Bruno Pedrosa (11 de janeiro de 1950, Cedro, Ceará, Brasil) é um artista plástico brasileiro. Com habilidades em pintura, escultura, desenho e arte em vidro, Bruno é formado na Escola Fluminense de Belas Artes e com estudos em arqueologia e filosofia na UFRJ. Sua obra transita entre o abstrato e o figurativo, explorando cores vibrantes e formas expressivas. Durante os anos 1970, viveu no Mosteiro de São Bento, experiência que influenciou sua produção artística, incluindo um retrato do Papa João Paulo II, presente nos Museus Vaticanos. Na década de 1990, estabeleceu-se na Itália, onde expandiu sua pesquisa para esculturas em vidro de Murano, consolidando sua presença em coleções e museus internacionais. Sua arte se destaca pela profundidade simbólica e pelo diálogo entre tradição e inovação, fazendo de Bruno Pedrosa um dos grandes nomes da arte contemporânea brasileira.
Bruno Pedrosa | Arremate Arte
Bruno Pedrosa, nascido em 11 de janeiro de 1950, em Cedro, Ceará, é um artista plástico brasileiro cuja trajetória se destaca pela diversidade de técnicas e pelo diálogo entre pintura, escultura, desenho e arte em vidro. Com uma carreira consolidada no Brasil e no exterior, sua obra transita entre o figurativo e o abstrato, explorando a expressividade das cores e das formas com uma identidade visual singular.
Desde cedo, Pedrosa demonstrou aptidão para as artes e, ao se mudar para o Rio de Janeiro em 1968, iniciou seus estudos na Escola Fluminense de Belas Artes. Paralelamente, frequentou a Escola Nacional de Belas Artes e aprofundou-se em arqueologia e filosofia na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Seu interesse por civilizações antigas influenciou diretamente sua produção, resultando em um repertório visual carregado de simbolismo e referências culturais.
Na década de 1970, Pedrosa teve uma experiência marcante ao viver no Mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro, período que impactou sua visão artística e resultou em obras de grande importância, como seu retrato do Papa João Paulo II, que integra o acervo dos Museus Vaticanos. Sua pesquisa cromática e o uso expressivo do traço consolidaram seu estilo, que se distingue pela intensidade emocional e pela construção harmônica das composições.
A partir dos anos 1990, Bruno Pedrosa ampliou sua atuação para a Europa, estabelecendo-se na Itália e iniciando uma nova fase com esculturas em vidro de Murano. Essa incursão permitiu que seu trabalho alcançasse novos públicos e se expandisse para coleções internacionais, consolidando sua presença em importantes museus, galerias e acervos particulares nos Estados Unidos, Japão e diversos países europeus.
Com uma carreira marcada por experimentos e busca constante por novas formas de expressão, Bruno Pedrosa construiu uma obra evocativa, com estímulos sensoriais e peças de extensa contemplação, conectando o material e o imaterial, o passado e o presente. A diversidade de suas obras imprime seu compromisso com a arte, revelado um olhar atento às oportunidades que a arte oferece. Um artista multi.
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Bruno Pedrosa: Conheça a vida e obra do artista | Canva Galeria de Arte
Um dos artistas plásticos que mais chama a atenção em um leilão de arte online na atualidade é Bruno Pedrosa. Natural de Cedro, na caatinga do Ceará, o renomado artista plástico brasileiro iniciou sua trajetória nas artes na década de 1970, criando obras importantes e valorizadas nas artes e na cultura brasileiras.
Conheça mais sobre a história de Bruno Pedrosa, cujas pinturas em quadros estão sempre presentes na Canvas Galeria, através do nosso leilão de arte online!
Um breve resumo da vida de Bruno Pedrosa
O ano de 1950 marca o nascimento de um talento singular: o artista plástico Bruno Pedrosa. Órfão de mãe desde cedo, a vida o levou ao Rio de Janeiro em 1968, onde a Escola Fluminense de Belas Artes o acolheu. Lá, entre aulas e pincéis, ele se envolveu nos movimentos estudantis contra o regime militar, participando de diversas exposições, tanto individuais quanto coletivas.
Então, em 1969, Bruno iniciou seus estudos na Escola Nacional de Belas Artes. Mas o horizonte do artista plástico era mais amplo. Em viagens pelo Brasil e pela América do Sul, Pedrosa encantou-se pela arqueologia e pela filosofia, áreas nas quais aprofundou seus conhecimentos na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Lá, seu talento brilhou com a conquista da Medalha de Prata no Salão Nacional de Belas Artes.
Inspirado na cidade de Ouro Preto, Pedrosa publicou seu primeiro álbum de desenhos em 1972. O trabalho foi, de fato, a materialização de sua pesquisa sobre o barroco brasileiro. Nos anos seguintes, imerso na arqueologia, o artista realizou uma intensa jornada por países como Bolívia, Peru e Equador. Durante sua estadia no exterior, Pedrosa conheceu de perto grandes muralistas mexicanos, incluindo David Alfaro Siqueiros.
Passagem de Pedrosa pelo Mosteiro de São Bento
Entre os anos de 1976 e 1980, o artista plástico cearense viveu na comunidade do Mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro. Ao longo dos 4 anos, ele produziu painéis a óleo e inúmeros retratos, com destaque para o retrato do Papa João Paulo II.
Principais obras de Bruno Pedrosa
O artista plástico brasileiro apresenta diversas obras artísticas, que abrangem desde pinturas e desenhos até esculturas e joias. Seus trabalhos são caracterizados por uma profunda sensibilidade artística, aliada a um domínio técnico impecável.
Entre algumas das obras mais notáveis de Bruno Pedrosa estão:
“Natureza Morta” (1970): Uma pintura a óleo que retrata uma natureza morta com frutas e flores, demonstrando a habilidade de Pedrosa em representar objetos com realismo e precisão;
“Paisagem Marinha” (1980): Uma pintura a óleo que captura a beleza e a vastidão do mar, utilizando cores vibrantes e pinceladas expressivas;
“Abstração” (1990): Uma pintura abstrata que explora formas e cores de forma livre e intuitiva, revelando a experimentação artística de Pedrosa.
Aqui na Canvas Galeria de arte, você pode adquirir duas obras do Artista Bruno Pedrosa. A “Rosso Pompeiano” e “Canto d’Autunno”.
Desenhos de Pedrosa
O álbum de Ouro Preto (1972) é composto por uma série de desenhos que retratam a cidade histórica de Ouro Preto, em Minas Gerais, com seus detalhes arquitetônicos e paisagísticos. O pintor e desenhista criou também os desenhos do Mosteiro de São Bento, publicados em 1979, revelando a religiosidade e a espiritualidade do artista.
O artista também criou a “Escultura em Murano”, uma série de esculturas em vidro de Murano, na Itália, que exploram a beleza e a versatilidade desse material, com formas abstratas e cores vibrantes.
Fonte: Canva Galeria de Arte. Consultado pela última vez em 15 de março de 2025.
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Bruno Pedrosa | São Mamede Galeria de Arte
Bruno Pedrosa, nasce em 11.01.1950 no Ceará, Brasil, com o nome de Raimundo Pinheiro Pedroza XIV, como quiz seu avô. Descende de família aristocrática portuguesa, proprietária de Sesmarias no Brasil. Desde muito jovem mostra um grande interesse pelo desenho e pelas artes plásticas, em 1967 realiza a sua primera exposição no Museu de Arte Contemporânea de Olinda.
Em 1968 transfere-se para o Rio de Janeiro, recebendo a medalha de bronze e de prata do Salão Nacional de Belas Artes. Em 1974 licencia-se em Arqueologia, e em 1975 em Filosofia e Belas Artes, na UFRJ. Viaja muito pela América Latina com grande interesse nas civilizações incaicas e pré-incaicas. 1970 primeira exposição no exterior em New York.
Dedica-se a vida monástica de 1976 a 1981 no Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, mas continua com a sua atividade artística. Nestes anos torna-se amigo de intelectuais como Rachel de Queiróz, Jorge Amado e Roberto Burle-Marx.
1979 Pietro Maria Bardi, diretor do MASP e seu mentor, organiza a sua exposição e lançamento do álbum de desenhos do Mosteiro de São Bento no MASP.
Em 1980 realiza o retrato do Papa João Paulo II hoje no acervo dos Museus Vaticanos.
Em 1986 álbum de desenhos Retratos do Rio com poema de Carlos Drummond de Andrade.
1988 a 1990 série de desenhos e de um painél expressionista de 6 x 2,7 m, representando todas as atividades da família Roberto Marinho.
1990 com uma carreira já consolidada na América do Sul e E.U.A., transfere-se com a família para a Itália, ampliando a sua atuação na Europa, com exposições em museus e instituições públicas e colaboração com galerias. O seu trabalho começa a modificar-se, deixando o expressionismo figurativo para se transformar num abstrato não totalmente informal.
1996 inicia a utilizar o vidro de Murano. Hoje as suas obras de vidro estão no acervo de museus como o Corning Museum de New York.
1998 publicação do livro Pedrosa
1990 - 1998 de Giorgio Segato.
2002 publicação do livro Muranos, de Rosa Barovier Mentasti.
2003 a 2004
Prepara o ciclo de exposições itinerantes nas Embaixadas Brasileiras de Berlim, Roma, Paris e Madrid.
2006
Primeiro brasileiro a expôr na Basilica di Palladio em Vicenza, catálogo de Lionello Puppi.
2011 Partecipa da 54a Bienal de Veneza.
2011 a 2013 Ciclo de exposições itinerantes entre Brasil e Itália, Projeto Presságios, curador Maurizio Vanni.
2016 Publicação de sua pesquisa, sobre genealogia, O Povo do São José e mudança do atelier para Asolo, onde suas criações adquirem uma dimensão sonhadora.
2018 Comemora 50 anos de carreira.
Principais exposições e factos
2018
Italia. Padova. Intingendo il calamaio nel cielo , Centro Culturale Altinate
2016
Nederlands. Maastricht - Progetto Contaminazioni - Galerie Stevens
Deutschland. Köln - Progetto Contaminazioni - CCAA Glass Gallery
Italia. Basano del Grappa - Bruno Pedrosa New Works
2015
France. Paris - L’Âme de la Lumière - Galerie Art is You
Italia. Torino - (re)turn to tur(i)n - Semi d’Arte in collab. con Galliano Habitat
2014
Nederlands. Rotterdam - World Trade Center - Ambassade van Brazilië
2013
Brasil. São Paulo – A Música que se Vê - Galeria Canvas
Italia. Bassano del Grappa - Progetto Presságios – Museo di Bassano del Grappa
Italia. Firenze - Ri-nascite, Presagi e Metamor. della Forma - Galleria Tornabuoni
2012
Italia. Lucca - Progetto Presságios - Lucca Center of Contemporary ArtBrasil. Rio de Janeiro – Projeto Presságios - Museu do Ingá - UFF
Italia. Milano - Progetto Presságios - Fondazione Zappettini
2011
Brasil. Fortaleza Progetto Presságios - UNIFOR
Italia. Torino - Galleria Semi d’Arte
Portugal. Porto - Galeria São Mamede
2010
Francia. Parigi - Galerie Art is You
Portugal. Lisboa - Galeria São Mamede
Italia. Venezia – Galleria Arkè
Italia. Mergozzo Lago Maggiore - Spazio Arte
Italia. Bassano del Grappa - Galleria Art Bug Dieda
Italia. Torino - Galleria Semi d’Arte
2009
España. Madrid - Centro de Arte Tomàs y Valiente
Nederland. Oosterbeek – Galerie De Glorie
Italia. Pietra Santa - Eleonora d’Andrea Arte Contemporanea
Nederland. Maastricht - Signs - Stevens Gallery
2008
Nederland. Oosterbeek – Galerie De Glorie
Italia. Brescia. House Arredamenti Spazio d’Arte Germania.
Nederland. Den Haag – Seven Contemporary Art
2007
España. Madrid – Museo de Arte Contemporáneo en Vidrio de Alcorcón - MAVA
Italia. Firenze - Eleonora d’Andrea Arte Contemporanea
Nederland. Oosterbeek - Galerie De Glorie
Italia. Venezia – Galleria Daniele Luchetta
Nederland. Den Haag - Galerie De Glorie
Nederland. Maastricht - Galerie Stevens
Italia. Bassano del Grappa - GMB - MD Arte Moderna e Contemporanea
2006
Nederland. Oosterbeek - Galerie De Glorie
Nederland. De Haag - Galerie De Glorie
Italia. Bologna - Galleria Alisea
Brasil. Rio de Janeiro - Reflexões - Galeria Dom Quixote
Italia. Vicenza - Basilica Palladiana
Deutschland. Köln - CCAA Glass Gallery
USA. Miami - ETRA Fine Arts
2005
USA. Miami - Solange Rabello Art Gallery - Art Miami
Italia. Vicenza - Villa Morosini-Capello
België. Veurne - Stadsbestuur Veurne
Italia. Bassano del Grappa – GMB Arte Contemporanea
France. Paris - Montblanc Champs Elysées (Année du Brésil en France)
2004
España. Madrid - Casa de Brasil ( Embajada de Brasil )
Italia. Gallarate - Galleria Nuova Visione
Italia. Salerno - Galleria Nuova Visione
Italia. Udine - Palazzo Frangipane
Italia. Padova - Artforum Gallery
USA. Miami - Solange Rabello Art Gallery
2003
Deutschland. Berlin – Brasilien Botschaft
Italia. Roma - Galleria Candido Portinari - Palazzo Pamphilli – Emb. do Brasil
Portugal. Lisboa - Galeria Rúben Cunha
France. Paris - Galerie Debret - Embaixada do Brasil
2002
Brasil. Rio de Janeiro - Centro de Eventos Empresariais da Bolsa de Valores
Brasil. Brasília – Salão dos Vitrais da Caixa Economica Federal
USA. Philadelphia - Wexler Gallery
Brasil. São Paulo - Centro Cultural da Caixa Economica Federal
2001
U.S.A. New York – SOFA New York / Wexler Gallery
Brasil. Rio de Janeiro – Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro MNBA
Brasil. Fortaleza – Galeria Ignez Fiúza
2000
Italia. Bassano del Grappa - Abertura del nuovo atelier
USA. Washington - Brasilian-American Cultural Institute
Deutschland. Köln - Trinitais Kirche / Galerie Gehard
Brasil. Fortaleza - Galeria Ignez Fiúza
Italia. Roma - Galleria Portinari. Embaixada do Brasil
Italia. Roma - Floriana Tondinelli Art Gallery.
1999
Italia. Vicenza - Galleria d’Arte Sante Moretto
Italia. Bassano del Grappa - Galleria Scrimim
Italia. Caltelfranco Veneto - Galleria MomART
Brasil. Fortaleza - Galeria Ignez Fiúza
1998
Austria. Graz - Galerie Dida
Deutschland. Bad Berleburg - Galerie Gerhard
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Anita Schwartz
Italia. Venezia - Galleria Daniele Luchetta.
1996
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Anita Schwartz
Italia. Venezia - Chiesa di San Nicolò.
1995
Italia. Venezia - Galleria Percorso d’Arte 90
Italia. Seregno - Galleria Silva Arte
1994
Italia. Manta - Chiesa di Santa Maria del Monastero
Italia. Bassano del Grappa - Galleria Scrimin
Italia. Mestre - Venezia. Galleria Brunello
Italia. Milano - Consolato Generale del Brasile
1993
Italia. Cuneo - Galleria Etruria
Svizzera. Lugano - Galliani Arte Contemporanea
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Bonino.
1992
Italia. Castelfranco Veneto - Galleria Flaviostocco
1991
Brasil. Niterói - Museo del Ingá
Suisse . Genève - Galerie Abisa
1999
Italia. Manta – Chiesa di Santa Maria del Monastero
Italia. Cuneo – Galleria Etruria.
1989
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Artlivre
Brasil. Rio de Janeiro - Mostra Antológica, Petrobrás
1988
Brasil. Nova Friburgo - Centro Cultural de Nova Friburgo
Brasil. Niterói - Centro Cultural Paschoal Carlos Magno
1986
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Villa Bernini
Brasil. Niterói - Centro Cultural Paschoal Carlos Magno
1981
Argentina. Buenos Aires - Galería Vieux Paris
Brasil. Niterói - Associação Médica Fluminense
1980
Brasil. Niterói - Centro Cultural Paschoal Carlos Magno
1979
Brasil. São Paulo - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP)
USA. New York - Museo de Arte Contemporáneo Hispano
Brasil. Curitiba - Galeria Acaiaca
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Casa do Estudante
1977
Brasil. Santos - Instituto Cultural Brasil–USA
1976
México. Chulula - Universidad de las Américas
México. Ciudad de México – Galería Juan Martin
Nicaragua. Managua - Museo Ruben Dario
1975
USA. Sunnyvale - Cherry Chase Festival
México. Ciudad de México - Palacio de Belas Artes
México. Ciudad de México – Galería Juan Martin
USA. Washington - Pan-American Union Gallery
USA. Minneapolis - Gallery Bristol
USA. New Haven - Gallery Contorier
Brasil. Fortaleza - Casa de Cultura Raimundo Cela.
1974
Argentina. Buenos Aires - Museo del Grabado
USA. Tennessee - The University of Tennessee
USA. Phoenix - Phoenix Art Museum
Brasil. Olinda - Museu de Arte Contemporânea
Brasil. São Paulo - Galeria Solar
Brasil. Belo Horizonte - Instituto Cultural Brasil-USA
Uruguay. Maldonado - Museo de Arte Americana.
1973
Brasil. Rio de Janeiro - Centro Cultural Lume
Brasil. São Paulo - Museo de Arte Contemporanea
Ecuador. Quito - Museo de Arte Moderna
Lima. Perù - Sala de Arte da Petroperù
USA. Washington - Brasilian-American Cultural Institute.
1972
Brasil. Rio de Janeiro - Museu de Arte Moderna MAM
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria del Copacabana Palace
Colombia. Bogotà - Galería San Diego
Colombia. Bogotà - Biblioteca Luiz Angel Arago
Brasil. Niterói - Galeria Le Chat
Brasil. Crato - Museu de Arte do Crato.
1971
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Scada
Brasil. Cuiabá - Museu de Arte
Brasil. Salvador - Salão Português de Leitura
1970
USA. New York - New Forms Gallery
Uruguay. Montevidéo - Centro de las Artes y las Letras
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria da Associação Brasileira de Imprensa ABI
1969
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria do Banco do Estado da Guanabara BEG
Deutschland. Düsseldorf - Galerie Zimmer.
1968
Brasil. Niterói – Galeria da Academia de Belas Artes
Brasil. Niterói – Museu Antônio Parreiras
Brasil. Brasília – Centro Cultural do Distrito Federal
Brasil. Niterói - Yacht Club Itacoatiara
1967
Brasil. Crato - Centro de Exposições da Prefeitura
Brasil. Olinda - Museu de Arte Contemporânea
Brasil. Natal - Prefeitura de Natal
Exposições Coletivas
2017
España. Barcelona. Opening Galeria Mulas y Pedrosa
2016
Italia. Padova - Progetto Contaminazioni in Vetro Oggi – Villa dei Vescovi FAI
2015
Nederlands. Maastricht - Galerie Stevens - Waarden/Values
2012
U.S.A. Florida - St. Petersburg - Museum of Fine Arts
2011
Italia. 54° Esposizione Internazionale d’Arte della Biennale di Venezia - Padiglione Italiano
2009
Nederlands. Den Haag - Seven Contemporary Art
Italia. Milano - Eleonora d’Andrea Arte Contemporanea
Italia. Milano - Progetto Plaza del Comune di Milano – XX Anni della Caduta del Muro di Berlino
Italia. Firenze - Eleonora d’Andrea Arte Contemporanea
2008
Deutschland. München - First Glas Galerie
2007
Nederlands. Maastricht-– Stevens Gallery
Italia. Firenze - Eleonora d’Andrea Arte Contemporanea
België. De Haan - Contemporary Fine Arts Center
Deutschland. München - First Glas Galerie
Italia. Firenze - Eleonora d’Andrea Arte Contemporanea
2006
Nederland. Groningen - Anderwereld/Katuin Gallery
Nederland. Maastricht - Galerie Stevens
Nederland. Oosterbeek - Galerie De Glorie
2005
USA. New Jersey - The Noyes Museum of Art
2004
USA. Philadelpia - Liberty Museum
1997
Nederland. Neede - Galerie Needien
1996
Italia. Strà - Museo Villa Nazionale Pisani
1994
Italia. Monza - Esposizione Internazionale di Disegni
Principais Coleções Públicas e Particulares
France. Paris – Collection Clo Fleiss
Brasil. Rio de Janeiro – Universidade Federal Fluminense (UFF)
Italia. Lusiana – Vicenza – Parco del Sojo – parco di sculture
Italia. Lucca – Lu.C.C.A. Lucca Center of Contemporary Art
Spagna. Madrid – Centro de Artes Tomás y Valiente
Nederlands. Amstelveen – Museum Jan Van der Toft
Danmark. Ebeltoft – Ebeltoft Glasmuseet
España. Madrid – Museo de Arte Contemporáneo en Vidrio de Alcorcón MAVA
België. Veurne – Stadsbestuur Veurne
USA. New York – The Corning Museum of Glass
Deutschland. Berlin - Brasilien Botschaft
Brasil. Rio de Janeiro - Museu Nacional de Belas Artes
Brasil. Rio de Janeiro - Fundação Roberto Marinho
Italia. Roma – Musei Vaticani
Brasil. São Paulo - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand MASP
Brasil. Rio de Janeiro - Mosteiro de São Bento
Brasil. Juiz de Fora - Mosteiro de São Bento
Brasil. Juiz de Fora - Museu Mariano Procópio
Brasil. Ceará - Museu de Arte do Crato
Fonte: São Mamede. Consultado pela última vez em 15 de março de 2025.
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Ferreira Gullar sobre Bruno Pedrosa
Canto Sedutor
Longe de mim a pretensão de ditar caminhos para a arte ou definir os propósitos misteriosos da imaginação artística mas, toda vez que me defronto com a arte verdadadeira, convenço-me de que o artista de fato cria para atender a nossa carência do maravilhoso. Na verdade, há pouca maravilha no mundo ou, na melhor das hipóteses, bem menos do que gostaríamos que houvesse. Aí vem um cearense como Bruno Pedrosa e dispara a produzir quadros, vasos, jóias, tapetes, cheios dessa força mágica que violenta a banalidade do dia a dia. Dito assim, parece simples mas, no seu caso como em muitos outros, tudo começa por uma espécie di premonição que empurra o sujeito para o seu destino. Ou talvez não seja destino; talvez seja – quem sabe? - aquela carência do maravilhoso que, como um canto sedutor, o guiou para o rumo certo e ele na verdade veio inventando até hoje. Porque, na verdade, o rumo não existe. O que existe é a necessidade de fazer a maravilha – o rumo o artista inventa. Pode até matricular-se na Escola Nacional de Belas Artes, pode até estudar história da arte em vez de estudar arte, mas aquela necessidade profunda prevalescerá – e ele se tornará o artista que prescisa ser. Bruno Pedrosa era bom de desenho e, por isso, dedicou-se a desenhar figuras, paisagens, casarios, até descobrir na pintura a linguagem das cores, que se tornaria para o resto da vida a sua verdadeira liguagem. Porque ele é essencialemnte um pintor, quer pinte em tela, quer pinte em vidro. Já era um artista de renome no Brasil quando, em 1989, transferiu-se para a Itália, dando início a uma nova etapa de sua vida e de sua arte – uma espécie de reinvenção de si mesmo. O ambiente cultural e artistico europeu ofereceu-lhe novos conhecimentos e descobertas que resultariam em mudanças profundas em sua maneira de pintar e conceber a pintura. Abandonou a figura e, sob a influência do abstracionismo lírico italiano de Afro e Vedova, penetrou num novo universo pictórico. A linguagem não-figurativa de Pedrosa inscreve-se na melhor tradição dessa nova expressão, que não é apenas um modo abstrato de aludir à realidade figurativa e, sim, pelo contrário, uma maneira nova de fazer pintura, de inventá-la. De fato, uma descoberta da cor como cor e da forma como forma, ou seja, da pintura como linguagem autônoma geradora de novas imprevistas significaçôes. Suas telas, apartir de então, deixam de aludir à realidade figurativa do mundo para se tornarem, elas mesmas, a construção de um novo universo feito de manchas de cor, linhas de cor, planos de cor, que se justapõem ou se superpõem, que cochicham, cantam, murmuram, vibram, entre accordes e dissonâncias, como nas composições musicais. O domínio, pelo artista, desse idioma gráfico-cromático encontrou novas possibilidades de expressão tendo o vidro com suporte, mais expecificamente, nos vasos de cristais de Murano. O manuseio da aplicação das cores, ainda incandescentes, e com a rapidez que o novo material exige, fascinou e permitiu-lhe usar seu colorido e seu graifsmo de modo inovador e inusitado. Este novo caminho contribuiu para ampliar o interesse pela arte de Pedrosa, hoje um artista de aceitação mundial, que percebeu de imediato o potencial comunicativo dessa nova linguagem do artista e apostou nela. Mas nada disso sucedeu por acaso. Ao abandonar a pintura figurativa, Bruno Pedrosa deu livre curso à sua capacidade de lidar com o improviso e o rigor, com o previsível e o imprevissível. É desse jogo de contrários que nascem estas obras que a todos fascinam.
Fonte: São Mamede, texto de Ferreira Gullar. Consultado pela última vez em 17 de março de 2025.
Crédito fotográfico: Museu de Arte Contemporânea em Vidro de Alcorcón. Consultado pela última vez em 15 de março de 2025.
Bruno Pedrosa (11 de janeiro de 1950, Cedro, Ceará, Brasil) é um artista plástico brasileiro. Com habilidades em pintura, escultura, desenho e arte em vidro, Bruno é formado na Escola Fluminense de Belas Artes e com estudos em arqueologia e filosofia na UFRJ. Sua obra transita entre o abstrato e o figurativo, explorando cores vibrantes e formas expressivas. Durante os anos 1970, viveu no Mosteiro de São Bento, experiência que influenciou sua produção artística, incluindo um retrato do Papa João Paulo II, presente nos Museus Vaticanos. Na década de 1990, estabeleceu-se na Itália, onde expandiu sua pesquisa para esculturas em vidro de Murano, consolidando sua presença em coleções e museus internacionais. Sua arte se destaca pela profundidade simbólica e pelo diálogo entre tradição e inovação, fazendo de Bruno Pedrosa um dos grandes nomes da arte contemporânea brasileira.
Bruno Pedrosa | Arremate Arte
Bruno Pedrosa, nascido em 11 de janeiro de 1950, em Cedro, Ceará, é um artista plástico brasileiro cuja trajetória se destaca pela diversidade de técnicas e pelo diálogo entre pintura, escultura, desenho e arte em vidro. Com uma carreira consolidada no Brasil e no exterior, sua obra transita entre o figurativo e o abstrato, explorando a expressividade das cores e das formas com uma identidade visual singular.
Desde cedo, Pedrosa demonstrou aptidão para as artes e, ao se mudar para o Rio de Janeiro em 1968, iniciou seus estudos na Escola Fluminense de Belas Artes. Paralelamente, frequentou a Escola Nacional de Belas Artes e aprofundou-se em arqueologia e filosofia na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Seu interesse por civilizações antigas influenciou diretamente sua produção, resultando em um repertório visual carregado de simbolismo e referências culturais.
Na década de 1970, Pedrosa teve uma experiência marcante ao viver no Mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro, período que impactou sua visão artística e resultou em obras de grande importância, como seu retrato do Papa João Paulo II, que integra o acervo dos Museus Vaticanos. Sua pesquisa cromática e o uso expressivo do traço consolidaram seu estilo, que se distingue pela intensidade emocional e pela construção harmônica das composições.
A partir dos anos 1990, Bruno Pedrosa ampliou sua atuação para a Europa, estabelecendo-se na Itália e iniciando uma nova fase com esculturas em vidro de Murano. Essa incursão permitiu que seu trabalho alcançasse novos públicos e se expandisse para coleções internacionais, consolidando sua presença em importantes museus, galerias e acervos particulares nos Estados Unidos, Japão e diversos países europeus.
Com uma carreira marcada por experimentos e busca constante por novas formas de expressão, Bruno Pedrosa construiu uma obra evocativa, com estímulos sensoriais e peças de extensa contemplação, conectando o material e o imaterial, o passado e o presente. A diversidade de suas obras imprime seu compromisso com a arte, revelado um olhar atento às oportunidades que a arte oferece. Um artista multi.
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Bruno Pedrosa: Conheça a vida e obra do artista | Canva Galeria de Arte
Um dos artistas plásticos que mais chama a atenção em um leilão de arte online na atualidade é Bruno Pedrosa. Natural de Cedro, na caatinga do Ceará, o renomado artista plástico brasileiro iniciou sua trajetória nas artes na década de 1970, criando obras importantes e valorizadas nas artes e na cultura brasileiras.
Conheça mais sobre a história de Bruno Pedrosa, cujas pinturas em quadros estão sempre presentes na Canvas Galeria, através do nosso leilão de arte online!
Um breve resumo da vida de Bruno Pedrosa
O ano de 1950 marca o nascimento de um talento singular: o artista plástico Bruno Pedrosa. Órfão de mãe desde cedo, a vida o levou ao Rio de Janeiro em 1968, onde a Escola Fluminense de Belas Artes o acolheu. Lá, entre aulas e pincéis, ele se envolveu nos movimentos estudantis contra o regime militar, participando de diversas exposições, tanto individuais quanto coletivas.
Então, em 1969, Bruno iniciou seus estudos na Escola Nacional de Belas Artes. Mas o horizonte do artista plástico era mais amplo. Em viagens pelo Brasil e pela América do Sul, Pedrosa encantou-se pela arqueologia e pela filosofia, áreas nas quais aprofundou seus conhecimentos na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Lá, seu talento brilhou com a conquista da Medalha de Prata no Salão Nacional de Belas Artes.
Inspirado na cidade de Ouro Preto, Pedrosa publicou seu primeiro álbum de desenhos em 1972. O trabalho foi, de fato, a materialização de sua pesquisa sobre o barroco brasileiro. Nos anos seguintes, imerso na arqueologia, o artista realizou uma intensa jornada por países como Bolívia, Peru e Equador. Durante sua estadia no exterior, Pedrosa conheceu de perto grandes muralistas mexicanos, incluindo David Alfaro Siqueiros.
Passagem de Pedrosa pelo Mosteiro de São Bento
Entre os anos de 1976 e 1980, o artista plástico cearense viveu na comunidade do Mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro. Ao longo dos 4 anos, ele produziu painéis a óleo e inúmeros retratos, com destaque para o retrato do Papa João Paulo II.
Principais obras de Bruno Pedrosa
O artista plástico brasileiro apresenta diversas obras artísticas, que abrangem desde pinturas e desenhos até esculturas e joias. Seus trabalhos são caracterizados por uma profunda sensibilidade artística, aliada a um domínio técnico impecável.
Entre algumas das obras mais notáveis de Bruno Pedrosa estão:
“Natureza Morta” (1970): Uma pintura a óleo que retrata uma natureza morta com frutas e flores, demonstrando a habilidade de Pedrosa em representar objetos com realismo e precisão;
“Paisagem Marinha” (1980): Uma pintura a óleo que captura a beleza e a vastidão do mar, utilizando cores vibrantes e pinceladas expressivas;
“Abstração” (1990): Uma pintura abstrata que explora formas e cores de forma livre e intuitiva, revelando a experimentação artística de Pedrosa.
Aqui na Canvas Galeria de arte, você pode adquirir duas obras do Artista Bruno Pedrosa. A “Rosso Pompeiano” e “Canto d’Autunno”.
Desenhos de Pedrosa
O álbum de Ouro Preto (1972) é composto por uma série de desenhos que retratam a cidade histórica de Ouro Preto, em Minas Gerais, com seus detalhes arquitetônicos e paisagísticos. O pintor e desenhista criou também os desenhos do Mosteiro de São Bento, publicados em 1979, revelando a religiosidade e a espiritualidade do artista.
O artista também criou a “Escultura em Murano”, uma série de esculturas em vidro de Murano, na Itália, que exploram a beleza e a versatilidade desse material, com formas abstratas e cores vibrantes.
Fonte: Canva Galeria de Arte. Consultado pela última vez em 15 de março de 2025.
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Bruno Pedrosa | São Mamede Galeria de Arte
Bruno Pedrosa, nasce em 11.01.1950 no Ceará, Brasil, com o nome de Raimundo Pinheiro Pedroza XIV, como quiz seu avô. Descende de família aristocrática portuguesa, proprietária de Sesmarias no Brasil. Desde muito jovem mostra um grande interesse pelo desenho e pelas artes plásticas, em 1967 realiza a sua primera exposição no Museu de Arte Contemporânea de Olinda.
Em 1968 transfere-se para o Rio de Janeiro, recebendo a medalha de bronze e de prata do Salão Nacional de Belas Artes. Em 1974 licencia-se em Arqueologia, e em 1975 em Filosofia e Belas Artes, na UFRJ. Viaja muito pela América Latina com grande interesse nas civilizações incaicas e pré-incaicas. 1970 primeira exposição no exterior em New York.
Dedica-se a vida monástica de 1976 a 1981 no Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, mas continua com a sua atividade artística. Nestes anos torna-se amigo de intelectuais como Rachel de Queiróz, Jorge Amado e Roberto Burle-Marx.
1979 Pietro Maria Bardi, diretor do MASP e seu mentor, organiza a sua exposição e lançamento do álbum de desenhos do Mosteiro de São Bento no MASP.
Em 1980 realiza o retrato do Papa João Paulo II hoje no acervo dos Museus Vaticanos.
Em 1986 álbum de desenhos Retratos do Rio com poema de Carlos Drummond de Andrade.
1988 a 1990 série de desenhos e de um painél expressionista de 6 x 2,7 m, representando todas as atividades da família Roberto Marinho.
1990 com uma carreira já consolidada na América do Sul e E.U.A., transfere-se com a família para a Itália, ampliando a sua atuação na Europa, com exposições em museus e instituições públicas e colaboração com galerias. O seu trabalho começa a modificar-se, deixando o expressionismo figurativo para se transformar num abstrato não totalmente informal.
1996 inicia a utilizar o vidro de Murano. Hoje as suas obras de vidro estão no acervo de museus como o Corning Museum de New York.
1998 publicação do livro Pedrosa
1990 - 1998 de Giorgio Segato.
2002 publicação do livro Muranos, de Rosa Barovier Mentasti.
2003 a 2004
Prepara o ciclo de exposições itinerantes nas Embaixadas Brasileiras de Berlim, Roma, Paris e Madrid.
2006
Primeiro brasileiro a expôr na Basilica di Palladio em Vicenza, catálogo de Lionello Puppi.
2011 Partecipa da 54a Bienal de Veneza.
2011 a 2013 Ciclo de exposições itinerantes entre Brasil e Itália, Projeto Presságios, curador Maurizio Vanni.
2016 Publicação de sua pesquisa, sobre genealogia, O Povo do São José e mudança do atelier para Asolo, onde suas criações adquirem uma dimensão sonhadora.
2018 Comemora 50 anos de carreira.
Principais exposições e factos
2018
Italia. Padova. Intingendo il calamaio nel cielo , Centro Culturale Altinate
2016
Nederlands. Maastricht - Progetto Contaminazioni - Galerie Stevens
Deutschland. Köln - Progetto Contaminazioni - CCAA Glass Gallery
Italia. Basano del Grappa - Bruno Pedrosa New Works
2015
France. Paris - L’Âme de la Lumière - Galerie Art is You
Italia. Torino - (re)turn to tur(i)n - Semi d’Arte in collab. con Galliano Habitat
2014
Nederlands. Rotterdam - World Trade Center - Ambassade van Brazilië
2013
Brasil. São Paulo – A Música que se Vê - Galeria Canvas
Italia. Bassano del Grappa - Progetto Presságios – Museo di Bassano del Grappa
Italia. Firenze - Ri-nascite, Presagi e Metamor. della Forma - Galleria Tornabuoni
2012
Italia. Lucca - Progetto Presságios - Lucca Center of Contemporary ArtBrasil. Rio de Janeiro – Projeto Presságios - Museu do Ingá - UFF
Italia. Milano - Progetto Presságios - Fondazione Zappettini
2011
Brasil. Fortaleza Progetto Presságios - UNIFOR
Italia. Torino - Galleria Semi d’Arte
Portugal. Porto - Galeria São Mamede
2010
Francia. Parigi - Galerie Art is You
Portugal. Lisboa - Galeria São Mamede
Italia. Venezia – Galleria Arkè
Italia. Mergozzo Lago Maggiore - Spazio Arte
Italia. Bassano del Grappa - Galleria Art Bug Dieda
Italia. Torino - Galleria Semi d’Arte
2009
España. Madrid - Centro de Arte Tomàs y Valiente
Nederland. Oosterbeek – Galerie De Glorie
Italia. Pietra Santa - Eleonora d’Andrea Arte Contemporanea
Nederland. Maastricht - Signs - Stevens Gallery
2008
Nederland. Oosterbeek – Galerie De Glorie
Italia. Brescia. House Arredamenti Spazio d’Arte Germania.
Nederland. Den Haag – Seven Contemporary Art
2007
España. Madrid – Museo de Arte Contemporáneo en Vidrio de Alcorcón - MAVA
Italia. Firenze - Eleonora d’Andrea Arte Contemporanea
Nederland. Oosterbeek - Galerie De Glorie
Italia. Venezia – Galleria Daniele Luchetta
Nederland. Den Haag - Galerie De Glorie
Nederland. Maastricht - Galerie Stevens
Italia. Bassano del Grappa - GMB - MD Arte Moderna e Contemporanea
2006
Nederland. Oosterbeek - Galerie De Glorie
Nederland. De Haag - Galerie De Glorie
Italia. Bologna - Galleria Alisea
Brasil. Rio de Janeiro - Reflexões - Galeria Dom Quixote
Italia. Vicenza - Basilica Palladiana
Deutschland. Köln - CCAA Glass Gallery
USA. Miami - ETRA Fine Arts
2005
USA. Miami - Solange Rabello Art Gallery - Art Miami
Italia. Vicenza - Villa Morosini-Capello
België. Veurne - Stadsbestuur Veurne
Italia. Bassano del Grappa – GMB Arte Contemporanea
France. Paris - Montblanc Champs Elysées (Année du Brésil en France)
2004
España. Madrid - Casa de Brasil ( Embajada de Brasil )
Italia. Gallarate - Galleria Nuova Visione
Italia. Salerno - Galleria Nuova Visione
Italia. Udine - Palazzo Frangipane
Italia. Padova - Artforum Gallery
USA. Miami - Solange Rabello Art Gallery
2003
Deutschland. Berlin – Brasilien Botschaft
Italia. Roma - Galleria Candido Portinari - Palazzo Pamphilli – Emb. do Brasil
Portugal. Lisboa - Galeria Rúben Cunha
France. Paris - Galerie Debret - Embaixada do Brasil
2002
Brasil. Rio de Janeiro - Centro de Eventos Empresariais da Bolsa de Valores
Brasil. Brasília – Salão dos Vitrais da Caixa Economica Federal
USA. Philadelphia - Wexler Gallery
Brasil. São Paulo - Centro Cultural da Caixa Economica Federal
2001
U.S.A. New York – SOFA New York / Wexler Gallery
Brasil. Rio de Janeiro – Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro MNBA
Brasil. Fortaleza – Galeria Ignez Fiúza
2000
Italia. Bassano del Grappa - Abertura del nuovo atelier
USA. Washington - Brasilian-American Cultural Institute
Deutschland. Köln - Trinitais Kirche / Galerie Gehard
Brasil. Fortaleza - Galeria Ignez Fiúza
Italia. Roma - Galleria Portinari. Embaixada do Brasil
Italia. Roma - Floriana Tondinelli Art Gallery.
1999
Italia. Vicenza - Galleria d’Arte Sante Moretto
Italia. Bassano del Grappa - Galleria Scrimim
Italia. Caltelfranco Veneto - Galleria MomART
Brasil. Fortaleza - Galeria Ignez Fiúza
1998
Austria. Graz - Galerie Dida
Deutschland. Bad Berleburg - Galerie Gerhard
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Anita Schwartz
Italia. Venezia - Galleria Daniele Luchetta.
1996
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Anita Schwartz
Italia. Venezia - Chiesa di San Nicolò.
1995
Italia. Venezia - Galleria Percorso d’Arte 90
Italia. Seregno - Galleria Silva Arte
1994
Italia. Manta - Chiesa di Santa Maria del Monastero
Italia. Bassano del Grappa - Galleria Scrimin
Italia. Mestre - Venezia. Galleria Brunello
Italia. Milano - Consolato Generale del Brasile
1993
Italia. Cuneo - Galleria Etruria
Svizzera. Lugano - Galliani Arte Contemporanea
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Bonino.
1992
Italia. Castelfranco Veneto - Galleria Flaviostocco
1991
Brasil. Niterói - Museo del Ingá
Suisse . Genève - Galerie Abisa
1999
Italia. Manta – Chiesa di Santa Maria del Monastero
Italia. Cuneo – Galleria Etruria.
1989
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Artlivre
Brasil. Rio de Janeiro - Mostra Antológica, Petrobrás
1988
Brasil. Nova Friburgo - Centro Cultural de Nova Friburgo
Brasil. Niterói - Centro Cultural Paschoal Carlos Magno
1986
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Villa Bernini
Brasil. Niterói - Centro Cultural Paschoal Carlos Magno
1981
Argentina. Buenos Aires - Galería Vieux Paris
Brasil. Niterói - Associação Médica Fluminense
1980
Brasil. Niterói - Centro Cultural Paschoal Carlos Magno
1979
Brasil. São Paulo - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP)
USA. New York - Museo de Arte Contemporáneo Hispano
Brasil. Curitiba - Galeria Acaiaca
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Casa do Estudante
1977
Brasil. Santos - Instituto Cultural Brasil–USA
1976
México. Chulula - Universidad de las Américas
México. Ciudad de México – Galería Juan Martin
Nicaragua. Managua - Museo Ruben Dario
1975
USA. Sunnyvale - Cherry Chase Festival
México. Ciudad de México - Palacio de Belas Artes
México. Ciudad de México – Galería Juan Martin
USA. Washington - Pan-American Union Gallery
USA. Minneapolis - Gallery Bristol
USA. New Haven - Gallery Contorier
Brasil. Fortaleza - Casa de Cultura Raimundo Cela.
1974
Argentina. Buenos Aires - Museo del Grabado
USA. Tennessee - The University of Tennessee
USA. Phoenix - Phoenix Art Museum
Brasil. Olinda - Museu de Arte Contemporânea
Brasil. São Paulo - Galeria Solar
Brasil. Belo Horizonte - Instituto Cultural Brasil-USA
Uruguay. Maldonado - Museo de Arte Americana.
1973
Brasil. Rio de Janeiro - Centro Cultural Lume
Brasil. São Paulo - Museo de Arte Contemporanea
Ecuador. Quito - Museo de Arte Moderna
Lima. Perù - Sala de Arte da Petroperù
USA. Washington - Brasilian-American Cultural Institute.
1972
Brasil. Rio de Janeiro - Museu de Arte Moderna MAM
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria del Copacabana Palace
Colombia. Bogotà - Galería San Diego
Colombia. Bogotà - Biblioteca Luiz Angel Arago
Brasil. Niterói - Galeria Le Chat
Brasil. Crato - Museu de Arte do Crato.
1971
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Scada
Brasil. Cuiabá - Museu de Arte
Brasil. Salvador - Salão Português de Leitura
1970
USA. New York - New Forms Gallery
Uruguay. Montevidéo - Centro de las Artes y las Letras
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria da Associação Brasileira de Imprensa ABI
1969
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria do Banco do Estado da Guanabara BEG
Deutschland. Düsseldorf - Galerie Zimmer.
1968
Brasil. Niterói – Galeria da Academia de Belas Artes
Brasil. Niterói – Museu Antônio Parreiras
Brasil. Brasília – Centro Cultural do Distrito Federal
Brasil. Niterói - Yacht Club Itacoatiara
1967
Brasil. Crato - Centro de Exposições da Prefeitura
Brasil. Olinda - Museu de Arte Contemporânea
Brasil. Natal - Prefeitura de Natal
Exposições Coletivas
2017
España. Barcelona. Opening Galeria Mulas y Pedrosa
2016
Italia. Padova - Progetto Contaminazioni in Vetro Oggi – Villa dei Vescovi FAI
2015
Nederlands. Maastricht - Galerie Stevens - Waarden/Values
2012
U.S.A. Florida - St. Petersburg - Museum of Fine Arts
2011
Italia. 54° Esposizione Internazionale d’Arte della Biennale di Venezia - Padiglione Italiano
2009
Nederlands. Den Haag - Seven Contemporary Art
Italia. Milano - Eleonora d’Andrea Arte Contemporanea
Italia. Milano - Progetto Plaza del Comune di Milano – XX Anni della Caduta del Muro di Berlino
Italia. Firenze - Eleonora d’Andrea Arte Contemporanea
2008
Deutschland. München - First Glas Galerie
2007
Nederlands. Maastricht-– Stevens Gallery
Italia. Firenze - Eleonora d’Andrea Arte Contemporanea
België. De Haan - Contemporary Fine Arts Center
Deutschland. München - First Glas Galerie
Italia. Firenze - Eleonora d’Andrea Arte Contemporanea
2006
Nederland. Groningen - Anderwereld/Katuin Gallery
Nederland. Maastricht - Galerie Stevens
Nederland. Oosterbeek - Galerie De Glorie
2005
USA. New Jersey - The Noyes Museum of Art
2004
USA. Philadelpia - Liberty Museum
1997
Nederland. Neede - Galerie Needien
1996
Italia. Strà - Museo Villa Nazionale Pisani
1994
Italia. Monza - Esposizione Internazionale di Disegni
Principais Coleções Públicas e Particulares
France. Paris – Collection Clo Fleiss
Brasil. Rio de Janeiro – Universidade Federal Fluminense (UFF)
Italia. Lusiana – Vicenza – Parco del Sojo – parco di sculture
Italia. Lucca – Lu.C.C.A. Lucca Center of Contemporary Art
Spagna. Madrid – Centro de Artes Tomás y Valiente
Nederlands. Amstelveen – Museum Jan Van der Toft
Danmark. Ebeltoft – Ebeltoft Glasmuseet
España. Madrid – Museo de Arte Contemporáneo en Vidrio de Alcorcón MAVA
België. Veurne – Stadsbestuur Veurne
USA. New York – The Corning Museum of Glass
Deutschland. Berlin - Brasilien Botschaft
Brasil. Rio de Janeiro - Museu Nacional de Belas Artes
Brasil. Rio de Janeiro - Fundação Roberto Marinho
Italia. Roma – Musei Vaticani
Brasil. São Paulo - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand MASP
Brasil. Rio de Janeiro - Mosteiro de São Bento
Brasil. Juiz de Fora - Mosteiro de São Bento
Brasil. Juiz de Fora - Museu Mariano Procópio
Brasil. Ceará - Museu de Arte do Crato
Fonte: São Mamede. Consultado pela última vez em 15 de março de 2025.
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Ferreira Gullar sobre Bruno Pedrosa
Canto Sedutor
Longe de mim a pretensão de ditar caminhos para a arte ou definir os propósitos misteriosos da imaginação artística mas, toda vez que me defronto com a arte verdadadeira, convenço-me de que o artista de fato cria para atender a nossa carência do maravilhoso. Na verdade, há pouca maravilha no mundo ou, na melhor das hipóteses, bem menos do que gostaríamos que houvesse. Aí vem um cearense como Bruno Pedrosa e dispara a produzir quadros, vasos, jóias, tapetes, cheios dessa força mágica que violenta a banalidade do dia a dia. Dito assim, parece simples mas, no seu caso como em muitos outros, tudo começa por uma espécie di premonição que empurra o sujeito para o seu destino. Ou talvez não seja destino; talvez seja – quem sabe? - aquela carência do maravilhoso que, como um canto sedutor, o guiou para o rumo certo e ele na verdade veio inventando até hoje. Porque, na verdade, o rumo não existe. O que existe é a necessidade de fazer a maravilha – o rumo o artista inventa. Pode até matricular-se na Escola Nacional de Belas Artes, pode até estudar história da arte em vez de estudar arte, mas aquela necessidade profunda prevalescerá – e ele se tornará o artista que prescisa ser. Bruno Pedrosa era bom de desenho e, por isso, dedicou-se a desenhar figuras, paisagens, casarios, até descobrir na pintura a linguagem das cores, que se tornaria para o resto da vida a sua verdadeira liguagem. Porque ele é essencialemnte um pintor, quer pinte em tela, quer pinte em vidro. Já era um artista de renome no Brasil quando, em 1989, transferiu-se para a Itália, dando início a uma nova etapa de sua vida e de sua arte – uma espécie de reinvenção de si mesmo. O ambiente cultural e artistico europeu ofereceu-lhe novos conhecimentos e descobertas que resultariam em mudanças profundas em sua maneira de pintar e conceber a pintura. Abandonou a figura e, sob a influência do abstracionismo lírico italiano de Afro e Vedova, penetrou num novo universo pictórico. A linguagem não-figurativa de Pedrosa inscreve-se na melhor tradição dessa nova expressão, que não é apenas um modo abstrato de aludir à realidade figurativa e, sim, pelo contrário, uma maneira nova de fazer pintura, de inventá-la. De fato, uma descoberta da cor como cor e da forma como forma, ou seja, da pintura como linguagem autônoma geradora de novas imprevistas significaçôes. Suas telas, apartir de então, deixam de aludir à realidade figurativa do mundo para se tornarem, elas mesmas, a construção de um novo universo feito de manchas de cor, linhas de cor, planos de cor, que se justapõem ou se superpõem, que cochicham, cantam, murmuram, vibram, entre accordes e dissonâncias, como nas composições musicais. O domínio, pelo artista, desse idioma gráfico-cromático encontrou novas possibilidades de expressão tendo o vidro com suporte, mais expecificamente, nos vasos de cristais de Murano. O manuseio da aplicação das cores, ainda incandescentes, e com a rapidez que o novo material exige, fascinou e permitiu-lhe usar seu colorido e seu graifsmo de modo inovador e inusitado. Este novo caminho contribuiu para ampliar o interesse pela arte de Pedrosa, hoje um artista de aceitação mundial, que percebeu de imediato o potencial comunicativo dessa nova linguagem do artista e apostou nela. Mas nada disso sucedeu por acaso. Ao abandonar a pintura figurativa, Bruno Pedrosa deu livre curso à sua capacidade de lidar com o improviso e o rigor, com o previsível e o imprevissível. É desse jogo de contrários que nascem estas obras que a todos fascinam.
Fonte: São Mamede, texto de Ferreira Gullar. Consultado pela última vez em 17 de março de 2025.
Crédito fotográfico: Museu de Arte Contemporânea em Vidro de Alcorcón. Consultado pela última vez em 15 de março de 2025.
Bruno Pedrosa (11 de janeiro de 1950, Cedro, Ceará, Brasil) é um artista plástico brasileiro. Com habilidades em pintura, escultura, desenho e arte em vidro, Bruno é formado na Escola Fluminense de Belas Artes e com estudos em arqueologia e filosofia na UFRJ. Sua obra transita entre o abstrato e o figurativo, explorando cores vibrantes e formas expressivas. Durante os anos 1970, viveu no Mosteiro de São Bento, experiência que influenciou sua produção artística, incluindo um retrato do Papa João Paulo II, presente nos Museus Vaticanos. Na década de 1990, estabeleceu-se na Itália, onde expandiu sua pesquisa para esculturas em vidro de Murano, consolidando sua presença em coleções e museus internacionais. Sua arte se destaca pela profundidade simbólica e pelo diálogo entre tradição e inovação, fazendo de Bruno Pedrosa um dos grandes nomes da arte contemporânea brasileira.
Bruno Pedrosa | Arremate Arte
Bruno Pedrosa, nascido em 11 de janeiro de 1950, em Cedro, Ceará, é um artista plástico brasileiro cuja trajetória se destaca pela diversidade de técnicas e pelo diálogo entre pintura, escultura, desenho e arte em vidro. Com uma carreira consolidada no Brasil e no exterior, sua obra transita entre o figurativo e o abstrato, explorando a expressividade das cores e das formas com uma identidade visual singular.
Desde cedo, Pedrosa demonstrou aptidão para as artes e, ao se mudar para o Rio de Janeiro em 1968, iniciou seus estudos na Escola Fluminense de Belas Artes. Paralelamente, frequentou a Escola Nacional de Belas Artes e aprofundou-se em arqueologia e filosofia na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Seu interesse por civilizações antigas influenciou diretamente sua produção, resultando em um repertório visual carregado de simbolismo e referências culturais.
Na década de 1970, Pedrosa teve uma experiência marcante ao viver no Mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro, período que impactou sua visão artística e resultou em obras de grande importância, como seu retrato do Papa João Paulo II, que integra o acervo dos Museus Vaticanos. Sua pesquisa cromática e o uso expressivo do traço consolidaram seu estilo, que se distingue pela intensidade emocional e pela construção harmônica das composições.
A partir dos anos 1990, Bruno Pedrosa ampliou sua atuação para a Europa, estabelecendo-se na Itália e iniciando uma nova fase com esculturas em vidro de Murano. Essa incursão permitiu que seu trabalho alcançasse novos públicos e se expandisse para coleções internacionais, consolidando sua presença em importantes museus, galerias e acervos particulares nos Estados Unidos, Japão e diversos países europeus.
Com uma carreira marcada por experimentos e busca constante por novas formas de expressão, Bruno Pedrosa construiu uma obra evocativa, com estímulos sensoriais e peças de extensa contemplação, conectando o material e o imaterial, o passado e o presente. A diversidade de suas obras imprime seu compromisso com a arte, revelado um olhar atento às oportunidades que a arte oferece. Um artista multi.
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Bruno Pedrosa: Conheça a vida e obra do artista | Canva Galeria de Arte
Um dos artistas plásticos que mais chama a atenção em um leilão de arte online na atualidade é Bruno Pedrosa. Natural de Cedro, na caatinga do Ceará, o renomado artista plástico brasileiro iniciou sua trajetória nas artes na década de 1970, criando obras importantes e valorizadas nas artes e na cultura brasileiras.
Conheça mais sobre a história de Bruno Pedrosa, cujas pinturas em quadros estão sempre presentes na Canvas Galeria, através do nosso leilão de arte online!
Um breve resumo da vida de Bruno Pedrosa
O ano de 1950 marca o nascimento de um talento singular: o artista plástico Bruno Pedrosa. Órfão de mãe desde cedo, a vida o levou ao Rio de Janeiro em 1968, onde a Escola Fluminense de Belas Artes o acolheu. Lá, entre aulas e pincéis, ele se envolveu nos movimentos estudantis contra o regime militar, participando de diversas exposições, tanto individuais quanto coletivas.
Então, em 1969, Bruno iniciou seus estudos na Escola Nacional de Belas Artes. Mas o horizonte do artista plástico era mais amplo. Em viagens pelo Brasil e pela América do Sul, Pedrosa encantou-se pela arqueologia e pela filosofia, áreas nas quais aprofundou seus conhecimentos na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Lá, seu talento brilhou com a conquista da Medalha de Prata no Salão Nacional de Belas Artes.
Inspirado na cidade de Ouro Preto, Pedrosa publicou seu primeiro álbum de desenhos em 1972. O trabalho foi, de fato, a materialização de sua pesquisa sobre o barroco brasileiro. Nos anos seguintes, imerso na arqueologia, o artista realizou uma intensa jornada por países como Bolívia, Peru e Equador. Durante sua estadia no exterior, Pedrosa conheceu de perto grandes muralistas mexicanos, incluindo David Alfaro Siqueiros.
Passagem de Pedrosa pelo Mosteiro de São Bento
Entre os anos de 1976 e 1980, o artista plástico cearense viveu na comunidade do Mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro. Ao longo dos 4 anos, ele produziu painéis a óleo e inúmeros retratos, com destaque para o retrato do Papa João Paulo II.
Principais obras de Bruno Pedrosa
O artista plástico brasileiro apresenta diversas obras artísticas, que abrangem desde pinturas e desenhos até esculturas e joias. Seus trabalhos são caracterizados por uma profunda sensibilidade artística, aliada a um domínio técnico impecável.
Entre algumas das obras mais notáveis de Bruno Pedrosa estão:
“Natureza Morta” (1970): Uma pintura a óleo que retrata uma natureza morta com frutas e flores, demonstrando a habilidade de Pedrosa em representar objetos com realismo e precisão;
“Paisagem Marinha” (1980): Uma pintura a óleo que captura a beleza e a vastidão do mar, utilizando cores vibrantes e pinceladas expressivas;
“Abstração” (1990): Uma pintura abstrata que explora formas e cores de forma livre e intuitiva, revelando a experimentação artística de Pedrosa.
Aqui na Canvas Galeria de arte, você pode adquirir duas obras do Artista Bruno Pedrosa. A “Rosso Pompeiano” e “Canto d’Autunno”.
Desenhos de Pedrosa
O álbum de Ouro Preto (1972) é composto por uma série de desenhos que retratam a cidade histórica de Ouro Preto, em Minas Gerais, com seus detalhes arquitetônicos e paisagísticos. O pintor e desenhista criou também os desenhos do Mosteiro de São Bento, publicados em 1979, revelando a religiosidade e a espiritualidade do artista.
O artista também criou a “Escultura em Murano”, uma série de esculturas em vidro de Murano, na Itália, que exploram a beleza e a versatilidade desse material, com formas abstratas e cores vibrantes.
Fonte: Canva Galeria de Arte. Consultado pela última vez em 15 de março de 2025.
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Bruno Pedrosa | São Mamede Galeria de Arte
Bruno Pedrosa, nasce em 11.01.1950 no Ceará, Brasil, com o nome de Raimundo Pinheiro Pedroza XIV, como quiz seu avô. Descende de família aristocrática portuguesa, proprietária de Sesmarias no Brasil. Desde muito jovem mostra um grande interesse pelo desenho e pelas artes plásticas, em 1967 realiza a sua primera exposição no Museu de Arte Contemporânea de Olinda.
Em 1968 transfere-se para o Rio de Janeiro, recebendo a medalha de bronze e de prata do Salão Nacional de Belas Artes. Em 1974 licencia-se em Arqueologia, e em 1975 em Filosofia e Belas Artes, na UFRJ. Viaja muito pela América Latina com grande interesse nas civilizações incaicas e pré-incaicas. 1970 primeira exposição no exterior em New York.
Dedica-se a vida monástica de 1976 a 1981 no Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, mas continua com a sua atividade artística. Nestes anos torna-se amigo de intelectuais como Rachel de Queiróz, Jorge Amado e Roberto Burle-Marx.
1979 Pietro Maria Bardi, diretor do MASP e seu mentor, organiza a sua exposição e lançamento do álbum de desenhos do Mosteiro de São Bento no MASP.
Em 1980 realiza o retrato do Papa João Paulo II hoje no acervo dos Museus Vaticanos.
Em 1986 álbum de desenhos Retratos do Rio com poema de Carlos Drummond de Andrade.
1988 a 1990 série de desenhos e de um painél expressionista de 6 x 2,7 m, representando todas as atividades da família Roberto Marinho.
1990 com uma carreira já consolidada na América do Sul e E.U.A., transfere-se com a família para a Itália, ampliando a sua atuação na Europa, com exposições em museus e instituições públicas e colaboração com galerias. O seu trabalho começa a modificar-se, deixando o expressionismo figurativo para se transformar num abstrato não totalmente informal.
1996 inicia a utilizar o vidro de Murano. Hoje as suas obras de vidro estão no acervo de museus como o Corning Museum de New York.
1998 publicação do livro Pedrosa
1990 - 1998 de Giorgio Segato.
2002 publicação do livro Muranos, de Rosa Barovier Mentasti.
2003 a 2004
Prepara o ciclo de exposições itinerantes nas Embaixadas Brasileiras de Berlim, Roma, Paris e Madrid.
2006
Primeiro brasileiro a expôr na Basilica di Palladio em Vicenza, catálogo de Lionello Puppi.
2011 Partecipa da 54a Bienal de Veneza.
2011 a 2013 Ciclo de exposições itinerantes entre Brasil e Itália, Projeto Presságios, curador Maurizio Vanni.
2016 Publicação de sua pesquisa, sobre genealogia, O Povo do São José e mudança do atelier para Asolo, onde suas criações adquirem uma dimensão sonhadora.
2018 Comemora 50 anos de carreira.
Principais exposições e factos
2018
Italia. Padova. Intingendo il calamaio nel cielo , Centro Culturale Altinate
2016
Nederlands. Maastricht - Progetto Contaminazioni - Galerie Stevens
Deutschland. Köln - Progetto Contaminazioni - CCAA Glass Gallery
Italia. Basano del Grappa - Bruno Pedrosa New Works
2015
France. Paris - L’Âme de la Lumière - Galerie Art is You
Italia. Torino - (re)turn to tur(i)n - Semi d’Arte in collab. con Galliano Habitat
2014
Nederlands. Rotterdam - World Trade Center - Ambassade van Brazilië
2013
Brasil. São Paulo – A Música que se Vê - Galeria Canvas
Italia. Bassano del Grappa - Progetto Presságios – Museo di Bassano del Grappa
Italia. Firenze - Ri-nascite, Presagi e Metamor. della Forma - Galleria Tornabuoni
2012
Italia. Lucca - Progetto Presságios - Lucca Center of Contemporary ArtBrasil. Rio de Janeiro – Projeto Presságios - Museu do Ingá - UFF
Italia. Milano - Progetto Presságios - Fondazione Zappettini
2011
Brasil. Fortaleza Progetto Presságios - UNIFOR
Italia. Torino - Galleria Semi d’Arte
Portugal. Porto - Galeria São Mamede
2010
Francia. Parigi - Galerie Art is You
Portugal. Lisboa - Galeria São Mamede
Italia. Venezia – Galleria Arkè
Italia. Mergozzo Lago Maggiore - Spazio Arte
Italia. Bassano del Grappa - Galleria Art Bug Dieda
Italia. Torino - Galleria Semi d’Arte
2009
España. Madrid - Centro de Arte Tomàs y Valiente
Nederland. Oosterbeek – Galerie De Glorie
Italia. Pietra Santa - Eleonora d’Andrea Arte Contemporanea
Nederland. Maastricht - Signs - Stevens Gallery
2008
Nederland. Oosterbeek – Galerie De Glorie
Italia. Brescia. House Arredamenti Spazio d’Arte Germania.
Nederland. Den Haag – Seven Contemporary Art
2007
España. Madrid – Museo de Arte Contemporáneo en Vidrio de Alcorcón - MAVA
Italia. Firenze - Eleonora d’Andrea Arte Contemporanea
Nederland. Oosterbeek - Galerie De Glorie
Italia. Venezia – Galleria Daniele Luchetta
Nederland. Den Haag - Galerie De Glorie
Nederland. Maastricht - Galerie Stevens
Italia. Bassano del Grappa - GMB - MD Arte Moderna e Contemporanea
2006
Nederland. Oosterbeek - Galerie De Glorie
Nederland. De Haag - Galerie De Glorie
Italia. Bologna - Galleria Alisea
Brasil. Rio de Janeiro - Reflexões - Galeria Dom Quixote
Italia. Vicenza - Basilica Palladiana
Deutschland. Köln - CCAA Glass Gallery
USA. Miami - ETRA Fine Arts
2005
USA. Miami - Solange Rabello Art Gallery - Art Miami
Italia. Vicenza - Villa Morosini-Capello
België. Veurne - Stadsbestuur Veurne
Italia. Bassano del Grappa – GMB Arte Contemporanea
France. Paris - Montblanc Champs Elysées (Année du Brésil en France)
2004
España. Madrid - Casa de Brasil ( Embajada de Brasil )
Italia. Gallarate - Galleria Nuova Visione
Italia. Salerno - Galleria Nuova Visione
Italia. Udine - Palazzo Frangipane
Italia. Padova - Artforum Gallery
USA. Miami - Solange Rabello Art Gallery
2003
Deutschland. Berlin – Brasilien Botschaft
Italia. Roma - Galleria Candido Portinari - Palazzo Pamphilli – Emb. do Brasil
Portugal. Lisboa - Galeria Rúben Cunha
France. Paris - Galerie Debret - Embaixada do Brasil
2002
Brasil. Rio de Janeiro - Centro de Eventos Empresariais da Bolsa de Valores
Brasil. Brasília – Salão dos Vitrais da Caixa Economica Federal
USA. Philadelphia - Wexler Gallery
Brasil. São Paulo - Centro Cultural da Caixa Economica Federal
2001
U.S.A. New York – SOFA New York / Wexler Gallery
Brasil. Rio de Janeiro – Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro MNBA
Brasil. Fortaleza – Galeria Ignez Fiúza
2000
Italia. Bassano del Grappa - Abertura del nuovo atelier
USA. Washington - Brasilian-American Cultural Institute
Deutschland. Köln - Trinitais Kirche / Galerie Gehard
Brasil. Fortaleza - Galeria Ignez Fiúza
Italia. Roma - Galleria Portinari. Embaixada do Brasil
Italia. Roma - Floriana Tondinelli Art Gallery.
1999
Italia. Vicenza - Galleria d’Arte Sante Moretto
Italia. Bassano del Grappa - Galleria Scrimim
Italia. Caltelfranco Veneto - Galleria MomART
Brasil. Fortaleza - Galeria Ignez Fiúza
1998
Austria. Graz - Galerie Dida
Deutschland. Bad Berleburg - Galerie Gerhard
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Anita Schwartz
Italia. Venezia - Galleria Daniele Luchetta.
1996
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Anita Schwartz
Italia. Venezia - Chiesa di San Nicolò.
1995
Italia. Venezia - Galleria Percorso d’Arte 90
Italia. Seregno - Galleria Silva Arte
1994
Italia. Manta - Chiesa di Santa Maria del Monastero
Italia. Bassano del Grappa - Galleria Scrimin
Italia. Mestre - Venezia. Galleria Brunello
Italia. Milano - Consolato Generale del Brasile
1993
Italia. Cuneo - Galleria Etruria
Svizzera. Lugano - Galliani Arte Contemporanea
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Bonino.
1992
Italia. Castelfranco Veneto - Galleria Flaviostocco
1991
Brasil. Niterói - Museo del Ingá
Suisse . Genève - Galerie Abisa
1999
Italia. Manta – Chiesa di Santa Maria del Monastero
Italia. Cuneo – Galleria Etruria.
1989
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Artlivre
Brasil. Rio de Janeiro - Mostra Antológica, Petrobrás
1988
Brasil. Nova Friburgo - Centro Cultural de Nova Friburgo
Brasil. Niterói - Centro Cultural Paschoal Carlos Magno
1986
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Villa Bernini
Brasil. Niterói - Centro Cultural Paschoal Carlos Magno
1981
Argentina. Buenos Aires - Galería Vieux Paris
Brasil. Niterói - Associação Médica Fluminense
1980
Brasil. Niterói - Centro Cultural Paschoal Carlos Magno
1979
Brasil. São Paulo - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP)
USA. New York - Museo de Arte Contemporáneo Hispano
Brasil. Curitiba - Galeria Acaiaca
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Casa do Estudante
1977
Brasil. Santos - Instituto Cultural Brasil–USA
1976
México. Chulula - Universidad de las Américas
México. Ciudad de México – Galería Juan Martin
Nicaragua. Managua - Museo Ruben Dario
1975
USA. Sunnyvale - Cherry Chase Festival
México. Ciudad de México - Palacio de Belas Artes
México. Ciudad de México – Galería Juan Martin
USA. Washington - Pan-American Union Gallery
USA. Minneapolis - Gallery Bristol
USA. New Haven - Gallery Contorier
Brasil. Fortaleza - Casa de Cultura Raimundo Cela.
1974
Argentina. Buenos Aires - Museo del Grabado
USA. Tennessee - The University of Tennessee
USA. Phoenix - Phoenix Art Museum
Brasil. Olinda - Museu de Arte Contemporânea
Brasil. São Paulo - Galeria Solar
Brasil. Belo Horizonte - Instituto Cultural Brasil-USA
Uruguay. Maldonado - Museo de Arte Americana.
1973
Brasil. Rio de Janeiro - Centro Cultural Lume
Brasil. São Paulo - Museo de Arte Contemporanea
Ecuador. Quito - Museo de Arte Moderna
Lima. Perù - Sala de Arte da Petroperù
USA. Washington - Brasilian-American Cultural Institute.
1972
Brasil. Rio de Janeiro - Museu de Arte Moderna MAM
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria del Copacabana Palace
Colombia. Bogotà - Galería San Diego
Colombia. Bogotà - Biblioteca Luiz Angel Arago
Brasil. Niterói - Galeria Le Chat
Brasil. Crato - Museu de Arte do Crato.
1971
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Scada
Brasil. Cuiabá - Museu de Arte
Brasil. Salvador - Salão Português de Leitura
1970
USA. New York - New Forms Gallery
Uruguay. Montevidéo - Centro de las Artes y las Letras
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria da Associação Brasileira de Imprensa ABI
1969
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria do Banco do Estado da Guanabara BEG
Deutschland. Düsseldorf - Galerie Zimmer.
1968
Brasil. Niterói – Galeria da Academia de Belas Artes
Brasil. Niterói – Museu Antônio Parreiras
Brasil. Brasília – Centro Cultural do Distrito Federal
Brasil. Niterói - Yacht Club Itacoatiara
1967
Brasil. Crato - Centro de Exposições da Prefeitura
Brasil. Olinda - Museu de Arte Contemporânea
Brasil. Natal - Prefeitura de Natal
Exposições Coletivas
2017
España. Barcelona. Opening Galeria Mulas y Pedrosa
2016
Italia. Padova - Progetto Contaminazioni in Vetro Oggi – Villa dei Vescovi FAI
2015
Nederlands. Maastricht - Galerie Stevens - Waarden/Values
2012
U.S.A. Florida - St. Petersburg - Museum of Fine Arts
2011
Italia. 54° Esposizione Internazionale d’Arte della Biennale di Venezia - Padiglione Italiano
2009
Nederlands. Den Haag - Seven Contemporary Art
Italia. Milano - Eleonora d’Andrea Arte Contemporanea
Italia. Milano - Progetto Plaza del Comune di Milano – XX Anni della Caduta del Muro di Berlino
Italia. Firenze - Eleonora d’Andrea Arte Contemporanea
2008
Deutschland. München - First Glas Galerie
2007
Nederlands. Maastricht-– Stevens Gallery
Italia. Firenze - Eleonora d’Andrea Arte Contemporanea
België. De Haan - Contemporary Fine Arts Center
Deutschland. München - First Glas Galerie
Italia. Firenze - Eleonora d’Andrea Arte Contemporanea
2006
Nederland. Groningen - Anderwereld/Katuin Gallery
Nederland. Maastricht - Galerie Stevens
Nederland. Oosterbeek - Galerie De Glorie
2005
USA. New Jersey - The Noyes Museum of Art
2004
USA. Philadelpia - Liberty Museum
1997
Nederland. Neede - Galerie Needien
1996
Italia. Strà - Museo Villa Nazionale Pisani
1994
Italia. Monza - Esposizione Internazionale di Disegni
Principais Coleções Públicas e Particulares
France. Paris – Collection Clo Fleiss
Brasil. Rio de Janeiro – Universidade Federal Fluminense (UFF)
Italia. Lusiana – Vicenza – Parco del Sojo – parco di sculture
Italia. Lucca – Lu.C.C.A. Lucca Center of Contemporary Art
Spagna. Madrid – Centro de Artes Tomás y Valiente
Nederlands. Amstelveen – Museum Jan Van der Toft
Danmark. Ebeltoft – Ebeltoft Glasmuseet
España. Madrid – Museo de Arte Contemporáneo en Vidrio de Alcorcón MAVA
België. Veurne – Stadsbestuur Veurne
USA. New York – The Corning Museum of Glass
Deutschland. Berlin - Brasilien Botschaft
Brasil. Rio de Janeiro - Museu Nacional de Belas Artes
Brasil. Rio de Janeiro - Fundação Roberto Marinho
Italia. Roma – Musei Vaticani
Brasil. São Paulo - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand MASP
Brasil. Rio de Janeiro - Mosteiro de São Bento
Brasil. Juiz de Fora - Mosteiro de São Bento
Brasil. Juiz de Fora - Museu Mariano Procópio
Brasil. Ceará - Museu de Arte do Crato
Fonte: São Mamede. Consultado pela última vez em 15 de março de 2025.
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Ferreira Gullar sobre Bruno Pedrosa
Canto Sedutor
Longe de mim a pretensão de ditar caminhos para a arte ou definir os propósitos misteriosos da imaginação artística mas, toda vez que me defronto com a arte verdadadeira, convenço-me de que o artista de fato cria para atender a nossa carência do maravilhoso. Na verdade, há pouca maravilha no mundo ou, na melhor das hipóteses, bem menos do que gostaríamos que houvesse. Aí vem um cearense como Bruno Pedrosa e dispara a produzir quadros, vasos, jóias, tapetes, cheios dessa força mágica que violenta a banalidade do dia a dia. Dito assim, parece simples mas, no seu caso como em muitos outros, tudo começa por uma espécie di premonição que empurra o sujeito para o seu destino. Ou talvez não seja destino; talvez seja – quem sabe? - aquela carência do maravilhoso que, como um canto sedutor, o guiou para o rumo certo e ele na verdade veio inventando até hoje. Porque, na verdade, o rumo não existe. O que existe é a necessidade de fazer a maravilha – o rumo o artista inventa. Pode até matricular-se na Escola Nacional de Belas Artes, pode até estudar história da arte em vez de estudar arte, mas aquela necessidade profunda prevalescerá – e ele se tornará o artista que prescisa ser. Bruno Pedrosa era bom de desenho e, por isso, dedicou-se a desenhar figuras, paisagens, casarios, até descobrir na pintura a linguagem das cores, que se tornaria para o resto da vida a sua verdadeira liguagem. Porque ele é essencialemnte um pintor, quer pinte em tela, quer pinte em vidro. Já era um artista de renome no Brasil quando, em 1989, transferiu-se para a Itália, dando início a uma nova etapa de sua vida e de sua arte – uma espécie de reinvenção de si mesmo. O ambiente cultural e artistico europeu ofereceu-lhe novos conhecimentos e descobertas que resultariam em mudanças profundas em sua maneira de pintar e conceber a pintura. Abandonou a figura e, sob a influência do abstracionismo lírico italiano de Afro e Vedova, penetrou num novo universo pictórico. A linguagem não-figurativa de Pedrosa inscreve-se na melhor tradição dessa nova expressão, que não é apenas um modo abstrato de aludir à realidade figurativa e, sim, pelo contrário, uma maneira nova de fazer pintura, de inventá-la. De fato, uma descoberta da cor como cor e da forma como forma, ou seja, da pintura como linguagem autônoma geradora de novas imprevistas significaçôes. Suas telas, apartir de então, deixam de aludir à realidade figurativa do mundo para se tornarem, elas mesmas, a construção de um novo universo feito de manchas de cor, linhas de cor, planos de cor, que se justapõem ou se superpõem, que cochicham, cantam, murmuram, vibram, entre accordes e dissonâncias, como nas composições musicais. O domínio, pelo artista, desse idioma gráfico-cromático encontrou novas possibilidades de expressão tendo o vidro com suporte, mais expecificamente, nos vasos de cristais de Murano. O manuseio da aplicação das cores, ainda incandescentes, e com a rapidez que o novo material exige, fascinou e permitiu-lhe usar seu colorido e seu graifsmo de modo inovador e inusitado. Este novo caminho contribuiu para ampliar o interesse pela arte de Pedrosa, hoje um artista de aceitação mundial, que percebeu de imediato o potencial comunicativo dessa nova linguagem do artista e apostou nela. Mas nada disso sucedeu por acaso. Ao abandonar a pintura figurativa, Bruno Pedrosa deu livre curso à sua capacidade de lidar com o improviso e o rigor, com o previsível e o imprevissível. É desse jogo de contrários que nascem estas obras que a todos fascinam.
Fonte: São Mamede, texto de Ferreira Gullar. Consultado pela última vez em 17 de março de 2025.
Crédito fotográfico: Museu de Arte Contemporânea em Vidro de Alcorcón. Consultado pela última vez em 15 de março de 2025.
Bruno Pedrosa (11 de janeiro de 1950, Cedro, Ceará, Brasil) é um artista plástico brasileiro. Com habilidades em pintura, escultura, desenho e arte em vidro, Bruno é formado na Escola Fluminense de Belas Artes e com estudos em arqueologia e filosofia na UFRJ. Sua obra transita entre o abstrato e o figurativo, explorando cores vibrantes e formas expressivas. Durante os anos 1970, viveu no Mosteiro de São Bento, experiência que influenciou sua produção artística, incluindo um retrato do Papa João Paulo II, presente nos Museus Vaticanos. Na década de 1990, estabeleceu-se na Itália, onde expandiu sua pesquisa para esculturas em vidro de Murano, consolidando sua presença em coleções e museus internacionais. Sua arte se destaca pela profundidade simbólica e pelo diálogo entre tradição e inovação, fazendo de Bruno Pedrosa um dos grandes nomes da arte contemporânea brasileira.
Bruno Pedrosa | Arremate Arte
Bruno Pedrosa, nascido em 11 de janeiro de 1950, em Cedro, Ceará, é um artista plástico brasileiro cuja trajetória se destaca pela diversidade de técnicas e pelo diálogo entre pintura, escultura, desenho e arte em vidro. Com uma carreira consolidada no Brasil e no exterior, sua obra transita entre o figurativo e o abstrato, explorando a expressividade das cores e das formas com uma identidade visual singular.
Desde cedo, Pedrosa demonstrou aptidão para as artes e, ao se mudar para o Rio de Janeiro em 1968, iniciou seus estudos na Escola Fluminense de Belas Artes. Paralelamente, frequentou a Escola Nacional de Belas Artes e aprofundou-se em arqueologia e filosofia na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Seu interesse por civilizações antigas influenciou diretamente sua produção, resultando em um repertório visual carregado de simbolismo e referências culturais.
Na década de 1970, Pedrosa teve uma experiência marcante ao viver no Mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro, período que impactou sua visão artística e resultou em obras de grande importância, como seu retrato do Papa João Paulo II, que integra o acervo dos Museus Vaticanos. Sua pesquisa cromática e o uso expressivo do traço consolidaram seu estilo, que se distingue pela intensidade emocional e pela construção harmônica das composições.
A partir dos anos 1990, Bruno Pedrosa ampliou sua atuação para a Europa, estabelecendo-se na Itália e iniciando uma nova fase com esculturas em vidro de Murano. Essa incursão permitiu que seu trabalho alcançasse novos públicos e se expandisse para coleções internacionais, consolidando sua presença em importantes museus, galerias e acervos particulares nos Estados Unidos, Japão e diversos países europeus.
Com uma carreira marcada por experimentos e busca constante por novas formas de expressão, Bruno Pedrosa construiu uma obra evocativa, com estímulos sensoriais e peças de extensa contemplação, conectando o material e o imaterial, o passado e o presente. A diversidade de suas obras imprime seu compromisso com a arte, revelado um olhar atento às oportunidades que a arte oferece. Um artista multi.
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Bruno Pedrosa: Conheça a vida e obra do artista | Canva Galeria de Arte
Um dos artistas plásticos que mais chama a atenção em um leilão de arte online na atualidade é Bruno Pedrosa. Natural de Cedro, na caatinga do Ceará, o renomado artista plástico brasileiro iniciou sua trajetória nas artes na década de 1970, criando obras importantes e valorizadas nas artes e na cultura brasileiras.
Conheça mais sobre a história de Bruno Pedrosa, cujas pinturas em quadros estão sempre presentes na Canvas Galeria, através do nosso leilão de arte online!
Um breve resumo da vida de Bruno Pedrosa
O ano de 1950 marca o nascimento de um talento singular: o artista plástico Bruno Pedrosa. Órfão de mãe desde cedo, a vida o levou ao Rio de Janeiro em 1968, onde a Escola Fluminense de Belas Artes o acolheu. Lá, entre aulas e pincéis, ele se envolveu nos movimentos estudantis contra o regime militar, participando de diversas exposições, tanto individuais quanto coletivas.
Então, em 1969, Bruno iniciou seus estudos na Escola Nacional de Belas Artes. Mas o horizonte do artista plástico era mais amplo. Em viagens pelo Brasil e pela América do Sul, Pedrosa encantou-se pela arqueologia e pela filosofia, áreas nas quais aprofundou seus conhecimentos na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Lá, seu talento brilhou com a conquista da Medalha de Prata no Salão Nacional de Belas Artes.
Inspirado na cidade de Ouro Preto, Pedrosa publicou seu primeiro álbum de desenhos em 1972. O trabalho foi, de fato, a materialização de sua pesquisa sobre o barroco brasileiro. Nos anos seguintes, imerso na arqueologia, o artista realizou uma intensa jornada por países como Bolívia, Peru e Equador. Durante sua estadia no exterior, Pedrosa conheceu de perto grandes muralistas mexicanos, incluindo David Alfaro Siqueiros.
Passagem de Pedrosa pelo Mosteiro de São Bento
Entre os anos de 1976 e 1980, o artista plástico cearense viveu na comunidade do Mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro. Ao longo dos 4 anos, ele produziu painéis a óleo e inúmeros retratos, com destaque para o retrato do Papa João Paulo II.
Principais obras de Bruno Pedrosa
O artista plástico brasileiro apresenta diversas obras artísticas, que abrangem desde pinturas e desenhos até esculturas e joias. Seus trabalhos são caracterizados por uma profunda sensibilidade artística, aliada a um domínio técnico impecável.
Entre algumas das obras mais notáveis de Bruno Pedrosa estão:
“Natureza Morta” (1970): Uma pintura a óleo que retrata uma natureza morta com frutas e flores, demonstrando a habilidade de Pedrosa em representar objetos com realismo e precisão;
“Paisagem Marinha” (1980): Uma pintura a óleo que captura a beleza e a vastidão do mar, utilizando cores vibrantes e pinceladas expressivas;
“Abstração” (1990): Uma pintura abstrata que explora formas e cores de forma livre e intuitiva, revelando a experimentação artística de Pedrosa.
Aqui na Canvas Galeria de arte, você pode adquirir duas obras do Artista Bruno Pedrosa. A “Rosso Pompeiano” e “Canto d’Autunno”.
Desenhos de Pedrosa
O álbum de Ouro Preto (1972) é composto por uma série de desenhos que retratam a cidade histórica de Ouro Preto, em Minas Gerais, com seus detalhes arquitetônicos e paisagísticos. O pintor e desenhista criou também os desenhos do Mosteiro de São Bento, publicados em 1979, revelando a religiosidade e a espiritualidade do artista.
O artista também criou a “Escultura em Murano”, uma série de esculturas em vidro de Murano, na Itália, que exploram a beleza e a versatilidade desse material, com formas abstratas e cores vibrantes.
Fonte: Canva Galeria de Arte. Consultado pela última vez em 15 de março de 2025.
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Bruno Pedrosa | São Mamede Galeria de Arte
Bruno Pedrosa, nasce em 11.01.1950 no Ceará, Brasil, com o nome de Raimundo Pinheiro Pedroza XIV, como quiz seu avô. Descende de família aristocrática portuguesa, proprietária de Sesmarias no Brasil. Desde muito jovem mostra um grande interesse pelo desenho e pelas artes plásticas, em 1967 realiza a sua primera exposição no Museu de Arte Contemporânea de Olinda.
Em 1968 transfere-se para o Rio de Janeiro, recebendo a medalha de bronze e de prata do Salão Nacional de Belas Artes. Em 1974 licencia-se em Arqueologia, e em 1975 em Filosofia e Belas Artes, na UFRJ. Viaja muito pela América Latina com grande interesse nas civilizações incaicas e pré-incaicas. 1970 primeira exposição no exterior em New York.
Dedica-se a vida monástica de 1976 a 1981 no Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, mas continua com a sua atividade artística. Nestes anos torna-se amigo de intelectuais como Rachel de Queiróz, Jorge Amado e Roberto Burle-Marx.
1979 Pietro Maria Bardi, diretor do MASP e seu mentor, organiza a sua exposição e lançamento do álbum de desenhos do Mosteiro de São Bento no MASP.
Em 1980 realiza o retrato do Papa João Paulo II hoje no acervo dos Museus Vaticanos.
Em 1986 álbum de desenhos Retratos do Rio com poema de Carlos Drummond de Andrade.
1988 a 1990 série de desenhos e de um painél expressionista de 6 x 2,7 m, representando todas as atividades da família Roberto Marinho.
1990 com uma carreira já consolidada na América do Sul e E.U.A., transfere-se com a família para a Itália, ampliando a sua atuação na Europa, com exposições em museus e instituições públicas e colaboração com galerias. O seu trabalho começa a modificar-se, deixando o expressionismo figurativo para se transformar num abstrato não totalmente informal.
1996 inicia a utilizar o vidro de Murano. Hoje as suas obras de vidro estão no acervo de museus como o Corning Museum de New York.
1998 publicação do livro Pedrosa
1990 - 1998 de Giorgio Segato.
2002 publicação do livro Muranos, de Rosa Barovier Mentasti.
2003 a 2004
Prepara o ciclo de exposições itinerantes nas Embaixadas Brasileiras de Berlim, Roma, Paris e Madrid.
2006
Primeiro brasileiro a expôr na Basilica di Palladio em Vicenza, catálogo de Lionello Puppi.
2011 Partecipa da 54a Bienal de Veneza.
2011 a 2013 Ciclo de exposições itinerantes entre Brasil e Itália, Projeto Presságios, curador Maurizio Vanni.
2016 Publicação de sua pesquisa, sobre genealogia, O Povo do São José e mudança do atelier para Asolo, onde suas criações adquirem uma dimensão sonhadora.
2018 Comemora 50 anos de carreira.
Principais exposições e factos
2018
Italia. Padova. Intingendo il calamaio nel cielo , Centro Culturale Altinate
2016
Nederlands. Maastricht - Progetto Contaminazioni - Galerie Stevens
Deutschland. Köln - Progetto Contaminazioni - CCAA Glass Gallery
Italia. Basano del Grappa - Bruno Pedrosa New Works
2015
France. Paris - L’Âme de la Lumière - Galerie Art is You
Italia. Torino - (re)turn to tur(i)n - Semi d’Arte in collab. con Galliano Habitat
2014
Nederlands. Rotterdam - World Trade Center - Ambassade van Brazilië
2013
Brasil. São Paulo – A Música que se Vê - Galeria Canvas
Italia. Bassano del Grappa - Progetto Presságios – Museo di Bassano del Grappa
Italia. Firenze - Ri-nascite, Presagi e Metamor. della Forma - Galleria Tornabuoni
2012
Italia. Lucca - Progetto Presságios - Lucca Center of Contemporary ArtBrasil. Rio de Janeiro – Projeto Presságios - Museu do Ingá - UFF
Italia. Milano - Progetto Presságios - Fondazione Zappettini
2011
Brasil. Fortaleza Progetto Presságios - UNIFOR
Italia. Torino - Galleria Semi d’Arte
Portugal. Porto - Galeria São Mamede
2010
Francia. Parigi - Galerie Art is You
Portugal. Lisboa - Galeria São Mamede
Italia. Venezia – Galleria Arkè
Italia. Mergozzo Lago Maggiore - Spazio Arte
Italia. Bassano del Grappa - Galleria Art Bug Dieda
Italia. Torino - Galleria Semi d’Arte
2009
España. Madrid - Centro de Arte Tomàs y Valiente
Nederland. Oosterbeek – Galerie De Glorie
Italia. Pietra Santa - Eleonora d’Andrea Arte Contemporanea
Nederland. Maastricht - Signs - Stevens Gallery
2008
Nederland. Oosterbeek – Galerie De Glorie
Italia. Brescia. House Arredamenti Spazio d’Arte Germania.
Nederland. Den Haag – Seven Contemporary Art
2007
España. Madrid – Museo de Arte Contemporáneo en Vidrio de Alcorcón - MAVA
Italia. Firenze - Eleonora d’Andrea Arte Contemporanea
Nederland. Oosterbeek - Galerie De Glorie
Italia. Venezia – Galleria Daniele Luchetta
Nederland. Den Haag - Galerie De Glorie
Nederland. Maastricht - Galerie Stevens
Italia. Bassano del Grappa - GMB - MD Arte Moderna e Contemporanea
2006
Nederland. Oosterbeek - Galerie De Glorie
Nederland. De Haag - Galerie De Glorie
Italia. Bologna - Galleria Alisea
Brasil. Rio de Janeiro - Reflexões - Galeria Dom Quixote
Italia. Vicenza - Basilica Palladiana
Deutschland. Köln - CCAA Glass Gallery
USA. Miami - ETRA Fine Arts
2005
USA. Miami - Solange Rabello Art Gallery - Art Miami
Italia. Vicenza - Villa Morosini-Capello
België. Veurne - Stadsbestuur Veurne
Italia. Bassano del Grappa – GMB Arte Contemporanea
France. Paris - Montblanc Champs Elysées (Année du Brésil en France)
2004
España. Madrid - Casa de Brasil ( Embajada de Brasil )
Italia. Gallarate - Galleria Nuova Visione
Italia. Salerno - Galleria Nuova Visione
Italia. Udine - Palazzo Frangipane
Italia. Padova - Artforum Gallery
USA. Miami - Solange Rabello Art Gallery
2003
Deutschland. Berlin – Brasilien Botschaft
Italia. Roma - Galleria Candido Portinari - Palazzo Pamphilli – Emb. do Brasil
Portugal. Lisboa - Galeria Rúben Cunha
France. Paris - Galerie Debret - Embaixada do Brasil
2002
Brasil. Rio de Janeiro - Centro de Eventos Empresariais da Bolsa de Valores
Brasil. Brasília – Salão dos Vitrais da Caixa Economica Federal
USA. Philadelphia - Wexler Gallery
Brasil. São Paulo - Centro Cultural da Caixa Economica Federal
2001
U.S.A. New York – SOFA New York / Wexler Gallery
Brasil. Rio de Janeiro – Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro MNBA
Brasil. Fortaleza – Galeria Ignez Fiúza
2000
Italia. Bassano del Grappa - Abertura del nuovo atelier
USA. Washington - Brasilian-American Cultural Institute
Deutschland. Köln - Trinitais Kirche / Galerie Gehard
Brasil. Fortaleza - Galeria Ignez Fiúza
Italia. Roma - Galleria Portinari. Embaixada do Brasil
Italia. Roma - Floriana Tondinelli Art Gallery.
1999
Italia. Vicenza - Galleria d’Arte Sante Moretto
Italia. Bassano del Grappa - Galleria Scrimim
Italia. Caltelfranco Veneto - Galleria MomART
Brasil. Fortaleza - Galeria Ignez Fiúza
1998
Austria. Graz - Galerie Dida
Deutschland. Bad Berleburg - Galerie Gerhard
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Anita Schwartz
Italia. Venezia - Galleria Daniele Luchetta.
1996
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Anita Schwartz
Italia. Venezia - Chiesa di San Nicolò.
1995
Italia. Venezia - Galleria Percorso d’Arte 90
Italia. Seregno - Galleria Silva Arte
1994
Italia. Manta - Chiesa di Santa Maria del Monastero
Italia. Bassano del Grappa - Galleria Scrimin
Italia. Mestre - Venezia. Galleria Brunello
Italia. Milano - Consolato Generale del Brasile
1993
Italia. Cuneo - Galleria Etruria
Svizzera. Lugano - Galliani Arte Contemporanea
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Bonino.
1992
Italia. Castelfranco Veneto - Galleria Flaviostocco
1991
Brasil. Niterói - Museo del Ingá
Suisse . Genève - Galerie Abisa
1999
Italia. Manta – Chiesa di Santa Maria del Monastero
Italia. Cuneo – Galleria Etruria.
1989
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Artlivre
Brasil. Rio de Janeiro - Mostra Antológica, Petrobrás
1988
Brasil. Nova Friburgo - Centro Cultural de Nova Friburgo
Brasil. Niterói - Centro Cultural Paschoal Carlos Magno
1986
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Villa Bernini
Brasil. Niterói - Centro Cultural Paschoal Carlos Magno
1981
Argentina. Buenos Aires - Galería Vieux Paris
Brasil. Niterói - Associação Médica Fluminense
1980
Brasil. Niterói - Centro Cultural Paschoal Carlos Magno
1979
Brasil. São Paulo - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP)
USA. New York - Museo de Arte Contemporáneo Hispano
Brasil. Curitiba - Galeria Acaiaca
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Casa do Estudante
1977
Brasil. Santos - Instituto Cultural Brasil–USA
1976
México. Chulula - Universidad de las Américas
México. Ciudad de México – Galería Juan Martin
Nicaragua. Managua - Museo Ruben Dario
1975
USA. Sunnyvale - Cherry Chase Festival
México. Ciudad de México - Palacio de Belas Artes
México. Ciudad de México – Galería Juan Martin
USA. Washington - Pan-American Union Gallery
USA. Minneapolis - Gallery Bristol
USA. New Haven - Gallery Contorier
Brasil. Fortaleza - Casa de Cultura Raimundo Cela.
1974
Argentina. Buenos Aires - Museo del Grabado
USA. Tennessee - The University of Tennessee
USA. Phoenix - Phoenix Art Museum
Brasil. Olinda - Museu de Arte Contemporânea
Brasil. São Paulo - Galeria Solar
Brasil. Belo Horizonte - Instituto Cultural Brasil-USA
Uruguay. Maldonado - Museo de Arte Americana.
1973
Brasil. Rio de Janeiro - Centro Cultural Lume
Brasil. São Paulo - Museo de Arte Contemporanea
Ecuador. Quito - Museo de Arte Moderna
Lima. Perù - Sala de Arte da Petroperù
USA. Washington - Brasilian-American Cultural Institute.
1972
Brasil. Rio de Janeiro - Museu de Arte Moderna MAM
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria del Copacabana Palace
Colombia. Bogotà - Galería San Diego
Colombia. Bogotà - Biblioteca Luiz Angel Arago
Brasil. Niterói - Galeria Le Chat
Brasil. Crato - Museu de Arte do Crato.
1971
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria Scada
Brasil. Cuiabá - Museu de Arte
Brasil. Salvador - Salão Português de Leitura
1970
USA. New York - New Forms Gallery
Uruguay. Montevidéo - Centro de las Artes y las Letras
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria da Associação Brasileira de Imprensa ABI
1969
Brasil. Rio de Janeiro - Galeria do Banco do Estado da Guanabara BEG
Deutschland. Düsseldorf - Galerie Zimmer.
1968
Brasil. Niterói – Galeria da Academia de Belas Artes
Brasil. Niterói – Museu Antônio Parreiras
Brasil. Brasília – Centro Cultural do Distrito Federal
Brasil. Niterói - Yacht Club Itacoatiara
1967
Brasil. Crato - Centro de Exposições da Prefeitura
Brasil. Olinda - Museu de Arte Contemporânea
Brasil. Natal - Prefeitura de Natal
Exposições Coletivas
2017
España. Barcelona. Opening Galeria Mulas y Pedrosa
2016
Italia. Padova - Progetto Contaminazioni in Vetro Oggi – Villa dei Vescovi FAI
2015
Nederlands. Maastricht - Galerie Stevens - Waarden/Values
2012
U.S.A. Florida - St. Petersburg - Museum of Fine Arts
2011
Italia. 54° Esposizione Internazionale d’Arte della Biennale di Venezia - Padiglione Italiano
2009
Nederlands. Den Haag - Seven Contemporary Art
Italia. Milano - Eleonora d’Andrea Arte Contemporanea
Italia. Milano - Progetto Plaza del Comune di Milano – XX Anni della Caduta del Muro di Berlino
Italia. Firenze - Eleonora d’Andrea Arte Contemporanea
2008
Deutschland. München - First Glas Galerie
2007
Nederlands. Maastricht-– Stevens Gallery
Italia. Firenze - Eleonora d’Andrea Arte Contemporanea
België. De Haan - Contemporary Fine Arts Center
Deutschland. München - First Glas Galerie
Italia. Firenze - Eleonora d’Andrea Arte Contemporanea
2006
Nederland. Groningen - Anderwereld/Katuin Gallery
Nederland. Maastricht - Galerie Stevens
Nederland. Oosterbeek - Galerie De Glorie
2005
USA. New Jersey - The Noyes Museum of Art
2004
USA. Philadelpia - Liberty Museum
1997
Nederland. Neede - Galerie Needien
1996
Italia. Strà - Museo Villa Nazionale Pisani
1994
Italia. Monza - Esposizione Internazionale di Disegni
Principais Coleções Públicas e Particulares
France. Paris – Collection Clo Fleiss
Brasil. Rio de Janeiro – Universidade Federal Fluminense (UFF)
Italia. Lusiana – Vicenza – Parco del Sojo – parco di sculture
Italia. Lucca – Lu.C.C.A. Lucca Center of Contemporary Art
Spagna. Madrid – Centro de Artes Tomás y Valiente
Nederlands. Amstelveen – Museum Jan Van der Toft
Danmark. Ebeltoft – Ebeltoft Glasmuseet
España. Madrid – Museo de Arte Contemporáneo en Vidrio de Alcorcón MAVA
België. Veurne – Stadsbestuur Veurne
USA. New York – The Corning Museum of Glass
Deutschland. Berlin - Brasilien Botschaft
Brasil. Rio de Janeiro - Museu Nacional de Belas Artes
Brasil. Rio de Janeiro - Fundação Roberto Marinho
Italia. Roma – Musei Vaticani
Brasil. São Paulo - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand MASP
Brasil. Rio de Janeiro - Mosteiro de São Bento
Brasil. Juiz de Fora - Mosteiro de São Bento
Brasil. Juiz de Fora - Museu Mariano Procópio
Brasil. Ceará - Museu de Arte do Crato
Fonte: São Mamede. Consultado pela última vez em 15 de março de 2025.
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Ferreira Gullar sobre Bruno Pedrosa
Canto Sedutor
Longe de mim a pretensão de ditar caminhos para a arte ou definir os propósitos misteriosos da imaginação artística mas, toda vez que me defronto com a arte verdadadeira, convenço-me de que o artista de fato cria para atender a nossa carência do maravilhoso. Na verdade, há pouca maravilha no mundo ou, na melhor das hipóteses, bem menos do que gostaríamos que houvesse. Aí vem um cearense como Bruno Pedrosa e dispara a produzir quadros, vasos, jóias, tapetes, cheios dessa força mágica que violenta a banalidade do dia a dia. Dito assim, parece simples mas, no seu caso como em muitos outros, tudo começa por uma espécie di premonição que empurra o sujeito para o seu destino. Ou talvez não seja destino; talvez seja – quem sabe? - aquela carência do maravilhoso que, como um canto sedutor, o guiou para o rumo certo e ele na verdade veio inventando até hoje. Porque, na verdade, o rumo não existe. O que existe é a necessidade de fazer a maravilha – o rumo o artista inventa. Pode até matricular-se na Escola Nacional de Belas Artes, pode até estudar história da arte em vez de estudar arte, mas aquela necessidade profunda prevalescerá – e ele se tornará o artista que prescisa ser. Bruno Pedrosa era bom de desenho e, por isso, dedicou-se a desenhar figuras, paisagens, casarios, até descobrir na pintura a linguagem das cores, que se tornaria para o resto da vida a sua verdadeira liguagem. Porque ele é essencialemnte um pintor, quer pinte em tela, quer pinte em vidro. Já era um artista de renome no Brasil quando, em 1989, transferiu-se para a Itália, dando início a uma nova etapa de sua vida e de sua arte – uma espécie de reinvenção de si mesmo. O ambiente cultural e artistico europeu ofereceu-lhe novos conhecimentos e descobertas que resultariam em mudanças profundas em sua maneira de pintar e conceber a pintura. Abandonou a figura e, sob a influência do abstracionismo lírico italiano de Afro e Vedova, penetrou num novo universo pictórico. A linguagem não-figurativa de Pedrosa inscreve-se na melhor tradição dessa nova expressão, que não é apenas um modo abstrato de aludir à realidade figurativa e, sim, pelo contrário, uma maneira nova de fazer pintura, de inventá-la. De fato, uma descoberta da cor como cor e da forma como forma, ou seja, da pintura como linguagem autônoma geradora de novas imprevistas significaçôes. Suas telas, apartir de então, deixam de aludir à realidade figurativa do mundo para se tornarem, elas mesmas, a construção de um novo universo feito de manchas de cor, linhas de cor, planos de cor, que se justapõem ou se superpõem, que cochicham, cantam, murmuram, vibram, entre accordes e dissonâncias, como nas composições musicais. O domínio, pelo artista, desse idioma gráfico-cromático encontrou novas possibilidades de expressão tendo o vidro com suporte, mais expecificamente, nos vasos de cristais de Murano. O manuseio da aplicação das cores, ainda incandescentes, e com a rapidez que o novo material exige, fascinou e permitiu-lhe usar seu colorido e seu graifsmo de modo inovador e inusitado. Este novo caminho contribuiu para ampliar o interesse pela arte de Pedrosa, hoje um artista de aceitação mundial, que percebeu de imediato o potencial comunicativo dessa nova linguagem do artista e apostou nela. Mas nada disso sucedeu por acaso. Ao abandonar a pintura figurativa, Bruno Pedrosa deu livre curso à sua capacidade de lidar com o improviso e o rigor, com o previsível e o imprevissível. É desse jogo de contrários que nascem estas obras que a todos fascinam.
Fonte: São Mamede, texto de Ferreira Gullar. Consultado pela última vez em 17 de março de 2025.
Crédito fotográfico: Museu de Arte Contemporânea em Vidro de Alcorcón. Consultado pela última vez em 15 de março de 2025.