Felipe do Nascimento Barbosa (Niterói, Rio de Janeiro, 4 de janeiro de 1978), mais conhecido como Felipe Barbosa é um artista visual brasileiro. Mestre em Linguagens Visuais e bacharel em Pintura, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, realizou cursos intensivo de desenho, com o professor Charles Watson. Frequentou cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage EAV/Parque, o atelier livre de gravura em metal no Museu do Ingá, Niterói e curso de desenho com Charles Watson. Recebeu bolsa do programa de intercâmbio Taller Exposición de Pintura Iberoamericana, da Comunidade de Madrid, Espanha, em 2001, e a bolsa Cite Internacionale des Arts, da França, pela participação no Programa Rumos Artes Visuais entre 2001 e 2003. Em suas obras, utiliza objetos diversos encontrados no cotidiano, como palitos de fósforo, tampas de garrafas de refrigerante e bilhetes de metrô. A partir da junção deles, cria composições e formas estruturadas. Realizou diversas exposições pelo Brasil e tem coleções públicas no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Museu de Arte Contemporânea de Niterói, RJ; Museu de Arte Moderna Aluísio Magalhães MAMAM de Recife, PE; também em solo internacional, como nos Estados Unidos, Porto Rico e Cuba.
Biografia – Wikipédia
Estudou pintura na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro e frequentou a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, tendo recebido orientação de Carlos Zilio. Recebeu, em 2001, da Comunidade de Madri, uma bolsa do programa de intercâmbio Taller Exposición de Pintura Iberoamericana e, em 2002, uma bolsa de residência na Cité Internationale des Arts de Paris. Teve mostras de sua obra no Miami Art Museum, no Museo de Arte Contemporaneo de Monterrey, no Parque Laje, na Funarte São Paulo, no Centro Cultural São Paulo, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, no Museu de Arte Moderna da Bahia, no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro e no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.
Fonte: Wikipédia. Consultado pela última vez em 23 de janeiro de 2023.
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Biografia – Itaú Cultural
Felipe do Nascimento Barbosa (Niterói, Rio de Janeiro, 1978). Artista visual. Cursa bacharelado em pintura de 1996 a 2001, na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ/EBA, e entre 2000 e 2001, recebe orientação de Carlos Zilio (1944) através de bolsa de iniciação científica financiada pelo CNPq, na mesma instituição.
Paralelamente, entre 1996 e 1998, frequenta cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage - EAV/Parque, atelier livre de gravura em metal no Museu do Ingá, Niterói, e curso de desenho com Charles Watson. Recebe bolsa do programa de intercâmbio Taller Exposición de Pintura Iberoamericana, da Comunidade de Madrid, Espanha, em 2001, e a bolsa Cite Internacionale des Arts, da França, pela participação no Programa Rumos Artes Visuais 2001/2003.
Em seus trabalhos, utiliza objetos diversos encontrados no cotidiano, como palitos de fósforo, tampas de garrafas de refrigerante e bilhetes de metrô. A partir da junção deles, cria composições e formas estruturadas. Realiza intervenções urbanas com o grupo Atrocidades Maravilhosas, e participa, com a artista Rosana Ricalde (1971), das três edições do Prêmio Interferências Urbanas, no Rio de Janeiro, em 2000 e 2001. Faz mestrado em Linguagens Visuais na UFRJ/EBA, de 2003 a 2004.
Exposições Individuais
2001 - Felipe Barbosa 1999
2004 - Individual de Felipe Barbosa
2006 - Individual de Felipe Barbosa
Exposições Coletivas
1998 - EBA-EAV: 8 novos artistas
1999 - Sutura Ruptura
2000 - Atrocidades Maravilhosas
2000 - Individual de Felipe Barbosa
2001 - Circuito
2001 - 27º Panorama de Arte Brasileira
2001 - 10º Salão Municipal de Artes Plásticas
2001 - Vento Contentamento
2002 - 27º Panorama de Arte Brasileira
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Rumos da Nova Arte Contemporânea Brasileira
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Sobre(A)ssaltos
2002 - Niterói Arte Hoje
2002 - 27º Panorama de Arte Brasileira
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Vertentes da Produção Contemporânea
2002 - 1ª Mostra Rio Arte Contemporânea
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Poéticas da Atitude: o transitório e o precário
2002 - Caminhos do Contemporâneo: 1952/2002
2002 - Niterói Arte Hoje
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Poéticas da Atitude: o transitório e o precário
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Desconforto da Forma (2002 : Campinas, SP)
2002 - Cotidiano Plural
2002 - Livro: objeto da arte
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Poéticas da Atitude: o transitório e o precário
2003 - Mapas
2003 - Inclassificados
2003 - Inclassificados
2003 - Inclassificados
2003 - Quintessência
2003 - Inclassificados
2003 - Heterodoxia: edição São Paulo
2003 - Arte em Movimento
2003 - 240 minutos
2003 - Bandeiras do Brasil
2003 - Felipe Barbosa e Rosana Ricalde
2003 - Viúva Lacerda 153 (2001 : Rio de Janeiro, RJ)
2004 - Objeto como Imagem
2004 - Laura Marsiaj Arte Contemporânea: coletiva
2004 - Tudo É Brasil
2004 - Individual de Felipe Barbosa
2004 - 1º Projéteis de Arte Contemporânea Funarte
2004 - Tudo É Brasil (2004 : São Paulo, SP)
2004 - 1ª Trienal Poli-Gráfica de San Juan
2005 - Umas-Grafias
2005 - Projéteis
2005 - Homo Ludens: do faz-de-conta à vertigem
2005 - Homo Ludens: do faz-de-conta à vertigem
2005 - Sempre Visível. Projeto Linha Imaginária
2006 - Mão Dupla Intercâmbio Cultural Rio - Rosário
2006 - Futebol: desenho sobre fundo verde
2006 - Reflexos = Widerspiegeln
2006 - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand
2006 - Designu Desdobramentos
2006 - Inco(R)porações
2006 - Geometria Descritiva
2006 - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand
2006 - Paralela 2006
2006 - Coletiva Amparo 60 2006
2006 - Futebol: desenho sobre fundo verde
2006 - Futebol: desenho sobre fundo verde
2006 - Futebol: desenho sobre fundo verde
2007 - Itaú Contemporâneo: arte no Brasil 1981-2006
2007 - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand
2007 - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand
2007 - Jogos Visuais - Arte Brasileira no PAN
2007 - Supermercado
2007 - 17ª International Sports in Art Biennial 2007
2007 - 1º Circuito de Fotografia
2008 - Arte Pela Amazônia: arte e atitude
2008 - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand
2008 - Nova Arte Nova
2008 - Início após 100 anos - Brasil - Japão
2008 - Entre Oceanos - 100 Anos de Aproximação entre Japão e Brasil
2009 - Nova Arte Nova
2009 - Arquitetura de Engenheiro
2009 - Poética Têxtil
2009 - Cotidiano Contemporâneo: programa de trabalho do Centro Cultural Banco do Nordeste nas artes visuais (2009:2010)
2009 - Linha Orgânica
2010 - Jogos de Guerra
2010 - 1ª Novas aquisições 2007 - 2010
2010 - Sala de Jogos (2010: Sousa, PB)
2010 - Novas Aquisições: 2009
2010 - Arsenal
2010 - Sala de Jogos
2010 - Paralela 2010
2010 - Até 2011
2011 - Matemática Imperfeita
2011 - Jogos de Guerra: confrontos e convergências na arte contemporânea brasileira
2012 - Otra Generación
2012 - Espelho Refletido: O Surrealismo e a Arte Contemporânea Brasileira
2012 - De Casa em Casa
2012 - Buzz
2013 - Poetas no Palácio
2013 - Play
2015 - Fotografias para imaginar
2017 - A Fonte de Duchamp: 100 anos da Arte Contemporânea
2017 - 25 vezes Duchamp - 100 anos "A Fonte"
2021 - Estado Bruto
Fonte: FELIPE Barbosa. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2023. Acesso em: 23 de janeiro de 2023. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7
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Crítica
"Duas vertentes opostas, surgidas na arte da primeira metade do século XX, mesclam-se na obra de Felipe Barbosa: o construtivismo e o dadaísmo. Se por um lado ambos voltavam-se contra os princípios acadêmicos da arte clássica e contra o teor artesanal dos processos convencionais da pintura e da escultura, por outro divergiam quanto aos novos passos a serem dados para a sua superação. Para o construtivismo o passado já havia sido suficientemente abalado pelas primeiras vanguardas modernistas. Tratava-se, pois, de construir sobre seus escombros uma nova arte comprometida com o socialismo e, portanto, com a lógica da produção industrial. Mas para o dadaísmo, ao contrário, era necessário avançar na demolição dos repertórios remanescentes da academia que impediam a superação de ideais como a transcendência da arte e a genialidade do artista, por meio de diversos procedimentos como a colagem e a apropriação de objetos produzidos no circuito industrial (o readymade de Duchamp embora lateral ao Dada tornou-se um emblema do método da apropriação como alternativa ao fazer manual). A maior parte dos trabalhos recentes de Felipe, baseia-se na construção (que, conforme sua definição histórica, consiste na montagem da obra a partir de partes previamente fabricadas em função de um projeto geometricamente concebido). No entanto, Felipe não constrói por apreço à pesquisa formal pura (e sem qualquer narrativa), do construtivismo, uma vez que ele não só a relativiza, pelo recurso à irreverente banalidade da apropriação, como minimiza também, inversamente, esta última, ao submetê-la ao rigor da geometria. Os títulos e as fichas técnicas desses trabalhos são cristalinos quanto à sua natureza híbrida: Toblerone (estrutura geométrica feita com 20 caixas de chocolate); Coca-cola ( 5 garrafas de coca-cola com tamanhos diferentes) ou Super Ball (bola 3D feita com gomos de 30 bolas), dentre outros. Trata-se, aqui, de uma geometria de teor empírico. São trabalhos compostos a partir das possibilidades de modulação, inserção e montagem ditadas pela configuração formal dos objetos apropriados pelo artista. Por isso, sua organização geométrica final supõe, sobretudo, a experimentação concreta e não apenas a execução de projetos. Entre alguns emblemas do consumo cotidiano e sua estruturação geométrica, desloca-se o sentido poético de toda a produção recente de Felipe Barbosa. Se seus trabalhos não são formalistas, tampouco se rendem aos encantos e até as facilidades academizantes da apropriação pura e simples" — Fernando Cocchiarale.
Fonte: Murilo Castro. Consultado pela última vez em 24 de janeiro de 2023.
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Outras atividades
– Bolsa Ateliê residência na Cite Internacionale des Arts – Paris pela participação no programa Rumos Visuais Itaú Cultural, 2002;
– Intercâmbio Paris –Rio ( BelleVille/Santa Teresa), 2002;
– Bolsa do Programa de Intercâmbio – Taller Exposición Iberoamericano – Comunidad de Madrid, Madrid, 2001;
– Prêmio Estímulo 4º Salão de Artes Plásticas de Americana SP, 2001;
– Bolsa CAPES – mestrado 2003/2004 defendendo a dissertação A experiência da Arte Pública;
– Bolsa do CNPQ – Iniciação Científica UFRJ orientação de Carlos Zilio, 2000/2001.
– Semana de Arte de Londrina, encontro com o artista e Oficina de Intervenções e Ações urbanas – Universidade Estadual de Londrina – PR, 2002;
– Semana de Arte de Friburgo, palestra sobre arte Pública – SESC Nova Friburgo – RJ, 2002;
– Co-coordenação do Projeto IN CLASSIFICADOS, 2003;
– Oficinas de Arte do SESC-Rio – Oficina de Intervenções e Ações urbanas – Petrópolis – RJ, 2003;
– SPA – Semana Pernambucana de Arte, Palestra sobre o projeto Inclassificados e Oficina de intervenção Urbana – Recife, PE, 2003;
– Co-curadoria da exposição Repentes Visuais –Mostra Latinidades SESC-SP, Unidade 24 de Maio, São Paulo – SP – 2003;
– Membro do corpo editorial da revista Arte&Ensaio ed. UFRJ, 2003;
– Palestra sobre Arte Pública. Escola de Belas Artes – UFRJ, 2004;
– Papo das Sete – palestra sobre o processo de trabalho do artista, Centro de Cultura Dragão do Mar – Fortaleza, 2005;
– Curso de Intervenção Urbanas no Centro Cultural Banco do Nordeste – Fortaleza, 2006;
– Curso de Intervenção Urbanas no Sesc Tijuca, 2006;
– Curadoria Velatura Sólida para a Galeria Amarelonegro – Rio de Janeiro 2007;
– Curadoria Geraldo Marcolini e Sidney Philocreon para a Galeria Amarelonegro – Rio de Janeiro, 2007;
Coleções públicas
– Coleção Gilberto Chateaubriand, Museu de Arte Moderna – Rio de Janeiro;
– Coleção Fundação Patrícia Phelps de Cisneiros;
– Coleção João Satamini, Museu de Arte Contemporânea de Niterói RJ;
– Coleção Museu de Arte moderna Aluísio Magalhães MAMAM – Recife PE;
– Coleção Sesc Unidade São José dos Campos SP.
Fonte: Prêmio PIPA. Consultado pela última vez em 24 de janeiro de 2023.
Crédito fotográfico: Obras de Arte, fotografia de Fernando Grosso. Consultado pela última vez em 23 de janeiro de 2023.
Felipe do Nascimento Barbosa (Niterói, Rio de Janeiro, 4 de janeiro de 1978), mais conhecido como Felipe Barbosa é um artista visual brasileiro. Mestre em Linguagens Visuais e bacharel em Pintura, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, realizou cursos intensivo de desenho, com o professor Charles Watson. Frequentou cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage EAV/Parque, o atelier livre de gravura em metal no Museu do Ingá, Niterói e curso de desenho com Charles Watson. Recebeu bolsa do programa de intercâmbio Taller Exposición de Pintura Iberoamericana, da Comunidade de Madrid, Espanha, em 2001, e a bolsa Cite Internacionale des Arts, da França, pela participação no Programa Rumos Artes Visuais entre 2001 e 2003. Em suas obras, utiliza objetos diversos encontrados no cotidiano, como palitos de fósforo, tampas de garrafas de refrigerante e bilhetes de metrô. A partir da junção deles, cria composições e formas estruturadas. Realizou diversas exposições pelo Brasil e tem coleções públicas no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Museu de Arte Contemporânea de Niterói, RJ; Museu de Arte Moderna Aluísio Magalhães MAMAM de Recife, PE; também em solo internacional, como nos Estados Unidos, Porto Rico e Cuba.
Biografia – Wikipédia
Estudou pintura na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro e frequentou a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, tendo recebido orientação de Carlos Zilio. Recebeu, em 2001, da Comunidade de Madri, uma bolsa do programa de intercâmbio Taller Exposición de Pintura Iberoamericana e, em 2002, uma bolsa de residência na Cité Internationale des Arts de Paris. Teve mostras de sua obra no Miami Art Museum, no Museo de Arte Contemporaneo de Monterrey, no Parque Laje, na Funarte São Paulo, no Centro Cultural São Paulo, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, no Museu de Arte Moderna da Bahia, no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro e no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.
Fonte: Wikipédia. Consultado pela última vez em 23 de janeiro de 2023.
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Biografia – Itaú Cultural
Felipe do Nascimento Barbosa (Niterói, Rio de Janeiro, 1978). Artista visual. Cursa bacharelado em pintura de 1996 a 2001, na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ/EBA, e entre 2000 e 2001, recebe orientação de Carlos Zilio (1944) através de bolsa de iniciação científica financiada pelo CNPq, na mesma instituição.
Paralelamente, entre 1996 e 1998, frequenta cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage - EAV/Parque, atelier livre de gravura em metal no Museu do Ingá, Niterói, e curso de desenho com Charles Watson. Recebe bolsa do programa de intercâmbio Taller Exposición de Pintura Iberoamericana, da Comunidade de Madrid, Espanha, em 2001, e a bolsa Cite Internacionale des Arts, da França, pela participação no Programa Rumos Artes Visuais 2001/2003.
Em seus trabalhos, utiliza objetos diversos encontrados no cotidiano, como palitos de fósforo, tampas de garrafas de refrigerante e bilhetes de metrô. A partir da junção deles, cria composições e formas estruturadas. Realiza intervenções urbanas com o grupo Atrocidades Maravilhosas, e participa, com a artista Rosana Ricalde (1971), das três edições do Prêmio Interferências Urbanas, no Rio de Janeiro, em 2000 e 2001. Faz mestrado em Linguagens Visuais na UFRJ/EBA, de 2003 a 2004.
Exposições Individuais
2001 - Felipe Barbosa 1999
2004 - Individual de Felipe Barbosa
2006 - Individual de Felipe Barbosa
Exposições Coletivas
1998 - EBA-EAV: 8 novos artistas
1999 - Sutura Ruptura
2000 - Atrocidades Maravilhosas
2000 - Individual de Felipe Barbosa
2001 - Circuito
2001 - 27º Panorama de Arte Brasileira
2001 - 10º Salão Municipal de Artes Plásticas
2001 - Vento Contentamento
2002 - 27º Panorama de Arte Brasileira
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Rumos da Nova Arte Contemporânea Brasileira
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Sobre(A)ssaltos
2002 - Niterói Arte Hoje
2002 - 27º Panorama de Arte Brasileira
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Vertentes da Produção Contemporânea
2002 - 1ª Mostra Rio Arte Contemporânea
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Poéticas da Atitude: o transitório e o precário
2002 - Caminhos do Contemporâneo: 1952/2002
2002 - Niterói Arte Hoje
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Poéticas da Atitude: o transitório e o precário
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Desconforto da Forma (2002 : Campinas, SP)
2002 - Cotidiano Plural
2002 - Livro: objeto da arte
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Poéticas da Atitude: o transitório e o precário
2003 - Mapas
2003 - Inclassificados
2003 - Inclassificados
2003 - Inclassificados
2003 - Quintessência
2003 - Inclassificados
2003 - Heterodoxia: edição São Paulo
2003 - Arte em Movimento
2003 - 240 minutos
2003 - Bandeiras do Brasil
2003 - Felipe Barbosa e Rosana Ricalde
2003 - Viúva Lacerda 153 (2001 : Rio de Janeiro, RJ)
2004 - Objeto como Imagem
2004 - Laura Marsiaj Arte Contemporânea: coletiva
2004 - Tudo É Brasil
2004 - Individual de Felipe Barbosa
2004 - 1º Projéteis de Arte Contemporânea Funarte
2004 - Tudo É Brasil (2004 : São Paulo, SP)
2004 - 1ª Trienal Poli-Gráfica de San Juan
2005 - Umas-Grafias
2005 - Projéteis
2005 - Homo Ludens: do faz-de-conta à vertigem
2005 - Homo Ludens: do faz-de-conta à vertigem
2005 - Sempre Visível. Projeto Linha Imaginária
2006 - Mão Dupla Intercâmbio Cultural Rio - Rosário
2006 - Futebol: desenho sobre fundo verde
2006 - Reflexos = Widerspiegeln
2006 - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand
2006 - Designu Desdobramentos
2006 - Inco(R)porações
2006 - Geometria Descritiva
2006 - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand
2006 - Paralela 2006
2006 - Coletiva Amparo 60 2006
2006 - Futebol: desenho sobre fundo verde
2006 - Futebol: desenho sobre fundo verde
2006 - Futebol: desenho sobre fundo verde
2007 - Itaú Contemporâneo: arte no Brasil 1981-2006
2007 - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand
2007 - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand
2007 - Jogos Visuais - Arte Brasileira no PAN
2007 - Supermercado
2007 - 17ª International Sports in Art Biennial 2007
2007 - 1º Circuito de Fotografia
2008 - Arte Pela Amazônia: arte e atitude
2008 - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand
2008 - Nova Arte Nova
2008 - Início após 100 anos - Brasil - Japão
2008 - Entre Oceanos - 100 Anos de Aproximação entre Japão e Brasil
2009 - Nova Arte Nova
2009 - Arquitetura de Engenheiro
2009 - Poética Têxtil
2009 - Cotidiano Contemporâneo: programa de trabalho do Centro Cultural Banco do Nordeste nas artes visuais (2009:2010)
2009 - Linha Orgânica
2010 - Jogos de Guerra
2010 - 1ª Novas aquisições 2007 - 2010
2010 - Sala de Jogos (2010: Sousa, PB)
2010 - Novas Aquisições: 2009
2010 - Arsenal
2010 - Sala de Jogos
2010 - Paralela 2010
2010 - Até 2011
2011 - Matemática Imperfeita
2011 - Jogos de Guerra: confrontos e convergências na arte contemporânea brasileira
2012 - Otra Generación
2012 - Espelho Refletido: O Surrealismo e a Arte Contemporânea Brasileira
2012 - De Casa em Casa
2012 - Buzz
2013 - Poetas no Palácio
2013 - Play
2015 - Fotografias para imaginar
2017 - A Fonte de Duchamp: 100 anos da Arte Contemporânea
2017 - 25 vezes Duchamp - 100 anos "A Fonte"
2021 - Estado Bruto
Fonte: FELIPE Barbosa. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2023. Acesso em: 23 de janeiro de 2023. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7
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Crítica
"Duas vertentes opostas, surgidas na arte da primeira metade do século XX, mesclam-se na obra de Felipe Barbosa: o construtivismo e o dadaísmo. Se por um lado ambos voltavam-se contra os princípios acadêmicos da arte clássica e contra o teor artesanal dos processos convencionais da pintura e da escultura, por outro divergiam quanto aos novos passos a serem dados para a sua superação. Para o construtivismo o passado já havia sido suficientemente abalado pelas primeiras vanguardas modernistas. Tratava-se, pois, de construir sobre seus escombros uma nova arte comprometida com o socialismo e, portanto, com a lógica da produção industrial. Mas para o dadaísmo, ao contrário, era necessário avançar na demolição dos repertórios remanescentes da academia que impediam a superação de ideais como a transcendência da arte e a genialidade do artista, por meio de diversos procedimentos como a colagem e a apropriação de objetos produzidos no circuito industrial (o readymade de Duchamp embora lateral ao Dada tornou-se um emblema do método da apropriação como alternativa ao fazer manual). A maior parte dos trabalhos recentes de Felipe, baseia-se na construção (que, conforme sua definição histórica, consiste na montagem da obra a partir de partes previamente fabricadas em função de um projeto geometricamente concebido). No entanto, Felipe não constrói por apreço à pesquisa formal pura (e sem qualquer narrativa), do construtivismo, uma vez que ele não só a relativiza, pelo recurso à irreverente banalidade da apropriação, como minimiza também, inversamente, esta última, ao submetê-la ao rigor da geometria. Os títulos e as fichas técnicas desses trabalhos são cristalinos quanto à sua natureza híbrida: Toblerone (estrutura geométrica feita com 20 caixas de chocolate); Coca-cola ( 5 garrafas de coca-cola com tamanhos diferentes) ou Super Ball (bola 3D feita com gomos de 30 bolas), dentre outros. Trata-se, aqui, de uma geometria de teor empírico. São trabalhos compostos a partir das possibilidades de modulação, inserção e montagem ditadas pela configuração formal dos objetos apropriados pelo artista. Por isso, sua organização geométrica final supõe, sobretudo, a experimentação concreta e não apenas a execução de projetos. Entre alguns emblemas do consumo cotidiano e sua estruturação geométrica, desloca-se o sentido poético de toda a produção recente de Felipe Barbosa. Se seus trabalhos não são formalistas, tampouco se rendem aos encantos e até as facilidades academizantes da apropriação pura e simples" — Fernando Cocchiarale.
Fonte: Murilo Castro. Consultado pela última vez em 24 de janeiro de 2023.
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Outras atividades
– Bolsa Ateliê residência na Cite Internacionale des Arts – Paris pela participação no programa Rumos Visuais Itaú Cultural, 2002;
– Intercâmbio Paris –Rio ( BelleVille/Santa Teresa), 2002;
– Bolsa do Programa de Intercâmbio – Taller Exposición Iberoamericano – Comunidad de Madrid, Madrid, 2001;
– Prêmio Estímulo 4º Salão de Artes Plásticas de Americana SP, 2001;
– Bolsa CAPES – mestrado 2003/2004 defendendo a dissertação A experiência da Arte Pública;
– Bolsa do CNPQ – Iniciação Científica UFRJ orientação de Carlos Zilio, 2000/2001.
– Semana de Arte de Londrina, encontro com o artista e Oficina de Intervenções e Ações urbanas – Universidade Estadual de Londrina – PR, 2002;
– Semana de Arte de Friburgo, palestra sobre arte Pública – SESC Nova Friburgo – RJ, 2002;
– Co-coordenação do Projeto IN CLASSIFICADOS, 2003;
– Oficinas de Arte do SESC-Rio – Oficina de Intervenções e Ações urbanas – Petrópolis – RJ, 2003;
– SPA – Semana Pernambucana de Arte, Palestra sobre o projeto Inclassificados e Oficina de intervenção Urbana – Recife, PE, 2003;
– Co-curadoria da exposição Repentes Visuais –Mostra Latinidades SESC-SP, Unidade 24 de Maio, São Paulo – SP – 2003;
– Membro do corpo editorial da revista Arte&Ensaio ed. UFRJ, 2003;
– Palestra sobre Arte Pública. Escola de Belas Artes – UFRJ, 2004;
– Papo das Sete – palestra sobre o processo de trabalho do artista, Centro de Cultura Dragão do Mar – Fortaleza, 2005;
– Curso de Intervenção Urbanas no Centro Cultural Banco do Nordeste – Fortaleza, 2006;
– Curso de Intervenção Urbanas no Sesc Tijuca, 2006;
– Curadoria Velatura Sólida para a Galeria Amarelonegro – Rio de Janeiro 2007;
– Curadoria Geraldo Marcolini e Sidney Philocreon para a Galeria Amarelonegro – Rio de Janeiro, 2007;
Coleções públicas
– Coleção Gilberto Chateaubriand, Museu de Arte Moderna – Rio de Janeiro;
– Coleção Fundação Patrícia Phelps de Cisneiros;
– Coleção João Satamini, Museu de Arte Contemporânea de Niterói RJ;
– Coleção Museu de Arte moderna Aluísio Magalhães MAMAM – Recife PE;
– Coleção Sesc Unidade São José dos Campos SP.
Fonte: Prêmio PIPA. Consultado pela última vez em 24 de janeiro de 2023.
Crédito fotográfico: Obras de Arte, fotografia de Fernando Grosso. Consultado pela última vez em 23 de janeiro de 2023.
2 artistas relacionados
Felipe do Nascimento Barbosa (Niterói, Rio de Janeiro, 4 de janeiro de 1978), mais conhecido como Felipe Barbosa é um artista visual brasileiro. Mestre em Linguagens Visuais e bacharel em Pintura, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, realizou cursos intensivo de desenho, com o professor Charles Watson. Frequentou cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage EAV/Parque, o atelier livre de gravura em metal no Museu do Ingá, Niterói e curso de desenho com Charles Watson. Recebeu bolsa do programa de intercâmbio Taller Exposición de Pintura Iberoamericana, da Comunidade de Madrid, Espanha, em 2001, e a bolsa Cite Internacionale des Arts, da França, pela participação no Programa Rumos Artes Visuais entre 2001 e 2003. Em suas obras, utiliza objetos diversos encontrados no cotidiano, como palitos de fósforo, tampas de garrafas de refrigerante e bilhetes de metrô. A partir da junção deles, cria composições e formas estruturadas. Realizou diversas exposições pelo Brasil e tem coleções públicas no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Museu de Arte Contemporânea de Niterói, RJ; Museu de Arte Moderna Aluísio Magalhães MAMAM de Recife, PE; também em solo internacional, como nos Estados Unidos, Porto Rico e Cuba.
Biografia – Wikipédia
Estudou pintura na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro e frequentou a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, tendo recebido orientação de Carlos Zilio. Recebeu, em 2001, da Comunidade de Madri, uma bolsa do programa de intercâmbio Taller Exposición de Pintura Iberoamericana e, em 2002, uma bolsa de residência na Cité Internationale des Arts de Paris. Teve mostras de sua obra no Miami Art Museum, no Museo de Arte Contemporaneo de Monterrey, no Parque Laje, na Funarte São Paulo, no Centro Cultural São Paulo, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, no Museu de Arte Moderna da Bahia, no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro e no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.
Fonte: Wikipédia. Consultado pela última vez em 23 de janeiro de 2023.
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Biografia – Itaú Cultural
Felipe do Nascimento Barbosa (Niterói, Rio de Janeiro, 1978). Artista visual. Cursa bacharelado em pintura de 1996 a 2001, na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ/EBA, e entre 2000 e 2001, recebe orientação de Carlos Zilio (1944) através de bolsa de iniciação científica financiada pelo CNPq, na mesma instituição.
Paralelamente, entre 1996 e 1998, frequenta cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage - EAV/Parque, atelier livre de gravura em metal no Museu do Ingá, Niterói, e curso de desenho com Charles Watson. Recebe bolsa do programa de intercâmbio Taller Exposición de Pintura Iberoamericana, da Comunidade de Madrid, Espanha, em 2001, e a bolsa Cite Internacionale des Arts, da França, pela participação no Programa Rumos Artes Visuais 2001/2003.
Em seus trabalhos, utiliza objetos diversos encontrados no cotidiano, como palitos de fósforo, tampas de garrafas de refrigerante e bilhetes de metrô. A partir da junção deles, cria composições e formas estruturadas. Realiza intervenções urbanas com o grupo Atrocidades Maravilhosas, e participa, com a artista Rosana Ricalde (1971), das três edições do Prêmio Interferências Urbanas, no Rio de Janeiro, em 2000 e 2001. Faz mestrado em Linguagens Visuais na UFRJ/EBA, de 2003 a 2004.
Exposições Individuais
2001 - Felipe Barbosa 1999
2004 - Individual de Felipe Barbosa
2006 - Individual de Felipe Barbosa
Exposições Coletivas
1998 - EBA-EAV: 8 novos artistas
1999 - Sutura Ruptura
2000 - Atrocidades Maravilhosas
2000 - Individual de Felipe Barbosa
2001 - Circuito
2001 - 27º Panorama de Arte Brasileira
2001 - 10º Salão Municipal de Artes Plásticas
2001 - Vento Contentamento
2002 - 27º Panorama de Arte Brasileira
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Rumos da Nova Arte Contemporânea Brasileira
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Sobre(A)ssaltos
2002 - Niterói Arte Hoje
2002 - 27º Panorama de Arte Brasileira
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Vertentes da Produção Contemporânea
2002 - 1ª Mostra Rio Arte Contemporânea
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Poéticas da Atitude: o transitório e o precário
2002 - Caminhos do Contemporâneo: 1952/2002
2002 - Niterói Arte Hoje
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Poéticas da Atitude: o transitório e o precário
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Desconforto da Forma (2002 : Campinas, SP)
2002 - Cotidiano Plural
2002 - Livro: objeto da arte
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Poéticas da Atitude: o transitório e o precário
2003 - Mapas
2003 - Inclassificados
2003 - Inclassificados
2003 - Inclassificados
2003 - Quintessência
2003 - Inclassificados
2003 - Heterodoxia: edição São Paulo
2003 - Arte em Movimento
2003 - 240 minutos
2003 - Bandeiras do Brasil
2003 - Felipe Barbosa e Rosana Ricalde
2003 - Viúva Lacerda 153 (2001 : Rio de Janeiro, RJ)
2004 - Objeto como Imagem
2004 - Laura Marsiaj Arte Contemporânea: coletiva
2004 - Tudo É Brasil
2004 - Individual de Felipe Barbosa
2004 - 1º Projéteis de Arte Contemporânea Funarte
2004 - Tudo É Brasil (2004 : São Paulo, SP)
2004 - 1ª Trienal Poli-Gráfica de San Juan
2005 - Umas-Grafias
2005 - Projéteis
2005 - Homo Ludens: do faz-de-conta à vertigem
2005 - Homo Ludens: do faz-de-conta à vertigem
2005 - Sempre Visível. Projeto Linha Imaginária
2006 - Mão Dupla Intercâmbio Cultural Rio - Rosário
2006 - Futebol: desenho sobre fundo verde
2006 - Reflexos = Widerspiegeln
2006 - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand
2006 - Designu Desdobramentos
2006 - Inco(R)porações
2006 - Geometria Descritiva
2006 - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand
2006 - Paralela 2006
2006 - Coletiva Amparo 60 2006
2006 - Futebol: desenho sobre fundo verde
2006 - Futebol: desenho sobre fundo verde
2006 - Futebol: desenho sobre fundo verde
2007 - Itaú Contemporâneo: arte no Brasil 1981-2006
2007 - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand
2007 - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand
2007 - Jogos Visuais - Arte Brasileira no PAN
2007 - Supermercado
2007 - 17ª International Sports in Art Biennial 2007
2007 - 1º Circuito de Fotografia
2008 - Arte Pela Amazônia: arte e atitude
2008 - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand
2008 - Nova Arte Nova
2008 - Início após 100 anos - Brasil - Japão
2008 - Entre Oceanos - 100 Anos de Aproximação entre Japão e Brasil
2009 - Nova Arte Nova
2009 - Arquitetura de Engenheiro
2009 - Poética Têxtil
2009 - Cotidiano Contemporâneo: programa de trabalho do Centro Cultural Banco do Nordeste nas artes visuais (2009:2010)
2009 - Linha Orgânica
2010 - Jogos de Guerra
2010 - 1ª Novas aquisições 2007 - 2010
2010 - Sala de Jogos (2010: Sousa, PB)
2010 - Novas Aquisições: 2009
2010 - Arsenal
2010 - Sala de Jogos
2010 - Paralela 2010
2010 - Até 2011
2011 - Matemática Imperfeita
2011 - Jogos de Guerra: confrontos e convergências na arte contemporânea brasileira
2012 - Otra Generación
2012 - Espelho Refletido: O Surrealismo e a Arte Contemporânea Brasileira
2012 - De Casa em Casa
2012 - Buzz
2013 - Poetas no Palácio
2013 - Play
2015 - Fotografias para imaginar
2017 - A Fonte de Duchamp: 100 anos da Arte Contemporânea
2017 - 25 vezes Duchamp - 100 anos "A Fonte"
2021 - Estado Bruto
Fonte: FELIPE Barbosa. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2023. Acesso em: 23 de janeiro de 2023. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7
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Crítica
"Duas vertentes opostas, surgidas na arte da primeira metade do século XX, mesclam-se na obra de Felipe Barbosa: o construtivismo e o dadaísmo. Se por um lado ambos voltavam-se contra os princípios acadêmicos da arte clássica e contra o teor artesanal dos processos convencionais da pintura e da escultura, por outro divergiam quanto aos novos passos a serem dados para a sua superação. Para o construtivismo o passado já havia sido suficientemente abalado pelas primeiras vanguardas modernistas. Tratava-se, pois, de construir sobre seus escombros uma nova arte comprometida com o socialismo e, portanto, com a lógica da produção industrial. Mas para o dadaísmo, ao contrário, era necessário avançar na demolição dos repertórios remanescentes da academia que impediam a superação de ideais como a transcendência da arte e a genialidade do artista, por meio de diversos procedimentos como a colagem e a apropriação de objetos produzidos no circuito industrial (o readymade de Duchamp embora lateral ao Dada tornou-se um emblema do método da apropriação como alternativa ao fazer manual). A maior parte dos trabalhos recentes de Felipe, baseia-se na construção (que, conforme sua definição histórica, consiste na montagem da obra a partir de partes previamente fabricadas em função de um projeto geometricamente concebido). No entanto, Felipe não constrói por apreço à pesquisa formal pura (e sem qualquer narrativa), do construtivismo, uma vez que ele não só a relativiza, pelo recurso à irreverente banalidade da apropriação, como minimiza também, inversamente, esta última, ao submetê-la ao rigor da geometria. Os títulos e as fichas técnicas desses trabalhos são cristalinos quanto à sua natureza híbrida: Toblerone (estrutura geométrica feita com 20 caixas de chocolate); Coca-cola ( 5 garrafas de coca-cola com tamanhos diferentes) ou Super Ball (bola 3D feita com gomos de 30 bolas), dentre outros. Trata-se, aqui, de uma geometria de teor empírico. São trabalhos compostos a partir das possibilidades de modulação, inserção e montagem ditadas pela configuração formal dos objetos apropriados pelo artista. Por isso, sua organização geométrica final supõe, sobretudo, a experimentação concreta e não apenas a execução de projetos. Entre alguns emblemas do consumo cotidiano e sua estruturação geométrica, desloca-se o sentido poético de toda a produção recente de Felipe Barbosa. Se seus trabalhos não são formalistas, tampouco se rendem aos encantos e até as facilidades academizantes da apropriação pura e simples" — Fernando Cocchiarale.
Fonte: Murilo Castro. Consultado pela última vez em 24 de janeiro de 2023.
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Outras atividades
– Bolsa Ateliê residência na Cite Internacionale des Arts – Paris pela participação no programa Rumos Visuais Itaú Cultural, 2002;
– Intercâmbio Paris –Rio ( BelleVille/Santa Teresa), 2002;
– Bolsa do Programa de Intercâmbio – Taller Exposición Iberoamericano – Comunidad de Madrid, Madrid, 2001;
– Prêmio Estímulo 4º Salão de Artes Plásticas de Americana SP, 2001;
– Bolsa CAPES – mestrado 2003/2004 defendendo a dissertação A experiência da Arte Pública;
– Bolsa do CNPQ – Iniciação Científica UFRJ orientação de Carlos Zilio, 2000/2001.
– Semana de Arte de Londrina, encontro com o artista e Oficina de Intervenções e Ações urbanas – Universidade Estadual de Londrina – PR, 2002;
– Semana de Arte de Friburgo, palestra sobre arte Pública – SESC Nova Friburgo – RJ, 2002;
– Co-coordenação do Projeto IN CLASSIFICADOS, 2003;
– Oficinas de Arte do SESC-Rio – Oficina de Intervenções e Ações urbanas – Petrópolis – RJ, 2003;
– SPA – Semana Pernambucana de Arte, Palestra sobre o projeto Inclassificados e Oficina de intervenção Urbana – Recife, PE, 2003;
– Co-curadoria da exposição Repentes Visuais –Mostra Latinidades SESC-SP, Unidade 24 de Maio, São Paulo – SP – 2003;
– Membro do corpo editorial da revista Arte&Ensaio ed. UFRJ, 2003;
– Palestra sobre Arte Pública. Escola de Belas Artes – UFRJ, 2004;
– Papo das Sete – palestra sobre o processo de trabalho do artista, Centro de Cultura Dragão do Mar – Fortaleza, 2005;
– Curso de Intervenção Urbanas no Centro Cultural Banco do Nordeste – Fortaleza, 2006;
– Curso de Intervenção Urbanas no Sesc Tijuca, 2006;
– Curadoria Velatura Sólida para a Galeria Amarelonegro – Rio de Janeiro 2007;
– Curadoria Geraldo Marcolini e Sidney Philocreon para a Galeria Amarelonegro – Rio de Janeiro, 2007;
Coleções públicas
– Coleção Gilberto Chateaubriand, Museu de Arte Moderna – Rio de Janeiro;
– Coleção Fundação Patrícia Phelps de Cisneiros;
– Coleção João Satamini, Museu de Arte Contemporânea de Niterói RJ;
– Coleção Museu de Arte moderna Aluísio Magalhães MAMAM – Recife PE;
– Coleção Sesc Unidade São José dos Campos SP.
Fonte: Prêmio PIPA. Consultado pela última vez em 24 de janeiro de 2023.
Crédito fotográfico: Obras de Arte, fotografia de Fernando Grosso. Consultado pela última vez em 23 de janeiro de 2023.
Felipe do Nascimento Barbosa (Niterói, Rio de Janeiro, 4 de janeiro de 1978), mais conhecido como Felipe Barbosa é um artista visual brasileiro. Mestre em Linguagens Visuais e bacharel em Pintura, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, realizou cursos intensivo de desenho, com o professor Charles Watson. Frequentou cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage EAV/Parque, o atelier livre de gravura em metal no Museu do Ingá, Niterói e curso de desenho com Charles Watson. Recebeu bolsa do programa de intercâmbio Taller Exposición de Pintura Iberoamericana, da Comunidade de Madrid, Espanha, em 2001, e a bolsa Cite Internacionale des Arts, da França, pela participação no Programa Rumos Artes Visuais entre 2001 e 2003. Em suas obras, utiliza objetos diversos encontrados no cotidiano, como palitos de fósforo, tampas de garrafas de refrigerante e bilhetes de metrô. A partir da junção deles, cria composições e formas estruturadas. Realizou diversas exposições pelo Brasil e tem coleções públicas no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Museu de Arte Contemporânea de Niterói, RJ; Museu de Arte Moderna Aluísio Magalhães MAMAM de Recife, PE; também em solo internacional, como nos Estados Unidos, Porto Rico e Cuba.
Biografia – Wikipédia
Estudou pintura na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro e frequentou a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, tendo recebido orientação de Carlos Zilio. Recebeu, em 2001, da Comunidade de Madri, uma bolsa do programa de intercâmbio Taller Exposición de Pintura Iberoamericana e, em 2002, uma bolsa de residência na Cité Internationale des Arts de Paris. Teve mostras de sua obra no Miami Art Museum, no Museo de Arte Contemporaneo de Monterrey, no Parque Laje, na Funarte São Paulo, no Centro Cultural São Paulo, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, no Museu de Arte Moderna da Bahia, no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro e no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.
Fonte: Wikipédia. Consultado pela última vez em 23 de janeiro de 2023.
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Biografia – Itaú Cultural
Felipe do Nascimento Barbosa (Niterói, Rio de Janeiro, 1978). Artista visual. Cursa bacharelado em pintura de 1996 a 2001, na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ/EBA, e entre 2000 e 2001, recebe orientação de Carlos Zilio (1944) através de bolsa de iniciação científica financiada pelo CNPq, na mesma instituição.
Paralelamente, entre 1996 e 1998, frequenta cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage - EAV/Parque, atelier livre de gravura em metal no Museu do Ingá, Niterói, e curso de desenho com Charles Watson. Recebe bolsa do programa de intercâmbio Taller Exposición de Pintura Iberoamericana, da Comunidade de Madrid, Espanha, em 2001, e a bolsa Cite Internacionale des Arts, da França, pela participação no Programa Rumos Artes Visuais 2001/2003.
Em seus trabalhos, utiliza objetos diversos encontrados no cotidiano, como palitos de fósforo, tampas de garrafas de refrigerante e bilhetes de metrô. A partir da junção deles, cria composições e formas estruturadas. Realiza intervenções urbanas com o grupo Atrocidades Maravilhosas, e participa, com a artista Rosana Ricalde (1971), das três edições do Prêmio Interferências Urbanas, no Rio de Janeiro, em 2000 e 2001. Faz mestrado em Linguagens Visuais na UFRJ/EBA, de 2003 a 2004.
Exposições Individuais
2001 - Felipe Barbosa 1999
2004 - Individual de Felipe Barbosa
2006 - Individual de Felipe Barbosa
Exposições Coletivas
1998 - EBA-EAV: 8 novos artistas
1999 - Sutura Ruptura
2000 - Atrocidades Maravilhosas
2000 - Individual de Felipe Barbosa
2001 - Circuito
2001 - 27º Panorama de Arte Brasileira
2001 - 10º Salão Municipal de Artes Plásticas
2001 - Vento Contentamento
2002 - 27º Panorama de Arte Brasileira
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Rumos da Nova Arte Contemporânea Brasileira
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Sobre(A)ssaltos
2002 - Niterói Arte Hoje
2002 - 27º Panorama de Arte Brasileira
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Vertentes da Produção Contemporânea
2002 - 1ª Mostra Rio Arte Contemporânea
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Poéticas da Atitude: o transitório e o precário
2002 - Caminhos do Contemporâneo: 1952/2002
2002 - Niterói Arte Hoje
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Poéticas da Atitude: o transitório e o precário
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Desconforto da Forma (2002 : Campinas, SP)
2002 - Cotidiano Plural
2002 - Livro: objeto da arte
2002 - Rumos Itaú Cultural Artes Visuais. Poéticas da Atitude: o transitório e o precário
2003 - Mapas
2003 - Inclassificados
2003 - Inclassificados
2003 - Inclassificados
2003 - Quintessência
2003 - Inclassificados
2003 - Heterodoxia: edição São Paulo
2003 - Arte em Movimento
2003 - 240 minutos
2003 - Bandeiras do Brasil
2003 - Felipe Barbosa e Rosana Ricalde
2003 - Viúva Lacerda 153 (2001 : Rio de Janeiro, RJ)
2004 - Objeto como Imagem
2004 - Laura Marsiaj Arte Contemporânea: coletiva
2004 - Tudo É Brasil
2004 - Individual de Felipe Barbosa
2004 - 1º Projéteis de Arte Contemporânea Funarte
2004 - Tudo É Brasil (2004 : São Paulo, SP)
2004 - 1ª Trienal Poli-Gráfica de San Juan
2005 - Umas-Grafias
2005 - Projéteis
2005 - Homo Ludens: do faz-de-conta à vertigem
2005 - Homo Ludens: do faz-de-conta à vertigem
2005 - Sempre Visível. Projeto Linha Imaginária
2006 - Mão Dupla Intercâmbio Cultural Rio - Rosário
2006 - Futebol: desenho sobre fundo verde
2006 - Reflexos = Widerspiegeln
2006 - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand
2006 - Designu Desdobramentos
2006 - Inco(R)porações
2006 - Geometria Descritiva
2006 - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand
2006 - Paralela 2006
2006 - Coletiva Amparo 60 2006
2006 - Futebol: desenho sobre fundo verde
2006 - Futebol: desenho sobre fundo verde
2006 - Futebol: desenho sobre fundo verde
2007 - Itaú Contemporâneo: arte no Brasil 1981-2006
2007 - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand
2007 - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand
2007 - Jogos Visuais - Arte Brasileira no PAN
2007 - Supermercado
2007 - 17ª International Sports in Art Biennial 2007
2007 - 1º Circuito de Fotografia
2008 - Arte Pela Amazônia: arte e atitude
2008 - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand
2008 - Nova Arte Nova
2008 - Início após 100 anos - Brasil - Japão
2008 - Entre Oceanos - 100 Anos de Aproximação entre Japão e Brasil
2009 - Nova Arte Nova
2009 - Arquitetura de Engenheiro
2009 - Poética Têxtil
2009 - Cotidiano Contemporâneo: programa de trabalho do Centro Cultural Banco do Nordeste nas artes visuais (2009:2010)
2009 - Linha Orgânica
2010 - Jogos de Guerra
2010 - 1ª Novas aquisições 2007 - 2010
2010 - Sala de Jogos (2010: Sousa, PB)
2010 - Novas Aquisições: 2009
2010 - Arsenal
2010 - Sala de Jogos
2010 - Paralela 2010
2010 - Até 2011
2011 - Matemática Imperfeita
2011 - Jogos de Guerra: confrontos e convergências na arte contemporânea brasileira
2012 - Otra Generación
2012 - Espelho Refletido: O Surrealismo e a Arte Contemporânea Brasileira
2012 - De Casa em Casa
2012 - Buzz
2013 - Poetas no Palácio
2013 - Play
2015 - Fotografias para imaginar
2017 - A Fonte de Duchamp: 100 anos da Arte Contemporânea
2017 - 25 vezes Duchamp - 100 anos "A Fonte"
2021 - Estado Bruto
Fonte: FELIPE Barbosa. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2023. Acesso em: 23 de janeiro de 2023. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7
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Crítica
"Duas vertentes opostas, surgidas na arte da primeira metade do século XX, mesclam-se na obra de Felipe Barbosa: o construtivismo e o dadaísmo. Se por um lado ambos voltavam-se contra os princípios acadêmicos da arte clássica e contra o teor artesanal dos processos convencionais da pintura e da escultura, por outro divergiam quanto aos novos passos a serem dados para a sua superação. Para o construtivismo o passado já havia sido suficientemente abalado pelas primeiras vanguardas modernistas. Tratava-se, pois, de construir sobre seus escombros uma nova arte comprometida com o socialismo e, portanto, com a lógica da produção industrial. Mas para o dadaísmo, ao contrário, era necessário avançar na demolição dos repertórios remanescentes da academia que impediam a superação de ideais como a transcendência da arte e a genialidade do artista, por meio de diversos procedimentos como a colagem e a apropriação de objetos produzidos no circuito industrial (o readymade de Duchamp embora lateral ao Dada tornou-se um emblema do método da apropriação como alternativa ao fazer manual). A maior parte dos trabalhos recentes de Felipe, baseia-se na construção (que, conforme sua definição histórica, consiste na montagem da obra a partir de partes previamente fabricadas em função de um projeto geometricamente concebido). No entanto, Felipe não constrói por apreço à pesquisa formal pura (e sem qualquer narrativa), do construtivismo, uma vez que ele não só a relativiza, pelo recurso à irreverente banalidade da apropriação, como minimiza também, inversamente, esta última, ao submetê-la ao rigor da geometria. Os títulos e as fichas técnicas desses trabalhos são cristalinos quanto à sua natureza híbrida: Toblerone (estrutura geométrica feita com 20 caixas de chocolate); Coca-cola ( 5 garrafas de coca-cola com tamanhos diferentes) ou Super Ball (bola 3D feita com gomos de 30 bolas), dentre outros. Trata-se, aqui, de uma geometria de teor empírico. São trabalhos compostos a partir das possibilidades de modulação, inserção e montagem ditadas pela configuração formal dos objetos apropriados pelo artista. Por isso, sua organização geométrica final supõe, sobretudo, a experimentação concreta e não apenas a execução de projetos. Entre alguns emblemas do consumo cotidiano e sua estruturação geométrica, desloca-se o sentido poético de toda a produção recente de Felipe Barbosa. Se seus trabalhos não são formalistas, tampouco se rendem aos encantos e até as facilidades academizantes da apropriação pura e simples" — Fernando Cocchiarale.
Fonte: Murilo Castro. Consultado pela última vez em 24 de janeiro de 2023.
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Outras atividades
– Bolsa Ateliê residência na Cite Internacionale des Arts – Paris pela participação no programa Rumos Visuais Itaú Cultural, 2002;
– Intercâmbio Paris –Rio ( BelleVille/Santa Teresa), 2002;
– Bolsa do Programa de Intercâmbio – Taller Exposición Iberoamericano – Comunidad de Madrid, Madrid, 2001;
– Prêmio Estímulo 4º Salão de Artes Plásticas de Americana SP, 2001;
– Bolsa CAPES – mestrado 2003/2004 defendendo a dissertação A experiência da Arte Pública;
– Bolsa do CNPQ – Iniciação Científica UFRJ orientação de Carlos Zilio, 2000/2001.
– Semana de Arte de Londrina, encontro com o artista e Oficina de Intervenções e Ações urbanas – Universidade Estadual de Londrina – PR, 2002;
– Semana de Arte de Friburgo, palestra sobre arte Pública – SESC Nova Friburgo – RJ, 2002;
– Co-coordenação do Projeto IN CLASSIFICADOS, 2003;
– Oficinas de Arte do SESC-Rio – Oficina de Intervenções e Ações urbanas – Petrópolis – RJ, 2003;
– SPA – Semana Pernambucana de Arte, Palestra sobre o projeto Inclassificados e Oficina de intervenção Urbana – Recife, PE, 2003;
– Co-curadoria da exposição Repentes Visuais –Mostra Latinidades SESC-SP, Unidade 24 de Maio, São Paulo – SP – 2003;
– Membro do corpo editorial da revista Arte&Ensaio ed. UFRJ, 2003;
– Palestra sobre Arte Pública. Escola de Belas Artes – UFRJ, 2004;
– Papo das Sete – palestra sobre o processo de trabalho do artista, Centro de Cultura Dragão do Mar – Fortaleza, 2005;
– Curso de Intervenção Urbanas no Centro Cultural Banco do Nordeste – Fortaleza, 2006;
– Curso de Intervenção Urbanas no Sesc Tijuca, 2006;
– Curadoria Velatura Sólida para a Galeria Amarelonegro – Rio de Janeiro 2007;
– Curadoria Geraldo Marcolini e Sidney Philocreon para a Galeria Amarelonegro – Rio de Janeiro, 2007;
Coleções públicas
– Coleção Gilberto Chateaubriand, Museu de Arte Moderna – Rio de Janeiro;
– Coleção Fundação Patrícia Phelps de Cisneiros;
– Coleção João Satamini, Museu de Arte Contemporânea de Niterói RJ;
– Coleção Museu de Arte moderna Aluísio Magalhães MAMAM – Recife PE;
– Coleção Sesc Unidade São José dos Campos SP.
Fonte: Prêmio PIPA. Consultado pela última vez em 24 de janeiro de 2023.
Crédito fotográfico: Obras de Arte, fotografia de Fernando Grosso. Consultado pela última vez em 23 de janeiro de 2023.