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José Bento

José Bento Franco Chaves (Salvador, BA, 1962), mais conhecido como José Bento é um escultor brasileiro. Conhecido pelo interesse por aquele que é um dos mais tradicionais meios das artes plásticas – a escultura – e pela preferência por um de seus materiais mais típicos – a madeira, tem seu trabalho marcado pela natureza de seus troncos entalhados e repousados uns sobre os outros. Suas obras integram as coleções da Pinacoteca do Estado de São Paulo, Itaú Cultural, São Paulo, Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte e Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. Atualmente vive e trabalha na cidade de Belo Horizonte, MG.

Biografia - Itaú Cultural

Em 1966, transfere-se com a família para Belo Horizonte. Autodidata, entre 1981 e 1988, cria uma série de cenas e ambientes em miniatura com palitos de picolé. Expõe parte dessas peças no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, em 1989. Nesse ano, realiza pequenas caixas de madeira e vidro em cujo interior desenha com mercúrio. Nessa época, começa a produzir esculturas com troncos tombados naturalmente, muitas vezes de árvores raras e seculares, que recolhe na região da Mata Atlântica entre Minas Gerais e Espírito Santo. Em 1990 e 1991, desenvolve Roda, trabalho que se distancia das obras anteriores e impulsiona sua participação em diversas exposições coletivas no Brasil. Recebe o Prêmio Brasília de Artes Plásticas no 12° Salão Nacional de Artes Plásticas (1991-1992), no Rio de Janeiro. Em 1993, realiza mostra individual na Casa Guignard, em Ouro Preto, Minas Gerais. A partir de 2000, trabalha também com vidro, espelho e granito. Em 2004, exibe suas esculturas no Museu de Arte da Pampulha - MAP, em Belo Horizonte.

Análise

Na década de 1980, José Bento realiza pequenas esculturas, com materiais como palitos de picolé, criando cenas cotidianas que assumem por vezes um caráter surrealista. Como nota o crítico Agnaldo Farias, essas obras são interessantes pela escala diminuta, pelo acabamento e pela inventividade, como em Ping-Pong (1981/1982), em que capta a velocidade e a trajetória de uma bola em um ambiente estático. Cria também caixas em vidro e madeira, em que trabalha com mercúrio, e explora projeções ou reflexos de figuras e formas geométricas.

A partir da década de 1990, José Bento realiza trabalhos de grandes dimensões, como A Roda (1991), composta por bastões de madeira justapostos e ligados por fios de nylon, que, enrolados em espiral, constituem um disco de cerca de um metro e meio de altura. Desenroladas, as ripas de madeira formam uma fita que se desdobra em suaves ondulações no espaço. Já em Alfabeto (1994), apresenta pequenas peças de madeira, com formas intrigantes e misteriosas que, apresentadas em série e dispostas sobre um plano horizontal, revelam a fonte de inspiração do artista: a visão das cúpulas de capelas do cemitério situado próximo à sua casa. Como aponta a historiadora da arte Aracy Amaral, a presença de símbolos relacionados à morte e à religiosidade é uma constante na poética de José Bento.

Posteriormente o artista passa a trabalhar com velhos troncos de madeira, obtidos de árvores caídas naturalmente na Mata Atlântica, que trazem marcas do tempo. As obras, que às vezes revelam um rigor construtivo, trazem em si também um caráter misterioso. Já nas "torres vazadas", criadas a partir de 1993 com ripas de madeiras empilhadas, predominam a linearidade e uma leveza pouco frequente em sua produção.

Em peças produzidas a partir de 2000, José Bento retoma obras anteriores em caixas de madeira, criando pequenas instalações com módulos de espelho e vidro, sobre um piso também modular, de granito. Nessas obras, o artista explora a ambiguidade e a surpresa decorrentes da dificuldade de distinguir entre reflexo e transparência, como campos visuais diferenciados. Ainda na opinião de Aracy Amaral, seus trabalhos mais recentes, que remetem à arquitetura moderna e revelam um caráter ilusionístico, parecem indicar um novo desdobramento em sua produção.

Acervos

  • Acervo Banco Itaú S.A. - São Paulo SP

  • Acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo/Brasil - São Paulo SP

  • Coleção do Museu de Arte da Pampulha - MAP - Belo Horizonte MG

  • Museu Nacional de Belas Artes - MNBA - Rio de Janeiro RJ

Críticas

"Os seus trabalhos iniciais, pequenos objetos irônicos, são uma espécie de 'desenho tridimensional' já que a madeira repete a função da linha; agora ele parece desenvolver seu trabalho no sentido de buscar uma abordagem mais direta e menos literária com os conceitos da arte contemporânea sem perder, contudo, o caráter irônico que perpassa o seu caminho profissional".

Marcus de Lontra Costa (In: A montanha e o mar: Octaviano Moniz Barreto, Adrianne Gallinari, José Bento. Texto de Marcus de Lontra Costa. Salvador: MAM, 1992. n. p.)

Exposições Individuais

1989 - Belo Horizonte MG - Individual, no Palácio das Artes, Sala Arlinda Corrêa

1992 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria Pace

1993 - Ouro Preto MG - Individual, na Casa Guignard

1994 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria Manoel Macedo

2001 - São Paulo SP - Individual, na Marília Razuk Galeria de Arte

2003 - Belo Horizonte MG - José Bento: obras recentes, na Celma Albuquerque Galeria de Arte

2003 - São Paulo SP - José Bento: obras recentes, na Marília Razuk Galeria de Arte

2004 - Belo Horizonte MG - José Bento, no MAP

Exposições Coletivas

1988 - Belo Horizonte MG - 20º Salão Nacional de Arte, no Museu de Arte de Belo Horizonte

1989 - Belo Horizonte MG - 22º Salão Nacional de Arte, no Museu de Arte de Belo Horizonte

1990 - São Paulo SP - Prospecção 90, na Galeria Subdistrito

1991 - Belo Horizonte MG - 23º Salão Nacional de Arte, no Museu de Arte de Belo Horizonte - prêmio aquisição

1991 - Belo Horizonte MG - A Prova dos Nove, na Companhia de Energia de Minas Gerais. Espaço Cultural Galeria de Arte

1991 - Belo Horizonte MG - Bonfim, na Grande Galeria do Palácio das Artes

1991 - Belo Horizonte MG - Murilo Rubião Projeto Memória Viva, no Palácio das Artes

1991 - Brasília DF - 2º Salão Nacional de Brasília, no Museu de Arte Moderna, do Instituto Brasileiro de Cultura - Prêmio Viagem ao Brasil

1991 - Brasília DF - Prêmio Brasília de Artes Plásticas 1991/XII Salão Nacional de Artes Plásticas, no Museu de Arte de Brasília

1992 - Rio de Janeiro RJ - Bonfim, na EAV/Parque Lage

1992 - Rio de Janeiro RJ - Prêmio Brasília de Artes Plásticas 1991/XII Salão Nacional de Artes Plásticas, na Funarte

1992 - Salvador BA - A Montanha e o Mar, no MAM/BA

1993 - Rio de Janeiro RJ - 13º Salão Nacional de Artes Plásticas, no Ibac - premiado

1993 - São Paulo SP - Encontros e Tendências, no MAC/USP

1994 - Belo Horizonte MG - Abjetos, no Centro Cultural da UFMG

1994 - Juiz de Fora MG - America, na UFJF

1994 - Ouro Preto MG - A Identidade Virtual, no Museu da Inconfidência

1995 - São Paulo SP - Minerações - Ações de Mim, de Minas, de Minério/Minério de Minerar, no LR Escritório de Arte

1996 - Brasília DF - Arte e Espaço Urbano: quinze propostas, no 5º Fórum Brasília de Artes Visuais, no Palácio Ministério das Relações Exteriores. Palácio do Itamaraty

1996 - Lisboa (Portugal) - Cinco Artistas Mineiros, no Mosteiro dos Gerônimos

1996 - Madri (Espanha) - Cinco Artistas Mineiros, na Casa de América

1997 - Belo Horizonte MG - 25º Salão Nacional de Arte de Belo Horizonte

1997 - Belo Horizonte MG - Cinco Artistas Mineiros, no Ponteio Lar Shopping

1997 - Belo Horizonte MG - Prospecções: arte nos anos 80 e 90, na Fundação Clóvis Salgado. Palácio das Artes

1997 - Lima (Peru) - 1ª Bienal Ibero-Americana

1997 - São Paulo SP - Diversidade da Escultura Contemporânea Brasileira - Ministério da Cultura/Itaú Cultural, na Avenida Paulista

1997 - São Paulo SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira no Século XX, no Itaú Cultural

1998 - Rio de Janeiro RJ - 16º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ

2000 - São Paulo SP - Escultura Brasileira: da Pinacoteca ao Jardim da Luz, na Pinacoteca do Estado

2000 - São Paulo SP - Marcos Coelho Benjamim, José Bento e Fernando Lucchesi, no Museu Brasileiro da Escultura

2001 - São Paulo SP - Arco das Rosas: marchand como curador, na Casa das Rosas

2002 - Madri (Espanha) - Arco/2002, no Parque Ferial Juan Carlos I

2002 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial

2002 - São Paulo SP - 10 Anos Marília Razuk, na Marília Razuk Galeria de Arte

2002 - São Paulo SP - Amilcar de Castro e Cinco Artistas Mineiros, na Marília Razuk Galeria de Arte

2003 - Rio de Janeiro RJ - Projeto Brazilianart, na Almacén Galeria de Arte

2004 - Belo Horizonte MG - Pampulha, Obra Colecionada: 1943-2003, no MAP

Fonte: JOSÉ Bento. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2018. Disponível em: Itaú Cultural. Acesso em: 23 de Jan. 2018. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7

---

Biografia - Gentil Carioca

Artista plástico brasileiro, vive e trabalha na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais. Marcado pela natureza de seus troncos entalhados e repousados uns sobre os outros, Bento trabalha desde os anos 80 na interseção entre materiais típicos da escultura como a madeira e o metal, mas também alça voos através das imagens em movimento, da fotografia e do desenho.

O domínio do material é a primeira preocupação de José, que busca uma harmonia entre a rigidez e os movimentos dos veios da madeira. O volume e o equilíbrio que o interessam na escultuta, seu campo de ofício, também envolvem um traço pictórico e uma intervenção espaço-temporal como fonte de pesquisa. O artista relaciona o conjunto de sua obra a uma tentativa de intervir na história pertencente aos elementos que esculpe.

“A morte e a vida funcionam no mesmo espaço, porque a parte de dentro da madeira deixa de existir. Se você procurar a palavra ‘madeira’ em qualquer dicionário, vai encontrar uma definição ligada a algo morto. A morte vem de dentro, do meio da madeira", explica Bento sobre sua obsessão com o material.

Em 2016 apresentou a obra “Chão” na 32ª Bienal de São Paulo, no ano de 2015 apresentou sua exposição individual “Chão de Estrelas”, nA Gentill Carioca, em 2017 participou de “Spots, Dots, Pips, Tiles” na Galeria Hunter East Harlem em Nova York, em 2014 foi o artista exibido na “Solo Presentation” dA Gentil Carioca na Art Basel, em 2011 participou de “1901 – 2011 Arte Brasileira e Depois na Coleção Itaú”, no Paço Imperial, Rio de Janeiro e em 2010 “Zum Zum Zum” de volta nA Gentil Carioca, no Rio de Janeiro. Em 2008 mostrou “Poética da Percepção”, uma individual no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, em 2005 integrou o “29º Panorama da Arte Brasileira”, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, em 2004 teve uma mostra individual organizada no Museu de Arte da Pampulha, Minas Gerais.

Suas obras integram as coleções da Pinacoteca do Estado de São Paulo, Itaú Cultural, São Paulo, Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte e Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.

Fonte e crédito fotográfico: A Gentil Carioca, consultado pela última vez em 4 de abril de 2021.

José Bento Franco Chaves (Salvador, BA, 1962), mais conhecido como José Bento é um escultor brasileiro. Conhecido pelo interesse por aquele que é um dos mais tradicionais meios das artes plásticas – a escultura – e pela preferência por um de seus materiais mais típicos – a madeira, tem seu trabalho marcado pela natureza de seus troncos entalhados e repousados uns sobre os outros. Suas obras integram as coleções da Pinacoteca do Estado de São Paulo, Itaú Cultural, São Paulo, Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte e Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. Atualmente vive e trabalha na cidade de Belo Horizonte, MG.

José Bento

José Bento Franco Chaves (Salvador, BA, 1962), mais conhecido como José Bento é um escultor brasileiro. Conhecido pelo interesse por aquele que é um dos mais tradicionais meios das artes plásticas – a escultura – e pela preferência por um de seus materiais mais típicos – a madeira, tem seu trabalho marcado pela natureza de seus troncos entalhados e repousados uns sobre os outros. Suas obras integram as coleções da Pinacoteca do Estado de São Paulo, Itaú Cultural, São Paulo, Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte e Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. Atualmente vive e trabalha na cidade de Belo Horizonte, MG.

Biografia - Itaú Cultural

Em 1966, transfere-se com a família para Belo Horizonte. Autodidata, entre 1981 e 1988, cria uma série de cenas e ambientes em miniatura com palitos de picolé. Expõe parte dessas peças no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, em 1989. Nesse ano, realiza pequenas caixas de madeira e vidro em cujo interior desenha com mercúrio. Nessa época, começa a produzir esculturas com troncos tombados naturalmente, muitas vezes de árvores raras e seculares, que recolhe na região da Mata Atlântica entre Minas Gerais e Espírito Santo. Em 1990 e 1991, desenvolve Roda, trabalho que se distancia das obras anteriores e impulsiona sua participação em diversas exposições coletivas no Brasil. Recebe o Prêmio Brasília de Artes Plásticas no 12° Salão Nacional de Artes Plásticas (1991-1992), no Rio de Janeiro. Em 1993, realiza mostra individual na Casa Guignard, em Ouro Preto, Minas Gerais. A partir de 2000, trabalha também com vidro, espelho e granito. Em 2004, exibe suas esculturas no Museu de Arte da Pampulha - MAP, em Belo Horizonte.

Análise

Na década de 1980, José Bento realiza pequenas esculturas, com materiais como palitos de picolé, criando cenas cotidianas que assumem por vezes um caráter surrealista. Como nota o crítico Agnaldo Farias, essas obras são interessantes pela escala diminuta, pelo acabamento e pela inventividade, como em Ping-Pong (1981/1982), em que capta a velocidade e a trajetória de uma bola em um ambiente estático. Cria também caixas em vidro e madeira, em que trabalha com mercúrio, e explora projeções ou reflexos de figuras e formas geométricas.

A partir da década de 1990, José Bento realiza trabalhos de grandes dimensões, como A Roda (1991), composta por bastões de madeira justapostos e ligados por fios de nylon, que, enrolados em espiral, constituem um disco de cerca de um metro e meio de altura. Desenroladas, as ripas de madeira formam uma fita que se desdobra em suaves ondulações no espaço. Já em Alfabeto (1994), apresenta pequenas peças de madeira, com formas intrigantes e misteriosas que, apresentadas em série e dispostas sobre um plano horizontal, revelam a fonte de inspiração do artista: a visão das cúpulas de capelas do cemitério situado próximo à sua casa. Como aponta a historiadora da arte Aracy Amaral, a presença de símbolos relacionados à morte e à religiosidade é uma constante na poética de José Bento.

Posteriormente o artista passa a trabalhar com velhos troncos de madeira, obtidos de árvores caídas naturalmente na Mata Atlântica, que trazem marcas do tempo. As obras, que às vezes revelam um rigor construtivo, trazem em si também um caráter misterioso. Já nas "torres vazadas", criadas a partir de 1993 com ripas de madeiras empilhadas, predominam a linearidade e uma leveza pouco frequente em sua produção.

Em peças produzidas a partir de 2000, José Bento retoma obras anteriores em caixas de madeira, criando pequenas instalações com módulos de espelho e vidro, sobre um piso também modular, de granito. Nessas obras, o artista explora a ambiguidade e a surpresa decorrentes da dificuldade de distinguir entre reflexo e transparência, como campos visuais diferenciados. Ainda na opinião de Aracy Amaral, seus trabalhos mais recentes, que remetem à arquitetura moderna e revelam um caráter ilusionístico, parecem indicar um novo desdobramento em sua produção.

Acervos

  • Acervo Banco Itaú S.A. - São Paulo SP

  • Acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo/Brasil - São Paulo SP

  • Coleção do Museu de Arte da Pampulha - MAP - Belo Horizonte MG

  • Museu Nacional de Belas Artes - MNBA - Rio de Janeiro RJ

Críticas

"Os seus trabalhos iniciais, pequenos objetos irônicos, são uma espécie de 'desenho tridimensional' já que a madeira repete a função da linha; agora ele parece desenvolver seu trabalho no sentido de buscar uma abordagem mais direta e menos literária com os conceitos da arte contemporânea sem perder, contudo, o caráter irônico que perpassa o seu caminho profissional".

Marcus de Lontra Costa (In: A montanha e o mar: Octaviano Moniz Barreto, Adrianne Gallinari, José Bento. Texto de Marcus de Lontra Costa. Salvador: MAM, 1992. n. p.)

Exposições Individuais

1989 - Belo Horizonte MG - Individual, no Palácio das Artes, Sala Arlinda Corrêa

1992 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria Pace

1993 - Ouro Preto MG - Individual, na Casa Guignard

1994 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria Manoel Macedo

2001 - São Paulo SP - Individual, na Marília Razuk Galeria de Arte

2003 - Belo Horizonte MG - José Bento: obras recentes, na Celma Albuquerque Galeria de Arte

2003 - São Paulo SP - José Bento: obras recentes, na Marília Razuk Galeria de Arte

2004 - Belo Horizonte MG - José Bento, no MAP

Exposições Coletivas

1988 - Belo Horizonte MG - 20º Salão Nacional de Arte, no Museu de Arte de Belo Horizonte

1989 - Belo Horizonte MG - 22º Salão Nacional de Arte, no Museu de Arte de Belo Horizonte

1990 - São Paulo SP - Prospecção 90, na Galeria Subdistrito

1991 - Belo Horizonte MG - 23º Salão Nacional de Arte, no Museu de Arte de Belo Horizonte - prêmio aquisição

1991 - Belo Horizonte MG - A Prova dos Nove, na Companhia de Energia de Minas Gerais. Espaço Cultural Galeria de Arte

1991 - Belo Horizonte MG - Bonfim, na Grande Galeria do Palácio das Artes

1991 - Belo Horizonte MG - Murilo Rubião Projeto Memória Viva, no Palácio das Artes

1991 - Brasília DF - 2º Salão Nacional de Brasília, no Museu de Arte Moderna, do Instituto Brasileiro de Cultura - Prêmio Viagem ao Brasil

1991 - Brasília DF - Prêmio Brasília de Artes Plásticas 1991/XII Salão Nacional de Artes Plásticas, no Museu de Arte de Brasília

1992 - Rio de Janeiro RJ - Bonfim, na EAV/Parque Lage

1992 - Rio de Janeiro RJ - Prêmio Brasília de Artes Plásticas 1991/XII Salão Nacional de Artes Plásticas, na Funarte

1992 - Salvador BA - A Montanha e o Mar, no MAM/BA

1993 - Rio de Janeiro RJ - 13º Salão Nacional de Artes Plásticas, no Ibac - premiado

1993 - São Paulo SP - Encontros e Tendências, no MAC/USP

1994 - Belo Horizonte MG - Abjetos, no Centro Cultural da UFMG

1994 - Juiz de Fora MG - America, na UFJF

1994 - Ouro Preto MG - A Identidade Virtual, no Museu da Inconfidência

1995 - São Paulo SP - Minerações - Ações de Mim, de Minas, de Minério/Minério de Minerar, no LR Escritório de Arte

1996 - Brasília DF - Arte e Espaço Urbano: quinze propostas, no 5º Fórum Brasília de Artes Visuais, no Palácio Ministério das Relações Exteriores. Palácio do Itamaraty

1996 - Lisboa (Portugal) - Cinco Artistas Mineiros, no Mosteiro dos Gerônimos

1996 - Madri (Espanha) - Cinco Artistas Mineiros, na Casa de América

1997 - Belo Horizonte MG - 25º Salão Nacional de Arte de Belo Horizonte

1997 - Belo Horizonte MG - Cinco Artistas Mineiros, no Ponteio Lar Shopping

1997 - Belo Horizonte MG - Prospecções: arte nos anos 80 e 90, na Fundação Clóvis Salgado. Palácio das Artes

1997 - Lima (Peru) - 1ª Bienal Ibero-Americana

1997 - São Paulo SP - Diversidade da Escultura Contemporânea Brasileira - Ministério da Cultura/Itaú Cultural, na Avenida Paulista

1997 - São Paulo SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira no Século XX, no Itaú Cultural

1998 - Rio de Janeiro RJ - 16º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ

2000 - São Paulo SP - Escultura Brasileira: da Pinacoteca ao Jardim da Luz, na Pinacoteca do Estado

2000 - São Paulo SP - Marcos Coelho Benjamim, José Bento e Fernando Lucchesi, no Museu Brasileiro da Escultura

2001 - São Paulo SP - Arco das Rosas: marchand como curador, na Casa das Rosas

2002 - Madri (Espanha) - Arco/2002, no Parque Ferial Juan Carlos I

2002 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial

2002 - São Paulo SP - 10 Anos Marília Razuk, na Marília Razuk Galeria de Arte

2002 - São Paulo SP - Amilcar de Castro e Cinco Artistas Mineiros, na Marília Razuk Galeria de Arte

2003 - Rio de Janeiro RJ - Projeto Brazilianart, na Almacén Galeria de Arte

2004 - Belo Horizonte MG - Pampulha, Obra Colecionada: 1943-2003, no MAP

Fonte: JOSÉ Bento. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2018. Disponível em: Itaú Cultural. Acesso em: 23 de Jan. 2018. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7

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Biografia - Gentil Carioca

Artista plástico brasileiro, vive e trabalha na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais. Marcado pela natureza de seus troncos entalhados e repousados uns sobre os outros, Bento trabalha desde os anos 80 na interseção entre materiais típicos da escultura como a madeira e o metal, mas também alça voos através das imagens em movimento, da fotografia e do desenho.

O domínio do material é a primeira preocupação de José, que busca uma harmonia entre a rigidez e os movimentos dos veios da madeira. O volume e o equilíbrio que o interessam na escultuta, seu campo de ofício, também envolvem um traço pictórico e uma intervenção espaço-temporal como fonte de pesquisa. O artista relaciona o conjunto de sua obra a uma tentativa de intervir na história pertencente aos elementos que esculpe.

“A morte e a vida funcionam no mesmo espaço, porque a parte de dentro da madeira deixa de existir. Se você procurar a palavra ‘madeira’ em qualquer dicionário, vai encontrar uma definição ligada a algo morto. A morte vem de dentro, do meio da madeira", explica Bento sobre sua obsessão com o material.

Em 2016 apresentou a obra “Chão” na 32ª Bienal de São Paulo, no ano de 2015 apresentou sua exposição individual “Chão de Estrelas”, nA Gentill Carioca, em 2017 participou de “Spots, Dots, Pips, Tiles” na Galeria Hunter East Harlem em Nova York, em 2014 foi o artista exibido na “Solo Presentation” dA Gentil Carioca na Art Basel, em 2011 participou de “1901 – 2011 Arte Brasileira e Depois na Coleção Itaú”, no Paço Imperial, Rio de Janeiro e em 2010 “Zum Zum Zum” de volta nA Gentil Carioca, no Rio de Janeiro. Em 2008 mostrou “Poética da Percepção”, uma individual no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, em 2005 integrou o “29º Panorama da Arte Brasileira”, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, em 2004 teve uma mostra individual organizada no Museu de Arte da Pampulha, Minas Gerais.

Suas obras integram as coleções da Pinacoteca do Estado de São Paulo, Itaú Cultural, São Paulo, Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte e Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.

Fonte e crédito fotográfico: A Gentil Carioca, consultado pela última vez em 4 de abril de 2021.

Arremate Arte
Feito com no Rio de Janeiro

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