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Tobias Marcier

Tobias Marcier (20 de março de 1948, Barbacena, Minas Gerais, Brasil — 1982, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil), mais conhecido como Tobias Marcier, foi um pintor e escultor brasileiro. Autodidata, Tobias foi influenciado pelo contexto artístico familiar, onde ainda criança criou seus primeiros trabalhos. Suas obras caracterizam-se por pinturas fantásticas e por retratar cenas e personagens de ruas, festas populares e armazéns do interior do Brasil. O artista, considerado na época um nome promissor nas artes visuais, participou de mostras coletivas e individuais no Brasil, em especial para as individuais ocorridas na Galeria Bonino, Rio de Janeiro, 1973 e 1975, Galeria Guignard, Belo Horizonte, 1977, que tiveram grande repercussão de público e de crítica.

Tobias Marcier | Arremate Arte

Tobias Marcier nasceu em 20 de março de 1948, em Barbacena, Minas Gerais, em um ambiente profundamente ligado à arte. Filho do pintor Emeric Marcier, cresceu cercado por referências estéticas, ateliês e discussões visuais que moldariam de maneira decisiva sua formação sensível e intelectual. Desde a infância demonstrou inclinação para a criação artística, acompanhando o pai em processos de pintura e desenvolvendo seus próprios experimentos formais ainda muito jovem.

Autodidata, Tobias iniciou sua trajetória pública precocemente. Em 1964, aos 16 anos, realizou sua primeira exposição na Nova Galeria de Arte, no Rio de Janeiro, apresentando esculturas. Essa estreia evidenciava não apenas talento, mas também maturidade plástica incomum para sua idade. Poucos anos depois, a partir de 1968, passou a concentrar-se principalmente na pintura, linguagem que se tornaria o eixo central de sua produção.

Ao longo da década de 1970, consolidou uma identidade artística própria, marcada por forte carga expressiva, uso intenso da cor e atmosferas densas que transitam entre o figurativo e o simbólico. Sua obra revela uma pintura pulsante, estruturada por contrastes cromáticos e por uma construção espacial que valoriza tanto a materialidade da tinta quanto a dimensão poética da imagem. A figura humana, quando presente, surge envolta em ambiências introspectivas, sugerindo estados emocionais e narrativas implícitas.

Inserido no contexto da arte brasileira da segunda metade do século XX, Tobias Marcier desenvolveu uma produção que dialoga com tendências modernas e contemporâneas, mas preserva singularidade estética. Sua pintura não se limita à representação: ela investiga a tensão entre forma e emoção, luz e sombra, presença e silêncio. O resultado é uma obra que combina vigor técnico com profundidade simbólica.

Durante sua carreira, participou de exposições individuais e coletivas no Brasil, ampliando gradualmente seu reconhecimento no circuito artístico. No início da década de 1980, sua trajetória encontrava-se em franca expansão, com perspectivas de mostras no Brasil e na Europa, indicando um momento de consolidação internacional. Contudo, em 1982, aos 33 anos, faleceu precocemente no Rio de Janeiro, vítima de infarto fulminante, interrompendo uma carreira promissora.

Mesmo com uma trajetória breve, Tobias Marcier deixou uma produção consistente e relevante, cujas obras permanecem em coleções particulares e continuam a despertar interesse crítico e institucional. Sua contribuição para a pintura brasileira contemporânea reside na intensidade de sua linguagem e na capacidade de transformar matéria pictórica em experiência sensível, reafirmando seu lugar como um artista de expressão marcante e legado duradouro.


Tobias Marcier | Itaú Cultural

Jorge Tobias Racz Marcier (Barbacena, Minas Gerais, 1948 – Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1982). Escultor e pintor. Filho do pintor e muralista Emeric Marcier (1916-1990). Em 1964, realiza sua primeira exposição individual com esculturas de pedra-sabão na Nova Galeria de Arte do Rio de Janeiro. Em 1968, trabalha como professor de cerâmica em Barbacena. No ano seguinte, muda-se para o Rio de Janeiro, onde começa a trabalhar com o marchand Paulo Fernandes. Ainda nos anos 1960, funda a Feira de Arte da Praça General Osório, junto com Hugo Bidet (1934-1977) e outros artistas. Em 1970, recebe o convite do arquiteto Edison Musa (1934) para compor sua Via Sacra, esculpida em baixo relevo em mogno maciço. Em 1971, a obra é adquirida pelo Colégio São Luiz de São Paulo. Dois anos mais tarde, faz sua primeira exposição de pinturas na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro. Além do pai, Emeric Marcier, Tobias tem como influências o pintor italiano Giorgio de Chirico (1888-1978) e o brasileiro Ismael Nery (1900-1934). Sua obra é caracterizada pela reprodução de elementos do cotidiano, como figuras humanas, objetos e animais, mesclando símbolos modernos e arcaicos. As cores predominantes em seus quadros são o amarelo, o roxo e o azul. Este cromatismo forma a narrativa do irreal, conferindo às imagens a atmosfera de sonho. A composição é marcada pela heterogeneidade dos elementos, que são trabalhados no ambiente da fábula com cores puras e vivas. Estes aspectos contribuem para formulação de obras compostas por criaturas e coisas que não estão restritas ao que parecem e combinam traços existenciais e espirituais. Sua trajetória resulta em um conjunto marcado por uma arte pessoal e renovada, que exprime atributos da memória e do fantástico.

Exposições

1973 - Individual de Tobias Marcier

1975 - Individual de Tobias Marcier

1978 - 2º Brasil Arte Turismo

1979 - Individual de Tobias Marcier

1979 - Individual de Tobias Marcier

1979 - Figuras da Memória

1986 - Coletiva na Galeria Way

1995 - Representações do Feminino

2007 - A Paisagem no Acervo Caixa

Fonte: TOBIAS Marcier. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2026. Acesso em: 27 de fevereiro de 2026. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7


Tobias Marcier | Arte Informado

Desde pequeno mostrou-se inventivo e interessado em arte, ajudando seu pai no ateliê e confeccionando seus próprios brinquedos e suas ferramentas. Segundo seu irmão Matias, o artista “brincava só, pegando pedaços de vergalhão de ferro, nos quais batia com um martelo até virarem talhadeiras e ponteiras com que esculpia baixos relevos em tijolos maciços, pedra sabão, madeira etc. Daí saiam patinhos, pássaros e outras coisas, que remetiam à arte rupestre.” (Entrevista oral, 2019).

Em 1964, então com 16 anos e autodidata, teve seu talento reconhecido pelo famoso livreiro Trajan Coltescu da Nova Galeria de Arte (no Copacabana Palace), onde expôs seu trabalho escultórico com muito sucesso. Algum tempo depois, passou a dividir sua residência entre o Rio de Janeiro e Barbacena. Desde 1968 Tobias mergulhou na pintura, revelando, igualmente, enorme aptidão e criatividade. Pintava cada vez mais, quase sempre em tinta acrílica sobre tela, com temas figurativos e paisagens oníricas. Nesta época, participou de exposições coletivas nas galerias Irlandini (1969), Montmartre (1970) e Petite Galerie (1972). No mesmo período, fundou, junto com Hugo Bidet e outros artistas, a Feira de Arte da Pça Gal. Osório, hoje transformada na diversificada Feira Hyppie, que já não guarda as mesmas características daquela original, quando reunia bons artistas vendendo suas obras.

Em 1971 surgiu uma encomenda feita pelo arquiteto Edison Musa, de uma via sacra em madeira, realizada para Colégio São Luís, na Av. Paulista, em São Paulo. Sua abnegada dedicação a esta obra “deixou o piso do seu conjugado com 20 cm de lascas de mogno dos entalhes” (nos contou Matias, 2019), fazendo Tobias perceber que a escultura demandava grandes espaços, algo difícil para um jovem artista na cidade grande. Além disso, não havia no Rio de Janeiro a abundância de pedra sabão que há em Minas, seu material preferido para esculpir.

Passou, então, a pintar mais e mais até que, em 1973 realizou a sua primeira exposição individual, na Galeria Bonino, com pinturas expressivas, como a tela “Alegoria da Primavera”, exposta agora na Galeria Evandro Carneiro Arte, dentre outras 44 obras do artista. Em 1974 participou de coletivas na Bolsa de Arte e na Petite Galerie. No ano seguinte, outra mostra individual na Bonino o consagrava como “pintor de narrativas fantásticas” (Antônio Bento, 1973, Catálogo da primeira exposição do artista na Galeria Bonino). Desta feita de 1975, destacamos a apresentação de Roberto Alvin Correa no catálogo da exposição e a obra “Mulher”, também reapresentada aqui. Realizou, ainda, uma individual na Galeria Guignard, em Belo Horizonte (1977), com grande sucesso de crítica e público.

Apesar da inegável dimensão fantástica em sua obra, Tobias também se caracterizou por retratar cenas e personagens de ruas, festas populares e armazéns do interior do Brasil. Além disso, Walmir Ayala nos lembra que havia nele uma “atenção às vozes primeiras, como seu pai, mas com a liberdade prodigiosa de ter sabido verter esta audição em vocabulário pessoal e renovado...” (Walmir Ayala, 1979, Catálogo da exposição do artista na Galeria B 75 Concorde, sua última em vida).

Fonte: Arte Informado, ”Tobias Marcier”. Consultado pela última vez em 27 de fevereiro de 2026.

Crédito fotográfico: Arte Galeria, “Tobias Marcier". Consultado pela última vez em 27 de fevereiro de 2026.

Tobias Marcier (20 de março de 1948, Barbacena, Minas Gerais, Brasil — 1982, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil), mais conhecido como Tobias Marcier, foi um pintor e escultor brasileiro. Autodidata, Tobias foi influenciado pelo contexto artístico familiar, onde ainda criança criou seus primeiros trabalhos. Suas obras caracterizam-se por pinturas fantásticas e por retratar cenas e personagens de ruas, festas populares e armazéns do interior do Brasil. O artista, considerado na época um nome promissor nas artes visuais, participou de mostras coletivas e individuais no Brasil, em especial para as individuais ocorridas na Galeria Bonino, Rio de Janeiro, 1973 e 1975, Galeria Guignard, Belo Horizonte, 1977, que tiveram grande repercussão de público e de crítica.

Tobias Marcier

Tobias Marcier (20 de março de 1948, Barbacena, Minas Gerais, Brasil — 1982, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil), mais conhecido como Tobias Marcier, foi um pintor e escultor brasileiro. Autodidata, Tobias foi influenciado pelo contexto artístico familiar, onde ainda criança criou seus primeiros trabalhos. Suas obras caracterizam-se por pinturas fantásticas e por retratar cenas e personagens de ruas, festas populares e armazéns do interior do Brasil. O artista, considerado na época um nome promissor nas artes visuais, participou de mostras coletivas e individuais no Brasil, em especial para as individuais ocorridas na Galeria Bonino, Rio de Janeiro, 1973 e 1975, Galeria Guignard, Belo Horizonte, 1977, que tiveram grande repercussão de público e de crítica.

Tobias Marcier | Arremate Arte

Tobias Marcier nasceu em 20 de março de 1948, em Barbacena, Minas Gerais, em um ambiente profundamente ligado à arte. Filho do pintor Emeric Marcier, cresceu cercado por referências estéticas, ateliês e discussões visuais que moldariam de maneira decisiva sua formação sensível e intelectual. Desde a infância demonstrou inclinação para a criação artística, acompanhando o pai em processos de pintura e desenvolvendo seus próprios experimentos formais ainda muito jovem.

Autodidata, Tobias iniciou sua trajetória pública precocemente. Em 1964, aos 16 anos, realizou sua primeira exposição na Nova Galeria de Arte, no Rio de Janeiro, apresentando esculturas. Essa estreia evidenciava não apenas talento, mas também maturidade plástica incomum para sua idade. Poucos anos depois, a partir de 1968, passou a concentrar-se principalmente na pintura, linguagem que se tornaria o eixo central de sua produção.

Ao longo da década de 1970, consolidou uma identidade artística própria, marcada por forte carga expressiva, uso intenso da cor e atmosferas densas que transitam entre o figurativo e o simbólico. Sua obra revela uma pintura pulsante, estruturada por contrastes cromáticos e por uma construção espacial que valoriza tanto a materialidade da tinta quanto a dimensão poética da imagem. A figura humana, quando presente, surge envolta em ambiências introspectivas, sugerindo estados emocionais e narrativas implícitas.

Inserido no contexto da arte brasileira da segunda metade do século XX, Tobias Marcier desenvolveu uma produção que dialoga com tendências modernas e contemporâneas, mas preserva singularidade estética. Sua pintura não se limita à representação: ela investiga a tensão entre forma e emoção, luz e sombra, presença e silêncio. O resultado é uma obra que combina vigor técnico com profundidade simbólica.

Durante sua carreira, participou de exposições individuais e coletivas no Brasil, ampliando gradualmente seu reconhecimento no circuito artístico. No início da década de 1980, sua trajetória encontrava-se em franca expansão, com perspectivas de mostras no Brasil e na Europa, indicando um momento de consolidação internacional. Contudo, em 1982, aos 33 anos, faleceu precocemente no Rio de Janeiro, vítima de infarto fulminante, interrompendo uma carreira promissora.

Mesmo com uma trajetória breve, Tobias Marcier deixou uma produção consistente e relevante, cujas obras permanecem em coleções particulares e continuam a despertar interesse crítico e institucional. Sua contribuição para a pintura brasileira contemporânea reside na intensidade de sua linguagem e na capacidade de transformar matéria pictórica em experiência sensível, reafirmando seu lugar como um artista de expressão marcante e legado duradouro.


Tobias Marcier | Itaú Cultural

Jorge Tobias Racz Marcier (Barbacena, Minas Gerais, 1948 – Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1982). Escultor e pintor. Filho do pintor e muralista Emeric Marcier (1916-1990). Em 1964, realiza sua primeira exposição individual com esculturas de pedra-sabão na Nova Galeria de Arte do Rio de Janeiro. Em 1968, trabalha como professor de cerâmica em Barbacena. No ano seguinte, muda-se para o Rio de Janeiro, onde começa a trabalhar com o marchand Paulo Fernandes. Ainda nos anos 1960, funda a Feira de Arte da Praça General Osório, junto com Hugo Bidet (1934-1977) e outros artistas. Em 1970, recebe o convite do arquiteto Edison Musa (1934) para compor sua Via Sacra, esculpida em baixo relevo em mogno maciço. Em 1971, a obra é adquirida pelo Colégio São Luiz de São Paulo. Dois anos mais tarde, faz sua primeira exposição de pinturas na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro. Além do pai, Emeric Marcier, Tobias tem como influências o pintor italiano Giorgio de Chirico (1888-1978) e o brasileiro Ismael Nery (1900-1934). Sua obra é caracterizada pela reprodução de elementos do cotidiano, como figuras humanas, objetos e animais, mesclando símbolos modernos e arcaicos. As cores predominantes em seus quadros são o amarelo, o roxo e o azul. Este cromatismo forma a narrativa do irreal, conferindo às imagens a atmosfera de sonho. A composição é marcada pela heterogeneidade dos elementos, que são trabalhados no ambiente da fábula com cores puras e vivas. Estes aspectos contribuem para formulação de obras compostas por criaturas e coisas que não estão restritas ao que parecem e combinam traços existenciais e espirituais. Sua trajetória resulta em um conjunto marcado por uma arte pessoal e renovada, que exprime atributos da memória e do fantástico.

Exposições

1973 - Individual de Tobias Marcier

1975 - Individual de Tobias Marcier

1978 - 2º Brasil Arte Turismo

1979 - Individual de Tobias Marcier

1979 - Individual de Tobias Marcier

1979 - Figuras da Memória

1986 - Coletiva na Galeria Way

1995 - Representações do Feminino

2007 - A Paisagem no Acervo Caixa

Fonte: TOBIAS Marcier. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2026. Acesso em: 27 de fevereiro de 2026. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7


Tobias Marcier | Arte Informado

Desde pequeno mostrou-se inventivo e interessado em arte, ajudando seu pai no ateliê e confeccionando seus próprios brinquedos e suas ferramentas. Segundo seu irmão Matias, o artista “brincava só, pegando pedaços de vergalhão de ferro, nos quais batia com um martelo até virarem talhadeiras e ponteiras com que esculpia baixos relevos em tijolos maciços, pedra sabão, madeira etc. Daí saiam patinhos, pássaros e outras coisas, que remetiam à arte rupestre.” (Entrevista oral, 2019).

Em 1964, então com 16 anos e autodidata, teve seu talento reconhecido pelo famoso livreiro Trajan Coltescu da Nova Galeria de Arte (no Copacabana Palace), onde expôs seu trabalho escultórico com muito sucesso. Algum tempo depois, passou a dividir sua residência entre o Rio de Janeiro e Barbacena. Desde 1968 Tobias mergulhou na pintura, revelando, igualmente, enorme aptidão e criatividade. Pintava cada vez mais, quase sempre em tinta acrílica sobre tela, com temas figurativos e paisagens oníricas. Nesta época, participou de exposições coletivas nas galerias Irlandini (1969), Montmartre (1970) e Petite Galerie (1972). No mesmo período, fundou, junto com Hugo Bidet e outros artistas, a Feira de Arte da Pça Gal. Osório, hoje transformada na diversificada Feira Hyppie, que já não guarda as mesmas características daquela original, quando reunia bons artistas vendendo suas obras.

Em 1971 surgiu uma encomenda feita pelo arquiteto Edison Musa, de uma via sacra em madeira, realizada para Colégio São Luís, na Av. Paulista, em São Paulo. Sua abnegada dedicação a esta obra “deixou o piso do seu conjugado com 20 cm de lascas de mogno dos entalhes” (nos contou Matias, 2019), fazendo Tobias perceber que a escultura demandava grandes espaços, algo difícil para um jovem artista na cidade grande. Além disso, não havia no Rio de Janeiro a abundância de pedra sabão que há em Minas, seu material preferido para esculpir.

Passou, então, a pintar mais e mais até que, em 1973 realizou a sua primeira exposição individual, na Galeria Bonino, com pinturas expressivas, como a tela “Alegoria da Primavera”, exposta agora na Galeria Evandro Carneiro Arte, dentre outras 44 obras do artista. Em 1974 participou de coletivas na Bolsa de Arte e na Petite Galerie. No ano seguinte, outra mostra individual na Bonino o consagrava como “pintor de narrativas fantásticas” (Antônio Bento, 1973, Catálogo da primeira exposição do artista na Galeria Bonino). Desta feita de 1975, destacamos a apresentação de Roberto Alvin Correa no catálogo da exposição e a obra “Mulher”, também reapresentada aqui. Realizou, ainda, uma individual na Galeria Guignard, em Belo Horizonte (1977), com grande sucesso de crítica e público.

Apesar da inegável dimensão fantástica em sua obra, Tobias também se caracterizou por retratar cenas e personagens de ruas, festas populares e armazéns do interior do Brasil. Além disso, Walmir Ayala nos lembra que havia nele uma “atenção às vozes primeiras, como seu pai, mas com a liberdade prodigiosa de ter sabido verter esta audição em vocabulário pessoal e renovado...” (Walmir Ayala, 1979, Catálogo da exposição do artista na Galeria B 75 Concorde, sua última em vida).

Fonte: Arte Informado, ”Tobias Marcier”. Consultado pela última vez em 27 de fevereiro de 2026.

Crédito fotográfico: Arte Galeria, “Tobias Marcier". Consultado pela última vez em 27 de fevereiro de 2026.

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