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Dudu Garcia

Eduardo Garcia (Rio de Janeiro, RJ), mais conhecido como Dudu Garcia, é um pintor, artista multimídia e Dj brasileiro. Atualmente vive e trabalha no Rio de Janeiro, RJ. Suas obras são um conjunto de abstracionismo informal e hiper-realismo com detalhes bidimensionais, cores opacas e densas que compõe sua arte impenetrável e misteriosa. Eduardo Garcia cria a sua paisagem urbana, seus mapas, seus muros, seu Verbo. A sua temática é, em essência, o Tempo. Em suas pinturas, Dudu utiliza materiais orgânicos: pó de pedra, poeira, petróleo, borracha e limo sobre telas de linho, cânhamo e canvas de algodão. Já participou de diversas mostras em Museus e Galerias no Brasil e no exterior, destacando-se o Museu de Arte Moderno do Rio de Janeiro, Salvador e o Centro Cultural dos Correios, em São Paulo, SP. No exterior já expôs na França (Galerie Debret), Inglaterra (Gallery 32), Bélgica (Tendler Gallery), EUA (Violet Ray) e Japão (Motoazabu Gallery – Roppongi Hills).

Biografia - Site do Artista

Dudu Garcia vive e trabalha no Rio de Janeiro onde desenvolve sua pesquisa desde 2001. Integra o grupo de artistas da Fábrica Bhering, tendo sido ele o primeiro ocupante do local.

Já participou de diversas mostras em Museus e Galerias no Brasil e no exterior. Expôs no Museu de Arte Moderna do Rio e da Bahia, Centro Cultural dos Correios, Paço Imperial, Galerias Luisa Strina e Nara Roesler.

No exterior já expôs na França (Galerie Debret), Inglaterra (Gallery 32), Bélgica (Tendler Gallery), EUA (Violet Ray) e Japão (Motoazabu Gallery – Roppongi Hills).

Suas obras compõem o acervo permanente de instituições como MAM-RJ, MAM-BA, Centro Cultural dos Correios e Centro Cultural Cândido Mendes.

Entre as coleções particulares estão a da BGA – Brazil Golden Art e o acervo dos colecionadores portugueses Paulo e Rosário Pimenta.

Importantes críticos já escreveram sobre seu trabalho. Entre eles, Reynaldo Roels, Marcus Lontra, Fernando Cocchiarale, Marcos Campos, Roberto Cabot e Jaqueline Vojta.

As superfícies criadas por Dudu Garcia são um lugar de encontro improvável entre o abstracionismo informal e o hiperrealismo.

O artista trabalha em cima do deslocamento de paisagens urbanas despercebidas para dentro do quadro. Uma das principais ferramentas utilizadas em sua pesquisa pictórica é o diálogo com a ação do tempo.

Em suas pinturas, Dudu utiliza materiais orgânicos, pó de pedra, poeira, petróleo, borracha e limo como sua tinta sobre telas de linho, cânhamo e canvas de algodão.

Fonte: Site do Artista, página About. Consultado pela última vez em 31 de janeiro de 2022.

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Exposições Individuais

​2002 - Registros | Museu de Arte Moderna da Bahia | Solar do Unhão - Salvador, BA / Brasil

2002 - Decomposições | Centro Cultural Paschoal Carlos Magno - Niterói, RJ / Brasil

2003 - Espaço de Arte da Embaixada do Brasil em Berlim / Alemanha

2003 - Galeria Debret | Paris / França

2003 - Série Negra | Centro Cultural Candido Mendes | Grande Galeria - Rio de Janeiro, RJ / Brasil

2004 - Japan Series | Galeria Manabu Mabe - Tokyo / Japão

2004 - Suportes | Gallery 32 - Londres / Inglaterra

2004 - Suportes | Centro Cultural dos Correios - Rio de Janeiro, RJ / Brasil

2005 - Indústria | Indústrias Bhering S.A. - Rio de Janeiro, RJ / Brasil

2006 - Sensorium | Instituto Benjamin Constant - Rio de Janeiro, RJ / Brasil

2007 - Série Azul | Centro Cultural Justiça Federal - Rio de Janeiro, RJ / Brasil

2008 - New Topography - Violet Ray Gallery - New York / Estados Unidos

2011 - Atelier Sidnei Tendler | Bruxelas, Bélgica 2008New Topography | Galeria Patricia Costa - Rio de Janeiro, RJ / Brasil

2011 - New Topography | Galeria E Arte - São Paulo – SP / Brasil

2012 - Infusões | Galeria Patricia Costa - Rio de Janeiro RJ / Brasil

2012 - Vastas Superfícies e Relevos Imperfeitos | M. Leite Barbosa | Galeria de Arte Latina Rio de Janeiro, RJ / Brasil

2014 - Série Informal | Centro Cultural dos Correios – Rio de Janeiro, RJ / Brasil

2016 - Carvão Ouro - Um Galeria - RJ (Atual Cassia Bomeny Galeria) / Brasil

2018 - Inventário [Curadoria Marcus Lontra] – Verve Galeria, São Paulo / Brasil

Exposições Coletivas

​2004 - Extra Bienal de São Paulo | Galeria Nara Roesler - São Paulo, SP / Brasil

​2004 - Japan Series | Motoazabu Gallery - Tokyo, Japão / Brasil

​2004 - Arte em Revezamento | EBEC - Salvador, BA / Brasil

​2004 - Sala de Cultura Design Brasil - Ribeirão Preto, SP 2003 Arte do Novo Século | Curadoria: MASP – Museu de Arte de São Paulo / Brasil

​2004 - Complexo Argos do Centro de Convenções e Exposições João Guimarães Rosa Jundiaí, SP / Brasil

2006 - 13o Salão da Bahia | Solar do Unhão | MAM BA - Salvador, BA / Brasil

2006 - 3a Mostra de Arte e Cultura Surf | Museu da Imagem e do Som - São Paulo, SP / Brasil

2006 - Instalação “Do outro lado” | Galeria Vertical | Solar de Botafogo, RJ / Brasil

2007 - Novas Aquisições | Museu de Arte Moderna, MAM RJ - Rio de Janeiro, RJ / Brasil

2009 - Moment Art Gallery – Washington DC / Estados Unidos

2009 - Auto Retrato do Brasil – Paço Imperial – Rio de Janeiro RJ / Brasil

2009 - Coleções 08 | Galeria Luisa Strina - São Paulo SP / Brasil

2010 - Obras Selecionadas | Centro Cultural Cândido Mendes – Rio de Janeiro, RJ / Brasil

2015 - Ocupação Maúa - Coletiva com o grupo Jacarandá - Paralela a ArtRio - RJ / Brasil

2017 - Coletiva Bhering RJ

Obras em Coleções Públicas

  • ​Centro Cultural Cândido Mendes Rio de Janeiro – RJ

  • Centro Cultural dos Correios Rio de Janeiro – RJ

  • Embaixada do Brasil Paris – França

  • MAM RJ – Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro Coleção Gilberto Chateaubriand Rio de Janeiro – RJ

  • MAM BA – Museu de Arte Moderna da Bahia Salvador – BA

Obras em Coleções Privadas

  • BGA - Brazil Golden Art - SP – BR

  • Rosário e Paulo Pimenta - Porto – Portugal

  • Roberto Paz (Gucci) - NY - EUA

  • Ana Luisa e Mariano Marcondes Ferraz - Geneve - Suiça

  • Edgard Moura Brasil e Gilberto Braga - Paris - FR

  • Francesco Clemente - NY - EUA

  • Rogério Fasano - SP - BR

  • Nazareth e Oscar Metsavaht - RJ – BR

  • Rogério Jonas Zylbersztajn - RJ – BR

Fonte: Verve Galeria, Dudu Garcia. Consultado pela última vez em 31 de janeiro de 2022.

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Chico Vartulli entrevista o artista plástico Dudu Garcia, irreverente e querido da sociedade carioca


Dudu Garcia vive e trabalha no Rio de Janeiro. Trabalhou no setor têxtil até o fim dos anos 90, quando iniciou sua pesquisa e trabalho em pintura. Integrou o grupo de artistas da Fábrica Bhering, sendo o primeiro ocupante do local.

O artista participou de diversas mostras em Museus e Galerias do Brasil e exterior. Dentre elas, destacam-se as exposições no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, no Museu de Arte Moderna da Bahia, Centro Cultural Correios, Paço Imperial; em exposições coletivas nas Galerias Luisa Strina e Nara Roesler, em São Paulo. No exterior já expôs na França (Galerie Debret), Inglaterra (Gallery 32), Bélgica (Tendler Gallery), EUA (Violet Ray) e Japão (Motoazabu Gallery – Roppongi Hills). Suas obras compõem o acervo permanente de importantes instituições como o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), Museu de Arte do Rio de Janeiro (MAR),Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), Centro Cultural dos Correios, Centro Cultural Cândido Mendes. No Brasil, trabalha com as Galerias Patricia Costa, no Rio de Janeiro e Verve Galeria, em São Paulo.

As pinturas de Dudu Garcia apresentam-se enquanto lugar do encontro improvável entre o abstracionismo informal e o hiper-realismo. Um deslocamento de paisagens urbanas despercebidas para a tela. Em suas pinturas, Dudu utiliza materiais orgânicos: pó de pedra, poeira, petróleo, borracha e limo sobre telas de linho, cânhamo e algodão. Durante a ArtRio, de 2019, o crítico Paulo Herkenhoff, que selecionou um trabalho do artista para integrar o acervo permanente do Museu de Arte do Rio (MAR), observou que Dudu “criou um mecanismo sintético e sofisticado para registrar, através do espaço, a passagem do tempo”.

Nas palavras de Fernando Cocchiarale, Curador do MAM – RJ, o artista explora as infinitas possibilidades da sobreposição e criação de texturas, literais e sugeridas, superando restrições do plano bidimensional e oferecendo ao observador um mundo único, atmosférico, imaginado e ilusório, ainda que extraído do mundo real. “Dudu Garcia conseguiu produzir um sistema fundado na experimentação das possibilidades poéticas de uma pintura que extrai sua ordem espacial básica das marcas do tempo e dos homens deixadas sobre paredes e outras superfícies reais. Dudu expõe aquilo que o quadro (entendido como janela móvel na Renascença), antes, costumava cobrir (parede). No lugar da janela, partes e fragmentos de paredes”, conclui o curador.

Fonte: Revista do Villa, "Chico Vartulli entrevista o artista plástico Dudu Garcia, irreverente e querido da sociedade carioca", publicado por Luis Villarino.

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Dudu Garcia - Entre Rio de São Paulo

Dudu nasceu no Rio de Janeiro, estudou Desenho Industrial e hoje tem um ateliê no centro da cidade. É lá, naquele ambiente urbano, que exercita o “experimentalismo”, pois utiliza diversos tipos de materiais orgânicos em seus trabalhos como pó de pedra, poeira, petróleo, borracha, carvão e limo sobre telas de linho, cânhamo e algodão.

Coerente com sua geração contemporânea, ele faz uma intensa revisão nos formatos tradicionais do objeto artístico e, no seu caso, explora a matéria e suas infinitas possibilidades estéticas. Já participou de exposições em museus e galerias por todo Brasil e no Rio foi convidado do Museu de Arte Moderna e do Paço Imperial. No exterior expôs na França, na Inglaterra, na Bélgica, nos EUA e no Japão.

Atualmente, expõe no Rio de Janeiro e em São Paulo. Para o Centro Cultural dos Correios do Rio de Janeiro preparou uma instalação site specific impactante: "Carvão". Ele utiliza esta matéria-prima como elemento pictórico em duas salas expositivas no terceiro andar: de um lado, quadros em trípticos e dípticos de grandes dimensões nas quais o carvão e a iluminação especial criam relevos e superfícies; de outro, uma instalação de grande magnitude, na qual todo o piso é recoberto de carvão, com iluminação especial pontual, paredes pintadas de preto e sound design.

Ele estende os limites de sua pesquisa e afirma: “Apresento uma versão bidimensional que evidencia meu interesse pelo Momentum, o estancamento da matéria em transformação e a necessidade de organizar o caos. Já na versão tridimensional, a instalação sugere o infinito, o carvão deixou de ser e retorna em nova forma, como a força motriz de todo desenvolvimento da humanidade”.

Em São Paulo, expõe doze pinturas em técnica mista, realizadas entre 2002 e 2018: "Inventáro", na Verve Galeria. E, ainda em São Paulo, na sede da Bossa Nova Sotheby’s International Realty, projeto Viva Arte, participa da coletiva de artistas com a obra da "Série Neoconcreto", 2014.

Artista de seu tempo, Dudu registra algumas despedidas dos formatos tradicionais e propõe novos encontros com a história da arte. Mas estes novos encontros não impedem que ainda preserve, em sua “caverna urbana”, o gesto de desenhar a carvão, sua maior paixão!

Fonte: Blog Bossa Nova, "Dudu Garcia entre o Rio e São Paulo", publicado em 9 de maio de 2018. Consultado pela última vez em 31 de janeiro de 2022.

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O artista completo

Conhecido também pelo seu talento musical, e principalmente pelo agito nas pistas dos eventos mais badalados do Rio de Janeiro, Dudu Garcia é um artista completo. Hoje comemora mais uma conquista, com a inauguração de uma exposição solo no Centro Cultural Correios, que ocupa um andar inteiro.

Na exposição, obras recentes, antigas, grandes e pequenas, estão dispostas em uma enorme parede branca. A ideia é trazer a noção do “site-specific”, mostrando que a parede é uma tela para os elementos de composição, e que o local da mostra deve dialogar com a obra. “Dudu expõe aquilo que o quadro (entendido como janela móvel na Renascença), antes, costumava cobrir (parede). No lugar da janela, partes e fragmentos de paredes,” escreveu o critico de arte Fernando Cocchiarale.

Sempre flertando com os estilos da Arte Póvera, Arte Concreta e Expressionismo abstrato, Dudu trabalha em cima do deslocamento de paisagens urbanas despercebidas para dentro de uma zona de análise e da ação do tempo como uma parceira em sua pintura. Usando materiais orgânicos, pó de pedra, poeira, petróleo, borracha e limo como tinta em telas de linho, cânhamo e canvas de algodão, Dudu vem conquistando o público nacional e internacional com seu olhar inovador.

Suas obras já rodaram o mundo, com paradas na França, Alemanha, Inglaterra, Bélgica, EUA e Japão. “As pinturas de Dudu Garcia mostram-nos coisas que a nossa época tende a evitar, como o transcorrer do tempo, que se expressa pela organicidade daquilo que viveu a intempérie, interagiu com os elementos até se transformar num objeto, um objeto reificado.” – diz o artista plástico Roberto Cabot.

Fonte: A Cor da Casa, "O Artista Completo", publicado em 12 de Março de 2014. Consultado pela última vez em 31 de janeiro de 2022.

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Dudu Garcia: 15 anos de artes plásticas


Com curadoria de Fernando Cocchiarale, Dudu Garcia abre individual dia 1º de março, na Mais Um Galeria de Arte, em Ipanema. Ficou para trás, definitivamente, o tempo em que Dudu era conhecido como DJ na noite carioca. Ele integra o grupo de artistas da fábrica Bhering, tendo sido o primeiro a ocupar o local e a registrar, com fotos, todo o crescimento do espaço.

O artista também já expôs na França, Inglaterra, Bélgica, EUA e Japão e vai exibir, nesta mostra, 120 pinturas inéditas, feitas do ano passado (2016) até agora (2017).

Fontes:

Eduardo Garcia (Rio de Janeiro, RJ), mais conhecido como Dudu Garcia, é um pintor, artista multimídia e Dj brasileiro. Atualmente vive e trabalha no Rio de Janeiro, RJ. Suas obras são um conjunto de abstracionismo informal e hiper-realismo com detalhes bidimensionais, cores opacas e densas que compõe sua arte impenetrável e misteriosa. Eduardo Garcia cria a sua paisagem urbana, seus mapas, seus muros, seu Verbo. A sua temática é, em essência, o Tempo. Em suas pinturas, Dudu utiliza materiais orgânicos: pó de pedra, poeira, petróleo, borracha e limo sobre telas de linho, cânhamo e canvas de algodão. Já participou de diversas mostras em Museus e Galerias no Brasil e no exterior, destacando-se o Museu de Arte Moderno do Rio de Janeiro, Salvador e o Centro Cultural dos Correios, em São Paulo, SP. No exterior já expôs na França (Galerie Debret), Inglaterra (Gallery 32), Bélgica (Tendler Gallery), EUA (Violet Ray) e Japão (Motoazabu Gallery – Roppongi Hills).

Dudu Garcia

Eduardo Garcia (Rio de Janeiro, RJ), mais conhecido como Dudu Garcia, é um pintor, artista multimídia e Dj brasileiro. Atualmente vive e trabalha no Rio de Janeiro, RJ. Suas obras são um conjunto de abstracionismo informal e hiper-realismo com detalhes bidimensionais, cores opacas e densas que compõe sua arte impenetrável e misteriosa. Eduardo Garcia cria a sua paisagem urbana, seus mapas, seus muros, seu Verbo. A sua temática é, em essência, o Tempo. Em suas pinturas, Dudu utiliza materiais orgânicos: pó de pedra, poeira, petróleo, borracha e limo sobre telas de linho, cânhamo e canvas de algodão. Já participou de diversas mostras em Museus e Galerias no Brasil e no exterior, destacando-se o Museu de Arte Moderno do Rio de Janeiro, Salvador e o Centro Cultural dos Correios, em São Paulo, SP. No exterior já expôs na França (Galerie Debret), Inglaterra (Gallery 32), Bélgica (Tendler Gallery), EUA (Violet Ray) e Japão (Motoazabu Gallery – Roppongi Hills).

Videos

Exposição "Carvão-Ouro" | 2016

Dudu Garcia - Modernos Eternos Rio | 2021

"Carvão-Ouro" - Dudu Garcia | 2016

Dudu Garcia - A Arte da Permanência | 2003

Dudu Garcia - Carvão | 2018

Ateliê Dudu Garcia, Porto do Rio | 2021

Biografia - Site do Artista

Dudu Garcia vive e trabalha no Rio de Janeiro onde desenvolve sua pesquisa desde 2001. Integra o grupo de artistas da Fábrica Bhering, tendo sido ele o primeiro ocupante do local.

Já participou de diversas mostras em Museus e Galerias no Brasil e no exterior. Expôs no Museu de Arte Moderna do Rio e da Bahia, Centro Cultural dos Correios, Paço Imperial, Galerias Luisa Strina e Nara Roesler.

No exterior já expôs na França (Galerie Debret), Inglaterra (Gallery 32), Bélgica (Tendler Gallery), EUA (Violet Ray) e Japão (Motoazabu Gallery – Roppongi Hills).

Suas obras compõem o acervo permanente de instituições como MAM-RJ, MAM-BA, Centro Cultural dos Correios e Centro Cultural Cândido Mendes.

Entre as coleções particulares estão a da BGA – Brazil Golden Art e o acervo dos colecionadores portugueses Paulo e Rosário Pimenta.

Importantes críticos já escreveram sobre seu trabalho. Entre eles, Reynaldo Roels, Marcus Lontra, Fernando Cocchiarale, Marcos Campos, Roberto Cabot e Jaqueline Vojta.

As superfícies criadas por Dudu Garcia são um lugar de encontro improvável entre o abstracionismo informal e o hiperrealismo.

O artista trabalha em cima do deslocamento de paisagens urbanas despercebidas para dentro do quadro. Uma das principais ferramentas utilizadas em sua pesquisa pictórica é o diálogo com a ação do tempo.

Em suas pinturas, Dudu utiliza materiais orgânicos, pó de pedra, poeira, petróleo, borracha e limo como sua tinta sobre telas de linho, cânhamo e canvas de algodão.

Fonte: Site do Artista, página About. Consultado pela última vez em 31 de janeiro de 2022.

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Exposições Individuais

​2002 - Registros | Museu de Arte Moderna da Bahia | Solar do Unhão - Salvador, BA / Brasil

2002 - Decomposições | Centro Cultural Paschoal Carlos Magno - Niterói, RJ / Brasil

2003 - Espaço de Arte da Embaixada do Brasil em Berlim / Alemanha

2003 - Galeria Debret | Paris / França

2003 - Série Negra | Centro Cultural Candido Mendes | Grande Galeria - Rio de Janeiro, RJ / Brasil

2004 - Japan Series | Galeria Manabu Mabe - Tokyo / Japão

2004 - Suportes | Gallery 32 - Londres / Inglaterra

2004 - Suportes | Centro Cultural dos Correios - Rio de Janeiro, RJ / Brasil

2005 - Indústria | Indústrias Bhering S.A. - Rio de Janeiro, RJ / Brasil

2006 - Sensorium | Instituto Benjamin Constant - Rio de Janeiro, RJ / Brasil

2007 - Série Azul | Centro Cultural Justiça Federal - Rio de Janeiro, RJ / Brasil

2008 - New Topography - Violet Ray Gallery - New York / Estados Unidos

2011 - Atelier Sidnei Tendler | Bruxelas, Bélgica 2008New Topography | Galeria Patricia Costa - Rio de Janeiro, RJ / Brasil

2011 - New Topography | Galeria E Arte - São Paulo – SP / Brasil

2012 - Infusões | Galeria Patricia Costa - Rio de Janeiro RJ / Brasil

2012 - Vastas Superfícies e Relevos Imperfeitos | M. Leite Barbosa | Galeria de Arte Latina Rio de Janeiro, RJ / Brasil

2014 - Série Informal | Centro Cultural dos Correios – Rio de Janeiro, RJ / Brasil

2016 - Carvão Ouro - Um Galeria - RJ (Atual Cassia Bomeny Galeria) / Brasil

2018 - Inventário [Curadoria Marcus Lontra] – Verve Galeria, São Paulo / Brasil

Exposições Coletivas

​2004 - Extra Bienal de São Paulo | Galeria Nara Roesler - São Paulo, SP / Brasil

​2004 - Japan Series | Motoazabu Gallery - Tokyo, Japão / Brasil

​2004 - Arte em Revezamento | EBEC - Salvador, BA / Brasil

​2004 - Sala de Cultura Design Brasil - Ribeirão Preto, SP 2003 Arte do Novo Século | Curadoria: MASP – Museu de Arte de São Paulo / Brasil

​2004 - Complexo Argos do Centro de Convenções e Exposições João Guimarães Rosa Jundiaí, SP / Brasil

2006 - 13o Salão da Bahia | Solar do Unhão | MAM BA - Salvador, BA / Brasil

2006 - 3a Mostra de Arte e Cultura Surf | Museu da Imagem e do Som - São Paulo, SP / Brasil

2006 - Instalação “Do outro lado” | Galeria Vertical | Solar de Botafogo, RJ / Brasil

2007 - Novas Aquisições | Museu de Arte Moderna, MAM RJ - Rio de Janeiro, RJ / Brasil

2009 - Moment Art Gallery – Washington DC / Estados Unidos

2009 - Auto Retrato do Brasil – Paço Imperial – Rio de Janeiro RJ / Brasil

2009 - Coleções 08 | Galeria Luisa Strina - São Paulo SP / Brasil

2010 - Obras Selecionadas | Centro Cultural Cândido Mendes – Rio de Janeiro, RJ / Brasil

2015 - Ocupação Maúa - Coletiva com o grupo Jacarandá - Paralela a ArtRio - RJ / Brasil

2017 - Coletiva Bhering RJ

Obras em Coleções Públicas

  • ​Centro Cultural Cândido Mendes Rio de Janeiro – RJ

  • Centro Cultural dos Correios Rio de Janeiro – RJ

  • Embaixada do Brasil Paris – França

  • MAM RJ – Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro Coleção Gilberto Chateaubriand Rio de Janeiro – RJ

  • MAM BA – Museu de Arte Moderna da Bahia Salvador – BA

Obras em Coleções Privadas

  • BGA - Brazil Golden Art - SP – BR

  • Rosário e Paulo Pimenta - Porto – Portugal

  • Roberto Paz (Gucci) - NY - EUA

  • Ana Luisa e Mariano Marcondes Ferraz - Geneve - Suiça

  • Edgard Moura Brasil e Gilberto Braga - Paris - FR

  • Francesco Clemente - NY - EUA

  • Rogério Fasano - SP - BR

  • Nazareth e Oscar Metsavaht - RJ – BR

  • Rogério Jonas Zylbersztajn - RJ – BR

Fonte: Verve Galeria, Dudu Garcia. Consultado pela última vez em 31 de janeiro de 2022.

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Chico Vartulli entrevista o artista plástico Dudu Garcia, irreverente e querido da sociedade carioca


Dudu Garcia vive e trabalha no Rio de Janeiro. Trabalhou no setor têxtil até o fim dos anos 90, quando iniciou sua pesquisa e trabalho em pintura. Integrou o grupo de artistas da Fábrica Bhering, sendo o primeiro ocupante do local.

O artista participou de diversas mostras em Museus e Galerias do Brasil e exterior. Dentre elas, destacam-se as exposições no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, no Museu de Arte Moderna da Bahia, Centro Cultural Correios, Paço Imperial; em exposições coletivas nas Galerias Luisa Strina e Nara Roesler, em São Paulo. No exterior já expôs na França (Galerie Debret), Inglaterra (Gallery 32), Bélgica (Tendler Gallery), EUA (Violet Ray) e Japão (Motoazabu Gallery – Roppongi Hills). Suas obras compõem o acervo permanente de importantes instituições como o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), Museu de Arte do Rio de Janeiro (MAR),Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), Centro Cultural dos Correios, Centro Cultural Cândido Mendes. No Brasil, trabalha com as Galerias Patricia Costa, no Rio de Janeiro e Verve Galeria, em São Paulo.

As pinturas de Dudu Garcia apresentam-se enquanto lugar do encontro improvável entre o abstracionismo informal e o hiper-realismo. Um deslocamento de paisagens urbanas despercebidas para a tela. Em suas pinturas, Dudu utiliza materiais orgânicos: pó de pedra, poeira, petróleo, borracha e limo sobre telas de linho, cânhamo e algodão. Durante a ArtRio, de 2019, o crítico Paulo Herkenhoff, que selecionou um trabalho do artista para integrar o acervo permanente do Museu de Arte do Rio (MAR), observou que Dudu “criou um mecanismo sintético e sofisticado para registrar, através do espaço, a passagem do tempo”.

Nas palavras de Fernando Cocchiarale, Curador do MAM – RJ, o artista explora as infinitas possibilidades da sobreposição e criação de texturas, literais e sugeridas, superando restrições do plano bidimensional e oferecendo ao observador um mundo único, atmosférico, imaginado e ilusório, ainda que extraído do mundo real. “Dudu Garcia conseguiu produzir um sistema fundado na experimentação das possibilidades poéticas de uma pintura que extrai sua ordem espacial básica das marcas do tempo e dos homens deixadas sobre paredes e outras superfícies reais. Dudu expõe aquilo que o quadro (entendido como janela móvel na Renascença), antes, costumava cobrir (parede). No lugar da janela, partes e fragmentos de paredes”, conclui o curador.

Fonte: Revista do Villa, "Chico Vartulli entrevista o artista plástico Dudu Garcia, irreverente e querido da sociedade carioca", publicado por Luis Villarino.

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Dudu Garcia - Entre Rio de São Paulo

Dudu nasceu no Rio de Janeiro, estudou Desenho Industrial e hoje tem um ateliê no centro da cidade. É lá, naquele ambiente urbano, que exercita o “experimentalismo”, pois utiliza diversos tipos de materiais orgânicos em seus trabalhos como pó de pedra, poeira, petróleo, borracha, carvão e limo sobre telas de linho, cânhamo e algodão.

Coerente com sua geração contemporânea, ele faz uma intensa revisão nos formatos tradicionais do objeto artístico e, no seu caso, explora a matéria e suas infinitas possibilidades estéticas. Já participou de exposições em museus e galerias por todo Brasil e no Rio foi convidado do Museu de Arte Moderna e do Paço Imperial. No exterior expôs na França, na Inglaterra, na Bélgica, nos EUA e no Japão.

Atualmente, expõe no Rio de Janeiro e em São Paulo. Para o Centro Cultural dos Correios do Rio de Janeiro preparou uma instalação site specific impactante: "Carvão". Ele utiliza esta matéria-prima como elemento pictórico em duas salas expositivas no terceiro andar: de um lado, quadros em trípticos e dípticos de grandes dimensões nas quais o carvão e a iluminação especial criam relevos e superfícies; de outro, uma instalação de grande magnitude, na qual todo o piso é recoberto de carvão, com iluminação especial pontual, paredes pintadas de preto e sound design.

Ele estende os limites de sua pesquisa e afirma: “Apresento uma versão bidimensional que evidencia meu interesse pelo Momentum, o estancamento da matéria em transformação e a necessidade de organizar o caos. Já na versão tridimensional, a instalação sugere o infinito, o carvão deixou de ser e retorna em nova forma, como a força motriz de todo desenvolvimento da humanidade”.

Em São Paulo, expõe doze pinturas em técnica mista, realizadas entre 2002 e 2018: "Inventáro", na Verve Galeria. E, ainda em São Paulo, na sede da Bossa Nova Sotheby’s International Realty, projeto Viva Arte, participa da coletiva de artistas com a obra da "Série Neoconcreto", 2014.

Artista de seu tempo, Dudu registra algumas despedidas dos formatos tradicionais e propõe novos encontros com a história da arte. Mas estes novos encontros não impedem que ainda preserve, em sua “caverna urbana”, o gesto de desenhar a carvão, sua maior paixão!

Fonte: Blog Bossa Nova, "Dudu Garcia entre o Rio e São Paulo", publicado em 9 de maio de 2018. Consultado pela última vez em 31 de janeiro de 2022.

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O artista completo

Conhecido também pelo seu talento musical, e principalmente pelo agito nas pistas dos eventos mais badalados do Rio de Janeiro, Dudu Garcia é um artista completo. Hoje comemora mais uma conquista, com a inauguração de uma exposição solo no Centro Cultural Correios, que ocupa um andar inteiro.

Na exposição, obras recentes, antigas, grandes e pequenas, estão dispostas em uma enorme parede branca. A ideia é trazer a noção do “site-specific”, mostrando que a parede é uma tela para os elementos de composição, e que o local da mostra deve dialogar com a obra. “Dudu expõe aquilo que o quadro (entendido como janela móvel na Renascença), antes, costumava cobrir (parede). No lugar da janela, partes e fragmentos de paredes,” escreveu o critico de arte Fernando Cocchiarale.

Sempre flertando com os estilos da Arte Póvera, Arte Concreta e Expressionismo abstrato, Dudu trabalha em cima do deslocamento de paisagens urbanas despercebidas para dentro de uma zona de análise e da ação do tempo como uma parceira em sua pintura. Usando materiais orgânicos, pó de pedra, poeira, petróleo, borracha e limo como tinta em telas de linho, cânhamo e canvas de algodão, Dudu vem conquistando o público nacional e internacional com seu olhar inovador.

Suas obras já rodaram o mundo, com paradas na França, Alemanha, Inglaterra, Bélgica, EUA e Japão. “As pinturas de Dudu Garcia mostram-nos coisas que a nossa época tende a evitar, como o transcorrer do tempo, que se expressa pela organicidade daquilo que viveu a intempérie, interagiu com os elementos até se transformar num objeto, um objeto reificado.” – diz o artista plástico Roberto Cabot.

Fonte: A Cor da Casa, "O Artista Completo", publicado em 12 de Março de 2014. Consultado pela última vez em 31 de janeiro de 2022.

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Dudu Garcia: 15 anos de artes plásticas


Com curadoria de Fernando Cocchiarale, Dudu Garcia abre individual dia 1º de março, na Mais Um Galeria de Arte, em Ipanema. Ficou para trás, definitivamente, o tempo em que Dudu era conhecido como DJ na noite carioca. Ele integra o grupo de artistas da fábrica Bhering, tendo sido o primeiro a ocupar o local e a registrar, com fotos, todo o crescimento do espaço.

O artista também já expôs na França, Inglaterra, Bélgica, EUA e Japão e vai exibir, nesta mostra, 120 pinturas inéditas, feitas do ano passado (2016) até agora (2017).

Fontes:

Arremate Arte
Feito com no Rio de Janeiro

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