Maria Pardos (Zaragoza, Espanha, 1866 — Rio de Janeiro, RJ, 1928) foi uma pintora espanhola naturalizada brasileira, destacando-se como discípula de Rodolpho Amoedo, especializando-se nos gêneros retrato e natureza morta.
Biografia
Maria Pardos pertence ao grupo de mulheres que, no início do séc. XX, exibiram suas obras nas EGBA, desejosas de serem reconhecidas pelos pares, das quais pouco se conhece.
De origem espanhola, Maria Pardos chegou ao Brasil em 1890. Ela era bailarina da Companhia Italiana de Óperas Cômicas e Operetas e morou na cidade do Rio de Janeiro, onde estudou desenho e pintura com Rodolpho Amoedo, destacando-se como sua discípula, ao lado de Regina Veiga, com pinturas dos gêneros retrato e natureza morta.
Maria Pardos apresentou suas obras nas Exposições Gerais de Belas-Artes. No mesmo período, as pinturas foram mostradas em exposição na Galeria Jorge e em outros salões.
Foi companheira de Alfredo Ferreira Lage com quem o romance durou 37 anos, embora nunca oficializado, e também foi colaboradora do Museu Mariano Procópio.
Morreu no Rio de Janeiro em 1928.
Prêmios
Participou das EGBA por seis vezes consecutivas, entre os anos de 1913 e 1918, recebendo quatro prêmios:
1913 – Menção honrosa de primeiro grau;
1914 – Medalha de Bronze;
1915 – Pequena Medalha de Prata;
1918 - Prêmio em dinheiro de 500$000.
Referências: G1 Zona da Mata, por Roberta Oliveira , publicado em 8 de março de 2019; e IFCH, publicado em 2013.
Crédito fotográfico: UFJF, Maria Pardos, Autorretrato. Juiz de Fora, Pinacoteca do Museu Mariano Procópio. Foto: Cássio André, 2011.
Maria Pardos (Zaragoza, Espanha, 1866 — Rio de Janeiro, RJ, 1928) foi uma pintora espanhola naturalizada brasileira, destacando-se como discípula de Rodolpho Amoedo, especializando-se nos gêneros retrato e natureza morta.
Biografia
Maria Pardos pertence ao grupo de mulheres que, no início do séc. XX, exibiram suas obras nas EGBA, desejosas de serem reconhecidas pelos pares, das quais pouco se conhece.
De origem espanhola, Maria Pardos chegou ao Brasil em 1890. Ela era bailarina da Companhia Italiana de Óperas Cômicas e Operetas e morou na cidade do Rio de Janeiro, onde estudou desenho e pintura com Rodolpho Amoedo, destacando-se como sua discípula, ao lado de Regina Veiga, com pinturas dos gêneros retrato e natureza morta.
Maria Pardos apresentou suas obras nas Exposições Gerais de Belas-Artes. No mesmo período, as pinturas foram mostradas em exposição na Galeria Jorge e em outros salões.
Foi companheira de Alfredo Ferreira Lage com quem o romance durou 37 anos, embora nunca oficializado, e também foi colaboradora do Museu Mariano Procópio.
Morreu no Rio de Janeiro em 1928.
Prêmios
Participou das EGBA por seis vezes consecutivas, entre os anos de 1913 e 1918, recebendo quatro prêmios:
1913 – Menção honrosa de primeiro grau;
1914 – Medalha de Bronze;
1915 – Pequena Medalha de Prata;
1918 - Prêmio em dinheiro de 500$000.
Referências: G1 Zona da Mata, por Roberta Oliveira , publicado em 8 de março de 2019; e IFCH, publicado em 2013.
Crédito fotográfico: UFJF, Maria Pardos, Autorretrato. Juiz de Fora, Pinacoteca do Museu Mariano Procópio. Foto: Cássio André, 2011.
Maria Pardos (Zaragoza, Espanha, 1866 — Rio de Janeiro, RJ, 1928) foi uma pintora espanhola naturalizada brasileira, destacando-se como discípula de Rodolpho Amoedo, especializando-se nos gêneros retrato e natureza morta.
Biografia
Maria Pardos pertence ao grupo de mulheres que, no início do séc. XX, exibiram suas obras nas EGBA, desejosas de serem reconhecidas pelos pares, das quais pouco se conhece.
De origem espanhola, Maria Pardos chegou ao Brasil em 1890. Ela era bailarina da Companhia Italiana de Óperas Cômicas e Operetas e morou na cidade do Rio de Janeiro, onde estudou desenho e pintura com Rodolpho Amoedo, destacando-se como sua discípula, ao lado de Regina Veiga, com pinturas dos gêneros retrato e natureza morta.
Maria Pardos apresentou suas obras nas Exposições Gerais de Belas-Artes. No mesmo período, as pinturas foram mostradas em exposição na Galeria Jorge e em outros salões.
Foi companheira de Alfredo Ferreira Lage com quem o romance durou 37 anos, embora nunca oficializado, e também foi colaboradora do Museu Mariano Procópio.
Morreu no Rio de Janeiro em 1928.
Prêmios
Participou das EGBA por seis vezes consecutivas, entre os anos de 1913 e 1918, recebendo quatro prêmios:
1913 – Menção honrosa de primeiro grau;
1914 – Medalha de Bronze;
1915 – Pequena Medalha de Prata;
1918 - Prêmio em dinheiro de 500$000.
Referências: G1 Zona da Mata, por Roberta Oliveira , publicado em 8 de março de 2019; e IFCH, publicado em 2013.
Crédito fotográfico: UFJF, Maria Pardos, Autorretrato. Juiz de Fora, Pinacoteca do Museu Mariano Procópio. Foto: Cássio André, 2011.
Maria Pardos (Zaragoza, Espanha, 1866 — Rio de Janeiro, RJ, 1928) foi uma pintora espanhola naturalizada brasileira, destacando-se como discípula de Rodolpho Amoedo, especializando-se nos gêneros retrato e natureza morta.
Biografia
Maria Pardos pertence ao grupo de mulheres que, no início do séc. XX, exibiram suas obras nas EGBA, desejosas de serem reconhecidas pelos pares, das quais pouco se conhece.
De origem espanhola, Maria Pardos chegou ao Brasil em 1890. Ela era bailarina da Companhia Italiana de Óperas Cômicas e Operetas e morou na cidade do Rio de Janeiro, onde estudou desenho e pintura com Rodolpho Amoedo, destacando-se como sua discípula, ao lado de Regina Veiga, com pinturas dos gêneros retrato e natureza morta.
Maria Pardos apresentou suas obras nas Exposições Gerais de Belas-Artes. No mesmo período, as pinturas foram mostradas em exposição na Galeria Jorge e em outros salões.
Foi companheira de Alfredo Ferreira Lage com quem o romance durou 37 anos, embora nunca oficializado, e também foi colaboradora do Museu Mariano Procópio.
Morreu no Rio de Janeiro em 1928.
Prêmios
Participou das EGBA por seis vezes consecutivas, entre os anos de 1913 e 1918, recebendo quatro prêmios:
1913 – Menção honrosa de primeiro grau;
1914 – Medalha de Bronze;
1915 – Pequena Medalha de Prata;
1918 - Prêmio em dinheiro de 500$000.
Referências: G1 Zona da Mata, por Roberta Oliveira , publicado em 8 de março de 2019; e IFCH, publicado em 2013.
Crédito fotográfico: UFJF, Maria Pardos, Autorretrato. Juiz de Fora, Pinacoteca do Museu Mariano Procópio. Foto: Cássio André, 2011.