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Carlos Alberto Parreira

Carlos Alberto Gomes Parreira (Rio de Janeiro, RJ, 27 de fevereiro de 1943) é um ex-treinador de futebol brasileiro que participou de Copas do Mundo por cinco Seleções diferentes (Arábia Saudita, Brasil, Emirados Árabes, Kuwait e África do Sul), sendo também o técnico brasileiro que mais dirigiu Seleções de outros países: seis ao todo, em dez passagens. Atualmente dedica-se a pintura e é professor de pós-graduação.

Biografia - Galeria Dom Quixote

O lado profissional do ex-técnico de futebol muitos conhecem, mas o que poucos sabem é que a arte o cativa a ponto de Carlos Alberto Parreira ter pintado diversos quadros. Inspirado na natureza, Parreira nos contempla com diversas paisagens, casarios e marinhas. Discípulo de Romanelli junto ao qual conseguiu desvendar os segredos das cores, após muitas tardes desfrutadas no ateliê do artista, desenhista nato, Parreira há muito se dedica a pintura, mesmo durante a estadia nos países onde emprestou o seu talento profissional consagrado, uma das poucas unanimidades no mundo do futebol. Há um certo preconceito quando alguém, muito destacado em outra atividade, como é o caso do nosso querido Carlos Alberto Parreira, se dedica a pintura, isto ocorreu com outro "monstro sagrado", o mestre Chico Anísio, cujas obras sempre ficaram relegadas a um segundo plano, prevalecendo o humorista, algo que o tempo está corrigindo.

Fonte: Galeria Dom Quixote, consultado pela última vez em 20 de abril de 2020.

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Carlos Alberto Parreira vira pintor e professor de pós-graduação

Ex-técnico da seleção brasileira, Carlos Alberto Parreira é um conhecido colecionador de arte, mas poucos sabem que ele adora pintar. Desde que se aposentou do futebol, tem levado o hobby cada vez mais a sério. Tanto que acaba de estrear uma exposição no CasaShopping, na Barra da Tijuca, com trinta quadros que retratam paisagens marítimas. Antes mesmo da inauguração, três obras já estavam reservadas para compra. “Sempre desenhei muito bem. Quando tinha 12 anos, achavam que eu poderia ser o próximo Portinari”, conta Parreira, discípulo do artista carioca Romanelli. Hoje, ele pinta uma tela por semana e se prepara para capitanear o novo curso de pós-graduação da UFRJ que formará treinadores esportivos. Sobre Tite, diz: “Não poderia ter começado melhor”. E, para quem gosta de superstição, avisa: “O Brasil ganhou as três últimas Copas das Confederações, mas perdeu as do Mundo. Neste ano, não vamos à das Confederações. Então, o Mundial de 2018 já é nosso”.

Fonte: Veja Rio, publicado em 3 de junho de 2017, por Daniela Pessoa na coluna Beira-mar.

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Ex-técnico da Seleção Brasileira, Carlos Alberto Parreira inaugura exposição

"Não me considero artista plástico, apenas tenho a pintura como hobby"

Carlos Alberto Parreira, ex-técnico da Seleção Brasileira, inaugura nesta quinta-feira (1º), no Centro de Exposições Dom Quixote, no Rio de Janeiro, a exposição Uma jogada de mestre, com quadros assinados por ele.

"Só tenho uma inspiração para minhas obras: o mar. Tenho uma atração muito grande pelo mar. Sou um cara tranquilo, calmo, equilibrado, e as minhas pinturas são assim. Eu me permitiria dizer que minhas pinturas são até bonitas, agradáveis", diz ele, modesto.

Parreira bateu um papo com a coluna, no qual fala de como a pintura surgiu na sua vida, de como surgiu a exposição e, claro, de futebol.

Como a pintura surgiu na sua vida?

Primeiro surgiu o desenho, desde a adolescência. Com 12, 13 anos eu gostava e desenhava bastante. Eu fui autodidata. Publiquei desenhos em revista e jornais da época. Depois veio a adolescência, a escola de educação física e a profissão de preparador físico e técnico. Aí eu praticamente esqueci o desenho por 30 anos. Foi uma habilidade minha que ficou esquecida. Em 1994, pós-Copa do Mundo, eu conheci um amigo, que foi o meu mentor, o pintor Romanelli. Vendo o meu interesse, ele falou: “Parreira, você gosta de pintura, desenhava bem. Por que você não aprende a pintar?”. Ele então me convidou para ir ao estúdio dele e me deu umas aulas. Até hoje, se eu preciso de alguma orientação, ele vai e me orienta.

Quais são suas inspirações para as obras?

Só existe uma inspiração. Eu adoro o mar. Tenho uma atração muito grande pelo mar. Ele tem vida, energia. Eu moro de frente para o mar e tenho uma casa em Angra. Então, eu vivo na água. Portanto, 80% das minhas pinturas são marinhas. Sou um cara tranquilo, calmo, equilibrado, e as minhas pinturas são assim. Eu me permitiria dizer que são até bonitas, agradáveis.

Por ter muito sucesso na carreira, sofreu preconceito quando decidiu pintar?

Não, porque eu não concorro com ninguém. Eu não me considero um artista plástico. Eu sou um camarada que tem como hobby a pintura. Tanto é que a receita proveniente da exposição vai ser doada para o Inca, que já tem um convênio com a galeria. Não sou um pintor profissional, não sou artista plástico, portanto não há motivo para preconceito.

Como será a exposição?

A razão desta exposição é que eu já tenho uns 60 ou 70 quadros pintados, e maioria deles estava em minha casa, em Angra. E havia uma demanda muito grande dos meus amigos para comprar um quadro. Estava preocupado em vender para um e não vender para outro. Aí o dono desta galeria resolveu me convidar para fazer a exposição. Ele organizou tudo, e a gente vai fazer um reencontro de grandes e velhos amigos.

Trocou os campos de futebol pelos ateliês de pintura?

Eu não troquei. São ciclos, fases da vida. A vida de profissional do futebol ficou para trás. Agora eu me dedico a outras coisas. Eu gosto de fotografia também. Fotografo muito e no momento tenho a pintura. Quero me dedicar bastante e melhorar cada vez mais, sempre procurando fazer quadros melhores e também buscando a ajuda do meu comandante, Romanelli, na hora em que for necessário.

Como vê o futebol brasileiro atualmente?

A gente sempre tem um espelho do nosso futebol na Seleção Brasileira. Se a Seleção vai bem, o futebol brasileiro vai bem. Se a Seleção Brasileira vai mal, o futebol brasileiro vai mal. Então, em função da Seleção, o momento do futebol brasileiro é muito bom. Depois do fracasso da Copa de 2014, diziam que o futebol brasileiro estava acabado, no fundo do poço. Agora, há dois anos, a Seleção no momento atual, com o Tite, com oito vitórias em oito jogos, é novamente, como sempre foi, uma das favoritas a ganhar a próxima Copa. Voltamos a ser protagonistas.

Fonte: Época, publicado em 1 de junho de 2017 por Bruno Astuto.

Crédito fotográfico: Carlos Alberto Parreira inaugura exposição só com quadros pintados por ele, na Galeria Dom Quixote, no Rio.

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Biografia - Wikipédia

Parreira é conhecido mundial e nacionalmente pelas conquistas da Copa do Mundo de 1994, da Copa da Ásia de 1980, da Copa América de 2004, da Copa das Confederações de 2005, do Campeonato Brasileiro de 1984 com o Fluminense e da Copa do Brasil de 2002, com o Corinthians, entre outros títulos nacionais e internacionais conquistados em clubes brasileiros e estrangeiros, como também de seleções de outros países.

Em abril de 2020 o site GloboEsporte.com realizou uma votação online para escolher o melhor técnico da História do Fluminense, oferecendo seis opções; com 32,39% dos votos, Parreira foi o escolhido.

Carreira

Formado em Educação Física pela Escola Nacional de Educação Física e Desportos, no Rio de Janeiro, em 1966, começou sua carreira como Preparador Físico do São Cristóvão de Futebol e Regatas. Logo em 1967 foi convidado pelo governo de Gana para ser o treinador da Seleção do país, onde permaneceu até 1969, quando voltou ao Brasil para trabalhar no Vasco da Gama. Foi um dos preparadores físicos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1970, quando a seleção conquistou o tricampeonato mundial. Como técnico, Parreira trabalhou em uma série de clubes pelo Brasil e pelo mundo. Suas passagens mais marcantes foram no Fluminense (seu time do coração), em 1984, quando o clube conquistou seu segundo título do Campeonato Brasileiro e em 1999, quando ajudou na recuperação do clube com a conquista da Série C do Campeonato Brasileiro. Além do clube carioca, Parreira também fez história no Corinthians em 2002, quando foi campeão da Copa do Brasil e da última edição do Torneio Rio-São Paulo, e no Bragantino, levando o modesto clube do interior paulista à final do Campeonato Brasileiro de 1991, perdida para o São Paulo de Telê Santana.

Ao todo, integrou a comissão técnica de sete clubes brasileiros, boa parte do tempo no Rio de Janeiro. Mesmo com passagens vitoriosas por essas equipes, foi após a conquista da Copa de 1994, com a Seleção Brasileira, que Parreira obteve reconhecimento e prestígio internacionais, que renderam-lhe diversos convites e propostas de trabalho no exterior, abrindo portas num mercado até então muito pouco explorado. E foi aí que sua carreira decolou. Dirigiu Valencia (Espanha), Fenerbahçe (Turquia) e New York Red Bulls na recém-iniciada Major League Soccer.

Mas o maior sucesso foi com seleções nacionais. Conquistou vários torneios asiáticos com as seleções do Kuwait e da Arábia Saudita, além da Copa América 2004 e a Copa do Mundo de 1994 pela Seleção Brasileira. Atingiu ainda a notável façanha de classificar cinco seleções nacionais diferentes e disputar seis Copas do Mundo: Kuwait - 1982; Emirados Árabes - 1990; Brasil - 1994 e 2006; Arábia Saudita - 1998; África do Sul - 2010, igualando assim o recorde anterior (já que Bora Milutinović levou cinco países à competição), são resultados bastante expressivos para um profissional até hoje bastante contestado pelos críticos do esporte e, principalmente, pela exigente torcida brasileira.

Muitos faziam reservas ao estilo mais cauteloso e burocrático de Parreira, além de tê-lo considerado excessivamente teórico e esquemático. Há os que defendem que as equipes de Parreira frequentemente eram caracterizadas pelo bom toque de bola e pelo envolvimento do adversário em seu jogo. Inspirado no lema de Sepp Herberger (antigo técnico alemão) que diz que futebol é atacar e defender com a máxima eficiência, Parreira ficou conhecido pela frase "O Gol É apenas um detalhe", mostrando a intensa visão do jogo defensivo.

Após o sucesso de sua passagem pelo Corinthians em 2002, Parreira voltou a seleção brasileira em 2003. Nessa passagem, foi campeão da Copa América de 2004 e da Copa das Confederações de 2005, mas a seleção não foi bem na Copa do Mundo de 2006, exibindo um futebol decepcionante. Por causa disso, Parreira foi demitido.

Até 17 abril de 2008, Parreira comandou a seleção da África do Sul, anfitriã da próxima Copa do Mundo. Entretanto, alegando problemas particulares, o treinador deixa a seleção sul-africana sem obter resultados satisfatórios. Em seu lugar, assume o também brasileiro Joel Santana, recém saído do Flamengo. Em 6 de março de 2009, Parreira acerta a sua volta ao Fluminense (seu clube de coração), após a saída de René Simões. No entanto, em 13 de julho do mesmo ano, o técnico tetracampeão mundial pela Seleção Brasileira foi demitido por conta dos resultados inconsistentes no Campeonato Brasileiro.

No dia 23 de outubro de 2009, voltou ao cargo de treinador da África do Sul após a demissão de Joel Santana, onde permaneceu até o encerramento da participação daquela seleção na Copa do Mundo FIFA de 2010. A vitória conseguida sobre a França (2 a 1) foi a primeira do treinador conseguida em Copas do Mundo dirigindo seleções que não a brasileira.

No dia 22 de dezembro de 2010, anunciou sua aposentadoria como técnico. Quase dois anos depois, mais precisamente em 28 de novembro de 2012, Parreira, com a volta de Luiz Felipe Scolari ao comando da seleção brasileira, assume a sua função de coordenador técnico.

Após a goleada sofrida na Copa do Mundo de 2014 por 7 a 1, Parreira se aposentou do futebol.

Fonte: Wikipédia, consultado em 20 de abril de 2020.

Carlos Alberto Gomes Parreira (Rio de Janeiro, RJ, 27 de fevereiro de 1943) é um ex-treinador de futebol brasileiro que participou de Copas do Mundo por cinco Seleções diferentes (Arábia Saudita, Brasil, Emirados Árabes, Kuwait e África do Sul), sendo também o técnico brasileiro que mais dirigiu Seleções de outros países: seis ao todo, em dez passagens. Atualmente dedica-se a pintura e é professor de pós-graduação.

Carlos Alberto Parreira

Carlos Alberto Gomes Parreira (Rio de Janeiro, RJ, 27 de fevereiro de 1943) é um ex-treinador de futebol brasileiro que participou de Copas do Mundo por cinco Seleções diferentes (Arábia Saudita, Brasil, Emirados Árabes, Kuwait e África do Sul), sendo também o técnico brasileiro que mais dirigiu Seleções de outros países: seis ao todo, em dez passagens. Atualmente dedica-se a pintura e é professor de pós-graduação.

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Biografia - Galeria Dom Quixote

O lado profissional do ex-técnico de futebol muitos conhecem, mas o que poucos sabem é que a arte o cativa a ponto de Carlos Alberto Parreira ter pintado diversos quadros. Inspirado na natureza, Parreira nos contempla com diversas paisagens, casarios e marinhas. Discípulo de Romanelli junto ao qual conseguiu desvendar os segredos das cores, após muitas tardes desfrutadas no ateliê do artista, desenhista nato, Parreira há muito se dedica a pintura, mesmo durante a estadia nos países onde emprestou o seu talento profissional consagrado, uma das poucas unanimidades no mundo do futebol. Há um certo preconceito quando alguém, muito destacado em outra atividade, como é o caso do nosso querido Carlos Alberto Parreira, se dedica a pintura, isto ocorreu com outro "monstro sagrado", o mestre Chico Anísio, cujas obras sempre ficaram relegadas a um segundo plano, prevalecendo o humorista, algo que o tempo está corrigindo.

Fonte: Galeria Dom Quixote, consultado pela última vez em 20 de abril de 2020.

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Carlos Alberto Parreira vira pintor e professor de pós-graduação

Ex-técnico da seleção brasileira, Carlos Alberto Parreira é um conhecido colecionador de arte, mas poucos sabem que ele adora pintar. Desde que se aposentou do futebol, tem levado o hobby cada vez mais a sério. Tanto que acaba de estrear uma exposição no CasaShopping, na Barra da Tijuca, com trinta quadros que retratam paisagens marítimas. Antes mesmo da inauguração, três obras já estavam reservadas para compra. “Sempre desenhei muito bem. Quando tinha 12 anos, achavam que eu poderia ser o próximo Portinari”, conta Parreira, discípulo do artista carioca Romanelli. Hoje, ele pinta uma tela por semana e se prepara para capitanear o novo curso de pós-graduação da UFRJ que formará treinadores esportivos. Sobre Tite, diz: “Não poderia ter começado melhor”. E, para quem gosta de superstição, avisa: “O Brasil ganhou as três últimas Copas das Confederações, mas perdeu as do Mundo. Neste ano, não vamos à das Confederações. Então, o Mundial de 2018 já é nosso”.

Fonte: Veja Rio, publicado em 3 de junho de 2017, por Daniela Pessoa na coluna Beira-mar.

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Ex-técnico da Seleção Brasileira, Carlos Alberto Parreira inaugura exposição

"Não me considero artista plástico, apenas tenho a pintura como hobby"

Carlos Alberto Parreira, ex-técnico da Seleção Brasileira, inaugura nesta quinta-feira (1º), no Centro de Exposições Dom Quixote, no Rio de Janeiro, a exposição Uma jogada de mestre, com quadros assinados por ele.

"Só tenho uma inspiração para minhas obras: o mar. Tenho uma atração muito grande pelo mar. Sou um cara tranquilo, calmo, equilibrado, e as minhas pinturas são assim. Eu me permitiria dizer que minhas pinturas são até bonitas, agradáveis", diz ele, modesto.

Parreira bateu um papo com a coluna, no qual fala de como a pintura surgiu na sua vida, de como surgiu a exposição e, claro, de futebol.

Como a pintura surgiu na sua vida?

Primeiro surgiu o desenho, desde a adolescência. Com 12, 13 anos eu gostava e desenhava bastante. Eu fui autodidata. Publiquei desenhos em revista e jornais da época. Depois veio a adolescência, a escola de educação física e a profissão de preparador físico e técnico. Aí eu praticamente esqueci o desenho por 30 anos. Foi uma habilidade minha que ficou esquecida. Em 1994, pós-Copa do Mundo, eu conheci um amigo, que foi o meu mentor, o pintor Romanelli. Vendo o meu interesse, ele falou: “Parreira, você gosta de pintura, desenhava bem. Por que você não aprende a pintar?”. Ele então me convidou para ir ao estúdio dele e me deu umas aulas. Até hoje, se eu preciso de alguma orientação, ele vai e me orienta.

Quais são suas inspirações para as obras?

Só existe uma inspiração. Eu adoro o mar. Tenho uma atração muito grande pelo mar. Ele tem vida, energia. Eu moro de frente para o mar e tenho uma casa em Angra. Então, eu vivo na água. Portanto, 80% das minhas pinturas são marinhas. Sou um cara tranquilo, calmo, equilibrado, e as minhas pinturas são assim. Eu me permitiria dizer que são até bonitas, agradáveis.

Por ter muito sucesso na carreira, sofreu preconceito quando decidiu pintar?

Não, porque eu não concorro com ninguém. Eu não me considero um artista plástico. Eu sou um camarada que tem como hobby a pintura. Tanto é que a receita proveniente da exposição vai ser doada para o Inca, que já tem um convênio com a galeria. Não sou um pintor profissional, não sou artista plástico, portanto não há motivo para preconceito.

Como será a exposição?

A razão desta exposição é que eu já tenho uns 60 ou 70 quadros pintados, e maioria deles estava em minha casa, em Angra. E havia uma demanda muito grande dos meus amigos para comprar um quadro. Estava preocupado em vender para um e não vender para outro. Aí o dono desta galeria resolveu me convidar para fazer a exposição. Ele organizou tudo, e a gente vai fazer um reencontro de grandes e velhos amigos.

Trocou os campos de futebol pelos ateliês de pintura?

Eu não troquei. São ciclos, fases da vida. A vida de profissional do futebol ficou para trás. Agora eu me dedico a outras coisas. Eu gosto de fotografia também. Fotografo muito e no momento tenho a pintura. Quero me dedicar bastante e melhorar cada vez mais, sempre procurando fazer quadros melhores e também buscando a ajuda do meu comandante, Romanelli, na hora em que for necessário.

Como vê o futebol brasileiro atualmente?

A gente sempre tem um espelho do nosso futebol na Seleção Brasileira. Se a Seleção vai bem, o futebol brasileiro vai bem. Se a Seleção Brasileira vai mal, o futebol brasileiro vai mal. Então, em função da Seleção, o momento do futebol brasileiro é muito bom. Depois do fracasso da Copa de 2014, diziam que o futebol brasileiro estava acabado, no fundo do poço. Agora, há dois anos, a Seleção no momento atual, com o Tite, com oito vitórias em oito jogos, é novamente, como sempre foi, uma das favoritas a ganhar a próxima Copa. Voltamos a ser protagonistas.

Fonte: Época, publicado em 1 de junho de 2017 por Bruno Astuto.

Crédito fotográfico: Carlos Alberto Parreira inaugura exposição só com quadros pintados por ele, na Galeria Dom Quixote, no Rio.

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Biografia - Wikipédia

Parreira é conhecido mundial e nacionalmente pelas conquistas da Copa do Mundo de 1994, da Copa da Ásia de 1980, da Copa América de 2004, da Copa das Confederações de 2005, do Campeonato Brasileiro de 1984 com o Fluminense e da Copa do Brasil de 2002, com o Corinthians, entre outros títulos nacionais e internacionais conquistados em clubes brasileiros e estrangeiros, como também de seleções de outros países.

Em abril de 2020 o site GloboEsporte.com realizou uma votação online para escolher o melhor técnico da História do Fluminense, oferecendo seis opções; com 32,39% dos votos, Parreira foi o escolhido.

Carreira

Formado em Educação Física pela Escola Nacional de Educação Física e Desportos, no Rio de Janeiro, em 1966, começou sua carreira como Preparador Físico do São Cristóvão de Futebol e Regatas. Logo em 1967 foi convidado pelo governo de Gana para ser o treinador da Seleção do país, onde permaneceu até 1969, quando voltou ao Brasil para trabalhar no Vasco da Gama. Foi um dos preparadores físicos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1970, quando a seleção conquistou o tricampeonato mundial. Como técnico, Parreira trabalhou em uma série de clubes pelo Brasil e pelo mundo. Suas passagens mais marcantes foram no Fluminense (seu time do coração), em 1984, quando o clube conquistou seu segundo título do Campeonato Brasileiro e em 1999, quando ajudou na recuperação do clube com a conquista da Série C do Campeonato Brasileiro. Além do clube carioca, Parreira também fez história no Corinthians em 2002, quando foi campeão da Copa do Brasil e da última edição do Torneio Rio-São Paulo, e no Bragantino, levando o modesto clube do interior paulista à final do Campeonato Brasileiro de 1991, perdida para o São Paulo de Telê Santana.

Ao todo, integrou a comissão técnica de sete clubes brasileiros, boa parte do tempo no Rio de Janeiro. Mesmo com passagens vitoriosas por essas equipes, foi após a conquista da Copa de 1994, com a Seleção Brasileira, que Parreira obteve reconhecimento e prestígio internacionais, que renderam-lhe diversos convites e propostas de trabalho no exterior, abrindo portas num mercado até então muito pouco explorado. E foi aí que sua carreira decolou. Dirigiu Valencia (Espanha), Fenerbahçe (Turquia) e New York Red Bulls na recém-iniciada Major League Soccer.

Mas o maior sucesso foi com seleções nacionais. Conquistou vários torneios asiáticos com as seleções do Kuwait e da Arábia Saudita, além da Copa América 2004 e a Copa do Mundo de 1994 pela Seleção Brasileira. Atingiu ainda a notável façanha de classificar cinco seleções nacionais diferentes e disputar seis Copas do Mundo: Kuwait - 1982; Emirados Árabes - 1990; Brasil - 1994 e 2006; Arábia Saudita - 1998; África do Sul - 2010, igualando assim o recorde anterior (já que Bora Milutinović levou cinco países à competição), são resultados bastante expressivos para um profissional até hoje bastante contestado pelos críticos do esporte e, principalmente, pela exigente torcida brasileira.

Muitos faziam reservas ao estilo mais cauteloso e burocrático de Parreira, além de tê-lo considerado excessivamente teórico e esquemático. Há os que defendem que as equipes de Parreira frequentemente eram caracterizadas pelo bom toque de bola e pelo envolvimento do adversário em seu jogo. Inspirado no lema de Sepp Herberger (antigo técnico alemão) que diz que futebol é atacar e defender com a máxima eficiência, Parreira ficou conhecido pela frase "O Gol É apenas um detalhe", mostrando a intensa visão do jogo defensivo.

Após o sucesso de sua passagem pelo Corinthians em 2002, Parreira voltou a seleção brasileira em 2003. Nessa passagem, foi campeão da Copa América de 2004 e da Copa das Confederações de 2005, mas a seleção não foi bem na Copa do Mundo de 2006, exibindo um futebol decepcionante. Por causa disso, Parreira foi demitido.

Até 17 abril de 2008, Parreira comandou a seleção da África do Sul, anfitriã da próxima Copa do Mundo. Entretanto, alegando problemas particulares, o treinador deixa a seleção sul-africana sem obter resultados satisfatórios. Em seu lugar, assume o também brasileiro Joel Santana, recém saído do Flamengo. Em 6 de março de 2009, Parreira acerta a sua volta ao Fluminense (seu clube de coração), após a saída de René Simões. No entanto, em 13 de julho do mesmo ano, o técnico tetracampeão mundial pela Seleção Brasileira foi demitido por conta dos resultados inconsistentes no Campeonato Brasileiro.

No dia 23 de outubro de 2009, voltou ao cargo de treinador da África do Sul após a demissão de Joel Santana, onde permaneceu até o encerramento da participação daquela seleção na Copa do Mundo FIFA de 2010. A vitória conseguida sobre a França (2 a 1) foi a primeira do treinador conseguida em Copas do Mundo dirigindo seleções que não a brasileira.

No dia 22 de dezembro de 2010, anunciou sua aposentadoria como técnico. Quase dois anos depois, mais precisamente em 28 de novembro de 2012, Parreira, com a volta de Luiz Felipe Scolari ao comando da seleção brasileira, assume a sua função de coordenador técnico.

Após a goleada sofrida na Copa do Mundo de 2014 por 7 a 1, Parreira se aposentou do futebol.

Fonte: Wikipédia, consultado em 20 de abril de 2020.

Arremate Arte
Feito com no Rio de Janeiro

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