2 artistas relacionados
Coletivo Gráfico (Rio de Janeiro, RJ, 2010) é um grupo de intervenção urbana que trabalha com impressões gráficas e colagem de lambe-lambe, formado por oito artistas da Escola de Belas Artes da UFRJ, sete ex-alunos — Júlio Ferretti, Júlia Jacobina, Tadeu dos Anjos, Lara Miranda, Mariana Moysés, Elvis Almeida e Luiza Stavale — e o professor de gravura Pedro Sánchez.
Biografia
Formado em 2010, o Coletivo Gráfico é composto por oito artistas que atuam nos campos da arte, do design, da moda e da pesquisa acadêmica. Buscando outras abordagens para a gravura, o grupo utiliza mídias como xilogravura, litografia e serigrafia como meios alternativos de reprodução de imagens. As ações realizadas pelo grupo procuram integrar o trabalho de cada um de seus componentes em uma proposta de autoria coletiva, que muitas vezes engloba também a colaboração de participantes de fora, bem como do próprio público. Um dos trabalhos mais conhecidos do grupo é a ocupação do muro do Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto.
Fonte: Escola de Artes Visuais Parque Lage, consultado pela última vez em 20 de abril de 2020.
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Grupo Coletivo Gráfico colore ruas da Zona Sul
Muro do Sérgio Porto é uma das principais vitrines das impressões gráficas e colagens artísticas
Impressões gráficas e colagens de lambe-lambe de traços tão diversos quanto interessantes atraem o olhar de quem passa pelas ruas da Zona Sul. Tais trabalhos levam a assinatura do Coletivo Gráfico, grupo de intervenção urbana formado por oito artistas da Escola de Belas Artes da UFRJ, sete ex-alunos — Júlio Ferretti, Júlia Jacobina, Tadeu dos Anjos, Lara Miranda, Mariana Moysés, Elvis Almeida e Luiza Stavale — e o professor de gravura Pedro Sánchez.
Legos com carinhas alegres e outras figuras com traços coloridos, que lembram a arte de Keith Haring, são apenas alguns dos trabalhos mais fáceis de identificar do grupo. Mas, talvez, a maior vitrine da produção desses artistas seja o muro do Espaço Sérgio Porto, na Rua Humaitá.
Há três anos, o Coletivo Gráfico dá vida ao referido pedaço de concreto com colagens não apenas sobre os espetáculos em cartaz no Sérgio Porto, mas com suas produções independentes. Atualmente, estão colados panfletos que o pessoal produziu para o Desmonte Marginal, uma série de atividades artísticas e mesas redondas que acontecem no local até o dia 26.
Pedro Sánchez explica que eles utilizam técnicas tradicionais de gravura, como serigrafia, estêncil e xilogravura:
— São os meios artesanais de reprodução de imagens que escolhemos utilizar para nos apropriar do espaço urbano.
As ideias para produção do Coletivo Gráfico surgem normalmente de assuntos em alta no momento. É o que conta Júlio Ferreti.
— Buscamos inspiração em assuntos muito discutidos, que fazem parte do inconsciente coletivo — diz Ferreti, que também é responsável pela documentação digital dos trabalhos do coletivo, por meio, por exemplo, de vídeos e perfis nas redes sociais.
Sobre o tom das mensagens que gostam de divulgar, Tadeu dos Anjos afirma que a prioridade do Coletivo Gráfico é dar uma repaginada nas ruas.
— Gostamos de ocupar as ruas com imagens vivas, alegres, para dar uma cara melhor à cidade. Esta é a nossa política — explica.
Júlia Jacobina vai além:
— No momento em que você realiza arte na rua, está fazendo política pela democratização da arte. Você reivindica o direito de se fazer representado visualmente. Essa é a nossa política, que está mais no meio do que na mensagem.
Em julho do ano passado, um painel feito para o Sérgio Porto com imagens de Adolf Hitler e de Heinrich Himmler, líder da SS e ministro do Interior do Terceiro Reich, geraram polêmica com a comunidade judaica do Rio.
Fonte: Jornal O Globo, por Leandra Lima em 12 de janeiro de 2014.
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Links
Coletivo Gráfico (Rio de Janeiro, RJ, 2010) é um grupo de intervenção urbana que trabalha com impressões gráficas e colagem de lambe-lambe, formado por oito artistas da Escola de Belas Artes da UFRJ, sete ex-alunos — Júlio Ferretti, Júlia Jacobina, Tadeu dos Anjos, Lara Miranda, Mariana Moysés, Elvis Almeida e Luiza Stavale — e o professor de gravura Pedro Sánchez.
Biografia
Formado em 2010, o Coletivo Gráfico é composto por oito artistas que atuam nos campos da arte, do design, da moda e da pesquisa acadêmica. Buscando outras abordagens para a gravura, o grupo utiliza mídias como xilogravura, litografia e serigrafia como meios alternativos de reprodução de imagens. As ações realizadas pelo grupo procuram integrar o trabalho de cada um de seus componentes em uma proposta de autoria coletiva, que muitas vezes engloba também a colaboração de participantes de fora, bem como do próprio público. Um dos trabalhos mais conhecidos do grupo é a ocupação do muro do Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto.
Fonte: Escola de Artes Visuais Parque Lage, consultado pela última vez em 20 de abril de 2020.
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Grupo Coletivo Gráfico colore ruas da Zona Sul
Muro do Sérgio Porto é uma das principais vitrines das impressões gráficas e colagens artísticas
Impressões gráficas e colagens de lambe-lambe de traços tão diversos quanto interessantes atraem o olhar de quem passa pelas ruas da Zona Sul. Tais trabalhos levam a assinatura do Coletivo Gráfico, grupo de intervenção urbana formado por oito artistas da Escola de Belas Artes da UFRJ, sete ex-alunos — Júlio Ferretti, Júlia Jacobina, Tadeu dos Anjos, Lara Miranda, Mariana Moysés, Elvis Almeida e Luiza Stavale — e o professor de gravura Pedro Sánchez.
Legos com carinhas alegres e outras figuras com traços coloridos, que lembram a arte de Keith Haring, são apenas alguns dos trabalhos mais fáceis de identificar do grupo. Mas, talvez, a maior vitrine da produção desses artistas seja o muro do Espaço Sérgio Porto, na Rua Humaitá.
Há três anos, o Coletivo Gráfico dá vida ao referido pedaço de concreto com colagens não apenas sobre os espetáculos em cartaz no Sérgio Porto, mas com suas produções independentes. Atualmente, estão colados panfletos que o pessoal produziu para o Desmonte Marginal, uma série de atividades artísticas e mesas redondas que acontecem no local até o dia 26.
Pedro Sánchez explica que eles utilizam técnicas tradicionais de gravura, como serigrafia, estêncil e xilogravura:
— São os meios artesanais de reprodução de imagens que escolhemos utilizar para nos apropriar do espaço urbano.
As ideias para produção do Coletivo Gráfico surgem normalmente de assuntos em alta no momento. É o que conta Júlio Ferreti.
— Buscamos inspiração em assuntos muito discutidos, que fazem parte do inconsciente coletivo — diz Ferreti, que também é responsável pela documentação digital dos trabalhos do coletivo, por meio, por exemplo, de vídeos e perfis nas redes sociais.
Sobre o tom das mensagens que gostam de divulgar, Tadeu dos Anjos afirma que a prioridade do Coletivo Gráfico é dar uma repaginada nas ruas.
— Gostamos de ocupar as ruas com imagens vivas, alegres, para dar uma cara melhor à cidade. Esta é a nossa política — explica.
Júlia Jacobina vai além:
— No momento em que você realiza arte na rua, está fazendo política pela democratização da arte. Você reivindica o direito de se fazer representado visualmente. Essa é a nossa política, que está mais no meio do que na mensagem.
Em julho do ano passado, um painel feito para o Sérgio Porto com imagens de Adolf Hitler e de Heinrich Himmler, líder da SS e ministro do Interior do Terceiro Reich, geraram polêmica com a comunidade judaica do Rio.
Fonte: Jornal O Globo, por Leandra Lima em 12 de janeiro de 2014.
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Coletivo Gráfico (Rio de Janeiro, RJ, 2010) é um grupo de intervenção urbana que trabalha com impressões gráficas e colagem de lambe-lambe, formado por oito artistas da Escola de Belas Artes da UFRJ, sete ex-alunos — Júlio Ferretti, Júlia Jacobina, Tadeu dos Anjos, Lara Miranda, Mariana Moysés, Elvis Almeida e Luiza Stavale — e o professor de gravura Pedro Sánchez.
Biografia
Formado em 2010, o Coletivo Gráfico é composto por oito artistas que atuam nos campos da arte, do design, da moda e da pesquisa acadêmica. Buscando outras abordagens para a gravura, o grupo utiliza mídias como xilogravura, litografia e serigrafia como meios alternativos de reprodução de imagens. As ações realizadas pelo grupo procuram integrar o trabalho de cada um de seus componentes em uma proposta de autoria coletiva, que muitas vezes engloba também a colaboração de participantes de fora, bem como do próprio público. Um dos trabalhos mais conhecidos do grupo é a ocupação do muro do Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto.
Fonte: Escola de Artes Visuais Parque Lage, consultado pela última vez em 20 de abril de 2020.
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Grupo Coletivo Gráfico colore ruas da Zona Sul
Muro do Sérgio Porto é uma das principais vitrines das impressões gráficas e colagens artísticas
Impressões gráficas e colagens de lambe-lambe de traços tão diversos quanto interessantes atraem o olhar de quem passa pelas ruas da Zona Sul. Tais trabalhos levam a assinatura do Coletivo Gráfico, grupo de intervenção urbana formado por oito artistas da Escola de Belas Artes da UFRJ, sete ex-alunos — Júlio Ferretti, Júlia Jacobina, Tadeu dos Anjos, Lara Miranda, Mariana Moysés, Elvis Almeida e Luiza Stavale — e o professor de gravura Pedro Sánchez.
Legos com carinhas alegres e outras figuras com traços coloridos, que lembram a arte de Keith Haring, são apenas alguns dos trabalhos mais fáceis de identificar do grupo. Mas, talvez, a maior vitrine da produção desses artistas seja o muro do Espaço Sérgio Porto, na Rua Humaitá.
Há três anos, o Coletivo Gráfico dá vida ao referido pedaço de concreto com colagens não apenas sobre os espetáculos em cartaz no Sérgio Porto, mas com suas produções independentes. Atualmente, estão colados panfletos que o pessoal produziu para o Desmonte Marginal, uma série de atividades artísticas e mesas redondas que acontecem no local até o dia 26.
Pedro Sánchez explica que eles utilizam técnicas tradicionais de gravura, como serigrafia, estêncil e xilogravura:
— São os meios artesanais de reprodução de imagens que escolhemos utilizar para nos apropriar do espaço urbano.
As ideias para produção do Coletivo Gráfico surgem normalmente de assuntos em alta no momento. É o que conta Júlio Ferreti.
— Buscamos inspiração em assuntos muito discutidos, que fazem parte do inconsciente coletivo — diz Ferreti, que também é responsável pela documentação digital dos trabalhos do coletivo, por meio, por exemplo, de vídeos e perfis nas redes sociais.
Sobre o tom das mensagens que gostam de divulgar, Tadeu dos Anjos afirma que a prioridade do Coletivo Gráfico é dar uma repaginada nas ruas.
— Gostamos de ocupar as ruas com imagens vivas, alegres, para dar uma cara melhor à cidade. Esta é a nossa política — explica.
Júlia Jacobina vai além:
— No momento em que você realiza arte na rua, está fazendo política pela democratização da arte. Você reivindica o direito de se fazer representado visualmente. Essa é a nossa política, que está mais no meio do que na mensagem.
Em julho do ano passado, um painel feito para o Sérgio Porto com imagens de Adolf Hitler e de Heinrich Himmler, líder da SS e ministro do Interior do Terceiro Reich, geraram polêmica com a comunidade judaica do Rio.
Fonte: Jornal O Globo, por Leandra Lima em 12 de janeiro de 2014.
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Coletivo Gráfico (Rio de Janeiro, RJ, 2010) é um grupo de intervenção urbana que trabalha com impressões gráficas e colagem de lambe-lambe, formado por oito artistas da Escola de Belas Artes da UFRJ, sete ex-alunos — Júlio Ferretti, Júlia Jacobina, Tadeu dos Anjos, Lara Miranda, Mariana Moysés, Elvis Almeida e Luiza Stavale — e o professor de gravura Pedro Sánchez.
Biografia
Formado em 2010, o Coletivo Gráfico é composto por oito artistas que atuam nos campos da arte, do design, da moda e da pesquisa acadêmica. Buscando outras abordagens para a gravura, o grupo utiliza mídias como xilogravura, litografia e serigrafia como meios alternativos de reprodução de imagens. As ações realizadas pelo grupo procuram integrar o trabalho de cada um de seus componentes em uma proposta de autoria coletiva, que muitas vezes engloba também a colaboração de participantes de fora, bem como do próprio público. Um dos trabalhos mais conhecidos do grupo é a ocupação do muro do Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto.
Fonte: Escola de Artes Visuais Parque Lage, consultado pela última vez em 20 de abril de 2020.
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Grupo Coletivo Gráfico colore ruas da Zona Sul
Muro do Sérgio Porto é uma das principais vitrines das impressões gráficas e colagens artísticas
Impressões gráficas e colagens de lambe-lambe de traços tão diversos quanto interessantes atraem o olhar de quem passa pelas ruas da Zona Sul. Tais trabalhos levam a assinatura do Coletivo Gráfico, grupo de intervenção urbana formado por oito artistas da Escola de Belas Artes da UFRJ, sete ex-alunos — Júlio Ferretti, Júlia Jacobina, Tadeu dos Anjos, Lara Miranda, Mariana Moysés, Elvis Almeida e Luiza Stavale — e o professor de gravura Pedro Sánchez.
Legos com carinhas alegres e outras figuras com traços coloridos, que lembram a arte de Keith Haring, são apenas alguns dos trabalhos mais fáceis de identificar do grupo. Mas, talvez, a maior vitrine da produção desses artistas seja o muro do Espaço Sérgio Porto, na Rua Humaitá.
Há três anos, o Coletivo Gráfico dá vida ao referido pedaço de concreto com colagens não apenas sobre os espetáculos em cartaz no Sérgio Porto, mas com suas produções independentes. Atualmente, estão colados panfletos que o pessoal produziu para o Desmonte Marginal, uma série de atividades artísticas e mesas redondas que acontecem no local até o dia 26.
Pedro Sánchez explica que eles utilizam técnicas tradicionais de gravura, como serigrafia, estêncil e xilogravura:
— São os meios artesanais de reprodução de imagens que escolhemos utilizar para nos apropriar do espaço urbano.
As ideias para produção do Coletivo Gráfico surgem normalmente de assuntos em alta no momento. É o que conta Júlio Ferreti.
— Buscamos inspiração em assuntos muito discutidos, que fazem parte do inconsciente coletivo — diz Ferreti, que também é responsável pela documentação digital dos trabalhos do coletivo, por meio, por exemplo, de vídeos e perfis nas redes sociais.
Sobre o tom das mensagens que gostam de divulgar, Tadeu dos Anjos afirma que a prioridade do Coletivo Gráfico é dar uma repaginada nas ruas.
— Gostamos de ocupar as ruas com imagens vivas, alegres, para dar uma cara melhor à cidade. Esta é a nossa política — explica.
Júlia Jacobina vai além:
— No momento em que você realiza arte na rua, está fazendo política pela democratização da arte. Você reivindica o direito de se fazer representado visualmente. Essa é a nossa política, que está mais no meio do que na mensagem.
Em julho do ano passado, um painel feito para o Sérgio Porto com imagens de Adolf Hitler e de Heinrich Himmler, líder da SS e ministro do Interior do Terceiro Reich, geraram polêmica com a comunidade judaica do Rio.
Fonte: Jornal O Globo, por Leandra Lima em 12 de janeiro de 2014.
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