João Maria dos Santos (Paris, França, 1909 — Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1988), mais conhecido como João Maria, foi um pintor e cenógrafo franco-brasileiro. Em Paris, estudou na Escola de Belas Artes, Escola de Artes Decorativas e Academia Colarossi. Inicialmente atuou como cenógrafo ao lado de Louis Jouvet, mas depois se dedicou exclusivamente à pintura. Participou de quatro edições da Bienal de São Paulo nas décadas de 1950 e 1960, e recebeu prêmios nacionais e internacionais, entre eles o prêmio da Société d’Encouragement, L’Aujourd'hui, e o Grande Prêmio Internacional pela decoração do Pavilhão do Brasil na Exposição Mundial de Bruxelas em 1958. Suas obras são valorizadas pela autenticidade e estilo marcante, consolidando-o como uma figura significativa no campo das artes visuais.
João Maria dos Santos | Arremate Arte
João Maria dos Santos (1909-1988) foi um pintor e cenógrafo franco-brasileiro. Nascido em Paris, ele estudou na Escola de Belas Artes, na Escola de Artes Decorativas e na Academia Colarossi, onde desenvolveu sua base artística. Sua carreira começou na cenografia, colaborando com o famoso diretor Louis Jouvet, e posteriormente, ele passou a se dedicar exclusivamente à pintura. Santos participou de quatro edições da Bienal de São Paulo nos anos 1950 e 1960, sendo reconhecido e premiado em diversas ocasiões por suas contribuições artísticas.
Durante sua carreira, João Maria dos Santos explorou temas culturais e tradicionais, e suas obras foram valorizadas pela autenticidade e pelo estilo único, sendo vendidas em diversos leilões. Embora suas contribuições tenham alcançado maior reconhecimento no Brasil, ele deixou um importante legado artístico, tanto na cenografia quanto na pintura. Nos seus últimos anos, João Maria dedicou-se inteiramente à pintura, continuando a produzir até sua morte em 1988, consolidando-se como uma figura significativa no campo das artes visuais.
Prêmios
Governador do Estado de São Paulo, Saci, O Estado de S. Paulo
Câmara Municipal de São Paulo e Medalha de Prata da Associação de Crítica Teatral de São Paulo.
Em 1958 recebeu o Grande Prêmio Internacional pela decoração do Pavilhão do Brasil na Exposição Munidial de Bruxelas (Bélgica).
Participou em 1948 do SNAM (Rio de Janeiro); em 1951 e 1955, da Bienal Internacional de São Paulo (SP).
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Espetáculos
A Moreninha
A Moreninha
Escândalos 1950
Se Eu Quisesse
Quando as Paredes Falam
Exposições
1944 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1944 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1945 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1945 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1945 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1945 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1945 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1951 - 1ª Bienal Internacional de São Paulo
Fonte: JOÃO Maria dos Santos. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2024. Acesso em: 04 de outubro de 2024. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7
Crédito fotográfico: Galeria Alphaville, leilão 182, lote 305. Consultado pela última vez em 4 de outubro de 2024.
João Maria dos Santos (Paris, França, 1909 — Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1988), mais conhecido como João Maria, foi um pintor e cenógrafo franco-brasileiro. Em Paris, estudou na Escola de Belas Artes, Escola de Artes Decorativas e Academia Colarossi. Inicialmente atuou como cenógrafo ao lado de Louis Jouvet, mas depois se dedicou exclusivamente à pintura. Participou de quatro edições da Bienal de São Paulo nas décadas de 1950 e 1960, e recebeu prêmios nacionais e internacionais, entre eles o prêmio da Société d’Encouragement, L’Aujourd'hui, e o Grande Prêmio Internacional pela decoração do Pavilhão do Brasil na Exposição Mundial de Bruxelas em 1958. Suas obras são valorizadas pela autenticidade e estilo marcante, consolidando-o como uma figura significativa no campo das artes visuais.
João Maria dos Santos | Arremate Arte
João Maria dos Santos (1909-1988) foi um pintor e cenógrafo franco-brasileiro. Nascido em Paris, ele estudou na Escola de Belas Artes, na Escola de Artes Decorativas e na Academia Colarossi, onde desenvolveu sua base artística. Sua carreira começou na cenografia, colaborando com o famoso diretor Louis Jouvet, e posteriormente, ele passou a se dedicar exclusivamente à pintura. Santos participou de quatro edições da Bienal de São Paulo nos anos 1950 e 1960, sendo reconhecido e premiado em diversas ocasiões por suas contribuições artísticas.
Durante sua carreira, João Maria dos Santos explorou temas culturais e tradicionais, e suas obras foram valorizadas pela autenticidade e pelo estilo único, sendo vendidas em diversos leilões. Embora suas contribuições tenham alcançado maior reconhecimento no Brasil, ele deixou um importante legado artístico, tanto na cenografia quanto na pintura. Nos seus últimos anos, João Maria dedicou-se inteiramente à pintura, continuando a produzir até sua morte em 1988, consolidando-se como uma figura significativa no campo das artes visuais.
Prêmios
Governador do Estado de São Paulo, Saci, O Estado de S. Paulo
Câmara Municipal de São Paulo e Medalha de Prata da Associação de Crítica Teatral de São Paulo.
Em 1958 recebeu o Grande Prêmio Internacional pela decoração do Pavilhão do Brasil na Exposição Munidial de Bruxelas (Bélgica).
Participou em 1948 do SNAM (Rio de Janeiro); em 1951 e 1955, da Bienal Internacional de São Paulo (SP).
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Espetáculos
A Moreninha
A Moreninha
Escândalos 1950
Se Eu Quisesse
Quando as Paredes Falam
Exposições
1944 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1944 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1945 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1945 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1945 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1945 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1945 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1951 - 1ª Bienal Internacional de São Paulo
Fonte: JOÃO Maria dos Santos. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2024. Acesso em: 04 de outubro de 2024. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7
Crédito fotográfico: Galeria Alphaville, leilão 182, lote 305. Consultado pela última vez em 4 de outubro de 2024.
João Maria dos Santos (Paris, França, 1909 — Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1988), mais conhecido como João Maria, foi um pintor e cenógrafo franco-brasileiro. Em Paris, estudou na Escola de Belas Artes, Escola de Artes Decorativas e Academia Colarossi. Inicialmente atuou como cenógrafo ao lado de Louis Jouvet, mas depois se dedicou exclusivamente à pintura. Participou de quatro edições da Bienal de São Paulo nas décadas de 1950 e 1960, e recebeu prêmios nacionais e internacionais, entre eles o prêmio da Société d’Encouragement, L’Aujourd'hui, e o Grande Prêmio Internacional pela decoração do Pavilhão do Brasil na Exposição Mundial de Bruxelas em 1958. Suas obras são valorizadas pela autenticidade e estilo marcante, consolidando-o como uma figura significativa no campo das artes visuais.
João Maria dos Santos | Arremate Arte
João Maria dos Santos (1909-1988) foi um pintor e cenógrafo franco-brasileiro. Nascido em Paris, ele estudou na Escola de Belas Artes, na Escola de Artes Decorativas e na Academia Colarossi, onde desenvolveu sua base artística. Sua carreira começou na cenografia, colaborando com o famoso diretor Louis Jouvet, e posteriormente, ele passou a se dedicar exclusivamente à pintura. Santos participou de quatro edições da Bienal de São Paulo nos anos 1950 e 1960, sendo reconhecido e premiado em diversas ocasiões por suas contribuições artísticas.
Durante sua carreira, João Maria dos Santos explorou temas culturais e tradicionais, e suas obras foram valorizadas pela autenticidade e pelo estilo único, sendo vendidas em diversos leilões. Embora suas contribuições tenham alcançado maior reconhecimento no Brasil, ele deixou um importante legado artístico, tanto na cenografia quanto na pintura. Nos seus últimos anos, João Maria dedicou-se inteiramente à pintura, continuando a produzir até sua morte em 1988, consolidando-se como uma figura significativa no campo das artes visuais.
Prêmios
Governador do Estado de São Paulo, Saci, O Estado de S. Paulo
Câmara Municipal de São Paulo e Medalha de Prata da Associação de Crítica Teatral de São Paulo.
Em 1958 recebeu o Grande Prêmio Internacional pela decoração do Pavilhão do Brasil na Exposição Munidial de Bruxelas (Bélgica).
Participou em 1948 do SNAM (Rio de Janeiro); em 1951 e 1955, da Bienal Internacional de São Paulo (SP).
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Espetáculos
A Moreninha
A Moreninha
Escândalos 1950
Se Eu Quisesse
Quando as Paredes Falam
Exposições
1944 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1944 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1945 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1945 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1945 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1945 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1945 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1951 - 1ª Bienal Internacional de São Paulo
Fonte: JOÃO Maria dos Santos. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2024. Acesso em: 04 de outubro de 2024. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7
Crédito fotográfico: Galeria Alphaville, leilão 182, lote 305. Consultado pela última vez em 4 de outubro de 2024.
João Maria dos Santos (Paris, França, 1909 — Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1988), mais conhecido como João Maria, foi um pintor e cenógrafo franco-brasileiro. Em Paris, estudou na Escola de Belas Artes, Escola de Artes Decorativas e Academia Colarossi. Inicialmente atuou como cenógrafo ao lado de Louis Jouvet, mas depois se dedicou exclusivamente à pintura. Participou de quatro edições da Bienal de São Paulo nas décadas de 1950 e 1960, e recebeu prêmios nacionais e internacionais, entre eles o prêmio da Société d’Encouragement, L’Aujourd'hui, e o Grande Prêmio Internacional pela decoração do Pavilhão do Brasil na Exposição Mundial de Bruxelas em 1958. Suas obras são valorizadas pela autenticidade e estilo marcante, consolidando-o como uma figura significativa no campo das artes visuais.
João Maria dos Santos | Arremate Arte
João Maria dos Santos (1909-1988) foi um pintor e cenógrafo franco-brasileiro. Nascido em Paris, ele estudou na Escola de Belas Artes, na Escola de Artes Decorativas e na Academia Colarossi, onde desenvolveu sua base artística. Sua carreira começou na cenografia, colaborando com o famoso diretor Louis Jouvet, e posteriormente, ele passou a se dedicar exclusivamente à pintura. Santos participou de quatro edições da Bienal de São Paulo nos anos 1950 e 1960, sendo reconhecido e premiado em diversas ocasiões por suas contribuições artísticas.
Durante sua carreira, João Maria dos Santos explorou temas culturais e tradicionais, e suas obras foram valorizadas pela autenticidade e pelo estilo único, sendo vendidas em diversos leilões. Embora suas contribuições tenham alcançado maior reconhecimento no Brasil, ele deixou um importante legado artístico, tanto na cenografia quanto na pintura. Nos seus últimos anos, João Maria dedicou-se inteiramente à pintura, continuando a produzir até sua morte em 1988, consolidando-se como uma figura significativa no campo das artes visuais.
Prêmios
Governador do Estado de São Paulo, Saci, O Estado de S. Paulo
Câmara Municipal de São Paulo e Medalha de Prata da Associação de Crítica Teatral de São Paulo.
Em 1958 recebeu o Grande Prêmio Internacional pela decoração do Pavilhão do Brasil na Exposição Munidial de Bruxelas (Bélgica).
Participou em 1948 do SNAM (Rio de Janeiro); em 1951 e 1955, da Bienal Internacional de São Paulo (SP).
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Espetáculos
A Moreninha
A Moreninha
Escândalos 1950
Se Eu Quisesse
Quando as Paredes Falam
Exposições
1944 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1944 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1945 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1945 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1945 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1945 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1945 - Exhibition of Modern Brazilian Paintings
1951 - 1ª Bienal Internacional de São Paulo
Fonte: JOÃO Maria dos Santos. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2024. Acesso em: 04 de outubro de 2024. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7
Crédito fotográfico: Galeria Alphaville, leilão 182, lote 305. Consultado pela última vez em 4 de outubro de 2024.