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Thereza

Thereza Carvalho (Jequié, Bahia, Brasil, 1930), mais conhecida como Thereza, foi uma retratista e pintora naif-moderna baiana. Suas obras refletem a sua perspectiva sobre as coisas, onde encontramos retratos de mulheres, fauna e flora, cenas que refletem a cultura Brasileira, em especial o folclore da baiano, e obras mais abstratas e modernas. Sua obra é imensa, chegou a produzir milhares de quadros e orgulha-se da premiação alcançada em um concurso criado pela prefeitura do Rio de Janeiro sobre a "Chacina da Candelária" – o assassinato de meninos de rua, próximo à igreja da Candelária, que comoveu o país. Membro da comissão executiva do 1º e 2º Salão de Artes Visuais da Casa da Bahia, expôs em diversas galerias do Brasil e no exterior.

Biografia resumida

Nascida no recôncavo baiano, casou-se com Elmo e mudou-se para o Rio de Janeiro em busca de melhores condições de vida. Lá tiveram três filhos. Ela com 26 anos e Elmo com 32 anos de idade e muitos sonhos na frente que se concretizaram na zona sul do Rio de Janeiro.

É notável que Thereza pintava mulheres, porém nunca homens. Em seus quadros, personagens da cultura baiana como os orixás, cenas de festejos da cultura local como o famoso festejo de Iemanjá, são alguns dos momentos eternizados por Thereza.

De acordo com suas pinturas, notamos um estilo próprio, mistura de realismo, primitivismo, o que ela resume apenas em estilo naif-moderno.

Sua preferência pelo simples como a vida no campo, bananeiras, uma cena comum, uma mulher, representações religiosas, eram como uma expressão do que havia dentro da alma de Thereza, que via a arte como meio de contar a sua realidade, suas origens. Entre conhecidos, o que marcou foi a simplicidade da sua vida artística, seu jeito de pintar, sempre esquecendo de tudo que estava acontecendo em sua volta.

Desde cedo, sonhava em trabalhar com moda, mas foi por convite de um pintor carioca que pegou no pincel pela primeira vez e, com seu material, pintou uma paisagem praiana do Rio de Janeiro. Sem saber, iniciou sua carreira como pintora e logo depois, sua pintura ingênua chamou atenção das galerias cariocas.

Tão importante quanto a composição identitária de sua obra é o talento nato, isento de formação acadêmica que a obrigou a desenvolver, por conta própria, as técnicas necessárias para manusear tintas e pincéis. A naturalidade com que expressa sua imersão nas artes plásticas é pertinente com suas criações, não influenciada pelos movimentos hegemônicos contemporâneos.

Nesta perspectiva, evita rótulos e definições, admite apenas modestamente que seu trabalho se divide em duas fases: o naif e o moderno. Ainda que houvesse sucesso na carreira, Thereza desenvolveu outras habilidades artísticas, especialmente como retratista e ganhou o mundo com exposições na Europa e Japão.

A sua obra é imensa, chegou a produzir milhares de quadros. No conjunto dessa vasta produção, orgulha-se da premiação alcançada em um concurso criado pela prefeitura do Rio de Janeiro sobre a "Chacina da Candelária" – o assassinato de meninos de rua, próximo à igreja da Candelária, que comoveu o país.

A pintura premiada foi a origem de uma série intitulada "Anjos". Thereza tem a sensibilidade e o olhar do artista preocupado com causas humanitárias. Recebeu em seu ateliê meninos carentes da periferia com o objetivo de iniciá-los no aprendizado e na percepção do sentido da arte como elemento constitutivo e formador de uma sociedade justa. Nas suas telas, as festas populares são eternizadas, o sentimento religioso resplandecente e marcante cativa pela combinação de cores e serenas expressões faciais. Thereza não pinta paisagens, estas apenas compõem o cenário; o que ela procura demonstrar são os aspectos humanos, a criação festiva ou sagrada dos diferentes grupos sociais.

Thereza de Carvalho jamais esqueceu as suas origens. Quando solicitada a definir sua personalidade como artista, não hesita: "sou uma artista baiana".

A simplicidade com que apresenta seu trabalho é coerente com o mundo que a cerca, projetando em suas telas um olhar inconfundivelmente brasileiro, marcado pelas manifestações e costumes populares, sobretudo o universo colorido e religioso do folclore baiano.

Os elementos contidos em suas telas comprovam o vínculo da artista com o imaginário à sua volta, permeando pelas lembranças quase fotográficas do cotidiano interiorano. "As lembranças estavam dentro de mim; o que eu vejo, vejo em detalhes, posso narrar tudo, cores, posição…"

Fonte e crédito fotográfico: Foto extraída do vídeo THEREZA Carvalho - Vida & Arte, publicado em 22 de novembro de 2021. Consultado pela última vez em 3 de maio de 2022.

Thereza Carvalho (Jequié, Bahia, Brasil, 1930), mais conhecida como Thereza, foi uma retratista e pintora naif-moderna baiana. Suas obras refletem a sua perspectiva sobre as coisas, onde encontramos retratos de mulheres, fauna e flora, cenas que refletem a cultura Brasileira, em especial o folclore da baiano, e obras mais abstratas e modernas. Sua obra é imensa, chegou a produzir milhares de quadros e orgulha-se da premiação alcançada em um concurso criado pela prefeitura do Rio de Janeiro sobre a "Chacina da Candelária" – o assassinato de meninos de rua, próximo à igreja da Candelária, que comoveu o país. Membro da comissão executiva do 1º e 2º Salão de Artes Visuais da Casa da Bahia, expôs em diversas galerias do Brasil e no exterior.

Thereza

Thereza Carvalho (Jequié, Bahia, Brasil, 1930), mais conhecida como Thereza, foi uma retratista e pintora naif-moderna baiana. Suas obras refletem a sua perspectiva sobre as coisas, onde encontramos retratos de mulheres, fauna e flora, cenas que refletem a cultura Brasileira, em especial o folclore da baiano, e obras mais abstratas e modernas. Sua obra é imensa, chegou a produzir milhares de quadros e orgulha-se da premiação alcançada em um concurso criado pela prefeitura do Rio de Janeiro sobre a "Chacina da Candelária" – o assassinato de meninos de rua, próximo à igreja da Candelária, que comoveu o país. Membro da comissão executiva do 1º e 2º Salão de Artes Visuais da Casa da Bahia, expôs em diversas galerias do Brasil e no exterior.

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Thereza Carvalho - Vida & Arte | 2021

Biografia resumida

Nascida no recôncavo baiano, casou-se com Elmo e mudou-se para o Rio de Janeiro em busca de melhores condições de vida. Lá tiveram três filhos. Ela com 26 anos e Elmo com 32 anos de idade e muitos sonhos na frente que se concretizaram na zona sul do Rio de Janeiro.

É notável que Thereza pintava mulheres, porém nunca homens. Em seus quadros, personagens da cultura baiana como os orixás, cenas de festejos da cultura local como o famoso festejo de Iemanjá, são alguns dos momentos eternizados por Thereza.

De acordo com suas pinturas, notamos um estilo próprio, mistura de realismo, primitivismo, o que ela resume apenas em estilo naif-moderno.

Sua preferência pelo simples como a vida no campo, bananeiras, uma cena comum, uma mulher, representações religiosas, eram como uma expressão do que havia dentro da alma de Thereza, que via a arte como meio de contar a sua realidade, suas origens. Entre conhecidos, o que marcou foi a simplicidade da sua vida artística, seu jeito de pintar, sempre esquecendo de tudo que estava acontecendo em sua volta.

Desde cedo, sonhava em trabalhar com moda, mas foi por convite de um pintor carioca que pegou no pincel pela primeira vez e, com seu material, pintou uma paisagem praiana do Rio de Janeiro. Sem saber, iniciou sua carreira como pintora e logo depois, sua pintura ingênua chamou atenção das galerias cariocas.

Tão importante quanto a composição identitária de sua obra é o talento nato, isento de formação acadêmica que a obrigou a desenvolver, por conta própria, as técnicas necessárias para manusear tintas e pincéis. A naturalidade com que expressa sua imersão nas artes plásticas é pertinente com suas criações, não influenciada pelos movimentos hegemônicos contemporâneos.

Nesta perspectiva, evita rótulos e definições, admite apenas modestamente que seu trabalho se divide em duas fases: o naif e o moderno. Ainda que houvesse sucesso na carreira, Thereza desenvolveu outras habilidades artísticas, especialmente como retratista e ganhou o mundo com exposições na Europa e Japão.

A sua obra é imensa, chegou a produzir milhares de quadros. No conjunto dessa vasta produção, orgulha-se da premiação alcançada em um concurso criado pela prefeitura do Rio de Janeiro sobre a "Chacina da Candelária" – o assassinato de meninos de rua, próximo à igreja da Candelária, que comoveu o país.

A pintura premiada foi a origem de uma série intitulada "Anjos". Thereza tem a sensibilidade e o olhar do artista preocupado com causas humanitárias. Recebeu em seu ateliê meninos carentes da periferia com o objetivo de iniciá-los no aprendizado e na percepção do sentido da arte como elemento constitutivo e formador de uma sociedade justa. Nas suas telas, as festas populares são eternizadas, o sentimento religioso resplandecente e marcante cativa pela combinação de cores e serenas expressões faciais. Thereza não pinta paisagens, estas apenas compõem o cenário; o que ela procura demonstrar são os aspectos humanos, a criação festiva ou sagrada dos diferentes grupos sociais.

Thereza de Carvalho jamais esqueceu as suas origens. Quando solicitada a definir sua personalidade como artista, não hesita: "sou uma artista baiana".

A simplicidade com que apresenta seu trabalho é coerente com o mundo que a cerca, projetando em suas telas um olhar inconfundivelmente brasileiro, marcado pelas manifestações e costumes populares, sobretudo o universo colorido e religioso do folclore baiano.

Os elementos contidos em suas telas comprovam o vínculo da artista com o imaginário à sua volta, permeando pelas lembranças quase fotográficas do cotidiano interiorano. "As lembranças estavam dentro de mim; o que eu vejo, vejo em detalhes, posso narrar tudo, cores, posição…"

Fonte e crédito fotográfico: Foto extraída do vídeo THEREZA Carvalho - Vida & Arte, publicado em 22 de novembro de 2021. Consultado pela última vez em 3 de maio de 2022.

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