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Bernardii

Bernardo Lemes de Andrade (Campanha, MG, 29 de maio de 1949), conhecido como Bernardii, é um pintor e professor de artes plásticas brasileiro.

Biografia

Bernardii expôs suas obras de arte em diferentes países da Europa e no Canadá, realizou exposições individuais na França onde manteve seu atelier em Nantes por muitos anos, participou da Biennal Caribean Festival em uma exposição individual no Canadá, onde também se formou, e possui trabalhos que fazem parte do acervo permanente na G. Gallery em Lisboa, cidade que também realizou diversas exposições individuais. Com mais de 35 anos de pintura e formado em Licenciatura Plena em artes visuais e pós-graduação em Arte Sacra pela Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro, o artista atribui ao cenário artístico brasileiro, através de sua técnica e criação de formas abstratas a óleo e tinta acrílica, um sentimento pictórico e um olhar sensível na composição de tons e texturas de suas obras. Presente em diferentes exposições permanentes de entidades públicas e particulares, coleções e acervos, como o acervo governamental brasileiro e embaixadas, além de ministrar cursos, oficinas e palestras de arte e pintura em diversas instituições brasileiras. Em 2011, o pintor inaugura o espaço Bernardii Casa Galeria que reúne obras de diferentes artistas.

Fonte: Facebook Bernardii, consultado pela última vez em 21 de janeiro de 2018.

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O ateliê que é uma vitrine

Atrás de uma imensa janela de vidro de uma casa verde, um artista plástico pinta telas na beira da via expressa.

Quem acessa o túnel do Cafubá em direção a Charitas certamente já se surpreendeu com a cena: atrás de uma imensa janela de vidro de uma casa verde, um artista plástico pinta telas na beira da via expressa. Parece até uma vitrine. Mas é um misto de ateliê e galeria de Bernardii, artista que tem obras espalhadas pelo Canadá e toda a Europa.

O mineiro Bernardo Lemes de Andrade, que se consagrou como Bernardii (com dois “is” mesmo), veio para Niterói em 1983, na mesma casa onde está até hoje. “Aqui era quase uma fazenda, escondida, com um clima bucólico e cheio de garças, preás, sabiás...”, lembra.

A coisa virou de cabeça pra baixo com as obras do túnel. A Transoceânica cortou a frente da casa de Bernardii. Os 420m² do terreno original foram reduzidos a 350m². Ele foi indenizado, mas durante dois anos praticamente não pintou mais.

Quando a poeira baixou, retomou os trabalhos e resolveu abrir em seu novo muro um janelão. E ele, que se diz “quase um tatu” de tanto que se esconde das badalações, escancarou seu ateliê para todo mundo. “Passei a pintar à tarde e à noite em plena avenida. E também não me importo que as pessoas me vejam almoçando”, diz.

Muita gente passou a tocar a campainha do ateliê. Entram, tomam um café, batem um papo. Alguns saem de lá com telas em óleo ou acrílico, ou pinturas da coleção de papel que passou a produzir recentemente. E por preços surpreendentes para um artista do calibre de Bernardii, nome de peso da geração 1980: “Tenho feito obras mais leves, de fácil aquisição. Até porque as pessoas estão mais práticas, vivendo em casas menores”.

Bernardii, que anos atrás teve um ateliê em Nantes, na França, calcula ter feito cerca de sete mil obras em 42 anos de pintura. Muitas estão com colecionadores ou em acervos permanentes, como o da G Gallery, em Lisboa. Hoje, porém, planeja ampliar o espaço de sua casa e deixar de lado galerias e marchands. “Já tenho dois outros ateliês ao lado desse e vou abrir uma grande parede de vidro no lugar do muro. Aí, sim, será meu íntimo exposto”, brinca.

Muita gente passou a tocar a campainha do ateliê. Entram, tomam um café, batem um papo. Alguns saem de lá com telas em óleo ou acrílico, ou pinturas da coleção de papel que passou a produzir recentemente. E por preços surpreendentes para um artista do calibre de Bernardii, nome de peso da geração 1980: “Tenho feito obras mais leves, de fácil aquisição. Até porque as pessoas estão mais práticas, vivendo em casas menores”.

Bernardii, que anos atrás teve um ateliê em Nantes, na França, calcula ter feito cerca de sete mil obras em 42 anos de pintura. Muitas estão com colecionadores ou em acervos permanentes, como o da G Gallery, em Lisboa. Hoje, porém, planeja ampliar o espaço de sua casa e deixar de lado galerias e marchands. “Já tenho dois outros ateliês ao lado desse e vou abrir uma grande parede de vidro no lugar do muro. Aí, sim, será meu íntimo exposto”, brinca.

Consulta por holografia

O Hospital Antonio Pedro lança este ano um inédito sistema de saúde holográfico. Desenvolvido por pesquisadores do núcleo de engenharia da UFF, permite que médicos especialistas acompanhem um atendimento à distância. Eles ficarão num consultório virtual, com uma enorme tela com imagens em 3D, que os faz interagir com o paciente, no outro lado. Clínicas e hospitais públicos de Niterói serão os primeiros a ganhar salas com tecnologia e câmeras que vão gerar as imagens. A verba para o projeto, R$ 610 mil, virá de uma emenda apresentada no fim do ano em Brasília pelo deputado Chico D’Angelo.

Flanelinhas oficiais

Um turista de São Paulo ficou confuso ao ver placas informando “Estacionamento MAC”, quase em frente ao museu. Na verdade, indicava a rua sem saída Nair Margem Pereira, onde não havia estacionamento, nem mesmo guardadores da Niterói Rotativo. O segurança do MAC, aí sim, explicou como funcionava: “É só dar R$ 5 para os meninos que ficam ali”.

A casa da luz azul

Sem letreiro, mas com lâmpadas azuis na porta, voltou a funcionar uma boate na Marechal Deodoro, entre a Barão de Amazonas e a Visconde de Sepetiba. No mesmo local, em 2012, a Polícia Civil fechou a Scorpion 177, boate que servia de fachada para uma casa de prostituição, onde havia menores de idade.

Anote na agenda

Acaba de virar lei em Niterói o Dia do Pastor Evangélico. Será comemorado sempre no segundo domingo de junho.

Itaipuaçu é uma comédia

Foi marcada para 8 de março a estreia nos cinemas de “Os farofeiros”, comédia com Cacau Protásio, Paulinho Gogó e Danielle Winits, toda filmada, no ano passado, em Itaipuaçu. Mas na história trata-se da fictícia Maringuaba, cidadezinha praiana bem popular, para onde quatro famílias viajam e dividem uma casa caindo aos pedaços.

Vinho e tamborim

Niterói vai ganhar o primeiro bloco de vinho do país. Criado por Deodonio de Macedo, dono da Grand Cru, o Rosado e Gostoso já nasce grande: terá bateria comandada por Mestre Faísca, ganhador de dois Estandartes de Ouro. O bloco venderá kits com vinho, taças e camiseta, mas também vai receber quem quiser só brincar. Os ensaios serão nos próximos sábados de manhã, em frente à loja; e o desfile, no dia 10.

Virou enredo

Zé Katimba, lenda do samba e morador de Icaraí há 43 anos, será o enredo da Império de Araribóia, vice-campeã do carnaval de Niterói em 2017.

E a quem interessar...

Termina amanhã o prazo para se candidatar a jurado das escolas que desfilam na Rua da Conceição. São 20 vagas. Cada um vai receber R$ 1.500 pelas duas noites de trabalho.

Só Opalas

Uma carreata de Opalas vai sair do Rio até Niterói no dia 1º de abril. O passeio é para comemorar os 50 anos do lançamento do carro no Brasil, fabricado de 1968 a 1992.

Anos 80

Leo Jaime será o próximo convidado de Rodrigo Santos, baixista do Barão Vermelho que toda quinta tem reunido a nata do rock dos anos 1980 na Palm Club. Já estiveram lá Lobão, João Barone e Ritchie.

Fonte e crédito fotográfico: Jornal O Globo, atualizado por último dia 21 de janeiro de 2018.

Bernardo Lemes de Andrade (Campanha, MG, 29 de maio de 1949), conhecido como Bernardii, é um pintor e professor de artes plásticas brasileiro.

Bernardii

Bernardo Lemes de Andrade (Campanha, MG, 29 de maio de 1949), conhecido como Bernardii, é um pintor e professor de artes plásticas brasileiro.

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Bernardii, sobre seu trabalho.

Especial arte / Bernardii

Biografia

Bernardii expôs suas obras de arte em diferentes países da Europa e no Canadá, realizou exposições individuais na França onde manteve seu atelier em Nantes por muitos anos, participou da Biennal Caribean Festival em uma exposição individual no Canadá, onde também se formou, e possui trabalhos que fazem parte do acervo permanente na G. Gallery em Lisboa, cidade que também realizou diversas exposições individuais. Com mais de 35 anos de pintura e formado em Licenciatura Plena em artes visuais e pós-graduação em Arte Sacra pela Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro, o artista atribui ao cenário artístico brasileiro, através de sua técnica e criação de formas abstratas a óleo e tinta acrílica, um sentimento pictórico e um olhar sensível na composição de tons e texturas de suas obras. Presente em diferentes exposições permanentes de entidades públicas e particulares, coleções e acervos, como o acervo governamental brasileiro e embaixadas, além de ministrar cursos, oficinas e palestras de arte e pintura em diversas instituições brasileiras. Em 2011, o pintor inaugura o espaço Bernardii Casa Galeria que reúne obras de diferentes artistas.

Fonte: Facebook Bernardii, consultado pela última vez em 21 de janeiro de 2018.

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O ateliê que é uma vitrine

Atrás de uma imensa janela de vidro de uma casa verde, um artista plástico pinta telas na beira da via expressa.

Quem acessa o túnel do Cafubá em direção a Charitas certamente já se surpreendeu com a cena: atrás de uma imensa janela de vidro de uma casa verde, um artista plástico pinta telas na beira da via expressa. Parece até uma vitrine. Mas é um misto de ateliê e galeria de Bernardii, artista que tem obras espalhadas pelo Canadá e toda a Europa.

O mineiro Bernardo Lemes de Andrade, que se consagrou como Bernardii (com dois “is” mesmo), veio para Niterói em 1983, na mesma casa onde está até hoje. “Aqui era quase uma fazenda, escondida, com um clima bucólico e cheio de garças, preás, sabiás...”, lembra.

A coisa virou de cabeça pra baixo com as obras do túnel. A Transoceânica cortou a frente da casa de Bernardii. Os 420m² do terreno original foram reduzidos a 350m². Ele foi indenizado, mas durante dois anos praticamente não pintou mais.

Quando a poeira baixou, retomou os trabalhos e resolveu abrir em seu novo muro um janelão. E ele, que se diz “quase um tatu” de tanto que se esconde das badalações, escancarou seu ateliê para todo mundo. “Passei a pintar à tarde e à noite em plena avenida. E também não me importo que as pessoas me vejam almoçando”, diz.

Muita gente passou a tocar a campainha do ateliê. Entram, tomam um café, batem um papo. Alguns saem de lá com telas em óleo ou acrílico, ou pinturas da coleção de papel que passou a produzir recentemente. E por preços surpreendentes para um artista do calibre de Bernardii, nome de peso da geração 1980: “Tenho feito obras mais leves, de fácil aquisição. Até porque as pessoas estão mais práticas, vivendo em casas menores”.

Bernardii, que anos atrás teve um ateliê em Nantes, na França, calcula ter feito cerca de sete mil obras em 42 anos de pintura. Muitas estão com colecionadores ou em acervos permanentes, como o da G Gallery, em Lisboa. Hoje, porém, planeja ampliar o espaço de sua casa e deixar de lado galerias e marchands. “Já tenho dois outros ateliês ao lado desse e vou abrir uma grande parede de vidro no lugar do muro. Aí, sim, será meu íntimo exposto”, brinca.

Muita gente passou a tocar a campainha do ateliê. Entram, tomam um café, batem um papo. Alguns saem de lá com telas em óleo ou acrílico, ou pinturas da coleção de papel que passou a produzir recentemente. E por preços surpreendentes para um artista do calibre de Bernardii, nome de peso da geração 1980: “Tenho feito obras mais leves, de fácil aquisição. Até porque as pessoas estão mais práticas, vivendo em casas menores”.

Bernardii, que anos atrás teve um ateliê em Nantes, na França, calcula ter feito cerca de sete mil obras em 42 anos de pintura. Muitas estão com colecionadores ou em acervos permanentes, como o da G Gallery, em Lisboa. Hoje, porém, planeja ampliar o espaço de sua casa e deixar de lado galerias e marchands. “Já tenho dois outros ateliês ao lado desse e vou abrir uma grande parede de vidro no lugar do muro. Aí, sim, será meu íntimo exposto”, brinca.

Consulta por holografia

O Hospital Antonio Pedro lança este ano um inédito sistema de saúde holográfico. Desenvolvido por pesquisadores do núcleo de engenharia da UFF, permite que médicos especialistas acompanhem um atendimento à distância. Eles ficarão num consultório virtual, com uma enorme tela com imagens em 3D, que os faz interagir com o paciente, no outro lado. Clínicas e hospitais públicos de Niterói serão os primeiros a ganhar salas com tecnologia e câmeras que vão gerar as imagens. A verba para o projeto, R$ 610 mil, virá de uma emenda apresentada no fim do ano em Brasília pelo deputado Chico D’Angelo.

Flanelinhas oficiais

Um turista de São Paulo ficou confuso ao ver placas informando “Estacionamento MAC”, quase em frente ao museu. Na verdade, indicava a rua sem saída Nair Margem Pereira, onde não havia estacionamento, nem mesmo guardadores da Niterói Rotativo. O segurança do MAC, aí sim, explicou como funcionava: “É só dar R$ 5 para os meninos que ficam ali”.

A casa da luz azul

Sem letreiro, mas com lâmpadas azuis na porta, voltou a funcionar uma boate na Marechal Deodoro, entre a Barão de Amazonas e a Visconde de Sepetiba. No mesmo local, em 2012, a Polícia Civil fechou a Scorpion 177, boate que servia de fachada para uma casa de prostituição, onde havia menores de idade.

Anote na agenda

Acaba de virar lei em Niterói o Dia do Pastor Evangélico. Será comemorado sempre no segundo domingo de junho.

Itaipuaçu é uma comédia

Foi marcada para 8 de março a estreia nos cinemas de “Os farofeiros”, comédia com Cacau Protásio, Paulinho Gogó e Danielle Winits, toda filmada, no ano passado, em Itaipuaçu. Mas na história trata-se da fictícia Maringuaba, cidadezinha praiana bem popular, para onde quatro famílias viajam e dividem uma casa caindo aos pedaços.

Vinho e tamborim

Niterói vai ganhar o primeiro bloco de vinho do país. Criado por Deodonio de Macedo, dono da Grand Cru, o Rosado e Gostoso já nasce grande: terá bateria comandada por Mestre Faísca, ganhador de dois Estandartes de Ouro. O bloco venderá kits com vinho, taças e camiseta, mas também vai receber quem quiser só brincar. Os ensaios serão nos próximos sábados de manhã, em frente à loja; e o desfile, no dia 10.

Virou enredo

Zé Katimba, lenda do samba e morador de Icaraí há 43 anos, será o enredo da Império de Araribóia, vice-campeã do carnaval de Niterói em 2017.

E a quem interessar...

Termina amanhã o prazo para se candidatar a jurado das escolas que desfilam na Rua da Conceição. São 20 vagas. Cada um vai receber R$ 1.500 pelas duas noites de trabalho.

Só Opalas

Uma carreata de Opalas vai sair do Rio até Niterói no dia 1º de abril. O passeio é para comemorar os 50 anos do lançamento do carro no Brasil, fabricado de 1968 a 1992.

Anos 80

Leo Jaime será o próximo convidado de Rodrigo Santos, baixista do Barão Vermelho que toda quinta tem reunido a nata do rock dos anos 1980 na Palm Club. Já estiveram lá Lobão, João Barone e Ritchie.

Fonte e crédito fotográfico: Jornal O Globo, atualizado por último dia 21 de janeiro de 2018.

Arremate Arte
Feito com no Rio de Janeiro

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