista, a amiga Christina Autran escreveu um livro que relembra a trajetória de Lan desde a infância.

A obra está aguardando o patrocínio para ser publicada. Segundo Christina, atualmente o livro está em fase de revisão para a Lei Rouanet.

Fonte: G1, por Aline Rickly, publicado em 18 de fevereiro de 2019.

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Caricaturista Lan morre aos 95 anos em Petrópolis, no RJ

O caricaturista Lanfranco Aldo, mais conhecido como Lan, morreu na noite de quarta-feira, 4 de novembro, aos 95 anos em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, em decorrência de uma pneumonia.

O Hospital SMH Beneficência Portuguesa de Petrópolis lamentou e confirmou a morte do caricaturista às 22h35 desta quarta. Ele estava internado desde o dia 26 de setembro de 2020.

Carreira

Nascido na Itália em 1925, Lan chegou a trabalhar também em outros países como Argentina, Uruguai e Paris, onde atuou como jornalista gráfico, mas foi pelo Brasil que se apaixonou.

Há 45 anos ele havia encontrado em Petrópolis um refúgio onde viveu com a mulher, Olívia Marinho. Em sua casa, que fica no distrito de Pedro do Rio, mantinha um ateliê com mais de 5 mil caricaturas.

Fonte: G1, publicado em 5 de novembro de 2020.

Lanfranco Aldo Ricardo Vaselli Cortellini Rossi Rossini (Montevarchi, Toscana, 18 de fevereiro de 1925 — Petrópolis, RJ, 4 de novembro de 2020), mais conhecido como Lan, foi um caricaturista italiano radicado na cidade do Rio de Janeiro.

Lanfranco Vaselli

Lanfranco Aldo Ricardo Vaselli Cortellini Rossi Rossini (Montevarchi, Toscana, 18 de fevereiro de 1925 — Petrópolis, RJ, 4 de novembro de 2020), mais conhecido como Lan, foi um caricaturista italiano radicado na cidade do Rio de Janeiro.

Biografia - Wikipédia

Lan, segundo filho de Aristides e Irma Vaselli, tem a infância marcada pela intensa troca de residência, em virtude da profissão do pai, instrumentista. Aos 4 anos, chega com a família - incluindo o irmão mais velho, Giuseppe - ao Brasil, em razão de um convite para Aristides integrar a Orquestra Sinfônica de São Paulo. Três anos mais tarde, por um convite da Orquestra Sinfônica de Montevidéu, a família se muda para o Uruguai. Em 1936, um chamado da Orquestra Sinfônica da Rádio El Mundo, Lan mora por pouco menos de um ano em Buenos Aires, Argentina, quando finalmente a família Vaselli se estabelece no Uruguai com o retorno de Aristides à Orquestra de Montevidéu.

Em 1945 e 1946, Lan inicia nos jornais Mundo Uruguaio e El País a trajetória profissional pela qual é internacionalmente consagrado. Entre 1948 e 1952, já na Argentina, o caricaturista (ele não gosta do anglicismo cartunista) é contratado pelo Editorial Haynes, à época detentor da maioria das publicações de Buenos Aires e atua em 6 revistas e nos jornais Notícias Gráficas e El Mundo.

Em setembro de 1952, Lan visita à cidade do Rio de Janeiro e aceita o convite do jornalista Samuel Wainer para trabalhar no jornal Última Hora, fixando-se em definitivo na cidade um ano depois. Ainda inaugura, em 1953 a revista FLAN. Tem passagem breve pelo jornal O Globo, quando em 1962 passa a integrar a equipe do Jornal do Brasil, onde permaneceu por 33 anos.

Desde 1960 é casado com a ex-passista da GRES Portela Olívia Marinho e há 35 anos reside em um sítio em Pedro do Rio, município de Petrópolis, no Rio de Janeiro.

Ítalo-carioca

Na primeira estadia no Brasil, ainda criança, Lan entrou em contato pela primeira vez com a miscigenação de raças. A diversidade que viu durante os dois anos em que viveu no país resultou em um grande fascínio, acessado nas memórias da infância quando, em 1952, em visita à cidade do Rio de Janeiro, deslumbrou-se não somente com o contorno da geografia carioca e com a alegria do povo, mas principalmente com as mulheres. Em especial, as mulatas.

A forma curvelínea da belezas naturais da cidade do Rio de Janeiro está representa na assinatura que o artista usa nas obras. O traçado remete ao Morro do Pão de Açúcar, um dos cartões-postais mais visitados da capital.

Em 1972, Lan recebe o título de Cidadão Honorário da cidade do Rio de Janeiro pela Câmara Municipal. Ainda é condecorado com a Medalha Pedro Ernesto, o título de Carioca Honorário concedido pelo jornal O Globo e o título de Cidadão Honorário de Petrópolis.

As mulatas

A íntima relação com essas mulheres tem início em São Paulo, quando a família Vaselli contrata a babá Zezé para cuidar e amamentar o pequeno italiano. Tempos depois, o caricaturista confirmaria a devoção ao casar-se com a igualmente mulata Olívia Marinho, passista de Escola de Samba e integrante do trio Irmãs Marinho.

Caricaturadas com sinuosas curvas, as mulatas de Lan exibem a leveza, a graça e a exuberância das mulheres cariocas. Por vezes, os desenhos têm as formas do corpo feminino misturadas às dos morros da cidade. Grande parte da obra de Lan é destinada a elas, a mais conhecida temática do caricaturista.

Exposições

  • Primeira exposição, aos 23 anos, no Hotel Cassino Nogarón, em Punta del Este (1948)

  • Bienal de Humor de Foligno, em Umbria (1965)

  • Festival dei Due Mondi, em Spoleto (1965)

  • 50 años después, em Montevidéu (1991)

  • 50 anos de trabalho, no Museu de Belas Artes, na cidade do Rio de Janeiro (1995)

  • Tons do Carnaval, no Shopping Fórum de Ipanema, na cidade do Rio de Janeiro (2001)

  • A Velha Guarda da Portela, no Museu da Imagem e do Som, na cidade do Rio de Janeiro (2001)

  • Las Cariocas por Lan, no Centro Cultural da Pontifícia Universidad Católica del Ecuador, em Quito (2004)

  • Lan, um Porteño Carioca, no Centro Cultural Recoleta, em Buenos Aires (2005)

  • Scènes de Rio - Cenas Cariocas, no Centre Culterel Brésil France, em Paris (2005)

  • Ser carioca, na Casa França-Brasil, na cidade do Rio de Janeiro (2006)

Obras publicadas

  • É Hoje! As Escolas de Lan (1978), com textos de Haroldo Costa.

  • As escolas de Lan (2002), com textos de Haroldo Costa.

Fonte: Wikipédia, consultado em 23 de março de 2020.

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Biografia - Mapadecultura

Autor de trabalhos célebres nos jornais O Globo, Jornal do Brasil e Correio da Manhã, ele continua criando, apesar da dificuldade em enxergar que o impede de ler seus preciosos livros.

"A única coisa que consigo distinguir bem é mulher bonita. Os homens são só sombras", conta, com humor, o mestre em retratar as curvas femininas típicas do Brasil nas páginas dos jornais.

A prática começou na juventude, na Argentina, quando ele ganhava bem para escrever para revistas e jornais portenhos.

"Gastava todo o dinheiro nos cabarés, até que Evita Perón (ex-primeira-dama argentina), dona da empresa onde eu trabalhava, me encomendou uma série sobre mulheres do cabaré. Era difícil frequentar os ambientes a trabalho, fugindo das provocações", lembra.

Lan foi um dos fundadores do jornal Última Hora e faz tempo que se considera carioca. Irreverente, é mestre em castigar políticos com caricaturas.A mais clássica é a que ele fez do ex- governador do Rio Carlos Lacerda, O Corvo. "Aquele trabalho ficou célebre e fui muito chamado de espanhol safado pelo político', diverte-se.

Na chegada à terceira idade, as frustrações e limitações que viu surgirem se materializaram no personagem Baixinho, que 'ficou pequeno ao lado das mulheres grandes, para mostrar que elas são inatingíveis'.

Mas isso é só no papel. Na vida real, Lan é casado desde 1950. "Digo que sou contra o casamento e a favor da Olívia, porque sempre fui leal a ela. Meu único mérito é levar pra ela todo dia mamão com semente e um cafezinho na cama', descreve.

Fonte e crédito fotográfico: Mapadecultura, consultado em 23 de março de 2020.

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Caricaturista Lan relembra carreira aos 94 anos; obras trazem a paixão pelo samba e mulheres do Brasil

Nascido na Itália, Lan trabalhou como jornalista gráfico em países como Argentina, Uruguai e Paris, mas foi pelo Brasil que se apaixonou. Artista vive com a mulher em Petrópolis, na Serra do Rio.

O caricaturista Lan comemora, nesta segunda-feira (18), 94 anos de uma vida repleta de conquistas, milhares de desenhos, descobertas e, principalmente, de muito bom humor. Lan é conhecido mundialmente pelos desenhos que retratam suas grandes paixões na vida: as mulheres e o samba (a Portela).

Ele mesmo conta que seu acervo é imensurável. Há 45 anos encontrou em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, um refúgio, onde vive com a mulher, Olívia Marinho. Em sua casa, que fica no distrito de Pedro do Rio, mantém um ateliê com mais de 5 mil caricaturas.

Nascido na Itália em 1925, Lan chegou a trabalhar também em outros países como Argentina, Uruguai e Paris, onde atuou como jornalista gráfico, mas foi pelo Brasil que se apaixonou.

“Ter 94 anos dá uma sensação de cansaço. Você perde agilidade em muitas coisas, mas a cabeça está funcionando bem e eu lembro de toda a minha vida. Não dia a dia, mas mês a mês”, disse ao G1.

Ele trabalhou em grandes jornais, como O Globo, Jornal do Brasil e Última Hora. Ao recordar tudo o que já viveu disse que sente muita saudade.

“Tenho saudade de Montevidéu, onde me criei; de Buenos Aires, onde trabalhei; e da Itália onde nasci e também me exilei na época da ditadura militar. Nesse período, ainda cheguei a ficar um ano em Paris. E só depois retornei ao Brasil. Mas se tivesse que reviver tudo, reviveria com o maior prazer. Por mim, eu viveria mais 94 anos”, disse o caricaturista.

Livro

Para contar todas as histórias do caricaturista, a amiga Christina Autran escreveu um livro que relembra a trajetória de Lan desde a infância.

A obra está aguardando o patrocínio para ser publicada. Segundo Christina, atualmente o livro está em fase de revisão para a Lei Rouanet.

Fonte: G1, por Aline Rickly, publicado em 18 de fevereiro de 2019.

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Caricaturista Lan morre aos 95 anos em Petrópolis, no RJ

O caricaturista Lanfranco Aldo, mais conhecido como Lan, morreu na noite de quarta-feira, 4 de novembro, aos 95 anos em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, em decorrência de uma pneumonia.

O Hospital SMH Beneficência Portuguesa de Petrópolis lamentou e confirmou a morte do caricaturista às 22h35 desta quarta. Ele estava internado desde o dia 26 de setembro de 2020.

Carreira

Nascido na Itália em 1925, Lan chegou a trabalhar também em outros países como Argentina, Uruguai e Paris, onde atuou como jornalista gráfico, mas foi pelo Brasil que se apaixonou.

Há 45 anos ele havia encontrado em Petrópolis um refúgio onde viveu com a mulher, Olívia Marinho. Em sua casa, que fica no distrito de Pedro do Rio, mantinha um ateliê com mais de 5 mil caricaturas.

Fonte: G1, publicado em 5 de novembro de 2020.

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