Manuel Faria Guimarães (1895, Rio de Janeiro, RJ — 1980, Rio de Janeiro, RJ). Foi um pintor e desenhista brasileiro. Iniciou seus estudos em 1909 no Liceu de Artes e Ofícios, sob a orientação de Eurico Alves, e em 1913 ingressou na Escola Nacional de Belas Artes, onde se aprimorou com mestres como João Batista da Costa, Lucílio de Albuquerque e Rodolfo Chambelland. Reconhecido por sua qualidade técnica e participação ativa no meio artístico, Manuel Faria Guimarães ocupou a cadeira 9 da Academia Brasileira de Belas Artes e integrou bancas de julgadores em Salões Nacionais. Sua obra revela uma forte influência impressionista, voltada para as paisagens do Rio de Janeiro, com paleta suave e atenção à luz e à atmosfera Sigarra. Uma de suas obras, “Evangelho na selva”, encontra-se no acervo do Museu Histórico Nacional.
Manuel Faria Guimarães | Arremate Arte
Manuel Faria Guimarães nasceu em 1895 no Rio de Janeiro, cidade que seria tanto sua casa quanto sua maior inspiração artística. Desde cedo se interessou pelo desenho e pela pintura, e ainda jovem, em 1909, ingressou no tradicional Liceu de Artes e Ofícios, onde teve como professor Eurico Alves. Sua formação se consolidou na Escola Nacional de Belas Artes (ENBA), importante centro acadêmico da época, onde estudou com mestres renomados como João Batista da Costa, Lucílio de Albuquerque e Rodolfo Chambelland. Esse aprendizado moldou seu olhar sensível para a paisagem e o rigor técnico de seu trabalho.
Seus quadros, muitas vezes feitos em pintura a óleo, retratam recantos naturais e urbanos do Rio de Janeiro com atmosfera serena e luminosa, preservando as memórias visuais de uma cidade em transformação. Sua dedicação à arte também o levou a ocupar a cadeira nº 9 da Academia Brasileira de Belas Artes, sinal de reconhecimento institucional por sua contribuição ao cenário artístico nacional.
A partir da década de 1920, começou a participar de exposições e salões, consolidando sua presença no circuito cultural brasileiro. Em 1928, suas obras já figuravam em mostras organizadas pelo Liceu de Artes e Ofícios. Ao longo de sua trajetória, Manuel construiu um legado respeitado pela crítica e apreciado pelo público. Suas paisagens, como a obra “Jacuba Petrópolis”, de 1963, revelam o domínio da técnica aliada a um olhar nostálgico e poético.
Faria Guimarães faleceu em 1980, no Rio de Janeiro, deixando como herança um conjunto de trabalhos que ainda circulam em leilões e acervos, valorizados tanto pelo rigor acadêmico quanto pela sensibilidade em captar a beleza da paisagem fluminense.
Manuel Faria Guimarães | Wikipédia
Manuel Faria Guimarães (Rio de Janeiro, 1895 - Rio de Janeiro, 1980) foi um pintor e desenhista brasileiro que através de sua obra interpretou a beleza da paisagem carioca.
História
Em 1909, iniciou seus estudos de arte no Liceu de Artes e Ofícios, onde teve Eurico Alves como mestre. Quatro anos depois transferiu-se para a Escola Nacional de Belas Artes, frequentando as classes de João Batista da Costa, Lucílio de Albuquerque e Rodolfo Chambelland.
Ocupou a cadeira 9 da Academia Brasileira de Belas Artes.
Fonte: Wikipédia. Consultado pela última vez em 15 de julho de 2025.
Exposições
1920 – 27ª Exposição Geral de Belas Artes
1921 – 28ª Exposição Geral de Belas Artes
1922 – 23ª Exposição Geral de Belas Artes
1923 – 30ª Exposição Geral de Belas Artes
1924 – 31ª Exposição Geral de Belas Artes
1924 – 3º Salão da Primavera
1925 – 32ª Exposição Geral de Belas Artes
1926 – 33ª Exposição Geral de Belas Artes
1927 – 34ª Exposição Geral de Belas Artes
1928 – 35ª Exposição Geral de Belas Artes
1929 – 36ª Exposição Geral de Belas Artes
1930 – 37ª Exposição Geral de Belas Artes
1931 – Salão Revolucionário
1933 – 39ª Exposição Geral de Belas Artes
1937 – 5º Salão Paulista de Belas Artes
1939 – 6º Salão Paulista de Belas Artes
1940 – 7º Salão Paulista de Belas Artes
1942 – 8º Salão Paulista de Belas Artes
1949 – 15º Salão Paulista de Belas Artes
1961 – O Rio na Pintura Brasileira
1995 – 2ª Mostra de Arte
2005 – Cidade Maravilhosa: uma iconografia carioca - 1920/1980
2019 – Aqueles que devem ser lembrados
Fonte: MANOEL Faria. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2025. Acesso em: 15 de julho de 2025. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7
Crédito fotográfico: Imagem extraída da internet, pintura óleo sob tela, Paisagem Carioca, morro do Pão de Açúcar. Consultado pela última vez em 15 de julho de 2025.
Manuel Faria Guimarães (1895, Rio de Janeiro, RJ — 1980, Rio de Janeiro, RJ). Foi um pintor e desenhista brasileiro. Iniciou seus estudos em 1909 no Liceu de Artes e Ofícios, sob a orientação de Eurico Alves, e em 1913 ingressou na Escola Nacional de Belas Artes, onde se aprimorou com mestres como João Batista da Costa, Lucílio de Albuquerque e Rodolfo Chambelland. Reconhecido por sua qualidade técnica e participação ativa no meio artístico, Manuel Faria Guimarães ocupou a cadeira 9 da Academia Brasileira de Belas Artes e integrou bancas de julgadores em Salões Nacionais. Sua obra revela uma forte influência impressionista, voltada para as paisagens do Rio de Janeiro, com paleta suave e atenção à luz e à atmosfera Sigarra. Uma de suas obras, “Evangelho na selva”, encontra-se no acervo do Museu Histórico Nacional.
Manuel Faria Guimarães | Arremate Arte
Manuel Faria Guimarães nasceu em 1895 no Rio de Janeiro, cidade que seria tanto sua casa quanto sua maior inspiração artística. Desde cedo se interessou pelo desenho e pela pintura, e ainda jovem, em 1909, ingressou no tradicional Liceu de Artes e Ofícios, onde teve como professor Eurico Alves. Sua formação se consolidou na Escola Nacional de Belas Artes (ENBA), importante centro acadêmico da época, onde estudou com mestres renomados como João Batista da Costa, Lucílio de Albuquerque e Rodolfo Chambelland. Esse aprendizado moldou seu olhar sensível para a paisagem e o rigor técnico de seu trabalho.
Seus quadros, muitas vezes feitos em pintura a óleo, retratam recantos naturais e urbanos do Rio de Janeiro com atmosfera serena e luminosa, preservando as memórias visuais de uma cidade em transformação. Sua dedicação à arte também o levou a ocupar a cadeira nº 9 da Academia Brasileira de Belas Artes, sinal de reconhecimento institucional por sua contribuição ao cenário artístico nacional.
A partir da década de 1920, começou a participar de exposições e salões, consolidando sua presença no circuito cultural brasileiro. Em 1928, suas obras já figuravam em mostras organizadas pelo Liceu de Artes e Ofícios. Ao longo de sua trajetória, Manuel construiu um legado respeitado pela crítica e apreciado pelo público. Suas paisagens, como a obra “Jacuba Petrópolis”, de 1963, revelam o domínio da técnica aliada a um olhar nostálgico e poético.
Faria Guimarães faleceu em 1980, no Rio de Janeiro, deixando como herança um conjunto de trabalhos que ainda circulam em leilões e acervos, valorizados tanto pelo rigor acadêmico quanto pela sensibilidade em captar a beleza da paisagem fluminense.
Manuel Faria Guimarães | Wikipédia
Manuel Faria Guimarães (Rio de Janeiro, 1895 - Rio de Janeiro, 1980) foi um pintor e desenhista brasileiro que através de sua obra interpretou a beleza da paisagem carioca.
História
Em 1909, iniciou seus estudos de arte no Liceu de Artes e Ofícios, onde teve Eurico Alves como mestre. Quatro anos depois transferiu-se para a Escola Nacional de Belas Artes, frequentando as classes de João Batista da Costa, Lucílio de Albuquerque e Rodolfo Chambelland.
Ocupou a cadeira 9 da Academia Brasileira de Belas Artes.
Fonte: Wikipédia. Consultado pela última vez em 15 de julho de 2025.
Exposições
1920 – 27ª Exposição Geral de Belas Artes
1921 – 28ª Exposição Geral de Belas Artes
1922 – 23ª Exposição Geral de Belas Artes
1923 – 30ª Exposição Geral de Belas Artes
1924 – 31ª Exposição Geral de Belas Artes
1924 – 3º Salão da Primavera
1925 – 32ª Exposição Geral de Belas Artes
1926 – 33ª Exposição Geral de Belas Artes
1927 – 34ª Exposição Geral de Belas Artes
1928 – 35ª Exposição Geral de Belas Artes
1929 – 36ª Exposição Geral de Belas Artes
1930 – 37ª Exposição Geral de Belas Artes
1931 – Salão Revolucionário
1933 – 39ª Exposição Geral de Belas Artes
1937 – 5º Salão Paulista de Belas Artes
1939 – 6º Salão Paulista de Belas Artes
1940 – 7º Salão Paulista de Belas Artes
1942 – 8º Salão Paulista de Belas Artes
1949 – 15º Salão Paulista de Belas Artes
1961 – O Rio na Pintura Brasileira
1995 – 2ª Mostra de Arte
2005 – Cidade Maravilhosa: uma iconografia carioca - 1920/1980
2019 – Aqueles que devem ser lembrados
Fonte: MANOEL Faria. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2025. Acesso em: 15 de julho de 2025. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7
Crédito fotográfico: Imagem extraída da internet, pintura óleo sob tela, Paisagem Carioca, morro do Pão de Açúcar. Consultado pela última vez em 15 de julho de 2025.
Manuel Faria Guimarães (1895, Rio de Janeiro, RJ — 1980, Rio de Janeiro, RJ). Foi um pintor e desenhista brasileiro. Iniciou seus estudos em 1909 no Liceu de Artes e Ofícios, sob a orientação de Eurico Alves, e em 1913 ingressou na Escola Nacional de Belas Artes, onde se aprimorou com mestres como João Batista da Costa, Lucílio de Albuquerque e Rodolfo Chambelland. Reconhecido por sua qualidade técnica e participação ativa no meio artístico, Manuel Faria Guimarães ocupou a cadeira 9 da Academia Brasileira de Belas Artes e integrou bancas de julgadores em Salões Nacionais. Sua obra revela uma forte influência impressionista, voltada para as paisagens do Rio de Janeiro, com paleta suave e atenção à luz e à atmosfera Sigarra. Uma de suas obras, “Evangelho na selva”, encontra-se no acervo do Museu Histórico Nacional.
Manuel Faria Guimarães | Arremate Arte
Manuel Faria Guimarães nasceu em 1895 no Rio de Janeiro, cidade que seria tanto sua casa quanto sua maior inspiração artística. Desde cedo se interessou pelo desenho e pela pintura, e ainda jovem, em 1909, ingressou no tradicional Liceu de Artes e Ofícios, onde teve como professor Eurico Alves. Sua formação se consolidou na Escola Nacional de Belas Artes (ENBA), importante centro acadêmico da época, onde estudou com mestres renomados como João Batista da Costa, Lucílio de Albuquerque e Rodolfo Chambelland. Esse aprendizado moldou seu olhar sensível para a paisagem e o rigor técnico de seu trabalho.
Seus quadros, muitas vezes feitos em pintura a óleo, retratam recantos naturais e urbanos do Rio de Janeiro com atmosfera serena e luminosa, preservando as memórias visuais de uma cidade em transformação. Sua dedicação à arte também o levou a ocupar a cadeira nº 9 da Academia Brasileira de Belas Artes, sinal de reconhecimento institucional por sua contribuição ao cenário artístico nacional.
A partir da década de 1920, começou a participar de exposições e salões, consolidando sua presença no circuito cultural brasileiro. Em 1928, suas obras já figuravam em mostras organizadas pelo Liceu de Artes e Ofícios. Ao longo de sua trajetória, Manuel construiu um legado respeitado pela crítica e apreciado pelo público. Suas paisagens, como a obra “Jacuba Petrópolis”, de 1963, revelam o domínio da técnica aliada a um olhar nostálgico e poético.
Faria Guimarães faleceu em 1980, no Rio de Janeiro, deixando como herança um conjunto de trabalhos que ainda circulam em leilões e acervos, valorizados tanto pelo rigor acadêmico quanto pela sensibilidade em captar a beleza da paisagem fluminense.
Manuel Faria Guimarães | Wikipédia
Manuel Faria Guimarães (Rio de Janeiro, 1895 - Rio de Janeiro, 1980) foi um pintor e desenhista brasileiro que através de sua obra interpretou a beleza da paisagem carioca.
História
Em 1909, iniciou seus estudos de arte no Liceu de Artes e Ofícios, onde teve Eurico Alves como mestre. Quatro anos depois transferiu-se para a Escola Nacional de Belas Artes, frequentando as classes de João Batista da Costa, Lucílio de Albuquerque e Rodolfo Chambelland.
Ocupou a cadeira 9 da Academia Brasileira de Belas Artes.
Fonte: Wikipédia. Consultado pela última vez em 15 de julho de 2025.
Exposições
1920 – 27ª Exposição Geral de Belas Artes
1921 – 28ª Exposição Geral de Belas Artes
1922 – 23ª Exposição Geral de Belas Artes
1923 – 30ª Exposição Geral de Belas Artes
1924 – 31ª Exposição Geral de Belas Artes
1924 – 3º Salão da Primavera
1925 – 32ª Exposição Geral de Belas Artes
1926 – 33ª Exposição Geral de Belas Artes
1927 – 34ª Exposição Geral de Belas Artes
1928 – 35ª Exposição Geral de Belas Artes
1929 – 36ª Exposição Geral de Belas Artes
1930 – 37ª Exposição Geral de Belas Artes
1931 – Salão Revolucionário
1933 – 39ª Exposição Geral de Belas Artes
1937 – 5º Salão Paulista de Belas Artes
1939 – 6º Salão Paulista de Belas Artes
1940 – 7º Salão Paulista de Belas Artes
1942 – 8º Salão Paulista de Belas Artes
1949 – 15º Salão Paulista de Belas Artes
1961 – O Rio na Pintura Brasileira
1995 – 2ª Mostra de Arte
2005 – Cidade Maravilhosa: uma iconografia carioca - 1920/1980
2019 – Aqueles que devem ser lembrados
Fonte: MANOEL Faria. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2025. Acesso em: 15 de julho de 2025. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7
Crédito fotográfico: Imagem extraída da internet, pintura óleo sob tela, Paisagem Carioca, morro do Pão de Açúcar. Consultado pela última vez em 15 de julho de 2025.
Manuel Faria Guimarães (1895, Rio de Janeiro, RJ — 1980, Rio de Janeiro, RJ). Foi um pintor e desenhista brasileiro. Iniciou seus estudos em 1909 no Liceu de Artes e Ofícios, sob a orientação de Eurico Alves, e em 1913 ingressou na Escola Nacional de Belas Artes, onde se aprimorou com mestres como João Batista da Costa, Lucílio de Albuquerque e Rodolfo Chambelland. Reconhecido por sua qualidade técnica e participação ativa no meio artístico, Manuel Faria Guimarães ocupou a cadeira 9 da Academia Brasileira de Belas Artes e integrou bancas de julgadores em Salões Nacionais. Sua obra revela uma forte influência impressionista, voltada para as paisagens do Rio de Janeiro, com paleta suave e atenção à luz e à atmosfera Sigarra. Uma de suas obras, “Evangelho na selva”, encontra-se no acervo do Museu Histórico Nacional.
Manuel Faria Guimarães | Arremate Arte
Manuel Faria Guimarães nasceu em 1895 no Rio de Janeiro, cidade que seria tanto sua casa quanto sua maior inspiração artística. Desde cedo se interessou pelo desenho e pela pintura, e ainda jovem, em 1909, ingressou no tradicional Liceu de Artes e Ofícios, onde teve como professor Eurico Alves. Sua formação se consolidou na Escola Nacional de Belas Artes (ENBA), importante centro acadêmico da época, onde estudou com mestres renomados como João Batista da Costa, Lucílio de Albuquerque e Rodolfo Chambelland. Esse aprendizado moldou seu olhar sensível para a paisagem e o rigor técnico de seu trabalho.
Seus quadros, muitas vezes feitos em pintura a óleo, retratam recantos naturais e urbanos do Rio de Janeiro com atmosfera serena e luminosa, preservando as memórias visuais de uma cidade em transformação. Sua dedicação à arte também o levou a ocupar a cadeira nº 9 da Academia Brasileira de Belas Artes, sinal de reconhecimento institucional por sua contribuição ao cenário artístico nacional.
A partir da década de 1920, começou a participar de exposições e salões, consolidando sua presença no circuito cultural brasileiro. Em 1928, suas obras já figuravam em mostras organizadas pelo Liceu de Artes e Ofícios. Ao longo de sua trajetória, Manuel construiu um legado respeitado pela crítica e apreciado pelo público. Suas paisagens, como a obra “Jacuba Petrópolis”, de 1963, revelam o domínio da técnica aliada a um olhar nostálgico e poético.
Faria Guimarães faleceu em 1980, no Rio de Janeiro, deixando como herança um conjunto de trabalhos que ainda circulam em leilões e acervos, valorizados tanto pelo rigor acadêmico quanto pela sensibilidade em captar a beleza da paisagem fluminense.
Manuel Faria Guimarães | Wikipédia
Manuel Faria Guimarães (Rio de Janeiro, 1895 - Rio de Janeiro, 1980) foi um pintor e desenhista brasileiro que através de sua obra interpretou a beleza da paisagem carioca.
História
Em 1909, iniciou seus estudos de arte no Liceu de Artes e Ofícios, onde teve Eurico Alves como mestre. Quatro anos depois transferiu-se para a Escola Nacional de Belas Artes, frequentando as classes de João Batista da Costa, Lucílio de Albuquerque e Rodolfo Chambelland.
Ocupou a cadeira 9 da Academia Brasileira de Belas Artes.
Fonte: Wikipédia. Consultado pela última vez em 15 de julho de 2025.
Exposições
1920 – 27ª Exposição Geral de Belas Artes
1921 – 28ª Exposição Geral de Belas Artes
1922 – 23ª Exposição Geral de Belas Artes
1923 – 30ª Exposição Geral de Belas Artes
1924 – 31ª Exposição Geral de Belas Artes
1924 – 3º Salão da Primavera
1925 – 32ª Exposição Geral de Belas Artes
1926 – 33ª Exposição Geral de Belas Artes
1927 – 34ª Exposição Geral de Belas Artes
1928 – 35ª Exposição Geral de Belas Artes
1929 – 36ª Exposição Geral de Belas Artes
1930 – 37ª Exposição Geral de Belas Artes
1931 – Salão Revolucionário
1933 – 39ª Exposição Geral de Belas Artes
1937 – 5º Salão Paulista de Belas Artes
1939 – 6º Salão Paulista de Belas Artes
1940 – 7º Salão Paulista de Belas Artes
1942 – 8º Salão Paulista de Belas Artes
1949 – 15º Salão Paulista de Belas Artes
1961 – O Rio na Pintura Brasileira
1995 – 2ª Mostra de Arte
2005 – Cidade Maravilhosa: uma iconografia carioca - 1920/1980
2019 – Aqueles que devem ser lembrados
Fonte: MANOEL Faria. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2025. Acesso em: 15 de julho de 2025. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7
Crédito fotográfico: Imagem extraída da internet, pintura óleo sob tela, Paisagem Carioca, morro do Pão de Açúcar. Consultado pela última vez em 15 de julho de 2025.