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Jose Maria Ribeiro

José Maria Ribeiro (Bambuí, Minas Gerais, 1948), ou apenas José Maria, é um artista plástico brasileiro, casado com a também artista Fátima Inchausti, musa inspiradora de suas obras, e pai de outros dois grandes nomes das artes: Humberto Inchausti e lara Ribeiro. José Maria começou sua carreira com trabalhos de paisagens mas foi como retratista que se consagrou com um dos maiores do Brasil, suas pinturas transmitem lirismo e poesia através de cores alegres e quentes.

Nascido em Bambuí, o artista plástico José Maria Ribeiro, consagrado como retratista, começou sua carreira com trabalhos de paisagens.

Formado em Arquitetura pela UFMG, teve experiência didática como professor da Escola de Belas Artes da UFMG, e se dedica há mais de 40 anos ao oficio de pintor.

Figuras humanas são os temas centrais de suas obras, mas José Maria pinta também paisagens, natureza-mortas e abstratos. Além disso, a capoeira tem presença marcante na obra do artista.

Participou de inúmeras exposições individuais e coletivas no Brasil e exterior.

Em 1997, no filme “Amor & Cia”, de Helvécio Ratton, o retrato de Patrícia Pillar é assinado por José Maria. Em 1999, fez parte da equipe do filme “Vinho de Rosas”, de Elza Cataldo, como retratista das seis personagens femininas. Outra obra de grande importância é o retrato da escritora Adélia Prado para a capa do CD “O Sempre Amor”.

Alguns de seus retratos podem ser vistos em diversas instituições do Brasil: faculdades de Minas Gerais, bancos, empresas privadas, além de acervos de colecionadores individuais.

Tem também obras expostas em diversos países como Estados Unidos, Alemanha, França, Japão, Inglaterra, Bolívia, Chile, Guatemala e Paraguai. Conheceu sua esposa, Fátima Inchausti, em 1968 durante o 2° Festival de Inverno da UFMG.

Fátima Inchausti

Fátima, natural de Belo Horizonte, é formada em Letras e Francês. Começou a carreira artística em 1970, dedicando-se à pintura a óleo. Atualmente, dedica-se à técnica da aquarela e guache. Seus temas preferidos são os florais, as paisagens e composições inspiradas em fachadas. A artista ganhou o prêmio de pintura no VI Festival de Inverno de Ouro Preto em 1972. É, ainda professora de História da Arte na Aliança Francesa de Belo Horizonte. Ministrou ateliers de “Arte, Linguagem e Criatividade”, na Universidade de Estrasburgo, na França, em 2005 e 2007. Do casamento, nasceram os filhos Humberto Inchausti e Iara Ribeiro. Os dois se formaram na Escola de Belas Artes da UFMG.

Humberto, natural de Belo Horizonte, é especialista em escultura com um tema especifico: figuras e rostos vazados, em tamanho natural, gravados no metal em imagens futuristas. Formou-se bacharel em Escultura e Pintura na Escola de Belas Artes da UFMG, onde foi monitor de Escultura em Metal. Conquistou seu primeiro prêmio no salão de alunos da Escola de Belas Artes da UFMG. Recebeu o Prêmio ICEX, no XIII Salão INTEGRANTE de 2000. Algumas de suas obras compõem o acervo de galerias e exposições da cidade.

Iara, natural de Curitiba, é gravadora e pintora, formada em Gravura e Pintura na Escola de Belas Artes da UFMG. Dedica-se, principalmente, ao retrato e à figura humana que é o principal tema de suas obras. Foi monitora da Oficina de Gravura no Festival da UFMG em 2006 e na oficina Raciocínio Gráfico P&B, no 38º Festival de Inverno da UFMG, em Diamantina. Já participou de exposições individuais e coletivas na capital mineira, além de salões de arte nacionais e internacionais, como o Gravadores do Mercosul (Uruguai, 2006) e o Prêmio La Jovem Estampa (Cuba, 2007).

A família reside em Lagoa Santa, região metropolitana de Belo Horizonte, em uma casa-ateliê, com obras de arte por todos os lados. O ambiente é o local escolhido pelos artistas para a criação e a troca de experiências.

Fonte: BH Eventos, publicado dia 26 de maio de 2010.

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Mistério, encantamento e cumplicidade cercam artistas e suas fontes de inspiração

Musas e musos emprestam a própria alma às obras para se tornar símbolo do inconsciente coletivo

Apenas quatro letras nomeiam a musa, figura eternamente cultivada pelos artistas. Protetora das artes e das ciências, segundo a mitologia greco-romana, seu dom é inspirar. O que elas – ou eles – têm? Um encanto, que, observado e registrado com arte, não vem necessariamente da beleza, da perfeição das formas ou do poder de despertar desejo sexual.

José Maria Ribeiro faz retratos de sua mulher, Fátima, há 40 anos. “É minha musa”, afirma. Os dois se conheceram no Festival de Inverno da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – ela, aluna de desenho; ele, de pintura. “Aquela figura bonita me inspirava. Assim surgiram os retratos que faço até hoje. A pintura sempre esteve entre nós dois”, diz José Maria. O pintor avisa: não usou a arte para seduzir Fátima. Isso até costuma ocorrer, admite, mas ele nunca agiu assim, pois considera tal comportamento impróprio.

“Pintar o retrato de alguém é a busca de captar a alma de algo que está além do físico”, explica José Maria Ribeiro. Trata-se de uma experiência de autoconhecimento para o modelo, sobretudo pela possibilidade de alguém se ver por meio da ótica de outra pessoa. É difícil expressar em palavras o sentimento despertado pela musa: “Um encanto misterioso”, arrisca José Maria. Ele fez cerca de 200 pinturas de Fátima, trabalhos que chama de “retratos imaginários”, além de desenhos.

A longa dedicação à imagem de Fátima não foi planejada. “É sempre algo novo”, assegura o pintor, que, aliás, tem outra musa: “Minha filha Iara, de 32 anos, que pinto desde que nasceu. E também o Humberto”, acrescenta, referindo-se ao filho de 34 anos.

José Maria Ribeiro pintou cerca de 200 retratos de sua musa, Fátima Inchausti.

Fonte: Portal Uai, por Walter Sebastião, publicado em 13 de maio de 2013.

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Atriz Patrícia Pillar relembra obra feita pelo artista, já lagoassantense, José Maria Ribeiro

A atriz Patrícia Pillar utilizou uma famosa hashtag em seu perfil oficial no Instagram, #tbt, para relembrar ontem, dia 2, um retrato feito pelo artista José Maria Ribeiro, morador de Lagoa Santa há quase 50 anos. Além da beleza e perfeição ilustrados na obra, feita em 1997, para compor o cenário do filme “Amor e Cia”, a produção teve nada menos que Patrícia Pillar e Marco Nanini como protagonistas: “Ludovina” e “Alves”.

Dirigido pelo cineasta Helvécio Ratton, e lançado em 1998, o filme foi rodado em São João Del Rei e baseado em uma novela do escritor Eça de Queiroz. Já a pintura, solicitada pelo próprio Helvécio à José Maria Ribeiro, em tamanho 60x73cm, contou com a vinda de Patrícia Pillar à Belo Horizonte que posou para a realização do trabalho.

A história publicada pela atriz, envolvendo o quadro, também chamou a atenção por um fato inusitado. De acordo com Patrícia Pillar, o retrato foi roubado no último dia de filmagem do filme. Desde então, após 22 anos, não se sabe o paradeiro da obra.

A publicação rendeu vários comentários elogiando o retrato e lamentando o roubo. “Que absurdo roubarem. É belíssimo!”, escreveu Leilane Neubarth, âncora do jornal Globo News. “Uma pena terem roubado. Pelo menos ficou o registro”, lamentou Elza Mariana, uma fã da atriz. Outra fã, Flávia Ferreira, também elogiou o retrato “Obra de arte maravilhosa. Uma pena terem roubado”.

Quem é José Maria Ribeiro?

Natural de Bambuí, Minas Gerais, José Maria Ribeiro é um dos maiores retratistas do país. Casado com a também artista Fátima Inchausti, é ainda pai de outros dois grandes nomes da arte: Humberto Inchausti e Iara Ribeiro.

Fonte: Portal Impacto, publicado em 3 de julho de 2020.

Crédito fotográfico: Instagram do artista, consultado pela última vez em 2 de junho de 2023.

José Maria Ribeiro (Bambuí, Minas Gerais, 1948), ou apenas José Maria, é um artista plástico brasileiro, casado com a também artista Fátima Inchausti, musa inspiradora de suas obras, e pai de outros dois grandes nomes das artes: Humberto Inchausti e lara Ribeiro. José Maria começou sua carreira com trabalhos de paisagens mas foi como retratista que se consagrou com um dos maiores do Brasil, suas pinturas transmitem lirismo e poesia através de cores alegres e quentes.

Jose Maria Ribeiro

José Maria Ribeiro (Bambuí, Minas Gerais, 1948), ou apenas José Maria, é um artista plástico brasileiro, casado com a também artista Fátima Inchausti, musa inspiradora de suas obras, e pai de outros dois grandes nomes das artes: Humberto Inchausti e lara Ribeiro. José Maria começou sua carreira com trabalhos de paisagens mas foi como retratista que se consagrou com um dos maiores do Brasil, suas pinturas transmitem lirismo e poesia através de cores alegres e quentes.

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Figuras e Retratos | 2014

Pinturas de Paisagens | 2014

Nascido em Bambuí, o artista plástico José Maria Ribeiro, consagrado como retratista, começou sua carreira com trabalhos de paisagens.

Formado em Arquitetura pela UFMG, teve experiência didática como professor da Escola de Belas Artes da UFMG, e se dedica há mais de 40 anos ao oficio de pintor.

Figuras humanas são os temas centrais de suas obras, mas José Maria pinta também paisagens, natureza-mortas e abstratos. Além disso, a capoeira tem presença marcante na obra do artista.

Participou de inúmeras exposições individuais e coletivas no Brasil e exterior.

Em 1997, no filme “Amor & Cia”, de Helvécio Ratton, o retrato de Patrícia Pillar é assinado por José Maria. Em 1999, fez parte da equipe do filme “Vinho de Rosas”, de Elza Cataldo, como retratista das seis personagens femininas. Outra obra de grande importância é o retrato da escritora Adélia Prado para a capa do CD “O Sempre Amor”.

Alguns de seus retratos podem ser vistos em diversas instituições do Brasil: faculdades de Minas Gerais, bancos, empresas privadas, além de acervos de colecionadores individuais.

Tem também obras expostas em diversos países como Estados Unidos, Alemanha, França, Japão, Inglaterra, Bolívia, Chile, Guatemala e Paraguai. Conheceu sua esposa, Fátima Inchausti, em 1968 durante o 2° Festival de Inverno da UFMG.

Fátima Inchausti

Fátima, natural de Belo Horizonte, é formada em Letras e Francês. Começou a carreira artística em 1970, dedicando-se à pintura a óleo. Atualmente, dedica-se à técnica da aquarela e guache. Seus temas preferidos são os florais, as paisagens e composições inspiradas em fachadas. A artista ganhou o prêmio de pintura no VI Festival de Inverno de Ouro Preto em 1972. É, ainda professora de História da Arte na Aliança Francesa de Belo Horizonte. Ministrou ateliers de “Arte, Linguagem e Criatividade”, na Universidade de Estrasburgo, na França, em 2005 e 2007. Do casamento, nasceram os filhos Humberto Inchausti e Iara Ribeiro. Os dois se formaram na Escola de Belas Artes da UFMG.

Humberto, natural de Belo Horizonte, é especialista em escultura com um tema especifico: figuras e rostos vazados, em tamanho natural, gravados no metal em imagens futuristas. Formou-se bacharel em Escultura e Pintura na Escola de Belas Artes da UFMG, onde foi monitor de Escultura em Metal. Conquistou seu primeiro prêmio no salão de alunos da Escola de Belas Artes da UFMG. Recebeu o Prêmio ICEX, no XIII Salão INTEGRANTE de 2000. Algumas de suas obras compõem o acervo de galerias e exposições da cidade.

Iara, natural de Curitiba, é gravadora e pintora, formada em Gravura e Pintura na Escola de Belas Artes da UFMG. Dedica-se, principalmente, ao retrato e à figura humana que é o principal tema de suas obras. Foi monitora da Oficina de Gravura no Festival da UFMG em 2006 e na oficina Raciocínio Gráfico P&B, no 38º Festival de Inverno da UFMG, em Diamantina. Já participou de exposições individuais e coletivas na capital mineira, além de salões de arte nacionais e internacionais, como o Gravadores do Mercosul (Uruguai, 2006) e o Prêmio La Jovem Estampa (Cuba, 2007).

A família reside em Lagoa Santa, região metropolitana de Belo Horizonte, em uma casa-ateliê, com obras de arte por todos os lados. O ambiente é o local escolhido pelos artistas para a criação e a troca de experiências.

Fonte: BH Eventos, publicado dia 26 de maio de 2010.

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Mistério, encantamento e cumplicidade cercam artistas e suas fontes de inspiração

Musas e musos emprestam a própria alma às obras para se tornar símbolo do inconsciente coletivo

Apenas quatro letras nomeiam a musa, figura eternamente cultivada pelos artistas. Protetora das artes e das ciências, segundo a mitologia greco-romana, seu dom é inspirar. O que elas – ou eles – têm? Um encanto, que, observado e registrado com arte, não vem necessariamente da beleza, da perfeição das formas ou do poder de despertar desejo sexual.

José Maria Ribeiro faz retratos de sua mulher, Fátima, há 40 anos. “É minha musa”, afirma. Os dois se conheceram no Festival de Inverno da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – ela, aluna de desenho; ele, de pintura. “Aquela figura bonita me inspirava. Assim surgiram os retratos que faço até hoje. A pintura sempre esteve entre nós dois”, diz José Maria. O pintor avisa: não usou a arte para seduzir Fátima. Isso até costuma ocorrer, admite, mas ele nunca agiu assim, pois considera tal comportamento impróprio.

“Pintar o retrato de alguém é a busca de captar a alma de algo que está além do físico”, explica José Maria Ribeiro. Trata-se de uma experiência de autoconhecimento para o modelo, sobretudo pela possibilidade de alguém se ver por meio da ótica de outra pessoa. É difícil expressar em palavras o sentimento despertado pela musa: “Um encanto misterioso”, arrisca José Maria. Ele fez cerca de 200 pinturas de Fátima, trabalhos que chama de “retratos imaginários”, além de desenhos.

A longa dedicação à imagem de Fátima não foi planejada. “É sempre algo novo”, assegura o pintor, que, aliás, tem outra musa: “Minha filha Iara, de 32 anos, que pinto desde que nasceu. E também o Humberto”, acrescenta, referindo-se ao filho de 34 anos.

José Maria Ribeiro pintou cerca de 200 retratos de sua musa, Fátima Inchausti.

Fonte: Portal Uai, por Walter Sebastião, publicado em 13 de maio de 2013.

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Atriz Patrícia Pillar relembra obra feita pelo artista, já lagoassantense, José Maria Ribeiro

A atriz Patrícia Pillar utilizou uma famosa hashtag em seu perfil oficial no Instagram, #tbt, para relembrar ontem, dia 2, um retrato feito pelo artista José Maria Ribeiro, morador de Lagoa Santa há quase 50 anos. Além da beleza e perfeição ilustrados na obra, feita em 1997, para compor o cenário do filme “Amor e Cia”, a produção teve nada menos que Patrícia Pillar e Marco Nanini como protagonistas: “Ludovina” e “Alves”.

Dirigido pelo cineasta Helvécio Ratton, e lançado em 1998, o filme foi rodado em São João Del Rei e baseado em uma novela do escritor Eça de Queiroz. Já a pintura, solicitada pelo próprio Helvécio à José Maria Ribeiro, em tamanho 60x73cm, contou com a vinda de Patrícia Pillar à Belo Horizonte que posou para a realização do trabalho.

A história publicada pela atriz, envolvendo o quadro, também chamou a atenção por um fato inusitado. De acordo com Patrícia Pillar, o retrato foi roubado no último dia de filmagem do filme. Desde então, após 22 anos, não se sabe o paradeiro da obra.

A publicação rendeu vários comentários elogiando o retrato e lamentando o roubo. “Que absurdo roubarem. É belíssimo!”, escreveu Leilane Neubarth, âncora do jornal Globo News. “Uma pena terem roubado. Pelo menos ficou o registro”, lamentou Elza Mariana, uma fã da atriz. Outra fã, Flávia Ferreira, também elogiou o retrato “Obra de arte maravilhosa. Uma pena terem roubado”.

Quem é José Maria Ribeiro?

Natural de Bambuí, Minas Gerais, José Maria Ribeiro é um dos maiores retratistas do país. Casado com a também artista Fátima Inchausti, é ainda pai de outros dois grandes nomes da arte: Humberto Inchausti e Iara Ribeiro.

Fonte: Portal Impacto, publicado em 3 de julho de 2020.

Crédito fotográfico: Instagram do artista, consultado pela última vez em 2 de junho de 2023.

Arremate Arte
Feito com no Rio de Janeiro

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