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Domenico Lazzarini

Domenico Lazzarini (Viareggio, Itália, 6 de abril de 1920 - Rio de Janeiro, RJ, 21 de março de 1987) foi um pintor, desenhista e professor ítalo-brasileiro.

Biografia

Domenico Lazzarini fazia valer o mantra de Picasso: "Todos os dias, assim que acordar, desenhe". Às 7h, portanto, já estava no ateliê: desenhos recém rabiscados em cima da mesa. Entendido da práxis artística, começou seus estudos na Itália, em Lucca e Florença, tendo como mestres Ottone Rosai (1895-1957) e Emilio Vedova (1919-2006). Já era consagrado quando chegou no Brasil, na década de 50. Por onde passou - de São Paulo (SP) a João Pessoa (PB), ajudou a fundar escolas e centros de exposição. Lazzarini, além de artista reconhecido, tinha vocação para professor. Aos seus alunos, ensinava além da técnica, a distinção entre arte e habilidade. Era, também, um mestre do improviso. Fabricava têmperas com cêras, ovos, óleos e solventes. Como tintas de qualidade eram difíceis na época, criava também tintas a óleo lavando guaches importadas.

Como professor, passou pela Escola de Belas Artes de Araraquara (São Paulo), pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e pelo Museu de Arte Moderna do Rio (MAM). Ainda ajudou a fundar a Escola de Belas Artes de Ribeirão Preto, além do primeiro espaço expositivo para arte moderna de João Pessoa: a Galeria de Arte Contemporânea do Departamento Cultural da UFPB.

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Biografia Itaú Cultural

Na década de 1940, estuda com Ottone Rosai (1895-1957) e Emilio Vedova (1919-2006), em Lucca e Florença, Itália. Apresenta trabalhos em mostras desse país, como a Exposição Nacional de Piza, em 1946, a Trienal de Milão e a Quadrienal de Roma, além de participar da 24ª Bienal de Veneza, em 1948. Transfere-se para o Brasil em 1950 e torna-se professor de pintura da Escola de Belas Artes de Araraquara, São Paulo. Em 1954, é um dos fundadores da Escola de Belas Artes de Ribeirão Preto. Dois anos depois, recebe prêmio aquisição na mostra Prêmio Leirner de Arte Contemporânea, em São Paulo. Muda-se para o Rio de Janeiro onde, em 1961, leciona técnica de pintura no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ), que o agracia ainda com o prêmio Formiplac. No Salão Nacional de Arte Moderna (SNAM), recebe isenção do júri em 1959 e prêmio aquisição em 1962. No mesmo ano, ganha medalha de prata no 11º Salão Paulista de Arte Moderna. Participa da Bienal Internacional de São Paulo em 1959 e 1961.

Análise

A produção de Domenico Lazzarini, durante a década de 1950, período em que chega ao Brasil, e início de 1960, demonstra uma aproximação tanto das poéticas do informal, no que concerne à importância do gesto, como de uma abstração mais construída. Esta última parece prevalecer, remetendo plasticamente à produção do pintor Antonio Bandeira (1922-1967), elaborada durante os mesmos anos.

Lazzarini cria estruturas sustentadas por linhas finas, delicadas, porém precisas, que se entrecruzam vertical e horizontalmente, traçadas em preto, quase como grades, e que acabam por delimitar áreas nesses entrecruzamentos - estas, às vezes, quase totalmente preenchidas por outras linhas. O gesto planejado não ultrapassa o suporte da tela. As áreas podem ganhar cor, entretanto os tons são rebaixados, resultando numa uniformidade da composição final. Chama atenção o caráter gráfico dessas pinturas e seu aspecto sóbrio. Por vezes, Lazzarini preenche uma ou outra área mínima com alguma cor mais vibrante, geralmente optando pelo vermelho, como em Cataguases (1959) e Abstrato (1961).

Uma solução gráfica próxima à das pinturas de Lazzarini, mais conhecidas, é também observável nos desenhos a nanquim que publicou no Suplemento Literário do jornal O Estado de S. Paulo, em 1962 e 1963. Nesses desenhos, há certa simplificação da composição e torna-se mais aparente a ilusão de volume; as linhas são de espessuras variadas e há ainda a presença de curvas, praticamente inexistentes nas pinturas. O artista parece resolver esses desenhos de maneira mais rápida, neles permitindo que o gesto guie mais a composição do que se permite fazer nas pinturas.

Após a fase abstrata, por volta de 1970, Lazzarini retoma a figuração trabalhando com paisagens. Estas remetem à vegetação européia, como em Ciprestes (s.d.), e ao trabalho de agricultores no campo, como em Colheita (s.d.). Nos anos seguintes, o artista seguirá produzindo paisagens com a mesma temática, porém optando por uma fatura que faz uso de tons suaves trabalhados por meio de manchas.

Exposições Individuais

1960 - São Paulo SP - Individual, na Galeria São Luís

1969 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Irlandini

1970 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Irlandini

1971 - São Paulo SP - Individual, na Galeria de Arte Internacional

1972 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Irlandini

1972 - Londrina PR - Individual, na Com-Tour Shopping Center

1973 - Curitiba PR - Individual, na Banco Cocional

1973 - Recife PE - Individual, na Galeria Vivenda

1974 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Irlandini

1975 - Salvador BA - Individual, na Pousada do Convento do Carmo

1976 - São Paulo SP - Individual, na Domus Galeria de Arte

1977 - São Paulo SP - Pinturas de Lazzarini, na Domus Galeria de Arte

1977 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Domus

1979 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria Ami

1979 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Lebreton

1979 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Borghese

1981 - Londrina PR - Individual, na Galeria Artenossa

1981 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Borghese

1982 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria Masson

1982 - Porto Alegre RS - Individual, na Símbolo Galeria de Arte

1983 - Vitória ES - Individual, no Vitória Palace Hotel

1984 - São Paulo SP - Individual, na Ranulpho Galeria de Arte

1984 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na MC Arte Plásticas

1984 - Recife PE - Individual, na Ranulpho Galeria de Arte

1985 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Maria Augusta Galeria de Arte

1985 - Salvador BA - Domenico Lazzarini: pinturas, na Época Galeria de Arte

Exposições Coletivas

1946 - Lucca (Itália) - Exposição de Lucca

1947 - Pisa (Itália) - Exposição Nacional de Pisa

1948 - Lido di Camaiore (Itália) - Participa de exposição recebendo o 1º prêmio

1948 - Milão (Itália) - Trienal de Milão

1948 - Roma (Itália) - Quadrienal de Roma

1948 - Veneza (Itália) - 24ª Bienal de Veneza

1958 - Rio de Janeiro RJ - Oito Artistas Contemporâneos, na Funarte. Galeria Macunaíma

1958 - Rio de Janeiro RJ - Salão Nacional de Arte Moderna

1959 - Rio de Janeiro RJ - Salão Nacional de Arte Moderna

1959 - São Paulo SP - 5ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho

1959 - São Paulo SP - Prêmio Leirner de Arte Contemporânea

1960 - Rio de Janeiro RJ - Salão Nacional de Arte Moderna

1961 - Rio de Janeiro RJ - 1ª O Rosto e a Obra, na Galeria Ibeu Copacabana

1961 - Rio de Janeiro RJ - Prêmio Formiplac, no MAMRJ

1961 - Rio de Janeiro RJ - Salão Nacional de Arte Moderna

1961 - São Paulo SP - 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho

1962 - Rio de Janeiro RJ - Salão Nacional de Arte Moderna - prêmio aquisição

1962 - São Paulo SP - 11º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - pequena medalha de prata

1962 - São Paulo SP - Seleção de Obras de Arte Brasileira da Coleção Ernesto Wolf , no MAM/SP

1965 - Europa - Arte Brasileira Atual

1966 - Lima (Peru) - Festival Americano de Pintura

1967 - Petrópolis RJ - 1º Salão Nacional de Pintura Jovem, no Hotel Quitandinha

1985 - São Paulo SP - 100 Obras Itaú, no Masp

1985 - São Paulo SP - As Mães e a Flor na Visão de 33 Pintores, na Ranulpho Galeria de Arte

1986 - Rio de Janeiro RJ - A Luz do Silêncio, no Centro Cultural Itaipava

Exposições Póstumas

1992 - Ribeirão Preto SP - Modernidade/Experimentalismo, na USP. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto

2003 - Rio de Janeiro RJ - Ordem x Liberdade, no MAM/RJ

DOMENICO Lazzarini. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2016. Disponível em: Itaú Cultural. Acesso em: 17 de Abr. 2016. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7

Domenico Lazzarini (Viareggio, Itália, 6 de abril de 1920 - Rio de Janeiro, RJ, 21 de março de 1987) foi um pintor, desenhista e professor ítalo-brasileiro.

Domenico Lazzarini

Domenico Lazzarini (Viareggio, Itália, 6 de abril de 1920 - Rio de Janeiro, RJ, 21 de março de 1987) foi um pintor, desenhista e professor ítalo-brasileiro.

Biografia

Domenico Lazzarini fazia valer o mantra de Picasso: "Todos os dias, assim que acordar, desenhe". Às 7h, portanto, já estava no ateliê: desenhos recém rabiscados em cima da mesa. Entendido da práxis artística, começou seus estudos na Itália, em Lucca e Florença, tendo como mestres Ottone Rosai (1895-1957) e Emilio Vedova (1919-2006). Já era consagrado quando chegou no Brasil, na década de 50. Por onde passou - de São Paulo (SP) a João Pessoa (PB), ajudou a fundar escolas e centros de exposição. Lazzarini, além de artista reconhecido, tinha vocação para professor. Aos seus alunos, ensinava além da técnica, a distinção entre arte e habilidade. Era, também, um mestre do improviso. Fabricava têmperas com cêras, ovos, óleos e solventes. Como tintas de qualidade eram difíceis na época, criava também tintas a óleo lavando guaches importadas.

Como professor, passou pela Escola de Belas Artes de Araraquara (São Paulo), pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e pelo Museu de Arte Moderna do Rio (MAM). Ainda ajudou a fundar a Escola de Belas Artes de Ribeirão Preto, além do primeiro espaço expositivo para arte moderna de João Pessoa: a Galeria de Arte Contemporânea do Departamento Cultural da UFPB.

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Biografia Itaú Cultural

Na década de 1940, estuda com Ottone Rosai (1895-1957) e Emilio Vedova (1919-2006), em Lucca e Florença, Itália. Apresenta trabalhos em mostras desse país, como a Exposição Nacional de Piza, em 1946, a Trienal de Milão e a Quadrienal de Roma, além de participar da 24ª Bienal de Veneza, em 1948. Transfere-se para o Brasil em 1950 e torna-se professor de pintura da Escola de Belas Artes de Araraquara, São Paulo. Em 1954, é um dos fundadores da Escola de Belas Artes de Ribeirão Preto. Dois anos depois, recebe prêmio aquisição na mostra Prêmio Leirner de Arte Contemporânea, em São Paulo. Muda-se para o Rio de Janeiro onde, em 1961, leciona técnica de pintura no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ), que o agracia ainda com o prêmio Formiplac. No Salão Nacional de Arte Moderna (SNAM), recebe isenção do júri em 1959 e prêmio aquisição em 1962. No mesmo ano, ganha medalha de prata no 11º Salão Paulista de Arte Moderna. Participa da Bienal Internacional de São Paulo em 1959 e 1961.

Análise

A produção de Domenico Lazzarini, durante a década de 1950, período em que chega ao Brasil, e início de 1960, demonstra uma aproximação tanto das poéticas do informal, no que concerne à importância do gesto, como de uma abstração mais construída. Esta última parece prevalecer, remetendo plasticamente à produção do pintor Antonio Bandeira (1922-1967), elaborada durante os mesmos anos.

Lazzarini cria estruturas sustentadas por linhas finas, delicadas, porém precisas, que se entrecruzam vertical e horizontalmente, traçadas em preto, quase como grades, e que acabam por delimitar áreas nesses entrecruzamentos - estas, às vezes, quase totalmente preenchidas por outras linhas. O gesto planejado não ultrapassa o suporte da tela. As áreas podem ganhar cor, entretanto os tons são rebaixados, resultando numa uniformidade da composição final. Chama atenção o caráter gráfico dessas pinturas e seu aspecto sóbrio. Por vezes, Lazzarini preenche uma ou outra área mínima com alguma cor mais vibrante, geralmente optando pelo vermelho, como em Cataguases (1959) e Abstrato (1961).

Uma solução gráfica próxima à das pinturas de Lazzarini, mais conhecidas, é também observável nos desenhos a nanquim que publicou no Suplemento Literário do jornal O Estado de S. Paulo, em 1962 e 1963. Nesses desenhos, há certa simplificação da composição e torna-se mais aparente a ilusão de volume; as linhas são de espessuras variadas e há ainda a presença de curvas, praticamente inexistentes nas pinturas. O artista parece resolver esses desenhos de maneira mais rápida, neles permitindo que o gesto guie mais a composição do que se permite fazer nas pinturas.

Após a fase abstrata, por volta de 1970, Lazzarini retoma a figuração trabalhando com paisagens. Estas remetem à vegetação européia, como em Ciprestes (s.d.), e ao trabalho de agricultores no campo, como em Colheita (s.d.). Nos anos seguintes, o artista seguirá produzindo paisagens com a mesma temática, porém optando por uma fatura que faz uso de tons suaves trabalhados por meio de manchas.

Exposições Individuais

1960 - São Paulo SP - Individual, na Galeria São Luís

1969 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Irlandini

1970 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Irlandini

1971 - São Paulo SP - Individual, na Galeria de Arte Internacional

1972 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Irlandini

1972 - Londrina PR - Individual, na Com-Tour Shopping Center

1973 - Curitiba PR - Individual, na Banco Cocional

1973 - Recife PE - Individual, na Galeria Vivenda

1974 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Irlandini

1975 - Salvador BA - Individual, na Pousada do Convento do Carmo

1976 - São Paulo SP - Individual, na Domus Galeria de Arte

1977 - São Paulo SP - Pinturas de Lazzarini, na Domus Galeria de Arte

1977 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Domus

1979 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria Ami

1979 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Lebreton

1979 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Borghese

1981 - Londrina PR - Individual, na Galeria Artenossa

1981 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Borghese

1982 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria Masson

1982 - Porto Alegre RS - Individual, na Símbolo Galeria de Arte

1983 - Vitória ES - Individual, no Vitória Palace Hotel

1984 - São Paulo SP - Individual, na Ranulpho Galeria de Arte

1984 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na MC Arte Plásticas

1984 - Recife PE - Individual, na Ranulpho Galeria de Arte

1985 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Maria Augusta Galeria de Arte

1985 - Salvador BA - Domenico Lazzarini: pinturas, na Época Galeria de Arte

Exposições Coletivas

1946 - Lucca (Itália) - Exposição de Lucca

1947 - Pisa (Itália) - Exposição Nacional de Pisa

1948 - Lido di Camaiore (Itália) - Participa de exposição recebendo o 1º prêmio

1948 - Milão (Itália) - Trienal de Milão

1948 - Roma (Itália) - Quadrienal de Roma

1948 - Veneza (Itália) - 24ª Bienal de Veneza

1958 - Rio de Janeiro RJ - Oito Artistas Contemporâneos, na Funarte. Galeria Macunaíma

1958 - Rio de Janeiro RJ - Salão Nacional de Arte Moderna

1959 - Rio de Janeiro RJ - Salão Nacional de Arte Moderna

1959 - São Paulo SP - 5ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho

1959 - São Paulo SP - Prêmio Leirner de Arte Contemporânea

1960 - Rio de Janeiro RJ - Salão Nacional de Arte Moderna

1961 - Rio de Janeiro RJ - 1ª O Rosto e a Obra, na Galeria Ibeu Copacabana

1961 - Rio de Janeiro RJ - Prêmio Formiplac, no MAMRJ

1961 - Rio de Janeiro RJ - Salão Nacional de Arte Moderna

1961 - São Paulo SP - 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho

1962 - Rio de Janeiro RJ - Salão Nacional de Arte Moderna - prêmio aquisição

1962 - São Paulo SP - 11º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - pequena medalha de prata

1962 - São Paulo SP - Seleção de Obras de Arte Brasileira da Coleção Ernesto Wolf , no MAM/SP

1965 - Europa - Arte Brasileira Atual

1966 - Lima (Peru) - Festival Americano de Pintura

1967 - Petrópolis RJ - 1º Salão Nacional de Pintura Jovem, no Hotel Quitandinha

1985 - São Paulo SP - 100 Obras Itaú, no Masp

1985 - São Paulo SP - As Mães e a Flor na Visão de 33 Pintores, na Ranulpho Galeria de Arte

1986 - Rio de Janeiro RJ - A Luz do Silêncio, no Centro Cultural Itaipava

Exposições Póstumas

1992 - Ribeirão Preto SP - Modernidade/Experimentalismo, na USP. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto

2003 - Rio de Janeiro RJ - Ordem x Liberdade, no MAM/RJ

DOMENICO Lazzarini. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2016. Disponível em: Itaú Cultural. Acesso em: 17 de Abr. 2016. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7

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