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Flávio Marinho Rego

Flávio Marinho Rego (Recife, Pernambuco, 1925 — 2001), foi um pintor e arquiteto brasileiro. Conhecido por sua contribuição à arquitetura modernista brasileira e sua obra artística, Flávio era formado pela Faculdade Nacional de Arquitetura do Rio de Janeiro e trabalhou com figuras ilustres como Oscar Niemeyer e Afonso Eduardo Reidy, participando de projetos emblemáticos, como o aterro do Flamengo e o "Monumento aos Mortos da 2ª Guerra". Além disso, lecionou na UFRJ e Universidade Santa Úrsula, influenciando gerações de arquitetos. Suas obras refletiam sua formação em arquitetura, utilizando diversos suportes e técnicas, como tela e madeira prensada. Pintava telas sempre retratando cidades, seus elementos e recortes. Este referencial temático, se estendeu ao longo de 50 anos de produção artística e foi sua motivação numa busca ininterrupta por toda sua vida.

Flavio Marinho Rego | Arremate

Flávio Marinho Rego (1925-2001) foi um arquiteto e pintor pernambucano, natural de Recife, cuja carreira deixou um legado significativo tanto na arquitetura quanto nas artes plásticas brasileiras. Formou-se pela Faculdade Nacional de Arquitetura da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro, em 1950, e foi influenciado pelo modernismo de Le Corbusier. Durante sua trajetória, colaborou com ícones como Oscar Niemeyer, Afonso Eduardo Reidy e Jorge Machado Moreira, participando de importantes projetos urbanísticos como o aterro do Flamengo e o "Monumento aos Mortos da 2ª Guerra" no Rio de Janeiro. Também trabalhou no Campus Maracanã da UERJ, um projeto exposto na Bienal de São Paulo.Após um período de estudos na Europa, com o apoio do governo francês, Rego enriqueceu sua formação com cursos de história da arte na École du Louvre e pintura na École D'Art de Gino Severini, em Paris. Ao longo de sua carreira, destacou-se também como professor, atuando na UFRJ e na Universidade Santa Úrsula, onde foi professor fundador. Seu trabalho foi amplamente publicado e reconhecido, especialmente por sua contribuição à urbanização e reestruturação de espaços públicos importantes, como a remodelação da Praça XV, no Rio de Janeiro. Como arquiteto, Rego trouxe uma abordagem funcionalista, sempre dialogando com as necessidades urbanísticas e culturais do Brasil. Nos anos 1980, após uma longa dedicação à arquitetura, Rego retomou suas atividades como artista plástico, desenvolvendo uma vasta coleção de obras. Sua produção artística foi marcada pela alternância entre o geométrico e o figurativo, com especial destaque para a série "Memória Urbana" e a fase "Imaginária Digital", onde utilizou técnicas de pintura digital para criar novas perspectivas das paisagens urbanas. Sua obra foi profundamente influenciada por sua formação como arquiteto, e ele explorou uma diversidade de materiais e suportes, como tela, papel e madeira prensada. 

Trecho do Material "A arquitetura do Grupo Paraná: 1957 – 1980" | Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

O arquiteto e artista plástico Flávio Marinho Rego (1925-2001) que, embora nascido em Pernambuco, há muitos anos morava e trabalhava no Rio de Janeiro. Em sua carreira, além de seus próprios projetos, Flávio havia contribuidos com arquitetos de renome nacional, entre eles Oscar Niemeyer, Affonso Eduardo Reidy e Marcos Konder Netto. Na entrevista com Flávio Marinho Rego, os entrevistadores Sergio Ferraz Magalhães e Cláudio Cavalcanti fazem as seguintes indagações sobre as tendências apresentadas pela arquitetura paulista:

[S.F.M] Como você colocaria duas propostas de arquitetura bem identificadas: primeiro, a do Artigas, em São Paulo; e segundo a do Grupo Paraná, traduzidas através dos edifícios da Petrobrás e do BNDE?

[F.M.R] Eu acho a arquitetura do Artigas e do Grupo Paraná muito parecidas. E o que se chama de arquitetura da vontade. É um grupo se unir, se sentir forte como grupo e, por vontade, impor uma determinada forma que não é uma forma espontânea, não é uma forma nossa, da necessidade local. [...] não é uma arquitetura que nasça de dentro da problemática da evolução natural da utilização da tecnologia, [...] É uma arquitetura imposta, uma arquitetura secundária.

[C.C] Então, não escapa nada, porque não há nada mais autoritário que Brasília também.

[F.M.R] Mas Brasília é diferente. Brasília [...] não é imposta. Ela surgiu de uma influência externa, de um talento plástico, de um certo romantismo brasileiro e tem incipiência natural de subdesenvolvimento. A outra é uma arquitetura imposta. [...] a gente vê e diz: ela é exceção dentro de uma linha cultural, dentro de uma linha tecnológica, dentro de uma linha de estudos de programas, mas ela existe e está ali. Foi um artificio de racionalismo sucessivos e somados. [...] Nada disso tem uma coerência de intenção. Nada disso representou um amadurecimento cultural dentro do processo. É uma arquitetura de afirmação pessoal. Não é somatório de cultura. 

Fonte: Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS. Consultado pela última vez em 4 de setembro de 2024.

Crédito fotográfico: Imagem extraída de video do Youtube. Consultado pela última vez em 4 de setembro de 2024.

Flávio Marinho Rego (Recife, Pernambuco, 1925 — 2001), foi um pintor e arquiteto brasileiro. Conhecido por sua contribuição à arquitetura modernista brasileira e sua obra artística, Flávio era formado pela Faculdade Nacional de Arquitetura do Rio de Janeiro e trabalhou com figuras ilustres como Oscar Niemeyer e Afonso Eduardo Reidy, participando de projetos emblemáticos, como o aterro do Flamengo e o "Monumento aos Mortos da 2ª Guerra". Além disso, lecionou na UFRJ e Universidade Santa Úrsula, influenciando gerações de arquitetos. Suas obras refletiam sua formação em arquitetura, utilizando diversos suportes e técnicas, como tela e madeira prensada. Pintava telas sempre retratando cidades, seus elementos e recortes. Este referencial temático, se estendeu ao longo de 50 anos de produção artística e foi sua motivação numa busca ininterrupta por toda sua vida.

Flávio Marinho Rego

Flávio Marinho Rego (Recife, Pernambuco, 1925 — 2001), foi um pintor e arquiteto brasileiro. Conhecido por sua contribuição à arquitetura modernista brasileira e sua obra artística, Flávio era formado pela Faculdade Nacional de Arquitetura do Rio de Janeiro e trabalhou com figuras ilustres como Oscar Niemeyer e Afonso Eduardo Reidy, participando de projetos emblemáticos, como o aterro do Flamengo e o "Monumento aos Mortos da 2ª Guerra". Além disso, lecionou na UFRJ e Universidade Santa Úrsula, influenciando gerações de arquitetos. Suas obras refletiam sua formação em arquitetura, utilizando diversos suportes e técnicas, como tela e madeira prensada. Pintava telas sempre retratando cidades, seus elementos e recortes. Este referencial temático, se estendeu ao longo de 50 anos de produção artística e foi sua motivação numa busca ininterrupta por toda sua vida.

Videos

Flávio Marinho Rego, pintor e arquiteto sobre seu trabalho | 2019

Flavio Marinho Rego Programa do Jô, parte 1 | 2007

Flavio Marinho Rego Programa do Jô, parte 2 | 2007

Flavio Marinho Rego | Arremate

Flávio Marinho Rego (1925-2001) foi um arquiteto e pintor pernambucano, natural de Recife, cuja carreira deixou um legado significativo tanto na arquitetura quanto nas artes plásticas brasileiras. Formou-se pela Faculdade Nacional de Arquitetura da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro, em 1950, e foi influenciado pelo modernismo de Le Corbusier. Durante sua trajetória, colaborou com ícones como Oscar Niemeyer, Afonso Eduardo Reidy e Jorge Machado Moreira, participando de importantes projetos urbanísticos como o aterro do Flamengo e o "Monumento aos Mortos da 2ª Guerra" no Rio de Janeiro. Também trabalhou no Campus Maracanã da UERJ, um projeto exposto na Bienal de São Paulo.Após um período de estudos na Europa, com o apoio do governo francês, Rego enriqueceu sua formação com cursos de história da arte na École du Louvre e pintura na École D'Art de Gino Severini, em Paris. Ao longo de sua carreira, destacou-se também como professor, atuando na UFRJ e na Universidade Santa Úrsula, onde foi professor fundador. Seu trabalho foi amplamente publicado e reconhecido, especialmente por sua contribuição à urbanização e reestruturação de espaços públicos importantes, como a remodelação da Praça XV, no Rio de Janeiro. Como arquiteto, Rego trouxe uma abordagem funcionalista, sempre dialogando com as necessidades urbanísticas e culturais do Brasil. Nos anos 1980, após uma longa dedicação à arquitetura, Rego retomou suas atividades como artista plástico, desenvolvendo uma vasta coleção de obras. Sua produção artística foi marcada pela alternância entre o geométrico e o figurativo, com especial destaque para a série "Memória Urbana" e a fase "Imaginária Digital", onde utilizou técnicas de pintura digital para criar novas perspectivas das paisagens urbanas. Sua obra foi profundamente influenciada por sua formação como arquiteto, e ele explorou uma diversidade de materiais e suportes, como tela, papel e madeira prensada. 

Trecho do Material "A arquitetura do Grupo Paraná: 1957 – 1980" | Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

O arquiteto e artista plástico Flávio Marinho Rego (1925-2001) que, embora nascido em Pernambuco, há muitos anos morava e trabalhava no Rio de Janeiro. Em sua carreira, além de seus próprios projetos, Flávio havia contribuidos com arquitetos de renome nacional, entre eles Oscar Niemeyer, Affonso Eduardo Reidy e Marcos Konder Netto. Na entrevista com Flávio Marinho Rego, os entrevistadores Sergio Ferraz Magalhães e Cláudio Cavalcanti fazem as seguintes indagações sobre as tendências apresentadas pela arquitetura paulista:

[S.F.M] Como você colocaria duas propostas de arquitetura bem identificadas: primeiro, a do Artigas, em São Paulo; e segundo a do Grupo Paraná, traduzidas através dos edifícios da Petrobrás e do BNDE?

[F.M.R] Eu acho a arquitetura do Artigas e do Grupo Paraná muito parecidas. E o que se chama de arquitetura da vontade. É um grupo se unir, se sentir forte como grupo e, por vontade, impor uma determinada forma que não é uma forma espontânea, não é uma forma nossa, da necessidade local. [...] não é uma arquitetura que nasça de dentro da problemática da evolução natural da utilização da tecnologia, [...] É uma arquitetura imposta, uma arquitetura secundária.

[C.C] Então, não escapa nada, porque não há nada mais autoritário que Brasília também.

[F.M.R] Mas Brasília é diferente. Brasília [...] não é imposta. Ela surgiu de uma influência externa, de um talento plástico, de um certo romantismo brasileiro e tem incipiência natural de subdesenvolvimento. A outra é uma arquitetura imposta. [...] a gente vê e diz: ela é exceção dentro de uma linha cultural, dentro de uma linha tecnológica, dentro de uma linha de estudos de programas, mas ela existe e está ali. Foi um artificio de racionalismo sucessivos e somados. [...] Nada disso tem uma coerência de intenção. Nada disso representou um amadurecimento cultural dentro do processo. É uma arquitetura de afirmação pessoal. Não é somatório de cultura. 

Fonte: Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS. Consultado pela última vez em 4 de setembro de 2024.

Crédito fotográfico: Imagem extraída de video do Youtube. Consultado pela última vez em 4 de setembro de 2024.

Arremate Arte
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