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Friedrich Hagedorn

Friedrich Hagedorn (Alemanha, 1814 — Rio de Janeiro, 1889), foi um pintor, aquarelista e gravurista alemão. Foi um artista da corte de Lisboa, entre 1844 a 1847. Chegou ao Rio de Janeiro por volta de 1850 e, em 1854, possui ateliê fixo na cidade, anunciado algumas vezes no Almanaque Laemmert. Suas obras são de caráter documental, percorreu as cidades de Teresópolis, Petrópolis, Niterói e a baixada Fluminense, no estado do Rio de Janeiro, além das províncias de Minas Gerais, Bahia e Pernambuco, representando as paisagens desses locais. Algumas de suas obras podem ser visitadas na Biblioteca Nacional de Portugal. Hagerdon permaneceu em solo brasileiro por 20 anos, dos quais participou da 13ª Exposição Geral de Belas Artes, em 1859; da 14ª Exposição Geral de Belas Artes, em 1960 e da Exposição de História do Brasil, em 1881.

Biografia - Itaú Cultural

Friedrich Hagedorn (Alemanha, 1814 - Rio de Janeiro, 1889). Pintor, aquarelista e gravurista. Encontra-se no Rio de Janeiro por volta de 1850. Em 1854, possui ateliê fixo na cidade, anunciado algumas vezes no Almanaque Laemmert. Realiza um grande panorama da cidade, tomado do Morro da Conceição e edita-o em litogravura. A bibliografia a respeito do artista indica que percorre as cidades de Teresópolis, Petrópolis, Niterói e a baixada Fluminense, no estado do Rio de Janeiro, além das províncias de Minas Gerais, Bahia e Pernambuco, representando as paisagens desses locais.

Parece ter visitado o Maranhão, como sugerem três litografias pertencentes ao acervo da Biblioteca Nacional de Portugal. Em 1855, executa o grande panorama do Recife, formado por três partes distintas, e logo em seguida litografadas. Apresenta trabalhos na Exposição Geral de Belas Artes de 1859 e de 1862.

Entre o fim da década de 1850 e o início de 1880, produz dezenas de vistas e panoramas em guache, têmpera, aquarela e, em quantidade bem menor, óleo. Poucos são os artistas da época que produzem tanto e têm suas imagens tão difundidas no Brasil e no exterior. Hagedorn percebe o potencial de mercado na venda de imagens da paisagem brasileira e dedica-se a essa produção.

Esse direcionamento artístico comercial pode ser responsável pela crítica aos seus trabalhos feita por historiadores e especialistas. Também, no entanto, permite a ampla circulação de sua produção em comparação a de outros artistas do período.

Muitos de seus trabalhos, também transformados em gravuras ou litografias, são editados pela Litografia Lemercier, em Paris. Pelo menos um, o panorama Rio de Janeiro – A Entrada da Barra (Babilônia), é editado por George Leuzinger (1813-1892). Tem pinturas e reproduções apresentadas na Exposição de História do Brasil, em 1881. Suas obras estão presentes em diversos museus no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa.

Exposições Coletivas

1859 - 13ª Exposição Geral de Belas Artes

1960 - 14ª Exposição Geral de Belas Artes

1881 - Exposição de História do Brasil

Exposições Póstumas

1980 - Pedro e Amélia

1984 - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras

1989 - Pintura Brasil Século XIX: obras do acervo Banco Itaú

1989 - O Rio de Janeiro de Machado de Assis

1989 - Pintores Alemães no Brasil durante o Século XIX

1992 - Brasilien: entdeckung und selbstentdeckung

1994 - Pinturas Importantes: brasileiras e estrangeiras: séculos XV a XX

1994 - O Brasil dos Viajantes

1995 - O Brasil dos Viajantes

1998 - Brasil Século XIX: uma exuberante natureza

1999 - O Brasil Redescoberto

2000 - Visões do Rio na Coleção Geyer

2001 - Aquarela Brasileira

2009 - Paisagem e Panoramas

2010 - Coleção Brasiliana Itaú

2010 - Coleção Brasiliana Itaú

2011 - Coleção Brasiliana Itaú

2011 - Coleção Brasiliana Itaú

2013 - Rio de Imagens: uma paisagem em construção

s.d - Oitocentos Brasileiro

Fonte: HAGEDORN. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2022. Acesso em: 14 de dezembro de 2022. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7

---

Biografia - Wikipédia

Depois de ter sido pintor da corte em Lisboa (entre 1844 e 1847), fixou-se no Rio de Janeiro em 1850, integrando um grupo de artistas alemães que vieram documentar a paisagem e os costumes nacionais, viajando ainda por São Paulo, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais e Maranhão. Participou das Exposições Gerais de Belas-Artes, entre 1859 e 1860, e apesar de ter permanecido no Brasil por vinte anos e ter encontrado um bom mercado para sua produção, sua presença parece ter sido pouco notada pelos círculos oficiais e pelos críticos de arte da época.

Trabalhou em especial com a aquarela e a têmpera, e alguns de seus panoramas foram divulgados através de cromolitografias. Sua obra está preservada principalmente na The Hispanic Society of America, em Nova Iorque, na Biblioteca Nacional, no Museu do Estado de Pernambuco, bem como em coleções particulares.

Fonte: Wikipédia. Consultado pela última vez em 14 de dezembro de 2022.

Crédito fotográfico: Brasiliana Iconográfica. Consultado pela última vez em 14 de dezembro de 2022.

Friedrich Hagedorn (Alemanha, 1814 — Rio de Janeiro, 1889), foi um pintor, aquarelista e gravurista alemão. Foi um artista da corte de Lisboa, entre 1844 a 1847. Chegou ao Rio de Janeiro por volta de 1850 e, em 1854, possui ateliê fixo na cidade, anunciado algumas vezes no Almanaque Laemmert. Suas obras são de caráter documental, percorreu as cidades de Teresópolis, Petrópolis, Niterói e a baixada Fluminense, no estado do Rio de Janeiro, além das províncias de Minas Gerais, Bahia e Pernambuco, representando as paisagens desses locais. Algumas de suas obras podem ser visitadas na Biblioteca Nacional de Portugal. Hagerdon permaneceu em solo brasileiro por 20 anos, dos quais participou da 13ª Exposição Geral de Belas Artes, em 1859; da 14ª Exposição Geral de Belas Artes, em 1960 e da Exposição de História do Brasil, em 1881.

Friedrich Hagedorn

Friedrich Hagedorn (Alemanha, 1814 — Rio de Janeiro, 1889), foi um pintor, aquarelista e gravurista alemão. Foi um artista da corte de Lisboa, entre 1844 a 1847. Chegou ao Rio de Janeiro por volta de 1850 e, em 1854, possui ateliê fixo na cidade, anunciado algumas vezes no Almanaque Laemmert. Suas obras são de caráter documental, percorreu as cidades de Teresópolis, Petrópolis, Niterói e a baixada Fluminense, no estado do Rio de Janeiro, além das províncias de Minas Gerais, Bahia e Pernambuco, representando as paisagens desses locais. Algumas de suas obras podem ser visitadas na Biblioteca Nacional de Portugal. Hagerdon permaneceu em solo brasileiro por 20 anos, dos quais participou da 13ª Exposição Geral de Belas Artes, em 1859; da 14ª Exposição Geral de Belas Artes, em 1960 e da Exposição de História do Brasil, em 1881.

Biografia - Itaú Cultural

Friedrich Hagedorn (Alemanha, 1814 - Rio de Janeiro, 1889). Pintor, aquarelista e gravurista. Encontra-se no Rio de Janeiro por volta de 1850. Em 1854, possui ateliê fixo na cidade, anunciado algumas vezes no Almanaque Laemmert. Realiza um grande panorama da cidade, tomado do Morro da Conceição e edita-o em litogravura. A bibliografia a respeito do artista indica que percorre as cidades de Teresópolis, Petrópolis, Niterói e a baixada Fluminense, no estado do Rio de Janeiro, além das províncias de Minas Gerais, Bahia e Pernambuco, representando as paisagens desses locais.

Parece ter visitado o Maranhão, como sugerem três litografias pertencentes ao acervo da Biblioteca Nacional de Portugal. Em 1855, executa o grande panorama do Recife, formado por três partes distintas, e logo em seguida litografadas. Apresenta trabalhos na Exposição Geral de Belas Artes de 1859 e de 1862.

Entre o fim da década de 1850 e o início de 1880, produz dezenas de vistas e panoramas em guache, têmpera, aquarela e, em quantidade bem menor, óleo. Poucos são os artistas da época que produzem tanto e têm suas imagens tão difundidas no Brasil e no exterior. Hagedorn percebe o potencial de mercado na venda de imagens da paisagem brasileira e dedica-se a essa produção.

Esse direcionamento artístico comercial pode ser responsável pela crítica aos seus trabalhos feita por historiadores e especialistas. Também, no entanto, permite a ampla circulação de sua produção em comparação a de outros artistas do período.

Muitos de seus trabalhos, também transformados em gravuras ou litografias, são editados pela Litografia Lemercier, em Paris. Pelo menos um, o panorama Rio de Janeiro – A Entrada da Barra (Babilônia), é editado por George Leuzinger (1813-1892). Tem pinturas e reproduções apresentadas na Exposição de História do Brasil, em 1881. Suas obras estão presentes em diversos museus no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa.

Exposições Coletivas

1859 - 13ª Exposição Geral de Belas Artes

1960 - 14ª Exposição Geral de Belas Artes

1881 - Exposição de História do Brasil

Exposições Póstumas

1980 - Pedro e Amélia

1984 - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras

1989 - Pintura Brasil Século XIX: obras do acervo Banco Itaú

1989 - O Rio de Janeiro de Machado de Assis

1989 - Pintores Alemães no Brasil durante o Século XIX

1992 - Brasilien: entdeckung und selbstentdeckung

1994 - Pinturas Importantes: brasileiras e estrangeiras: séculos XV a XX

1994 - O Brasil dos Viajantes

1995 - O Brasil dos Viajantes

1998 - Brasil Século XIX: uma exuberante natureza

1999 - O Brasil Redescoberto

2000 - Visões do Rio na Coleção Geyer

2001 - Aquarela Brasileira

2009 - Paisagem e Panoramas

2010 - Coleção Brasiliana Itaú

2010 - Coleção Brasiliana Itaú

2011 - Coleção Brasiliana Itaú

2011 - Coleção Brasiliana Itaú

2013 - Rio de Imagens: uma paisagem em construção

s.d - Oitocentos Brasileiro

Fonte: HAGEDORN. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2022. Acesso em: 14 de dezembro de 2022. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7

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Biografia - Wikipédia

Depois de ter sido pintor da corte em Lisboa (entre 1844 e 1847), fixou-se no Rio de Janeiro em 1850, integrando um grupo de artistas alemães que vieram documentar a paisagem e os costumes nacionais, viajando ainda por São Paulo, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais e Maranhão. Participou das Exposições Gerais de Belas-Artes, entre 1859 e 1860, e apesar de ter permanecido no Brasil por vinte anos e ter encontrado um bom mercado para sua produção, sua presença parece ter sido pouco notada pelos círculos oficiais e pelos críticos de arte da época.

Trabalhou em especial com a aquarela e a têmpera, e alguns de seus panoramas foram divulgados através de cromolitografias. Sua obra está preservada principalmente na The Hispanic Society of America, em Nova Iorque, na Biblioteca Nacional, no Museu do Estado de Pernambuco, bem como em coleções particulares.

Fonte: Wikipédia. Consultado pela última vez em 14 de dezembro de 2022.

Crédito fotográfico: Brasiliana Iconográfica. Consultado pela última vez em 14 de dezembro de 2022.

Arremate Arte
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