Conseguiu o primeiro emprego aos 17 anos como concursada em datilografia e, por digitar rápido, fez um acordo com o chefe para desenhar no tempo livre. Inicia os estudos formais de pintura com Guignard (1950), em Belo Horizonte, e gravura com Misabel Pedrosa (1954). Mais tarde, no Rio de Janeiro, foi discípula de Oswaldo Goeldi.
Trabalha com gravuras, sobretudo em madeira, preferindo o contraste de preto e branco às cores. Entre seus temas estão lembranças da adolescência no interior de Minas Gerais - congados e violeiros.
Muralista, pesquisou a arte barroca das igrejas de Ouro Preto e Sabará. Criou um mural na Igreja Matriz, em Ferros, onde Adão e Eva aparecem nus, o que chocou os fiéis.
A estética barroco-mineira, bem como o cubismo e expressionismo, são características marcantes em sua obra. O contato com as cidades do ciclo do ouro lhe despertaram o interesse pela figuração entre o dramático e o poético, o real e o onírico. Yara consegue criar um universo mágico, como uma espécie de realismo fantástico. Paisagens e figuras se fundem em seus desenhos. Na pintura, se apropria por fim da cor, entrando em nova fase de produção.
Conseguiu o primeiro emprego aos 17 anos como concursada em datilografia e, por digitar rápido, fez um acordo com o chefe para desenhar no tempo livre. Inicia os estudos formais de pintura com Guignard (1950), em Belo Horizonte, e gravura com Misabel Pedrosa (1954). Mais tarde, no Rio de Janeiro, foi discípula de Oswaldo Goeldi.
Trabalha com gravuras, sobretudo em madeira, preferindo o contraste de preto e branco às cores. Entre seus temas estão lembranças da adolescência no interior de Minas Gerais - congados e violeiros.
Muralista, pesquisou a arte barroca das igrejas de Ouro Preto e Sabará. Criou um mural na Igreja Matriz, em Ferros, onde Adão e Eva aparecem nus, o que chocou os fiéis.
A estética barroco-mineira, bem como o cubismo e expressionismo, são características marcantes em sua obra. O contato com as cidades do ciclo do ouro lhe despertaram o interesse pela figuração entre o dramático e o poético, o real e o onírico. Yara consegue criar um universo mágico, como uma espécie de realismo fantástico. Paisagens e figuras se fundem em seus desenhos. Na pintura, se apropria por fim da cor, entrando em nova fase de produção.
Conseguiu o primeiro emprego aos 17 anos como concursada em datilografia e, por digitar rápido, fez um acordo com o chefe para desenhar no tempo livre. Inicia os estudos formais de pintura com Guignard (1950), em Belo Horizonte, e gravura com Misabel Pedrosa (1954). Mais tarde, no Rio de Janeiro, foi discípula de Oswaldo Goeldi.
Trabalha com gravuras, sobretudo em madeira, preferindo o contraste de preto e branco às cores. Entre seus temas estão lembranças da adolescência no interior de Minas Gerais - congados e violeiros.
Muralista, pesquisou a arte barroca das igrejas de Ouro Preto e Sabará. Criou um mural na Igreja Matriz, em Ferros, onde Adão e Eva aparecem nus, o que chocou os fiéis.
A estética barroco-mineira, bem como o cubismo e expressionismo, são características marcantes em sua obra. O contato com as cidades do ciclo do ouro lhe despertaram o interesse pela figuração entre o dramático e o poético, o real e o onírico. Yara consegue criar um universo mágico, como uma espécie de realismo fantástico. Paisagens e figuras se fundem em seus desenhos. Na pintura, se apropria por fim da cor, entrando em nova fase de produção.
Conseguiu o primeiro emprego aos 17 anos como concursada em datilografia e, por digitar rápido, fez um acordo com o chefe para desenhar no tempo livre. Inicia os estudos formais de pintura com Guignard (1950), em Belo Horizonte, e gravura com Misabel Pedrosa (1954). Mais tarde, no Rio de Janeiro, foi discípula de Oswaldo Goeldi.
Trabalha com gravuras, sobretudo em madeira, preferindo o contraste de preto e branco às cores. Entre seus temas estão lembranças da adolescência no interior de Minas Gerais - congados e violeiros.
Muralista, pesquisou a arte barroca das igrejas de Ouro Preto e Sabará. Criou um mural na Igreja Matriz, em Ferros, onde Adão e Eva aparecem nus, o que chocou os fiéis.
A estética barroco-mineira, bem como o cubismo e expressionismo, são características marcantes em sua obra. O contato com as cidades do ciclo do ouro lhe despertaram o interesse pela figuração entre o dramático e o poético, o real e o onírico. Yara consegue criar um universo mágico, como uma espécie de realismo fantástico. Paisagens e figuras se fundem em seus desenhos. Na pintura, se apropria por fim da cor, entrando em nova fase de produção.