José Rodrigues de Miranda (Maceió, AL, 1907 — Recife, PE, 1985), mais conhecido como Miranda, foi um pintor naïf brasileiro, considerado um importante representante do estilo. Foi um dos dois brasileiros selecionados para a Trienal de Bratislava de 2000, a mais importante mostra mundial de pintura naïf. Suas obras estão no acervo do Museu de Arte do Rio e no Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil.
Biografia Wikipédia
Trabalhou desde a infância para auxiliar no sustento da família, sendo pescador, pedreiro e condutor de carroças. Só aos 61 anos de idade iniciou-se na pintura, sendo descoberto por Lucien Finkelstein, colecionador e diretor do Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil.
Sua primeira exposição individual foi na Galeria Sérgio Milliet, em São Paulo, à qual seguiram-se outras. Foi incluído em livros de referência editados por Lucien Finkelstein e Jacques Ardies, e é citado em diversas outras publicações nacionais e estrangeiras dedicadas à arte naïf.
Tem obras no acervo do Museu de Arte do Rio e no Museu Internacional de Arte Naïf. É considerado um importante representante brasileiro do estilo. Destacam-se em suas exposições a participação na Pré-Bienal de São Paulo (Fundação Bienal de São Paulo, 1970), no 29º Salão Oficial de Arte de Pernambuco (Museu do Estado de Pernambuco, 1976), em O Mundo Fascinante dos Pintores Naïfs (Paço Imperial, 1988), foi um dos dois brasileiros selecionados para a Trienal de Bratislava de 2000, a mais importante mostra mundial de pintura naïf, foi incluído na Sala Especial da Bienal Naifs do Brasil (SESC Piracicaba, 2004), o maior evento do gênero no país, e na mostra Encontros e Reencontros na Arte Naïf: Brasil-Haiti (Centro Cultural Banco do Brasil e Museu de Arte Brasileira, 2005)
Exposições Coletivas
09.1970 - Pré-Bienal de São Paulo
09.1976 - 29º Salão Oficial de Arte
15.12.1988 - O Mundo Fascinante dos Pintores Naïfs
06.07.2002 - Pop Brasil: a arte popular e o popular na arte
14.06.2005 - Encontros e Reencontros na Arte Naïf: Brasil-Haiti
07.08.2005 - Encontros e Reencontros na Arte Naïf: Brasil-Haiti
29.05.2014 - Arte Naif, a Bola da Vez (2014 : Rio de Janeiro, RJ)
11.05.2019 - ARTE NAÏF – Nenhum museu a menos
Fontes:
MIRANDA. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2022. Disponível em: Itaú Cultural. Acesso em: 17 de janeiro de 2022. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7
Wikipédia, consultado pela última vez em 17 de janeiro de 2022.
José Rodrigues de Miranda (Maceió, AL, 1907 — Recife, PE, 1985), mais conhecido como Miranda, foi um pintor naïf brasileiro, considerado um importante representante do estilo. Foi um dos dois brasileiros selecionados para a Trienal de Bratislava de 2000, a mais importante mostra mundial de pintura naïf. Suas obras estão no acervo do Museu de Arte do Rio e no Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil.
Biografia Wikipédia
Trabalhou desde a infância para auxiliar no sustento da família, sendo pescador, pedreiro e condutor de carroças. Só aos 61 anos de idade iniciou-se na pintura, sendo descoberto por Lucien Finkelstein, colecionador e diretor do Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil.
Sua primeira exposição individual foi na Galeria Sérgio Milliet, em São Paulo, à qual seguiram-se outras. Foi incluído em livros de referência editados por Lucien Finkelstein e Jacques Ardies, e é citado em diversas outras publicações nacionais e estrangeiras dedicadas à arte naïf.
Tem obras no acervo do Museu de Arte do Rio e no Museu Internacional de Arte Naïf. É considerado um importante representante brasileiro do estilo. Destacam-se em suas exposições a participação na Pré-Bienal de São Paulo (Fundação Bienal de São Paulo, 1970), no 29º Salão Oficial de Arte de Pernambuco (Museu do Estado de Pernambuco, 1976), em O Mundo Fascinante dos Pintores Naïfs (Paço Imperial, 1988), foi um dos dois brasileiros selecionados para a Trienal de Bratislava de 2000, a mais importante mostra mundial de pintura naïf, foi incluído na Sala Especial da Bienal Naifs do Brasil (SESC Piracicaba, 2004), o maior evento do gênero no país, e na mostra Encontros e Reencontros na Arte Naïf: Brasil-Haiti (Centro Cultural Banco do Brasil e Museu de Arte Brasileira, 2005)
Exposições Coletivas
09.1970 - Pré-Bienal de São Paulo
09.1976 - 29º Salão Oficial de Arte
15.12.1988 - O Mundo Fascinante dos Pintores Naïfs
06.07.2002 - Pop Brasil: a arte popular e o popular na arte
14.06.2005 - Encontros e Reencontros na Arte Naïf: Brasil-Haiti
07.08.2005 - Encontros e Reencontros na Arte Naïf: Brasil-Haiti
29.05.2014 - Arte Naif, a Bola da Vez (2014 : Rio de Janeiro, RJ)
11.05.2019 - ARTE NAÏF – Nenhum museu a menos
Fontes:
MIRANDA. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2022. Disponível em: Itaú Cultural. Acesso em: 17 de janeiro de 2022. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7
Wikipédia, consultado pela última vez em 17 de janeiro de 2022.
José Rodrigues de Miranda (Maceió, AL, 1907 — Recife, PE, 1985), mais conhecido como Miranda, foi um pintor naïf brasileiro, considerado um importante representante do estilo. Foi um dos dois brasileiros selecionados para a Trienal de Bratislava de 2000, a mais importante mostra mundial de pintura naïf. Suas obras estão no acervo do Museu de Arte do Rio e no Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil.
Biografia Wikipédia
Trabalhou desde a infância para auxiliar no sustento da família, sendo pescador, pedreiro e condutor de carroças. Só aos 61 anos de idade iniciou-se na pintura, sendo descoberto por Lucien Finkelstein, colecionador e diretor do Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil.
Sua primeira exposição individual foi na Galeria Sérgio Milliet, em São Paulo, à qual seguiram-se outras. Foi incluído em livros de referência editados por Lucien Finkelstein e Jacques Ardies, e é citado em diversas outras publicações nacionais e estrangeiras dedicadas à arte naïf.
Tem obras no acervo do Museu de Arte do Rio e no Museu Internacional de Arte Naïf. É considerado um importante representante brasileiro do estilo. Destacam-se em suas exposições a participação na Pré-Bienal de São Paulo (Fundação Bienal de São Paulo, 1970), no 29º Salão Oficial de Arte de Pernambuco (Museu do Estado de Pernambuco, 1976), em O Mundo Fascinante dos Pintores Naïfs (Paço Imperial, 1988), foi um dos dois brasileiros selecionados para a Trienal de Bratislava de 2000, a mais importante mostra mundial de pintura naïf, foi incluído na Sala Especial da Bienal Naifs do Brasil (SESC Piracicaba, 2004), o maior evento do gênero no país, e na mostra Encontros e Reencontros na Arte Naïf: Brasil-Haiti (Centro Cultural Banco do Brasil e Museu de Arte Brasileira, 2005)
Exposições Coletivas
09.1970 - Pré-Bienal de São Paulo
09.1976 - 29º Salão Oficial de Arte
15.12.1988 - O Mundo Fascinante dos Pintores Naïfs
06.07.2002 - Pop Brasil: a arte popular e o popular na arte
14.06.2005 - Encontros e Reencontros na Arte Naïf: Brasil-Haiti
07.08.2005 - Encontros e Reencontros na Arte Naïf: Brasil-Haiti
29.05.2014 - Arte Naif, a Bola da Vez (2014 : Rio de Janeiro, RJ)
11.05.2019 - ARTE NAÏF – Nenhum museu a menos
Fontes:
MIRANDA. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2022. Disponível em: Itaú Cultural. Acesso em: 17 de janeiro de 2022. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7
Wikipédia, consultado pela última vez em 17 de janeiro de 2022.
José Rodrigues de Miranda (Maceió, AL, 1907 — Recife, PE, 1985), mais conhecido como Miranda, foi um pintor naïf brasileiro, considerado um importante representante do estilo. Foi um dos dois brasileiros selecionados para a Trienal de Bratislava de 2000, a mais importante mostra mundial de pintura naïf. Suas obras estão no acervo do Museu de Arte do Rio e no Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil.
Biografia Wikipédia
Trabalhou desde a infância para auxiliar no sustento da família, sendo pescador, pedreiro e condutor de carroças. Só aos 61 anos de idade iniciou-se na pintura, sendo descoberto por Lucien Finkelstein, colecionador e diretor do Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil.
Sua primeira exposição individual foi na Galeria Sérgio Milliet, em São Paulo, à qual seguiram-se outras. Foi incluído em livros de referência editados por Lucien Finkelstein e Jacques Ardies, e é citado em diversas outras publicações nacionais e estrangeiras dedicadas à arte naïf.
Tem obras no acervo do Museu de Arte do Rio e no Museu Internacional de Arte Naïf. É considerado um importante representante brasileiro do estilo. Destacam-se em suas exposições a participação na Pré-Bienal de São Paulo (Fundação Bienal de São Paulo, 1970), no 29º Salão Oficial de Arte de Pernambuco (Museu do Estado de Pernambuco, 1976), em O Mundo Fascinante dos Pintores Naïfs (Paço Imperial, 1988), foi um dos dois brasileiros selecionados para a Trienal de Bratislava de 2000, a mais importante mostra mundial de pintura naïf, foi incluído na Sala Especial da Bienal Naifs do Brasil (SESC Piracicaba, 2004), o maior evento do gênero no país, e na mostra Encontros e Reencontros na Arte Naïf: Brasil-Haiti (Centro Cultural Banco do Brasil e Museu de Arte Brasileira, 2005)
Exposições Coletivas
09.1970 - Pré-Bienal de São Paulo
09.1976 - 29º Salão Oficial de Arte
15.12.1988 - O Mundo Fascinante dos Pintores Naïfs
06.07.2002 - Pop Brasil: a arte popular e o popular na arte
14.06.2005 - Encontros e Reencontros na Arte Naïf: Brasil-Haiti
07.08.2005 - Encontros e Reencontros na Arte Naïf: Brasil-Haiti
29.05.2014 - Arte Naif, a Bola da Vez (2014 : Rio de Janeiro, RJ)
11.05.2019 - ARTE NAÏF – Nenhum museu a menos
Fontes:
MIRANDA. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2022. Disponível em: Itaú Cultural. Acesso em: 17 de janeiro de 2022. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7
Wikipédia, consultado pela última vez em 17 de janeiro de 2022.