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José Pedrosa

José Alves Pedrosa (Rio Acima, MG, 1915 - Belo Horizonte, MG, 20 de Agosto de 2002), mais conhecido como José Pedrosa, foi um escultor e desenhista brasileiro. Formou-se em um curso livre de escultura da ENBA do Rio de Janeiro em 1936. No período da II Guerra Mundial foi auxiliar do escultor polonês August Zamoyski. Nos anos de 1946 a 1948, com bolsa concedida pelo governo francês, aperfeiçoou-se na França e fez um curso de talhe em pedra com Nicolussi. De volta ao Rio de Janeiro, filia-se ao grupo de arquitetos chefiado por Oscar Niemeyer, que lhe faz uma encomenda para os jardins do Museu de Arte de Belo Horizonte.

Biografia - Itaú Cultural

Inicia estudos com Corrêa Lima (1878-1974) no curso livre de escultura da Escola Nacional de Belas Artes (Enba) no Rio de Janeiro em 1936.

Em 1942, frequenta o curso de August Zamoyski (1893-1970), onde aprofunda seus conhecimentos das diferentes técnicas escultóricas, tornando-se seu auxiliar. No ano seguinte, a pedido de Oscar Niemeyer (1907 - 2012), criou a escultura em bronze Pampulha para decorar o jardim do Cassino de Belo Horizonte, atual Museu de Arte da Pampulha (MAP).


Divide ateliê com Alfredo Ceschiatti (1918-1989) e Bruno Giorgi (1905-1993), no porão da Biblioteca Nacional, entre 1943 e 1945. Um ano depois, com bolsa concedida pelo governo francês, viaja para Paris, onde permanece até 1948. Aperfeiçoa seus estudos em escultura e faz um curso de talhe em pedra com Nicolussi, na Itália.

Realiza sua primeira exposição individual em 1955 na Galeria Tenreiro, no Rio de Janeiro. Ilustra o livro de poesias Romanceiro de Dona Bêja de Maria Lúcia Alvim, publicado em 1979. Lançamento do vídeo documentário José Pedrosa Rio Acima em 1999.

Críticas

"Para se ter, no entanto, uma idéia mais perfeita desse poder latente que nos faz acreditar com firmeza nesse escultor, é preciso observar com atenção alguns dos seus retratos de mulher. A cabeça da sra. Fernando Sabino nos faz recordar os retratos de Despiau: o de madame Desain ou o de madame Fontaine. Como estes, aquele se caracteriza pela riqueza e imprecisão de certas linhas, pela acentuação de certos sinais fisionômicos que só podem ser revelados em volume, escapando assim à pintura e à própria fotografia. Trata-se de um retrato excelente que tem uma frescura de vida e um sentido de semelhança tão exato e seguro quanto se pode conseguir dentro do conceito de Mach, para quem a semelhança é uma igualdade incompleta" Joaquim Cardozo (O escultor José Pedrosa. Revista do O Jornal, ano 27, n. 7594.)

"A arte de Pedrosa poderíamos classificá-la de naturalista-idealista, e com isso queremos dizer que o escultor tenta transformar e atenuar a realidade por meio de soluções ideais, de soluções poéticas. É a realidade ideal que com tanto afinco perseguiram os artistas do século passado. Apenas Pedrosa o faz com mais liberdade, menos preconceito e muito menos academismo. Além do mais, Pedrosa conserva na sua obra honesta e inegavelmente bela um velho senso camponês do rude e do pesado. E é nisso que reside o maior atrativo da sua escultura. Nas formas femininas das suas obras, a mão forte do escultor acentua o sentido da fecundidade e da vida, contrariando, assim, sua busca de elegância e feminilidade. Sua imaginação várias vezes assesta rude golpe no seu próprio idealismo, criando, então, um naturalismo menos ideal, uma realidade mais viva e uma emoção mais forte". – Flávio de Aquino (Artistas: Milton Dacosta, pintor; José Pedrosa, escultor. Jornal de Letras, 1955.)

"José Pedrosa, que se decepcionara com os estudos acadêmicos junto a Corrêa Lima na Enba, em 1936, e por um tempo durante a guerra se tornara auxiliar de Zamoyski, foi norteado pelas concepções de Maillol (1861-1944) e Despiau, sobrevindo a seguir uma orientação que o fará sensível a alguns escultores internacionais de visão mais abstrata.

Distanciado, porém, das posições avançadas do Modernismo na escultura, Pedrosa realizou uma obra de imagens serenas e discretas, animadas de seguro teor pessoal" Walter Zanini (História geral da arte no Brasil. v. 2, p. 609.)

Exposições Individuais

1964 - Rio de Janeiro RJ - Individual de desenhos, na Petite Galerie

Exposições Coletivas

1936 - Belo Horizonte MG - 1ª Exposição de Arte Moderna, Bar Brasil

1941 - Rio de Janeiro RJ - 47º Salão Nacional de Belas Artes, Museu Nacional de Belas Artes

1945 - Buenos Aires (Argentina) - 20 Artistas Brasileños, Salas Nacionales de Exposición

1945 - La Plata (Argentina) - 20 Artistas Brasileños, Museo Provincial de Bellas Artes

1945 - Montevidéu (Uruguai) - 20 Artistas Brasileños, Comisión Municipal de Cultura

1945 - Rio de Janeiro RJ - 51º Salão Nacional de Belas Artes, Museu Nacional de Belas Artes - medalha de ouro

1946 - Rio de Janeiro RJ - Os Pintores vão à Escola do Povo, Escola Nacional de Belas Artes

1952 - Rio de Janeiro RJ - Exposição de Artistas Brasileiros, Museu de Arte Moderna

1952 - São Paulo SP - 2º Salão Paulista de Arte Moderna, Galeria Prestes Maia

1952 - São Paulo SP - Sociedade Pró-Arte Moderna - SPAM - medalha de ouro e 2º Prêmio Governo do Estado

1954 - Rio de Janeiro RJ - Milton Dacosta e José Pedrosa, Galeria Tenreiro

1954 - Rio de Janeiro RJ - Salão Preto e Branco, Palácio da Cultura - Prêmio Viagem ao País

1954 - São Paulo SP - 3º Salão Paulista de Arte Moderna, Galeria Prestes Maia

1954 - São Paulo SP - Sociedade Pró-Arte Moderna - SPAM - medalha de ouro e 2º Prêmio Governo do Estado

1955 - Rio de Janeiro RJ - Exposição, Galeria Tenreiro

1955 - São Paulo SP - 3ª Bienal Internacional de São Paulo, Pavilhão das Nações

1955 - São Paulo SP - 4º Salão Paulista de Arte Moderna, Galeria Prestes Maia

1957 - São Paulo SP - 4ª Bienal Internacional de São Paulo, Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho

1964 - Rio de Janeiro RJ - O Nu na Arte Contemporânea, Galeria Ibeu Copacabana

1966 - São Paulo SP - Pequena Escultura, Galeria 4 Planetas

1975 - Rio de Janeiro RJ - 16 Escultores Brasileiros: Prestígio do Tridimensional, Salão de Exposições da Lopes-Rio

1983 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, Museu de Arte Moderna

1985 - Rio de Janeiro RJ - 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, Museu de Arte Moderna

1985 - Rio de Janeiro RJ - Encontros, Petite Galerie

1986 - Rio de Janeiro RJ - A Nova Flor de Abacate, Grupo Guignard-1943 e Os Dissidentes-1942, Galeria de Arte Banerj

1986 - Rio de Janeiro RJ - JK e os Anos 50: uma visão da cultura e do cotidiano, Galeria Investiarte

1997 - São Paulo SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, Itaú Cultural

2000 - Rio de Janeiro RJ - Quando o Brasil era Moderno: artes plásticas no Rio de Janeiro de 1905 a 1960, Paço Imperial

2002 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, Centro Cultural Banco do Brasil

Exposições Póstumas

2002 - Brasília DF - JK - Uma Aventura Estética, Caixa Cultural

2002 - São Paulo SP - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, Centro Cultural do Banco do Brasil

2003 - Brasília DF - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, Centro Cultural do Banco do Brasil

2004 - Belo Horizonte MG - Pampulha, Obra Colecionada: 1943-2003, Museu de Arte da Pampulha

2006 - Rio de Janeiro RJ - José Pedrosa, Vitória Modernista, Soraia Cals Escritório de Arte

2007 - Curitiba PR - Oscar Niemeyer: arquiteto, brasileiro, cidadão, Museu Oscar Niemeyer

2007 - Niterói RJ - Oscar Niemeyer: arquiteto, brasileiro, cidadão, MAC-Niterói

2008 - Tiradentes MG - Verdes Modernos, Fundação Oscar Araripe

28.03.2010 - Coisário Cassino Museu


Fonte: JOSÉ Pedrosa. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2022. Acesso em: 20 de janeiro de 2022. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7

Crédito fotográfico: Facebook @oscarniemeyerworks, publicado em 30 de agosto de 2020. "José Alves Pedrosa working on The head of Kubitschek in soapstone. Photo René Burri (@fondationreneburri)"


José Alves Pedrosa (Rio Acima, MG, 1915 - Belo Horizonte, MG, 20 de Agosto de 2002), mais conhecido como José Pedrosa, foi um escultor e desenhista brasileiro. Formou-se em um curso livre de escultura da ENBA do Rio de Janeiro em 1936. No período da II Guerra Mundial foi auxiliar do escultor polonês August Zamoyski. Nos anos de 1946 a 1948, com bolsa concedida pelo governo francês, aperfeiçoou-se na França e fez um curso de talhe em pedra com Nicolussi. De volta ao Rio de Janeiro, filia-se ao grupo de arquitetos chefiado por Oscar Niemeyer, que lhe faz uma encomenda para os jardins do Museu de Arte de Belo Horizonte.

José Pedrosa

José Alves Pedrosa (Rio Acima, MG, 1915 - Belo Horizonte, MG, 20 de Agosto de 2002), mais conhecido como José Pedrosa, foi um escultor e desenhista brasileiro. Formou-se em um curso livre de escultura da ENBA do Rio de Janeiro em 1936. No período da II Guerra Mundial foi auxiliar do escultor polonês August Zamoyski. Nos anos de 1946 a 1948, com bolsa concedida pelo governo francês, aperfeiçoou-se na França e fez um curso de talhe em pedra com Nicolussi. De volta ao Rio de Janeiro, filia-se ao grupo de arquitetos chefiado por Oscar Niemeyer, que lhe faz uma encomenda para os jardins do Museu de Arte de Belo Horizonte.

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IPHAN: Título de Patrimônio Mundial da Pampulha | 2018

Biografia - Itaú Cultural

Inicia estudos com Corrêa Lima (1878-1974) no curso livre de escultura da Escola Nacional de Belas Artes (Enba) no Rio de Janeiro em 1936.

Em 1942, frequenta o curso de August Zamoyski (1893-1970), onde aprofunda seus conhecimentos das diferentes técnicas escultóricas, tornando-se seu auxiliar. No ano seguinte, a pedido de Oscar Niemeyer (1907 - 2012), criou a escultura em bronze Pampulha para decorar o jardim do Cassino de Belo Horizonte, atual Museu de Arte da Pampulha (MAP).


Divide ateliê com Alfredo Ceschiatti (1918-1989) e Bruno Giorgi (1905-1993), no porão da Biblioteca Nacional, entre 1943 e 1945. Um ano depois, com bolsa concedida pelo governo francês, viaja para Paris, onde permanece até 1948. Aperfeiçoa seus estudos em escultura e faz um curso de talhe em pedra com Nicolussi, na Itália.

Realiza sua primeira exposição individual em 1955 na Galeria Tenreiro, no Rio de Janeiro. Ilustra o livro de poesias Romanceiro de Dona Bêja de Maria Lúcia Alvim, publicado em 1979. Lançamento do vídeo documentário José Pedrosa Rio Acima em 1999.

Críticas

"Para se ter, no entanto, uma idéia mais perfeita desse poder latente que nos faz acreditar com firmeza nesse escultor, é preciso observar com atenção alguns dos seus retratos de mulher. A cabeça da sra. Fernando Sabino nos faz recordar os retratos de Despiau: o de madame Desain ou o de madame Fontaine. Como estes, aquele se caracteriza pela riqueza e imprecisão de certas linhas, pela acentuação de certos sinais fisionômicos que só podem ser revelados em volume, escapando assim à pintura e à própria fotografia. Trata-se de um retrato excelente que tem uma frescura de vida e um sentido de semelhança tão exato e seguro quanto se pode conseguir dentro do conceito de Mach, para quem a semelhança é uma igualdade incompleta" Joaquim Cardozo (O escultor José Pedrosa. Revista do O Jornal, ano 27, n. 7594.)

"A arte de Pedrosa poderíamos classificá-la de naturalista-idealista, e com isso queremos dizer que o escultor tenta transformar e atenuar a realidade por meio de soluções ideais, de soluções poéticas. É a realidade ideal que com tanto afinco perseguiram os artistas do século passado. Apenas Pedrosa o faz com mais liberdade, menos preconceito e muito menos academismo. Além do mais, Pedrosa conserva na sua obra honesta e inegavelmente bela um velho senso camponês do rude e do pesado. E é nisso que reside o maior atrativo da sua escultura. Nas formas femininas das suas obras, a mão forte do escultor acentua o sentido da fecundidade e da vida, contrariando, assim, sua busca de elegância e feminilidade. Sua imaginação várias vezes assesta rude golpe no seu próprio idealismo, criando, então, um naturalismo menos ideal, uma realidade mais viva e uma emoção mais forte". – Flávio de Aquino (Artistas: Milton Dacosta, pintor; José Pedrosa, escultor. Jornal de Letras, 1955.)

"José Pedrosa, que se decepcionara com os estudos acadêmicos junto a Corrêa Lima na Enba, em 1936, e por um tempo durante a guerra se tornara auxiliar de Zamoyski, foi norteado pelas concepções de Maillol (1861-1944) e Despiau, sobrevindo a seguir uma orientação que o fará sensível a alguns escultores internacionais de visão mais abstrata.

Distanciado, porém, das posições avançadas do Modernismo na escultura, Pedrosa realizou uma obra de imagens serenas e discretas, animadas de seguro teor pessoal" Walter Zanini (História geral da arte no Brasil. v. 2, p. 609.)

Exposições Individuais

1964 - Rio de Janeiro RJ - Individual de desenhos, na Petite Galerie

Exposições Coletivas

1936 - Belo Horizonte MG - 1ª Exposição de Arte Moderna, Bar Brasil

1941 - Rio de Janeiro RJ - 47º Salão Nacional de Belas Artes, Museu Nacional de Belas Artes

1945 - Buenos Aires (Argentina) - 20 Artistas Brasileños, Salas Nacionales de Exposición

1945 - La Plata (Argentina) - 20 Artistas Brasileños, Museo Provincial de Bellas Artes

1945 - Montevidéu (Uruguai) - 20 Artistas Brasileños, Comisión Municipal de Cultura

1945 - Rio de Janeiro RJ - 51º Salão Nacional de Belas Artes, Museu Nacional de Belas Artes - medalha de ouro

1946 - Rio de Janeiro RJ - Os Pintores vão à Escola do Povo, Escola Nacional de Belas Artes

1952 - Rio de Janeiro RJ - Exposição de Artistas Brasileiros, Museu de Arte Moderna

1952 - São Paulo SP - 2º Salão Paulista de Arte Moderna, Galeria Prestes Maia

1952 - São Paulo SP - Sociedade Pró-Arte Moderna - SPAM - medalha de ouro e 2º Prêmio Governo do Estado

1954 - Rio de Janeiro RJ - Milton Dacosta e José Pedrosa, Galeria Tenreiro

1954 - Rio de Janeiro RJ - Salão Preto e Branco, Palácio da Cultura - Prêmio Viagem ao País

1954 - São Paulo SP - 3º Salão Paulista de Arte Moderna, Galeria Prestes Maia

1954 - São Paulo SP - Sociedade Pró-Arte Moderna - SPAM - medalha de ouro e 2º Prêmio Governo do Estado

1955 - Rio de Janeiro RJ - Exposição, Galeria Tenreiro

1955 - São Paulo SP - 3ª Bienal Internacional de São Paulo, Pavilhão das Nações

1955 - São Paulo SP - 4º Salão Paulista de Arte Moderna, Galeria Prestes Maia

1957 - São Paulo SP - 4ª Bienal Internacional de São Paulo, Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho

1964 - Rio de Janeiro RJ - O Nu na Arte Contemporânea, Galeria Ibeu Copacabana

1966 - São Paulo SP - Pequena Escultura, Galeria 4 Planetas

1975 - Rio de Janeiro RJ - 16 Escultores Brasileiros: Prestígio do Tridimensional, Salão de Exposições da Lopes-Rio

1983 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, Museu de Arte Moderna

1985 - Rio de Janeiro RJ - 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, Museu de Arte Moderna

1985 - Rio de Janeiro RJ - Encontros, Petite Galerie

1986 - Rio de Janeiro RJ - A Nova Flor de Abacate, Grupo Guignard-1943 e Os Dissidentes-1942, Galeria de Arte Banerj

1986 - Rio de Janeiro RJ - JK e os Anos 50: uma visão da cultura e do cotidiano, Galeria Investiarte

1997 - São Paulo SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, Itaú Cultural

2000 - Rio de Janeiro RJ - Quando o Brasil era Moderno: artes plásticas no Rio de Janeiro de 1905 a 1960, Paço Imperial

2002 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, Centro Cultural Banco do Brasil

Exposições Póstumas

2002 - Brasília DF - JK - Uma Aventura Estética, Caixa Cultural

2002 - São Paulo SP - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, Centro Cultural do Banco do Brasil

2003 - Brasília DF - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, Centro Cultural do Banco do Brasil

2004 - Belo Horizonte MG - Pampulha, Obra Colecionada: 1943-2003, Museu de Arte da Pampulha

2006 - Rio de Janeiro RJ - José Pedrosa, Vitória Modernista, Soraia Cals Escritório de Arte

2007 - Curitiba PR - Oscar Niemeyer: arquiteto, brasileiro, cidadão, Museu Oscar Niemeyer

2007 - Niterói RJ - Oscar Niemeyer: arquiteto, brasileiro, cidadão, MAC-Niterói

2008 - Tiradentes MG - Verdes Modernos, Fundação Oscar Araripe

28.03.2010 - Coisário Cassino Museu


Fonte: JOSÉ Pedrosa. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2022. Acesso em: 20 de janeiro de 2022. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7

Crédito fotográfico: Facebook @oscarniemeyerworks, publicado em 30 de agosto de 2020. "José Alves Pedrosa working on The head of Kubitschek in soapstone. Photo René Burri (@fondationreneburri)"


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