Silvio Frank Oppenheim (São Paulo, SP, 18 de julho de 1941 — São Paulo, SP, 03 de abril de 2012), mais conhecido como Silvio Oppenheim, foi um arquiteto, cenógrafo, desenhista, gravador e pintor brasileiro. Alfabetizado em inglês, Silvio aprendeu técnicas de pintura e desenho ainda no colegial, período onde produziu obras precoces, inclusive um grande painel para o jardim da infância do colégio. Nesta época, foi homenageado com bolsas de estudos, graças a prêmios conferidos aos alunos talentosos. Foi durante o curso na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo que Oppenheim sofreu um grande amadurecimento criativo e, incentivado por uma série de mestres e colegas, desenvolveu novas técnicas de desenho e pintura. Anos mais tarde, lecionou arquitetura de interiores, na Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie. Seu trabalho possui estilo próprio com traço perfeito e requintado, resultado de um apurado senso de observação do cotidiano. Oppenheim é, acima de tudo, um colorista, utilizando-se de cores puras, tons fortes e inúmeras e minimalistas formas geométricas irregulares. Aparentemente geométrica, sua obra revela na verdade uma rebeldia à construção regular. Entre as exposições que realizou destacam-se a 9ª Bienal de São Paulo, em 1967, a da Galeria Abreu, em Nova York (EUA), em 1980, e a “Artistas Arquitetos”, no Museu de Arte de São Paulo, em 1991.
Biografia – Itaú Cultural
1941-1951- Nasce em São Paulo, filho de Annelise e Franz Oppenheim, imigrantes alemães judeus, que chegaram em São Paulo em 1934. Estudou na São Paulo Graded School, onde foi alfabetizado em inglês e iniciou os estudos musicais com professores particulares. Com os pais mora na Vila Mariana, em um ambiente cultural de origem européia.
1951-1959 - Estuda no Colégio Dante Alighieri. Incentivado e orientado pela professora da disciplina de desenho Germana de Angelis, é encaminhado para o ateliê do pintor Vicente Mecozzi, no Bairro da Aclimação, onde aprende e usa as primeiras técnicas de desenho e pintura. Produz, durante os anos do colégio, obras precoces, inclusive um grande painel para o jardim da infância do colégio. É homenageado com bolsas de estudos, graças a prêmios conferidos aos alunos talentosos.
1959 - Muda-se com a família, para um apartamento no Jardim Paulista. Ingressou na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), na época situada na Rua Maranhão, em Higienópolis. O ambiente cultural da faculdade provoca substancial amadurecimento criativo e, incentivado por uma série de mestres e colegas, Flávio Motta, Renina Katz e Julio Katinsky, desenvolve novas técnicas de desenho e pintura.
1961 - Ano dedicado ao aprendizado de xilogravura, quando passa a freqüentar o ateliê do artista Savério Castellano. Freqüenta os cursos de desenho e gravura em metal da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), ministrados por artistas plásticos reconhecidos. Faz sua primeira exposição de desenhos no Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-SP) e recebe elogios de Lourival Gomes Machado, então diretor da FAU-SP. Organiza, no ambiente da faculdade, um ateliê de pintura e, simultaneamente, realiza trabalhos gráficos, ilustrações e cenografias.
1963 - Viaja pela primeira vez para a Europa
1965 - Forma-se arquiteto
Início de estágio no escritório de arquitetura Croce-Aflalo e Gasperini. Logo em seguida é indicado para trabalhar com o arquiteto Jacob M. Ruchti, que o influencia muito e lhe propões novas diretrizes artísticas. Graças a seu apoio, são desenvolvidos trabalhos como painéis, pinturas e colagens, que complementam ambientes projetados para diversas instituições e residências.
1968 - 1969 - Obtém uma bolsa de estudos do governo alemão (DAAD) para a Technisce Universitat (TU), em Berlim Ocidental. São efetuados contatos com os arquitetos e artistas plásticos alemães, contribuindo para o amadurecimento profissional e artístico.
1970 - Retorna ao Brasil e inicia suas atividades profissionais. Abre escritório próprio de arquitetura e ateliê em São Paulo. Associa-se ao arquiteto e marchand César Luiz Pires de Mello, desenvolvendo trabalhos em conjunto. Participa das atividades da Galeria Cosme Velho e, com apoio de César Luiz, integra o acervo da galeria, participando de exposições.
1975-1979 - Assume como professor, na cadeira de arquitetura de interiores, na Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie.
1979 - Inicia seu trabalho como gravador, produzindo serigrafias e litografias.
1970-1988 - Expõe regularmente suas obras em diversas galerias, individualmente e em mostras coletivas, em São Paulo, outros estados do Brasil e no exterior.
Desenvolve trabalhos de arquitetura, com projetos de residências, escritórios e lojas.
Constrói residência própria no Guarujá /SP.
1988-2002 - Muda-se para rua Bastos Pereira, onde mantém seu novo escritório e ateliê, e produz intensamente como arquiteto e como artista plástico.
2004 - É editado e lançado um livro sobre sua arte pelo Banco Santos.
Exposições Coletivas
1963 - 7ª Bienal Internacional de São Paulo
1964 - Galeria São Luiz, São Paulo 1965 - Galeria Mobilínea, São Paulo - Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre VIII Bienal, São Paulo
1965 - 5 Pintores de Vanguarda
1965 - 8ª Bienal Internacional de São Paulo
1965 - Propostas 65
1967 - 9ª Bienal Internacional de São Paulo
1969 - 10ª Bienal Internacional de São Paulo
1970 - 2º Panorama de Arte Atual Brasileira
1971 - 3º Panorama de Arte Atual Brasileira
1973 - 5º Panorama de Arte Atual Brasileira
1973 - Arquitetos Pintores
1973 - Arquitetos Pintores
1974 - 6º Panorama de Arte Atual Brasileira
1976 - 8º Panorama de Arte Atual Brasileira
1977 - 4º Salão de Artes Visuais da UFRGS
1979 - 11º Panorama de Arte Atual Brasileira
1981 - Arquitetos/Artistas Plásticos
1984 - 4º Salão Brasileiro de Arte
1985 - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1985 - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1985 - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1985 - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1985 - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1987 - 20ª Chapel Art Show
1988 - 21ª Chapel Art Show
1990 - Art Impressions: unique paintings and sculpture
1990 - Figurativismo/Abstracionismo: o vermelho na pintura brasileira
1990 - Figurativismo/Abstracionismo: o vermelho na pintura brasileira
1991 - Figurativismo/Abstracionismo: o vermelho na pintura brasileira
1991 - Artistas Arquitetos
1993 - Figurativismo/Abstracionismo: o vermelho na pintura brasileira
1999 - Mostra Rio Gravura. São Paulo: gravura hoje
2010 - 41º Chapel Art Show
Exposições Individuais
1980 - Individual de Silvio Oppenheim
1989 - Silvio Oppenheim (1989 : São Paulo, SP)
1989 - Individual de Silvio Oppenheim
Fonte: SILVIO Oppenheim. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2022. Acesso em: 14 de outubro de 2022. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7
---
Exposição de Silvio Oppenheim reúne grandes nomes, na Pinacoteca | Redesenhando
O artista dispensa apresentações, o curador da mostra é ninguém menos que Neno Ramos e a seleção de obras que vêm para Santos faz parte da coleção de Carlos Von Schimidt, um dos mais respeitados críticos brasileiros.
A nova exposição da Pinacoteca Benedicto Calixto apresenta fragmentos da obra de Silvio Oppenheim, pintor, desenhista e arquiteto, que começou a carreira nas artes plásticas no fim dos anos 1950. Com um traço, perfeito e requintado, o artista acompanha se destaca pela observação do cotidiano e o percurso de sua obra revela que ele é, antes de tudo, um colorista, amante das cores puras. Aparentemente geométrica, sua obra revela na verdade uma rebeldia à construção regular.
Na exposição preparada para apresentar o artista ao público da Pinacoteca, foram selecionados 36 desenhos em nanquin, guache e aquarela, da coleção de Carlos Von Schmidt.
Sobre o artista
Silvio Oppenheim formou-se em 1965 pela FAU-USP - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Desde a época da faculdade, já mantinha, em paralelo, seu ateliê de pintura e, simultaneamente, realizava trabalhos gráficos, ilustrações e cenografias.
Em 1968, quando ganhou uma bolsa de estudos do governo alemão para a Technisce Universitat (TU), em Berlim Ocidental, quando fez contato com arquitetos e artistas plásticos alemães, seu amadurecimento profissional e artístico deslanchou.
Durante a carreira, Oppenheim foi estagiário no escritório de arquitetura Croce-Aflalo e Gasperini, trabalhou com o arquiteto Jacob M. Ruchti e associou-se ao arquiteto e marchand César Luiz Pires de Mello.
Em 1979, assumiu como professor, a cadeira de arquitetura de interiores, na Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie e iniciou seu trabalho como gravador, produzindo serigrafias e litografias.
Oppenheim produziu intensamente como arquiteto e como artista plástico e, ao morrer, em 2012, aos 71 anos, deixou pinturas, gravuras e ilustrações com sua marca e estilo.
Fonte: Redesenhando, "Exposição de Silvio Oppenheim reúne grandes nomes, na Pinacoteca", publicado em 29 de junho de 2015. Consultado pela última vez em 14 de outubro de 2022.
Crédito fotográfico: Art Café Gourmet, Silvio Oppenheim, publicado em 26 de novembro de 2010. Consultado pela última vez em 14 de outubro de 2022.
Silvio Frank Oppenheim (São Paulo, SP, 18 de julho de 1941 — São Paulo, SP, 03 de abril de 2012), mais conhecido como Silvio Oppenheim, foi um arquiteto, cenógrafo, desenhista, gravador e pintor brasileiro. Alfabetizado em inglês, Silvio aprendeu técnicas de pintura e desenho ainda no colegial, período onde produziu obras precoces, inclusive um grande painel para o jardim da infância do colégio. Nesta época, foi homenageado com bolsas de estudos, graças a prêmios conferidos aos alunos talentosos. Foi durante o curso na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo que Oppenheim sofreu um grande amadurecimento criativo e, incentivado por uma série de mestres e colegas, desenvolveu novas técnicas de desenho e pintura. Anos mais tarde, lecionou arquitetura de interiores, na Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie. Seu trabalho possui estilo próprio com traço perfeito e requintado, resultado de um apurado senso de observação do cotidiano. Oppenheim é, acima de tudo, um colorista, utilizando-se de cores puras, tons fortes e inúmeras e minimalistas formas geométricas irregulares. Aparentemente geométrica, sua obra revela na verdade uma rebeldia à construção regular. Entre as exposições que realizou destacam-se a 9ª Bienal de São Paulo, em 1967, a da Galeria Abreu, em Nova York (EUA), em 1980, e a “Artistas Arquitetos”, no Museu de Arte de São Paulo, em 1991.
Biografia – Itaú Cultural
1941-1951- Nasce em São Paulo, filho de Annelise e Franz Oppenheim, imigrantes alemães judeus, que chegaram em São Paulo em 1934. Estudou na São Paulo Graded School, onde foi alfabetizado em inglês e iniciou os estudos musicais com professores particulares. Com os pais mora na Vila Mariana, em um ambiente cultural de origem européia.
1951-1959 - Estuda no Colégio Dante Alighieri. Incentivado e orientado pela professora da disciplina de desenho Germana de Angelis, é encaminhado para o ateliê do pintor Vicente Mecozzi, no Bairro da Aclimação, onde aprende e usa as primeiras técnicas de desenho e pintura. Produz, durante os anos do colégio, obras precoces, inclusive um grande painel para o jardim da infância do colégio. É homenageado com bolsas de estudos, graças a prêmios conferidos aos alunos talentosos.
1959 - Muda-se com a família, para um apartamento no Jardim Paulista. Ingressou na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), na época situada na Rua Maranhão, em Higienópolis. O ambiente cultural da faculdade provoca substancial amadurecimento criativo e, incentivado por uma série de mestres e colegas, Flávio Motta, Renina Katz e Julio Katinsky, desenvolve novas técnicas de desenho e pintura.
1961 - Ano dedicado ao aprendizado de xilogravura, quando passa a freqüentar o ateliê do artista Savério Castellano. Freqüenta os cursos de desenho e gravura em metal da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), ministrados por artistas plásticos reconhecidos. Faz sua primeira exposição de desenhos no Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-SP) e recebe elogios de Lourival Gomes Machado, então diretor da FAU-SP. Organiza, no ambiente da faculdade, um ateliê de pintura e, simultaneamente, realiza trabalhos gráficos, ilustrações e cenografias.
1963 - Viaja pela primeira vez para a Europa
1965 - Forma-se arquiteto
Início de estágio no escritório de arquitetura Croce-Aflalo e Gasperini. Logo em seguida é indicado para trabalhar com o arquiteto Jacob M. Ruchti, que o influencia muito e lhe propões novas diretrizes artísticas. Graças a seu apoio, são desenvolvidos trabalhos como painéis, pinturas e colagens, que complementam ambientes projetados para diversas instituições e residências.
1968 - 1969 - Obtém uma bolsa de estudos do governo alemão (DAAD) para a Technisce Universitat (TU), em Berlim Ocidental. São efetuados contatos com os arquitetos e artistas plásticos alemães, contribuindo para o amadurecimento profissional e artístico.
1970 - Retorna ao Brasil e inicia suas atividades profissionais. Abre escritório próprio de arquitetura e ateliê em São Paulo. Associa-se ao arquiteto e marchand César Luiz Pires de Mello, desenvolvendo trabalhos em conjunto. Participa das atividades da Galeria Cosme Velho e, com apoio de César Luiz, integra o acervo da galeria, participando de exposições.
1975-1979 - Assume como professor, na cadeira de arquitetura de interiores, na Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie.
1979 - Inicia seu trabalho como gravador, produzindo serigrafias e litografias.
1970-1988 - Expõe regularmente suas obras em diversas galerias, individualmente e em mostras coletivas, em São Paulo, outros estados do Brasil e no exterior.
Desenvolve trabalhos de arquitetura, com projetos de residências, escritórios e lojas.
Constrói residência própria no Guarujá /SP.
1988-2002 - Muda-se para rua Bastos Pereira, onde mantém seu novo escritório e ateliê, e produz intensamente como arquiteto e como artista plástico.
2004 - É editado e lançado um livro sobre sua arte pelo Banco Santos.
Exposições Coletivas
1963 - 7ª Bienal Internacional de São Paulo
1964 - Galeria São Luiz, São Paulo 1965 - Galeria Mobilínea, São Paulo - Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre VIII Bienal, São Paulo
1965 - 5 Pintores de Vanguarda
1965 - 8ª Bienal Internacional de São Paulo
1965 - Propostas 65
1967 - 9ª Bienal Internacional de São Paulo
1969 - 10ª Bienal Internacional de São Paulo
1970 - 2º Panorama de Arte Atual Brasileira
1971 - 3º Panorama de Arte Atual Brasileira
1973 - 5º Panorama de Arte Atual Brasileira
1973 - Arquitetos Pintores
1973 - Arquitetos Pintores
1974 - 6º Panorama de Arte Atual Brasileira
1976 - 8º Panorama de Arte Atual Brasileira
1977 - 4º Salão de Artes Visuais da UFRGS
1979 - 11º Panorama de Arte Atual Brasileira
1981 - Arquitetos/Artistas Plásticos
1984 - 4º Salão Brasileiro de Arte
1985 - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1985 - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1985 - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1985 - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1985 - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1987 - 20ª Chapel Art Show
1988 - 21ª Chapel Art Show
1990 - Art Impressions: unique paintings and sculpture
1990 - Figurativismo/Abstracionismo: o vermelho na pintura brasileira
1990 - Figurativismo/Abstracionismo: o vermelho na pintura brasileira
1991 - Figurativismo/Abstracionismo: o vermelho na pintura brasileira
1991 - Artistas Arquitetos
1993 - Figurativismo/Abstracionismo: o vermelho na pintura brasileira
1999 - Mostra Rio Gravura. São Paulo: gravura hoje
2010 - 41º Chapel Art Show
Exposições Individuais
1980 - Individual de Silvio Oppenheim
1989 - Silvio Oppenheim (1989 : São Paulo, SP)
1989 - Individual de Silvio Oppenheim
Fonte: SILVIO Oppenheim. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2022. Acesso em: 14 de outubro de 2022. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7
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Exposição de Silvio Oppenheim reúne grandes nomes, na Pinacoteca | Redesenhando
O artista dispensa apresentações, o curador da mostra é ninguém menos que Neno Ramos e a seleção de obras que vêm para Santos faz parte da coleção de Carlos Von Schimidt, um dos mais respeitados críticos brasileiros.
A nova exposição da Pinacoteca Benedicto Calixto apresenta fragmentos da obra de Silvio Oppenheim, pintor, desenhista e arquiteto, que começou a carreira nas artes plásticas no fim dos anos 1950. Com um traço, perfeito e requintado, o artista acompanha se destaca pela observação do cotidiano e o percurso de sua obra revela que ele é, antes de tudo, um colorista, amante das cores puras. Aparentemente geométrica, sua obra revela na verdade uma rebeldia à construção regular.
Na exposição preparada para apresentar o artista ao público da Pinacoteca, foram selecionados 36 desenhos em nanquin, guache e aquarela, da coleção de Carlos Von Schmidt.
Sobre o artista
Silvio Oppenheim formou-se em 1965 pela FAU-USP - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Desde a época da faculdade, já mantinha, em paralelo, seu ateliê de pintura e, simultaneamente, realizava trabalhos gráficos, ilustrações e cenografias.
Em 1968, quando ganhou uma bolsa de estudos do governo alemão para a Technisce Universitat (TU), em Berlim Ocidental, quando fez contato com arquitetos e artistas plásticos alemães, seu amadurecimento profissional e artístico deslanchou.
Durante a carreira, Oppenheim foi estagiário no escritório de arquitetura Croce-Aflalo e Gasperini, trabalhou com o arquiteto Jacob M. Ruchti e associou-se ao arquiteto e marchand César Luiz Pires de Mello.
Em 1979, assumiu como professor, a cadeira de arquitetura de interiores, na Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie e iniciou seu trabalho como gravador, produzindo serigrafias e litografias.
Oppenheim produziu intensamente como arquiteto e como artista plástico e, ao morrer, em 2012, aos 71 anos, deixou pinturas, gravuras e ilustrações com sua marca e estilo.
Fonte: Redesenhando, "Exposição de Silvio Oppenheim reúne grandes nomes, na Pinacoteca", publicado em 29 de junho de 2015. Consultado pela última vez em 14 de outubro de 2022.
Crédito fotográfico: Art Café Gourmet, Silvio Oppenheim, publicado em 26 de novembro de 2010. Consultado pela última vez em 14 de outubro de 2022.
Silvio Frank Oppenheim (São Paulo, SP, 18 de julho de 1941 — São Paulo, SP, 03 de abril de 2012), mais conhecido como Silvio Oppenheim, foi um arquiteto, cenógrafo, desenhista, gravador e pintor brasileiro. Alfabetizado em inglês, Silvio aprendeu técnicas de pintura e desenho ainda no colegial, período onde produziu obras precoces, inclusive um grande painel para o jardim da infância do colégio. Nesta época, foi homenageado com bolsas de estudos, graças a prêmios conferidos aos alunos talentosos. Foi durante o curso na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo que Oppenheim sofreu um grande amadurecimento criativo e, incentivado por uma série de mestres e colegas, desenvolveu novas técnicas de desenho e pintura. Anos mais tarde, lecionou arquitetura de interiores, na Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie. Seu trabalho possui estilo próprio com traço perfeito e requintado, resultado de um apurado senso de observação do cotidiano. Oppenheim é, acima de tudo, um colorista, utilizando-se de cores puras, tons fortes e inúmeras e minimalistas formas geométricas irregulares. Aparentemente geométrica, sua obra revela na verdade uma rebeldia à construção regular. Entre as exposições que realizou destacam-se a 9ª Bienal de São Paulo, em 1967, a da Galeria Abreu, em Nova York (EUA), em 1980, e a “Artistas Arquitetos”, no Museu de Arte de São Paulo, em 1991.
Biografia – Itaú Cultural
1941-1951- Nasce em São Paulo, filho de Annelise e Franz Oppenheim, imigrantes alemães judeus, que chegaram em São Paulo em 1934. Estudou na São Paulo Graded School, onde foi alfabetizado em inglês e iniciou os estudos musicais com professores particulares. Com os pais mora na Vila Mariana, em um ambiente cultural de origem européia.
1951-1959 - Estuda no Colégio Dante Alighieri. Incentivado e orientado pela professora da disciplina de desenho Germana de Angelis, é encaminhado para o ateliê do pintor Vicente Mecozzi, no Bairro da Aclimação, onde aprende e usa as primeiras técnicas de desenho e pintura. Produz, durante os anos do colégio, obras precoces, inclusive um grande painel para o jardim da infância do colégio. É homenageado com bolsas de estudos, graças a prêmios conferidos aos alunos talentosos.
1959 - Muda-se com a família, para um apartamento no Jardim Paulista. Ingressou na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), na época situada na Rua Maranhão, em Higienópolis. O ambiente cultural da faculdade provoca substancial amadurecimento criativo e, incentivado por uma série de mestres e colegas, Flávio Motta, Renina Katz e Julio Katinsky, desenvolve novas técnicas de desenho e pintura.
1961 - Ano dedicado ao aprendizado de xilogravura, quando passa a freqüentar o ateliê do artista Savério Castellano. Freqüenta os cursos de desenho e gravura em metal da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), ministrados por artistas plásticos reconhecidos. Faz sua primeira exposição de desenhos no Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-SP) e recebe elogios de Lourival Gomes Machado, então diretor da FAU-SP. Organiza, no ambiente da faculdade, um ateliê de pintura e, simultaneamente, realiza trabalhos gráficos, ilustrações e cenografias.
1963 - Viaja pela primeira vez para a Europa
1965 - Forma-se arquiteto
Início de estágio no escritório de arquitetura Croce-Aflalo e Gasperini. Logo em seguida é indicado para trabalhar com o arquiteto Jacob M. Ruchti, que o influencia muito e lhe propões novas diretrizes artísticas. Graças a seu apoio, são desenvolvidos trabalhos como painéis, pinturas e colagens, que complementam ambientes projetados para diversas instituições e residências.
1968 - 1969 - Obtém uma bolsa de estudos do governo alemão (DAAD) para a Technisce Universitat (TU), em Berlim Ocidental. São efetuados contatos com os arquitetos e artistas plásticos alemães, contribuindo para o amadurecimento profissional e artístico.
1970 - Retorna ao Brasil e inicia suas atividades profissionais. Abre escritório próprio de arquitetura e ateliê em São Paulo. Associa-se ao arquiteto e marchand César Luiz Pires de Mello, desenvolvendo trabalhos em conjunto. Participa das atividades da Galeria Cosme Velho e, com apoio de César Luiz, integra o acervo da galeria, participando de exposições.
1975-1979 - Assume como professor, na cadeira de arquitetura de interiores, na Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie.
1979 - Inicia seu trabalho como gravador, produzindo serigrafias e litografias.
1970-1988 - Expõe regularmente suas obras em diversas galerias, individualmente e em mostras coletivas, em São Paulo, outros estados do Brasil e no exterior.
Desenvolve trabalhos de arquitetura, com projetos de residências, escritórios e lojas.
Constrói residência própria no Guarujá /SP.
1988-2002 - Muda-se para rua Bastos Pereira, onde mantém seu novo escritório e ateliê, e produz intensamente como arquiteto e como artista plástico.
2004 - É editado e lançado um livro sobre sua arte pelo Banco Santos.
Exposições Coletivas
1963 - 7ª Bienal Internacional de São Paulo
1964 - Galeria São Luiz, São Paulo 1965 - Galeria Mobilínea, São Paulo - Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre VIII Bienal, São Paulo
1965 - 5 Pintores de Vanguarda
1965 - 8ª Bienal Internacional de São Paulo
1965 - Propostas 65
1967 - 9ª Bienal Internacional de São Paulo
1969 - 10ª Bienal Internacional de São Paulo
1970 - 2º Panorama de Arte Atual Brasileira
1971 - 3º Panorama de Arte Atual Brasileira
1973 - 5º Panorama de Arte Atual Brasileira
1973 - Arquitetos Pintores
1973 - Arquitetos Pintores
1974 - 6º Panorama de Arte Atual Brasileira
1976 - 8º Panorama de Arte Atual Brasileira
1977 - 4º Salão de Artes Visuais da UFRGS
1979 - 11º Panorama de Arte Atual Brasileira
1981 - Arquitetos/Artistas Plásticos
1984 - 4º Salão Brasileiro de Arte
1985 - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1985 - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1985 - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1985 - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1985 - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1987 - 20ª Chapel Art Show
1988 - 21ª Chapel Art Show
1990 - Art Impressions: unique paintings and sculpture
1990 - Figurativismo/Abstracionismo: o vermelho na pintura brasileira
1990 - Figurativismo/Abstracionismo: o vermelho na pintura brasileira
1991 - Figurativismo/Abstracionismo: o vermelho na pintura brasileira
1991 - Artistas Arquitetos
1993 - Figurativismo/Abstracionismo: o vermelho na pintura brasileira
1999 - Mostra Rio Gravura. São Paulo: gravura hoje
2010 - 41º Chapel Art Show
Exposições Individuais
1980 - Individual de Silvio Oppenheim
1989 - Silvio Oppenheim (1989 : São Paulo, SP)
1989 - Individual de Silvio Oppenheim
Fonte: SILVIO Oppenheim. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2022. Acesso em: 14 de outubro de 2022. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7
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Exposição de Silvio Oppenheim reúne grandes nomes, na Pinacoteca | Redesenhando
O artista dispensa apresentações, o curador da mostra é ninguém menos que Neno Ramos e a seleção de obras que vêm para Santos faz parte da coleção de Carlos Von Schimidt, um dos mais respeitados críticos brasileiros.
A nova exposição da Pinacoteca Benedicto Calixto apresenta fragmentos da obra de Silvio Oppenheim, pintor, desenhista e arquiteto, que começou a carreira nas artes plásticas no fim dos anos 1950. Com um traço, perfeito e requintado, o artista acompanha se destaca pela observação do cotidiano e o percurso de sua obra revela que ele é, antes de tudo, um colorista, amante das cores puras. Aparentemente geométrica, sua obra revela na verdade uma rebeldia à construção regular.
Na exposição preparada para apresentar o artista ao público da Pinacoteca, foram selecionados 36 desenhos em nanquin, guache e aquarela, da coleção de Carlos Von Schmidt.
Sobre o artista
Silvio Oppenheim formou-se em 1965 pela FAU-USP - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Desde a época da faculdade, já mantinha, em paralelo, seu ateliê de pintura e, simultaneamente, realizava trabalhos gráficos, ilustrações e cenografias.
Em 1968, quando ganhou uma bolsa de estudos do governo alemão para a Technisce Universitat (TU), em Berlim Ocidental, quando fez contato com arquitetos e artistas plásticos alemães, seu amadurecimento profissional e artístico deslanchou.
Durante a carreira, Oppenheim foi estagiário no escritório de arquitetura Croce-Aflalo e Gasperini, trabalhou com o arquiteto Jacob M. Ruchti e associou-se ao arquiteto e marchand César Luiz Pires de Mello.
Em 1979, assumiu como professor, a cadeira de arquitetura de interiores, na Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie e iniciou seu trabalho como gravador, produzindo serigrafias e litografias.
Oppenheim produziu intensamente como arquiteto e como artista plástico e, ao morrer, em 2012, aos 71 anos, deixou pinturas, gravuras e ilustrações com sua marca e estilo.
Fonte: Redesenhando, "Exposição de Silvio Oppenheim reúne grandes nomes, na Pinacoteca", publicado em 29 de junho de 2015. Consultado pela última vez em 14 de outubro de 2022.
Crédito fotográfico: Art Café Gourmet, Silvio Oppenheim, publicado em 26 de novembro de 2010. Consultado pela última vez em 14 de outubro de 2022.
Silvio Frank Oppenheim (São Paulo, SP, 18 de julho de 1941 — São Paulo, SP, 03 de abril de 2012), mais conhecido como Silvio Oppenheim, foi um arquiteto, cenógrafo, desenhista, gravador e pintor brasileiro. Alfabetizado em inglês, Silvio aprendeu técnicas de pintura e desenho ainda no colegial, período onde produziu obras precoces, inclusive um grande painel para o jardim da infância do colégio. Nesta época, foi homenageado com bolsas de estudos, graças a prêmios conferidos aos alunos talentosos. Foi durante o curso na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo que Oppenheim sofreu um grande amadurecimento criativo e, incentivado por uma série de mestres e colegas, desenvolveu novas técnicas de desenho e pintura. Anos mais tarde, lecionou arquitetura de interiores, na Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie. Seu trabalho possui estilo próprio com traço perfeito e requintado, resultado de um apurado senso de observação do cotidiano. Oppenheim é, acima de tudo, um colorista, utilizando-se de cores puras, tons fortes e inúmeras e minimalistas formas geométricas irregulares. Aparentemente geométrica, sua obra revela na verdade uma rebeldia à construção regular. Entre as exposições que realizou destacam-se a 9ª Bienal de São Paulo, em 1967, a da Galeria Abreu, em Nova York (EUA), em 1980, e a “Artistas Arquitetos”, no Museu de Arte de São Paulo, em 1991.
Biografia – Itaú Cultural
1941-1951- Nasce em São Paulo, filho de Annelise e Franz Oppenheim, imigrantes alemães judeus, que chegaram em São Paulo em 1934. Estudou na São Paulo Graded School, onde foi alfabetizado em inglês e iniciou os estudos musicais com professores particulares. Com os pais mora na Vila Mariana, em um ambiente cultural de origem européia.
1951-1959 - Estuda no Colégio Dante Alighieri. Incentivado e orientado pela professora da disciplina de desenho Germana de Angelis, é encaminhado para o ateliê do pintor Vicente Mecozzi, no Bairro da Aclimação, onde aprende e usa as primeiras técnicas de desenho e pintura. Produz, durante os anos do colégio, obras precoces, inclusive um grande painel para o jardim da infância do colégio. É homenageado com bolsas de estudos, graças a prêmios conferidos aos alunos talentosos.
1959 - Muda-se com a família, para um apartamento no Jardim Paulista. Ingressou na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), na época situada na Rua Maranhão, em Higienópolis. O ambiente cultural da faculdade provoca substancial amadurecimento criativo e, incentivado por uma série de mestres e colegas, Flávio Motta, Renina Katz e Julio Katinsky, desenvolve novas técnicas de desenho e pintura.
1961 - Ano dedicado ao aprendizado de xilogravura, quando passa a freqüentar o ateliê do artista Savério Castellano. Freqüenta os cursos de desenho e gravura em metal da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), ministrados por artistas plásticos reconhecidos. Faz sua primeira exposição de desenhos no Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-SP) e recebe elogios de Lourival Gomes Machado, então diretor da FAU-SP. Organiza, no ambiente da faculdade, um ateliê de pintura e, simultaneamente, realiza trabalhos gráficos, ilustrações e cenografias.
1963 - Viaja pela primeira vez para a Europa
1965 - Forma-se arquiteto
Início de estágio no escritório de arquitetura Croce-Aflalo e Gasperini. Logo em seguida é indicado para trabalhar com o arquiteto Jacob M. Ruchti, que o influencia muito e lhe propões novas diretrizes artísticas. Graças a seu apoio, são desenvolvidos trabalhos como painéis, pinturas e colagens, que complementam ambientes projetados para diversas instituições e residências.
1968 - 1969 - Obtém uma bolsa de estudos do governo alemão (DAAD) para a Technisce Universitat (TU), em Berlim Ocidental. São efetuados contatos com os arquitetos e artistas plásticos alemães, contribuindo para o amadurecimento profissional e artístico.
1970 - Retorna ao Brasil e inicia suas atividades profissionais. Abre escritório próprio de arquitetura e ateliê em São Paulo. Associa-se ao arquiteto e marchand César Luiz Pires de Mello, desenvolvendo trabalhos em conjunto. Participa das atividades da Galeria Cosme Velho e, com apoio de César Luiz, integra o acervo da galeria, participando de exposições.
1975-1979 - Assume como professor, na cadeira de arquitetura de interiores, na Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie.
1979 - Inicia seu trabalho como gravador, produzindo serigrafias e litografias.
1970-1988 - Expõe regularmente suas obras em diversas galerias, individualmente e em mostras coletivas, em São Paulo, outros estados do Brasil e no exterior.
Desenvolve trabalhos de arquitetura, com projetos de residências, escritórios e lojas.
Constrói residência própria no Guarujá /SP.
1988-2002 - Muda-se para rua Bastos Pereira, onde mantém seu novo escritório e ateliê, e produz intensamente como arquiteto e como artista plástico.
2004 - É editado e lançado um livro sobre sua arte pelo Banco Santos.
Exposições Coletivas
1963 - 7ª Bienal Internacional de São Paulo
1964 - Galeria São Luiz, São Paulo 1965 - Galeria Mobilínea, São Paulo - Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre VIII Bienal, São Paulo
1965 - 5 Pintores de Vanguarda
1965 - 8ª Bienal Internacional de São Paulo
1965 - Propostas 65
1967 - 9ª Bienal Internacional de São Paulo
1969 - 10ª Bienal Internacional de São Paulo
1970 - 2º Panorama de Arte Atual Brasileira
1971 - 3º Panorama de Arte Atual Brasileira
1973 - 5º Panorama de Arte Atual Brasileira
1973 - Arquitetos Pintores
1973 - Arquitetos Pintores
1974 - 6º Panorama de Arte Atual Brasileira
1976 - 8º Panorama de Arte Atual Brasileira
1977 - 4º Salão de Artes Visuais da UFRGS
1979 - 11º Panorama de Arte Atual Brasileira
1981 - Arquitetos/Artistas Plásticos
1984 - 4º Salão Brasileiro de Arte
1985 - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1985 - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1985 - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1985 - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1985 - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1987 - 20ª Chapel Art Show
1988 - 21ª Chapel Art Show
1990 - Art Impressions: unique paintings and sculpture
1990 - Figurativismo/Abstracionismo: o vermelho na pintura brasileira
1990 - Figurativismo/Abstracionismo: o vermelho na pintura brasileira
1991 - Figurativismo/Abstracionismo: o vermelho na pintura brasileira
1991 - Artistas Arquitetos
1993 - Figurativismo/Abstracionismo: o vermelho na pintura brasileira
1999 - Mostra Rio Gravura. São Paulo: gravura hoje
2010 - 41º Chapel Art Show
Exposições Individuais
1980 - Individual de Silvio Oppenheim
1989 - Silvio Oppenheim (1989 : São Paulo, SP)
1989 - Individual de Silvio Oppenheim
Fonte: SILVIO Oppenheim. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2022. Acesso em: 14 de outubro de 2022. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7
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Exposição de Silvio Oppenheim reúne grandes nomes, na Pinacoteca | Redesenhando
O artista dispensa apresentações, o curador da mostra é ninguém menos que Neno Ramos e a seleção de obras que vêm para Santos faz parte da coleção de Carlos Von Schimidt, um dos mais respeitados críticos brasileiros.
A nova exposição da Pinacoteca Benedicto Calixto apresenta fragmentos da obra de Silvio Oppenheim, pintor, desenhista e arquiteto, que começou a carreira nas artes plásticas no fim dos anos 1950. Com um traço, perfeito e requintado, o artista acompanha se destaca pela observação do cotidiano e o percurso de sua obra revela que ele é, antes de tudo, um colorista, amante das cores puras. Aparentemente geométrica, sua obra revela na verdade uma rebeldia à construção regular.
Na exposição preparada para apresentar o artista ao público da Pinacoteca, foram selecionados 36 desenhos em nanquin, guache e aquarela, da coleção de Carlos Von Schmidt.
Sobre o artista
Silvio Oppenheim formou-se em 1965 pela FAU-USP - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Desde a época da faculdade, já mantinha, em paralelo, seu ateliê de pintura e, simultaneamente, realizava trabalhos gráficos, ilustrações e cenografias.
Em 1968, quando ganhou uma bolsa de estudos do governo alemão para a Technisce Universitat (TU), em Berlim Ocidental, quando fez contato com arquitetos e artistas plásticos alemães, seu amadurecimento profissional e artístico deslanchou.
Durante a carreira, Oppenheim foi estagiário no escritório de arquitetura Croce-Aflalo e Gasperini, trabalhou com o arquiteto Jacob M. Ruchti e associou-se ao arquiteto e marchand César Luiz Pires de Mello.
Em 1979, assumiu como professor, a cadeira de arquitetura de interiores, na Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie e iniciou seu trabalho como gravador, produzindo serigrafias e litografias.
Oppenheim produziu intensamente como arquiteto e como artista plástico e, ao morrer, em 2012, aos 71 anos, deixou pinturas, gravuras e ilustrações com sua marca e estilo.
Fonte: Redesenhando, "Exposição de Silvio Oppenheim reúne grandes nomes, na Pinacoteca", publicado em 29 de junho de 2015. Consultado pela última vez em 14 de outubro de 2022.
Crédito fotográfico: Art Café Gourmet, Silvio Oppenheim, publicado em 26 de novembro de 2010. Consultado pela última vez em 14 de outubro de 2022.