Ney Tecídio (Rio de Janeiro, Brasil, 16 de julho de 1929) foi um pintor, desenhista e professor brasileiro. Iniciou sua carreira artística ainda jovem, reproduzindo desenhos de Walt Disney aos 12 anos e logo depois dedicando-se à pintura. Foi discípulo de Rodolfo Chambelland, Mário Machado Portella e Gerson Azeredo Coutinho, e tornou-se membro da Academia Brasileira de Belas Artes. Paisagista, retratista, abstencionista e pintor de naturezas mortas, Teicídio se aventurou por várias linguagens, se dedicou exclusivamente à pintura, a qual é marcada pelo impressionismo e pelo uso habilidoso das cores, o que lhe rendeu o apelido de "poeta das cores". Conquistou muitos prêmios, entre eles as viagens pelo país e ao exterior, do Salão Nacional de Belas Artes recebeu Medalha de Prata, em 1971 e Medalha de Ouro em 1975; Medalha de Ouro da Academia Valenciana de Letras; Medalha Manoel Madruga da Sociedade Brasileira de Belas Artes; Medalha João Baptista Castagneto; Medalha de Ouro da Sociedade Acadêmica Phoenix Naval; Medalha Claude Monet; Medalha Gastão Formenti – SBBA; Medalha General Augusto C. Diogo etc. Algumas de suas obras são expostas no Aeroporto Internacional Tom Jobim, Acervo da Polícia Militar, Acervo da Marinha e as demais fazem parte de coleções particulares no Brasil, França, Estados Unidos, Canadá, Holanda, Alemanha, Suíça, Espanha, Portugal, Israel, Japão, Bélgica, Austrália, Inglaterra, Itália, Polônia, Argentina e Peru.
Ney Tecídio | Arremate Arte
Ney Tecídio (16 de julho de 1929, Rio de Janeiro, Brasil), também conhecido como Nei Tecídio, é um pintor, desenhista e professor brasileiro. Autodidata, iniciou-se nas artes por volta dos 12 anos reproduzindo desenhos de Walt Disney aos 12 anos e logo depois dedicando-se à pintura. Formou sua identidade plástica explorando sobretudo o óleo sobre eucatex, tela e madeira, destacando-se por composições harmoniosas e temáticas voltadas para paisagens, naturezas-mortas e cenas cotidianas, sempre com equilíbrio cromático e lirismo na construção das formas.
Sua trajetória inclui a convivência com outros artistas e a atuação também como docente, transmitindo sua experiência a novos talentos. Foi citado em catálogos e suas obras alcançaram ampla circulação em galerias e leilões, em especial no mercado brasileiro, onde continuam a despertar interesse de colecionadores. Entre suas pinturas destacam-se Estaleiro (1977), Flores de Abril (1987) e diversas representações de barcos e cenas marinhas.
Sua produção é marcada por uma técnica firme e refinada, com pinceladas seguras e valorização da luz, o que o posiciona entre os artistas brasileiros que melhor representam a tradição figurativa com sensibilidade poética. Obras de Ney Tecídio podem ser encontradas em acervos privados, galerias de arte e leilões especializados, garantindo sua permanência no cenário da arte nacional.
Ney Tecidio: Friburgo e A dança das flores | Ematosinho
“Quando se fala em impressionismo nos vêm logo à memória o nome do grande mestre Ney Tecidio, ele nasceu na cidade do Rio de Janeiro no ano de 1929, foi discípulo de Rodolfo Chambelland e Mário Machado Portella, e membro da Academia Brasileira de Belas artes, sua determinação aliada ao comprometimento é amor à arte de pintar somados à sua intimidade com as cores, pincéis e espátulas lhe renderam uma brilhante carreira da qual colheu diversas medalhas de prata, ouro e bronze, além de prêmios de viagem ao Brasil e exterior, durante sua carreira que permanece com o mesmo fervor, realizou diversas mostras individuais no Brasil e no exterior além de dezenas de participações em salões e mostra a coletivas. Seu trabalho figura em coleções particulares no Brasil e no exterior a saber: França, Estados Unidos, Rússia, Canadá, Alemanha, Suissa, Espanha, Portugal, Israel, Japão, Bélgica, Austrália, Inglaterra, Itália, Polônia, Argentina e Peru. O Banco do Brasil possui em seu acervo diversas obras do artista, que foram distribuídas em agências e superintendências do banco no exterior a sabe: Antofagasta – Chile, Atlanta – USA, Cento- Washington USA, Dakar – Senegal, Europa – Luxemburgo, Houston – USA, Libreville – Gabão, Londres – Inglaterra, Miami – USA, Paris – França, Valência – Espanha. Vários críticos discorreram sobre a obra, o talento e carreira de Ney Tecidio, destacou aqui três deles." João Medeiros – Artista plástico, escritor e crítico de arte
“A cor em liberdade, Ney Tecidio expõe em sua pintura uma ciência estragada da floração impressionista. As paisagens comparecem com um mosaico exuberante de cores, mas sem a fragmentação que caracterizava a escola no seu período fundamental, na sua busca de esplendor solar. Em nosso pintor as cores exercem uma liberdade que as converte, não raro, em .manchas valendo por si mesmas, sem uma preocupação mais rigorosa de fidelidade, às formas da natureza. Podemos falar de um discreto tachismo que nos estudos atinge uma pureza admirável. É como se o branco, o amarelo, o laranja ao mesmo tempo revelassem flores (o tema) e existissem por si mesmos, numa alegre rebeldia anti- fotográfica (o quadro).” — José Paulo Moreira da Fonseca – Artista plástico, poeta, ensaísta e diplomata brasileiro.
“No uso da espátula, desde que vimos observando o múltiplo fenômeno do ofício de pintor, a presença de Ney Tecidio é exemplar e destacada… Em seu processo artesanal a espátula é quase exclusiva. Mostra-se jovem e agressiva, revela aquela natureza de moldagem que aproximara o gesto e o ímpeto mais da intenção escultórica do que da pintura. O gesto espontâneo e rápido manejo da espátula como uma espada, cortando o espaço, sugerindo formas, lançando a matéria e automaticamente controlando os seus excessos quase que como desenhando…” — Walmir Ayala – Escritor, poeta, ensaísta e crítico de arte.
Fonte: Ematosinho. Consultado pela última vez em 19 de julho de 2024.
Ney Tecídio, o poeta das cores | Alves da Silva
Ney Tecídio, nasceu no Méier, em 16 de julho de 1929. Pintor veterano de uma família de artistas iniciou nas artes aos 12 anos reproduzindo com facilidade os desenhos de Walt Disney. Logo percebeu sua aptidão e passou rapidamente a se dedicar à arte dos pincéis.
Estudou na ABA (Academia Brasileira de Artes) de onde é membro titular da cadeira nº 26. Com um currículo que inclui mais de 30 exposições no Brasil, na Europa e nos Estados Unidos é conhecido como o poeta das cores, título do livro que o homenageou em seus 50 anos de carreira.
Com uma infinidade de prêmios, moções, medalhas de ouro, prata e bronze, honrarias peço ao nosso entrevistado que me aponte as mais importantes e de pronto me responde: “Todos os prêmios têm a sua importância. Destacaria às viagens ao exterior. Mas, o mais importante é ser amigo da jornalista Solange Diniz” (risos). Neste clima de descontração, excelente humor e generosidade nosso artista plástico nos concedeu a honra de uma entrevista para o Jornal Novidades.
Pintor, desenhista, paisagista, retratista, pintor de belas naturezas mortas, abstracionista, Ney conquistou todos os prêmios possíveis a um artista, por sua técnica apurada e muito talento. Entre eles: viagens pelo país e ao exterior; do Salão Nacional de Belas Artes recebeu Medalha de Prata em 1971 e Medalha de Ouro em 1975; Medalha de Ouro da Academia Valenciana de Letras; Medalha Manoel Madruga da Sociedade Brasileira de Belas Artes; Medalha João Baptista Castagneto; Medalha de Ouro da Sociedade Acadêmica Phoenix Naval; Medalha Claude Monet; Medalha Gastão Formenti – SBBA; Medalha General Augusto C. Diogo etc.
Suas telas estão expostas no: Aeroporto Internacional Tom Jobim, Acervo da Polícia Militar, Acervo da Marinha. 1º Distrito Naval, na Igreja Messiânica Mundial do Rio de Janeiro, na Base Naval da Antártica (Retrato do Comandante Ferraz), no Boeing Presidencial, além de fazer parte de coleções particulares no Brasil, França, Estados Unidos, Canadá, Holanda, Alemanha, Suíça, Espanha, Portugal, Israel, Japão, Bélgica, Austrália, Inglaterra, Itália, Polônia, Argentina e Peru. As obras de Ney Tecídio ainda podem ser apreciadas nas agências do Banco do Brasil em nosso país, no Chile, em Luxemburgo, Atlanta, Houston, Washington, Miami, Paris, Londres, Valência, Genebra, Libreville e Dakar.
O contemporâneo artista plástico Armando Romanelli considera-o um exemplo a ser seguido pelos jovens artistas. “Ney é colorista corajoso, que brinca com as nuances de uma forma muito particular, fazendo com que suas obras sejam identificadas pelos colecionadores independentemente de sua assinatura apostas nos quadros”, declara.
O Méier, bairro onde nasceu e vive até hoje é para ele sinônimo de tranquilidade, bons amigos, boas brincadeiras, balões, pipas, passarinhos, meninas bonitas e uma linda natureza.
Fonte: Alves da Silva. Consultado pela última vez em 19 de julho de 2024.
Crédito fotográfico: Imagem extraída da internet. Consultado pela última vez em 19 de agosto de 2025.
Ney Tecídio (Rio de Janeiro, Brasil, 16 de julho de 1929) foi um pintor, desenhista e professor brasileiro. Iniciou sua carreira artística ainda jovem, reproduzindo desenhos de Walt Disney aos 12 anos e logo depois dedicando-se à pintura. Foi discípulo de Rodolfo Chambelland, Mário Machado Portella e Gerson Azeredo Coutinho, e tornou-se membro da Academia Brasileira de Belas Artes. Paisagista, retratista, abstencionista e pintor de naturezas mortas, Teicídio se aventurou por várias linguagens, se dedicou exclusivamente à pintura, a qual é marcada pelo impressionismo e pelo uso habilidoso das cores, o que lhe rendeu o apelido de "poeta das cores". Conquistou muitos prêmios, entre eles as viagens pelo país e ao exterior, do Salão Nacional de Belas Artes recebeu Medalha de Prata, em 1971 e Medalha de Ouro em 1975; Medalha de Ouro da Academia Valenciana de Letras; Medalha Manoel Madruga da Sociedade Brasileira de Belas Artes; Medalha João Baptista Castagneto; Medalha de Ouro da Sociedade Acadêmica Phoenix Naval; Medalha Claude Monet; Medalha Gastão Formenti – SBBA; Medalha General Augusto C. Diogo etc. Algumas de suas obras são expostas no Aeroporto Internacional Tom Jobim, Acervo da Polícia Militar, Acervo da Marinha e as demais fazem parte de coleções particulares no Brasil, França, Estados Unidos, Canadá, Holanda, Alemanha, Suíça, Espanha, Portugal, Israel, Japão, Bélgica, Austrália, Inglaterra, Itália, Polônia, Argentina e Peru.
Ney Tecídio | Arremate Arte
Ney Tecídio (16 de julho de 1929, Rio de Janeiro, Brasil), também conhecido como Nei Tecídio, é um pintor, desenhista e professor brasileiro. Autodidata, iniciou-se nas artes por volta dos 12 anos reproduzindo desenhos de Walt Disney aos 12 anos e logo depois dedicando-se à pintura. Formou sua identidade plástica explorando sobretudo o óleo sobre eucatex, tela e madeira, destacando-se por composições harmoniosas e temáticas voltadas para paisagens, naturezas-mortas e cenas cotidianas, sempre com equilíbrio cromático e lirismo na construção das formas.
Sua trajetória inclui a convivência com outros artistas e a atuação também como docente, transmitindo sua experiência a novos talentos. Foi citado em catálogos e suas obras alcançaram ampla circulação em galerias e leilões, em especial no mercado brasileiro, onde continuam a despertar interesse de colecionadores. Entre suas pinturas destacam-se Estaleiro (1977), Flores de Abril (1987) e diversas representações de barcos e cenas marinhas.
Sua produção é marcada por uma técnica firme e refinada, com pinceladas seguras e valorização da luz, o que o posiciona entre os artistas brasileiros que melhor representam a tradição figurativa com sensibilidade poética. Obras de Ney Tecídio podem ser encontradas em acervos privados, galerias de arte e leilões especializados, garantindo sua permanência no cenário da arte nacional.
Ney Tecidio: Friburgo e A dança das flores | Ematosinho
“Quando se fala em impressionismo nos vêm logo à memória o nome do grande mestre Ney Tecidio, ele nasceu na cidade do Rio de Janeiro no ano de 1929, foi discípulo de Rodolfo Chambelland e Mário Machado Portella, e membro da Academia Brasileira de Belas artes, sua determinação aliada ao comprometimento é amor à arte de pintar somados à sua intimidade com as cores, pincéis e espátulas lhe renderam uma brilhante carreira da qual colheu diversas medalhas de prata, ouro e bronze, além de prêmios de viagem ao Brasil e exterior, durante sua carreira que permanece com o mesmo fervor, realizou diversas mostras individuais no Brasil e no exterior além de dezenas de participações em salões e mostra a coletivas. Seu trabalho figura em coleções particulares no Brasil e no exterior a saber: França, Estados Unidos, Rússia, Canadá, Alemanha, Suissa, Espanha, Portugal, Israel, Japão, Bélgica, Austrália, Inglaterra, Itália, Polônia, Argentina e Peru. O Banco do Brasil possui em seu acervo diversas obras do artista, que foram distribuídas em agências e superintendências do banco no exterior a sabe: Antofagasta – Chile, Atlanta – USA, Cento- Washington USA, Dakar – Senegal, Europa – Luxemburgo, Houston – USA, Libreville – Gabão, Londres – Inglaterra, Miami – USA, Paris – França, Valência – Espanha. Vários críticos discorreram sobre a obra, o talento e carreira de Ney Tecidio, destacou aqui três deles." João Medeiros – Artista plástico, escritor e crítico de arte
“A cor em liberdade, Ney Tecidio expõe em sua pintura uma ciência estragada da floração impressionista. As paisagens comparecem com um mosaico exuberante de cores, mas sem a fragmentação que caracterizava a escola no seu período fundamental, na sua busca de esplendor solar. Em nosso pintor as cores exercem uma liberdade que as converte, não raro, em .manchas valendo por si mesmas, sem uma preocupação mais rigorosa de fidelidade, às formas da natureza. Podemos falar de um discreto tachismo que nos estudos atinge uma pureza admirável. É como se o branco, o amarelo, o laranja ao mesmo tempo revelassem flores (o tema) e existissem por si mesmos, numa alegre rebeldia anti- fotográfica (o quadro).” — José Paulo Moreira da Fonseca – Artista plástico, poeta, ensaísta e diplomata brasileiro.
“No uso da espátula, desde que vimos observando o múltiplo fenômeno do ofício de pintor, a presença de Ney Tecidio é exemplar e destacada… Em seu processo artesanal a espátula é quase exclusiva. Mostra-se jovem e agressiva, revela aquela natureza de moldagem que aproximara o gesto e o ímpeto mais da intenção escultórica do que da pintura. O gesto espontâneo e rápido manejo da espátula como uma espada, cortando o espaço, sugerindo formas, lançando a matéria e automaticamente controlando os seus excessos quase que como desenhando…” — Walmir Ayala – Escritor, poeta, ensaísta e crítico de arte.
Fonte: Ematosinho. Consultado pela última vez em 19 de julho de 2024.
Ney Tecídio, o poeta das cores | Alves da Silva
Ney Tecídio, nasceu no Méier, em 16 de julho de 1929. Pintor veterano de uma família de artistas iniciou nas artes aos 12 anos reproduzindo com facilidade os desenhos de Walt Disney. Logo percebeu sua aptidão e passou rapidamente a se dedicar à arte dos pincéis.
Estudou na ABA (Academia Brasileira de Artes) de onde é membro titular da cadeira nº 26. Com um currículo que inclui mais de 30 exposições no Brasil, na Europa e nos Estados Unidos é conhecido como o poeta das cores, título do livro que o homenageou em seus 50 anos de carreira.
Com uma infinidade de prêmios, moções, medalhas de ouro, prata e bronze, honrarias peço ao nosso entrevistado que me aponte as mais importantes e de pronto me responde: “Todos os prêmios têm a sua importância. Destacaria às viagens ao exterior. Mas, o mais importante é ser amigo da jornalista Solange Diniz” (risos). Neste clima de descontração, excelente humor e generosidade nosso artista plástico nos concedeu a honra de uma entrevista para o Jornal Novidades.
Pintor, desenhista, paisagista, retratista, pintor de belas naturezas mortas, abstracionista, Ney conquistou todos os prêmios possíveis a um artista, por sua técnica apurada e muito talento. Entre eles: viagens pelo país e ao exterior; do Salão Nacional de Belas Artes recebeu Medalha de Prata em 1971 e Medalha de Ouro em 1975; Medalha de Ouro da Academia Valenciana de Letras; Medalha Manoel Madruga da Sociedade Brasileira de Belas Artes; Medalha João Baptista Castagneto; Medalha de Ouro da Sociedade Acadêmica Phoenix Naval; Medalha Claude Monet; Medalha Gastão Formenti – SBBA; Medalha General Augusto C. Diogo etc.
Suas telas estão expostas no: Aeroporto Internacional Tom Jobim, Acervo da Polícia Militar, Acervo da Marinha. 1º Distrito Naval, na Igreja Messiânica Mundial do Rio de Janeiro, na Base Naval da Antártica (Retrato do Comandante Ferraz), no Boeing Presidencial, além de fazer parte de coleções particulares no Brasil, França, Estados Unidos, Canadá, Holanda, Alemanha, Suíça, Espanha, Portugal, Israel, Japão, Bélgica, Austrália, Inglaterra, Itália, Polônia, Argentina e Peru. As obras de Ney Tecídio ainda podem ser apreciadas nas agências do Banco do Brasil em nosso país, no Chile, em Luxemburgo, Atlanta, Houston, Washington, Miami, Paris, Londres, Valência, Genebra, Libreville e Dakar.
O contemporâneo artista plástico Armando Romanelli considera-o um exemplo a ser seguido pelos jovens artistas. “Ney é colorista corajoso, que brinca com as nuances de uma forma muito particular, fazendo com que suas obras sejam identificadas pelos colecionadores independentemente de sua assinatura apostas nos quadros”, declara.
O Méier, bairro onde nasceu e vive até hoje é para ele sinônimo de tranquilidade, bons amigos, boas brincadeiras, balões, pipas, passarinhos, meninas bonitas e uma linda natureza.
Fonte: Alves da Silva. Consultado pela última vez em 19 de julho de 2024.
Crédito fotográfico: Imagem extraída da internet. Consultado pela última vez em 19 de agosto de 2025.
Ney Tecídio (Rio de Janeiro, Brasil, 16 de julho de 1929) foi um pintor, desenhista e professor brasileiro. Iniciou sua carreira artística ainda jovem, reproduzindo desenhos de Walt Disney aos 12 anos e logo depois dedicando-se à pintura. Foi discípulo de Rodolfo Chambelland, Mário Machado Portella e Gerson Azeredo Coutinho, e tornou-se membro da Academia Brasileira de Belas Artes. Paisagista, retratista, abstencionista e pintor de naturezas mortas, Teicídio se aventurou por várias linguagens, se dedicou exclusivamente à pintura, a qual é marcada pelo impressionismo e pelo uso habilidoso das cores, o que lhe rendeu o apelido de "poeta das cores". Conquistou muitos prêmios, entre eles as viagens pelo país e ao exterior, do Salão Nacional de Belas Artes recebeu Medalha de Prata, em 1971 e Medalha de Ouro em 1975; Medalha de Ouro da Academia Valenciana de Letras; Medalha Manoel Madruga da Sociedade Brasileira de Belas Artes; Medalha João Baptista Castagneto; Medalha de Ouro da Sociedade Acadêmica Phoenix Naval; Medalha Claude Monet; Medalha Gastão Formenti – SBBA; Medalha General Augusto C. Diogo etc. Algumas de suas obras são expostas no Aeroporto Internacional Tom Jobim, Acervo da Polícia Militar, Acervo da Marinha e as demais fazem parte de coleções particulares no Brasil, França, Estados Unidos, Canadá, Holanda, Alemanha, Suíça, Espanha, Portugal, Israel, Japão, Bélgica, Austrália, Inglaterra, Itália, Polônia, Argentina e Peru.
Ney Tecídio | Arremate Arte
Ney Tecídio (16 de julho de 1929, Rio de Janeiro, Brasil), também conhecido como Nei Tecídio, é um pintor, desenhista e professor brasileiro. Autodidata, iniciou-se nas artes por volta dos 12 anos reproduzindo desenhos de Walt Disney aos 12 anos e logo depois dedicando-se à pintura. Formou sua identidade plástica explorando sobretudo o óleo sobre eucatex, tela e madeira, destacando-se por composições harmoniosas e temáticas voltadas para paisagens, naturezas-mortas e cenas cotidianas, sempre com equilíbrio cromático e lirismo na construção das formas.
Sua trajetória inclui a convivência com outros artistas e a atuação também como docente, transmitindo sua experiência a novos talentos. Foi citado em catálogos e suas obras alcançaram ampla circulação em galerias e leilões, em especial no mercado brasileiro, onde continuam a despertar interesse de colecionadores. Entre suas pinturas destacam-se Estaleiro (1977), Flores de Abril (1987) e diversas representações de barcos e cenas marinhas.
Sua produção é marcada por uma técnica firme e refinada, com pinceladas seguras e valorização da luz, o que o posiciona entre os artistas brasileiros que melhor representam a tradição figurativa com sensibilidade poética. Obras de Ney Tecídio podem ser encontradas em acervos privados, galerias de arte e leilões especializados, garantindo sua permanência no cenário da arte nacional.
Ney Tecidio: Friburgo e A dança das flores | Ematosinho
“Quando se fala em impressionismo nos vêm logo à memória o nome do grande mestre Ney Tecidio, ele nasceu na cidade do Rio de Janeiro no ano de 1929, foi discípulo de Rodolfo Chambelland e Mário Machado Portella, e membro da Academia Brasileira de Belas artes, sua determinação aliada ao comprometimento é amor à arte de pintar somados à sua intimidade com as cores, pincéis e espátulas lhe renderam uma brilhante carreira da qual colheu diversas medalhas de prata, ouro e bronze, além de prêmios de viagem ao Brasil e exterior, durante sua carreira que permanece com o mesmo fervor, realizou diversas mostras individuais no Brasil e no exterior além de dezenas de participações em salões e mostra a coletivas. Seu trabalho figura em coleções particulares no Brasil e no exterior a saber: França, Estados Unidos, Rússia, Canadá, Alemanha, Suissa, Espanha, Portugal, Israel, Japão, Bélgica, Austrália, Inglaterra, Itália, Polônia, Argentina e Peru. O Banco do Brasil possui em seu acervo diversas obras do artista, que foram distribuídas em agências e superintendências do banco no exterior a sabe: Antofagasta – Chile, Atlanta – USA, Cento- Washington USA, Dakar – Senegal, Europa – Luxemburgo, Houston – USA, Libreville – Gabão, Londres – Inglaterra, Miami – USA, Paris – França, Valência – Espanha. Vários críticos discorreram sobre a obra, o talento e carreira de Ney Tecidio, destacou aqui três deles." João Medeiros – Artista plástico, escritor e crítico de arte
“A cor em liberdade, Ney Tecidio expõe em sua pintura uma ciência estragada da floração impressionista. As paisagens comparecem com um mosaico exuberante de cores, mas sem a fragmentação que caracterizava a escola no seu período fundamental, na sua busca de esplendor solar. Em nosso pintor as cores exercem uma liberdade que as converte, não raro, em .manchas valendo por si mesmas, sem uma preocupação mais rigorosa de fidelidade, às formas da natureza. Podemos falar de um discreto tachismo que nos estudos atinge uma pureza admirável. É como se o branco, o amarelo, o laranja ao mesmo tempo revelassem flores (o tema) e existissem por si mesmos, numa alegre rebeldia anti- fotográfica (o quadro).” — José Paulo Moreira da Fonseca – Artista plástico, poeta, ensaísta e diplomata brasileiro.
“No uso da espátula, desde que vimos observando o múltiplo fenômeno do ofício de pintor, a presença de Ney Tecidio é exemplar e destacada… Em seu processo artesanal a espátula é quase exclusiva. Mostra-se jovem e agressiva, revela aquela natureza de moldagem que aproximara o gesto e o ímpeto mais da intenção escultórica do que da pintura. O gesto espontâneo e rápido manejo da espátula como uma espada, cortando o espaço, sugerindo formas, lançando a matéria e automaticamente controlando os seus excessos quase que como desenhando…” — Walmir Ayala – Escritor, poeta, ensaísta e crítico de arte.
Fonte: Ematosinho. Consultado pela última vez em 19 de julho de 2024.
Ney Tecídio, o poeta das cores | Alves da Silva
Ney Tecídio, nasceu no Méier, em 16 de julho de 1929. Pintor veterano de uma família de artistas iniciou nas artes aos 12 anos reproduzindo com facilidade os desenhos de Walt Disney. Logo percebeu sua aptidão e passou rapidamente a se dedicar à arte dos pincéis.
Estudou na ABA (Academia Brasileira de Artes) de onde é membro titular da cadeira nº 26. Com um currículo que inclui mais de 30 exposições no Brasil, na Europa e nos Estados Unidos é conhecido como o poeta das cores, título do livro que o homenageou em seus 50 anos de carreira.
Com uma infinidade de prêmios, moções, medalhas de ouro, prata e bronze, honrarias peço ao nosso entrevistado que me aponte as mais importantes e de pronto me responde: “Todos os prêmios têm a sua importância. Destacaria às viagens ao exterior. Mas, o mais importante é ser amigo da jornalista Solange Diniz” (risos). Neste clima de descontração, excelente humor e generosidade nosso artista plástico nos concedeu a honra de uma entrevista para o Jornal Novidades.
Pintor, desenhista, paisagista, retratista, pintor de belas naturezas mortas, abstracionista, Ney conquistou todos os prêmios possíveis a um artista, por sua técnica apurada e muito talento. Entre eles: viagens pelo país e ao exterior; do Salão Nacional de Belas Artes recebeu Medalha de Prata em 1971 e Medalha de Ouro em 1975; Medalha de Ouro da Academia Valenciana de Letras; Medalha Manoel Madruga da Sociedade Brasileira de Belas Artes; Medalha João Baptista Castagneto; Medalha de Ouro da Sociedade Acadêmica Phoenix Naval; Medalha Claude Monet; Medalha Gastão Formenti – SBBA; Medalha General Augusto C. Diogo etc.
Suas telas estão expostas no: Aeroporto Internacional Tom Jobim, Acervo da Polícia Militar, Acervo da Marinha. 1º Distrito Naval, na Igreja Messiânica Mundial do Rio de Janeiro, na Base Naval da Antártica (Retrato do Comandante Ferraz), no Boeing Presidencial, além de fazer parte de coleções particulares no Brasil, França, Estados Unidos, Canadá, Holanda, Alemanha, Suíça, Espanha, Portugal, Israel, Japão, Bélgica, Austrália, Inglaterra, Itália, Polônia, Argentina e Peru. As obras de Ney Tecídio ainda podem ser apreciadas nas agências do Banco do Brasil em nosso país, no Chile, em Luxemburgo, Atlanta, Houston, Washington, Miami, Paris, Londres, Valência, Genebra, Libreville e Dakar.
O contemporâneo artista plástico Armando Romanelli considera-o um exemplo a ser seguido pelos jovens artistas. “Ney é colorista corajoso, que brinca com as nuances de uma forma muito particular, fazendo com que suas obras sejam identificadas pelos colecionadores independentemente de sua assinatura apostas nos quadros”, declara.
O Méier, bairro onde nasceu e vive até hoje é para ele sinônimo de tranquilidade, bons amigos, boas brincadeiras, balões, pipas, passarinhos, meninas bonitas e uma linda natureza.
Fonte: Alves da Silva. Consultado pela última vez em 19 de julho de 2024.
Crédito fotográfico: Imagem extraída da internet. Consultado pela última vez em 19 de agosto de 2025.
Ney Tecídio (Rio de Janeiro, Brasil, 16 de julho de 1929) foi um pintor, desenhista e professor brasileiro. Iniciou sua carreira artística ainda jovem, reproduzindo desenhos de Walt Disney aos 12 anos e logo depois dedicando-se à pintura. Foi discípulo de Rodolfo Chambelland, Mário Machado Portella e Gerson Azeredo Coutinho, e tornou-se membro da Academia Brasileira de Belas Artes. Paisagista, retratista, abstencionista e pintor de naturezas mortas, Teicídio se aventurou por várias linguagens, se dedicou exclusivamente à pintura, a qual é marcada pelo impressionismo e pelo uso habilidoso das cores, o que lhe rendeu o apelido de "poeta das cores". Conquistou muitos prêmios, entre eles as viagens pelo país e ao exterior, do Salão Nacional de Belas Artes recebeu Medalha de Prata, em 1971 e Medalha de Ouro em 1975; Medalha de Ouro da Academia Valenciana de Letras; Medalha Manoel Madruga da Sociedade Brasileira de Belas Artes; Medalha João Baptista Castagneto; Medalha de Ouro da Sociedade Acadêmica Phoenix Naval; Medalha Claude Monet; Medalha Gastão Formenti – SBBA; Medalha General Augusto C. Diogo etc. Algumas de suas obras são expostas no Aeroporto Internacional Tom Jobim, Acervo da Polícia Militar, Acervo da Marinha e as demais fazem parte de coleções particulares no Brasil, França, Estados Unidos, Canadá, Holanda, Alemanha, Suíça, Espanha, Portugal, Israel, Japão, Bélgica, Austrália, Inglaterra, Itália, Polônia, Argentina e Peru.
Ney Tecídio | Arremate Arte
Ney Tecídio (16 de julho de 1929, Rio de Janeiro, Brasil), também conhecido como Nei Tecídio, é um pintor, desenhista e professor brasileiro. Autodidata, iniciou-se nas artes por volta dos 12 anos reproduzindo desenhos de Walt Disney aos 12 anos e logo depois dedicando-se à pintura. Formou sua identidade plástica explorando sobretudo o óleo sobre eucatex, tela e madeira, destacando-se por composições harmoniosas e temáticas voltadas para paisagens, naturezas-mortas e cenas cotidianas, sempre com equilíbrio cromático e lirismo na construção das formas.
Sua trajetória inclui a convivência com outros artistas e a atuação também como docente, transmitindo sua experiência a novos talentos. Foi citado em catálogos e suas obras alcançaram ampla circulação em galerias e leilões, em especial no mercado brasileiro, onde continuam a despertar interesse de colecionadores. Entre suas pinturas destacam-se Estaleiro (1977), Flores de Abril (1987) e diversas representações de barcos e cenas marinhas.
Sua produção é marcada por uma técnica firme e refinada, com pinceladas seguras e valorização da luz, o que o posiciona entre os artistas brasileiros que melhor representam a tradição figurativa com sensibilidade poética. Obras de Ney Tecídio podem ser encontradas em acervos privados, galerias de arte e leilões especializados, garantindo sua permanência no cenário da arte nacional.
Ney Tecidio: Friburgo e A dança das flores | Ematosinho
“Quando se fala em impressionismo nos vêm logo à memória o nome do grande mestre Ney Tecidio, ele nasceu na cidade do Rio de Janeiro no ano de 1929, foi discípulo de Rodolfo Chambelland e Mário Machado Portella, e membro da Academia Brasileira de Belas artes, sua determinação aliada ao comprometimento é amor à arte de pintar somados à sua intimidade com as cores, pincéis e espátulas lhe renderam uma brilhante carreira da qual colheu diversas medalhas de prata, ouro e bronze, além de prêmios de viagem ao Brasil e exterior, durante sua carreira que permanece com o mesmo fervor, realizou diversas mostras individuais no Brasil e no exterior além de dezenas de participações em salões e mostra a coletivas. Seu trabalho figura em coleções particulares no Brasil e no exterior a saber: França, Estados Unidos, Rússia, Canadá, Alemanha, Suissa, Espanha, Portugal, Israel, Japão, Bélgica, Austrália, Inglaterra, Itália, Polônia, Argentina e Peru. O Banco do Brasil possui em seu acervo diversas obras do artista, que foram distribuídas em agências e superintendências do banco no exterior a sabe: Antofagasta – Chile, Atlanta – USA, Cento- Washington USA, Dakar – Senegal, Europa – Luxemburgo, Houston – USA, Libreville – Gabão, Londres – Inglaterra, Miami – USA, Paris – França, Valência – Espanha. Vários críticos discorreram sobre a obra, o talento e carreira de Ney Tecidio, destacou aqui três deles." João Medeiros – Artista plástico, escritor e crítico de arte
“A cor em liberdade, Ney Tecidio expõe em sua pintura uma ciência estragada da floração impressionista. As paisagens comparecem com um mosaico exuberante de cores, mas sem a fragmentação que caracterizava a escola no seu período fundamental, na sua busca de esplendor solar. Em nosso pintor as cores exercem uma liberdade que as converte, não raro, em .manchas valendo por si mesmas, sem uma preocupação mais rigorosa de fidelidade, às formas da natureza. Podemos falar de um discreto tachismo que nos estudos atinge uma pureza admirável. É como se o branco, o amarelo, o laranja ao mesmo tempo revelassem flores (o tema) e existissem por si mesmos, numa alegre rebeldia anti- fotográfica (o quadro).” — José Paulo Moreira da Fonseca – Artista plástico, poeta, ensaísta e diplomata brasileiro.
“No uso da espátula, desde que vimos observando o múltiplo fenômeno do ofício de pintor, a presença de Ney Tecidio é exemplar e destacada… Em seu processo artesanal a espátula é quase exclusiva. Mostra-se jovem e agressiva, revela aquela natureza de moldagem que aproximara o gesto e o ímpeto mais da intenção escultórica do que da pintura. O gesto espontâneo e rápido manejo da espátula como uma espada, cortando o espaço, sugerindo formas, lançando a matéria e automaticamente controlando os seus excessos quase que como desenhando…” — Walmir Ayala – Escritor, poeta, ensaísta e crítico de arte.
Fonte: Ematosinho. Consultado pela última vez em 19 de julho de 2024.
Ney Tecídio, o poeta das cores | Alves da Silva
Ney Tecídio, nasceu no Méier, em 16 de julho de 1929. Pintor veterano de uma família de artistas iniciou nas artes aos 12 anos reproduzindo com facilidade os desenhos de Walt Disney. Logo percebeu sua aptidão e passou rapidamente a se dedicar à arte dos pincéis.
Estudou na ABA (Academia Brasileira de Artes) de onde é membro titular da cadeira nº 26. Com um currículo que inclui mais de 30 exposições no Brasil, na Europa e nos Estados Unidos é conhecido como o poeta das cores, título do livro que o homenageou em seus 50 anos de carreira.
Com uma infinidade de prêmios, moções, medalhas de ouro, prata e bronze, honrarias peço ao nosso entrevistado que me aponte as mais importantes e de pronto me responde: “Todos os prêmios têm a sua importância. Destacaria às viagens ao exterior. Mas, o mais importante é ser amigo da jornalista Solange Diniz” (risos). Neste clima de descontração, excelente humor e generosidade nosso artista plástico nos concedeu a honra de uma entrevista para o Jornal Novidades.
Pintor, desenhista, paisagista, retratista, pintor de belas naturezas mortas, abstracionista, Ney conquistou todos os prêmios possíveis a um artista, por sua técnica apurada e muito talento. Entre eles: viagens pelo país e ao exterior; do Salão Nacional de Belas Artes recebeu Medalha de Prata em 1971 e Medalha de Ouro em 1975; Medalha de Ouro da Academia Valenciana de Letras; Medalha Manoel Madruga da Sociedade Brasileira de Belas Artes; Medalha João Baptista Castagneto; Medalha de Ouro da Sociedade Acadêmica Phoenix Naval; Medalha Claude Monet; Medalha Gastão Formenti – SBBA; Medalha General Augusto C. Diogo etc.
Suas telas estão expostas no: Aeroporto Internacional Tom Jobim, Acervo da Polícia Militar, Acervo da Marinha. 1º Distrito Naval, na Igreja Messiânica Mundial do Rio de Janeiro, na Base Naval da Antártica (Retrato do Comandante Ferraz), no Boeing Presidencial, além de fazer parte de coleções particulares no Brasil, França, Estados Unidos, Canadá, Holanda, Alemanha, Suíça, Espanha, Portugal, Israel, Japão, Bélgica, Austrália, Inglaterra, Itália, Polônia, Argentina e Peru. As obras de Ney Tecídio ainda podem ser apreciadas nas agências do Banco do Brasil em nosso país, no Chile, em Luxemburgo, Atlanta, Houston, Washington, Miami, Paris, Londres, Valência, Genebra, Libreville e Dakar.
O contemporâneo artista plástico Armando Romanelli considera-o um exemplo a ser seguido pelos jovens artistas. “Ney é colorista corajoso, que brinca com as nuances de uma forma muito particular, fazendo com que suas obras sejam identificadas pelos colecionadores independentemente de sua assinatura apostas nos quadros”, declara.
O Méier, bairro onde nasceu e vive até hoje é para ele sinônimo de tranquilidade, bons amigos, boas brincadeiras, balões, pipas, passarinhos, meninas bonitas e uma linda natureza.
Fonte: Alves da Silva. Consultado pela última vez em 19 de julho de 2024.
Crédito fotográfico: Imagem extraída da internet. Consultado pela última vez em 19 de agosto de 2025.